Foram encontradas 249 questões.
A alternativa em que há ERRO de concordância quanto à norma culta é:
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"Não é pouca coisa. Cerca de 75% do total de recursos doados nacionalmente vem de pessoas físicas"; o conectivo que substituiria de forma adequada o ponto entre esses dois períodos é:
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Em "Nesta edição, VEJA traz uma reportagem sobre um aspecto fascinante do capitalismo americano"; nesse segmento do texto percebem-se, respectivamente, circunstâncias de:
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"Essa nova fase da filantropia americana"; nesse segmento do texto, a posição do adjetivo nova é importante para a construção do sentido, já que, se posposto, o adjetivo ganharia um novo sentido. A alternativa abaixo que mostra um termo que modifica seu sentido conforme sua posição em relação ao termo determinado é:
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A alternativa em que a palavra MAIS tem valor distinto do das demais frases é:
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-"uma das gigantes do mundo do entretenimento"; a palavra "gigantes" aparece precedida de um artigo feminino porque:
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"É caro, difícil e arriscado driblar tais dificuldades"; a alternativa abaixo que mostra o adjetivo sublinhado na forma semelhante à do masculino singular apesar da ausência de um substantivo masculino é:
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"para tornar-se parte fundamental das relações sociais"; o verbo tornar-se indica mudança de estado; a frase abaixo em que o verbo NÃO apresenta esse mesmo valor é:
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Os vocábulos coração e cérebro, presentes no título, correspondem respectivamente a:
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NÃO É FALTA DE CORAÇÃO, MAS DE CÉREBRO.
Veja, 5 de julho, 2006
Nesta edição, VEJA traz uma reportagem sobre um aspecto fascinante do capitalismo americano: o da filantropia bilionária. Aos 75 anos, o investidor Warren Buffett, o segundo homem mais rico do mundo, decidiu doar 85% de sua fortuna (o equivalente a 37,4 bilhões de dólares) a cinco fundações. A maior parte desse dinheiro (30,7 bilhões) será transferida de forma escalonada para a fundação administrada por Bill Gates, o homem mais rico do mundo. A doação transforma a fundação de Gates numa potência filantrópica de proporções inéditas: 60 bilhões de dólares, cifra similar ao PIB do Peru e ao valor de mercado da Disney, uma das gigantes do mundo do entretenimento.
Essa nova fase da filantropia americana surge num contexto em que sobressaem uma virtude e uma falha. A virtude é o estágio atual do próprio sistema capitalista, capaz, em sua forma mais avançada, de gerar excedentes vultosos que retornam à sociedade pela mão de empresários conscientes e abnegados. A falha é dos governos e das instituições internacionais, como o Banco Mundial, que se mostraram ineficazes no combate à pobreza e às endemias do mundo. Pessoas como Buffett e Gates, portanto, indicam um caminho para supri-la.
A filantropia, é bom que se diga, faz parte da cultura americana desde o século XIX. Trata-se de uma atitude de origem religiosa que, com o passar dos anos, evoluiu para tornar-se parte fundamental das relações sociais naquele país. Hoje, nos Estados Unidos, mais pessoas doam a projetos sociais do que votam em eleições. Calcula-se que 89% dos americanos façam algum tipo de contribuição financeira voluntária. Não é pouca coisa. Cerca de 75% do total de recursos doados nacionalmente vem de pessoas físicas. Esses números são altos porque existe também uma arquitetura fiscal que estimula a filantropia: doações individuais geram créditos tributários que podem ser deduzidos do imposto a pagar. É o contrário do que ocorre no Brasil. Por aqui, não há incentivos fiscais às pessoas que queiram fazer filantropia. Além disso, restrições legais quase intransponíveis dificultam a doação individual de dinheiro, equipamentos e livros para universidades públicas e outras instituições. É caro, difícil e arriscado driblar tais dificuldades. O coração dos brasileiros seria bem mais generoso se o cérebro dos governantes fosse mais ventilado.
Segundo o texto, NÃO se inclui entre os fatores que fazem com que atitudes filantrópicas estejam muito mais presentes nos EUA que no Brasil:
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