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Foram encontradas 60 questões.

2919719 Ano: 2023
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: ALEMA
No livro “Os ritos de passagem”, Arnold Van Gennep distingue os ritos de passagem em três categorias: ritos de separação, ritos de margem e ritos de agregação.
Na segunda metade do século XX, um antropólogo britânico retomou o diálogo com Van Gennep e tornou-se um dos nomes mais expoentes dos estudos dos rituais.
Esse autor foi
 

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2919718 Ano: 2023
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: ALEMA
“Contra seu jovem adversário, ele sustentou veementemente que o social não era um domínio especial da realidade, e sim um princípio de conexões; que não havia motivo para separar o social de outras associações (...)”. (Latour, Bruno. Reagregando o social: uma introdução à teoria do ator rede. Salvador: EDUFBA, 2012, p.33)
No livro “Reagregando o social: uma introdução à teoria do ator rede”, Bruno Latour estabelece uma distinção entre a sociologia do social e a sociologia das associações. Para elaborar sua proposta teórico-metodológica, Bruno Latour critica um autor clássico e dialoga com outro.
Esses autores são, respectivamente,
 

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2919717 Ano: 2023
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: ALEMA
É famosa a formulação do antropólogo estadunidense Roy Wagner de que “a antropologia é o estudo do homem como se houvesse cultura”.
Com essa proposição, o autor se refere à
 

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2919716 Ano: 2023
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: ALEMA
Na segunda metade do século XX, a antropologia estadunidense foi renovada, entre outras, pelas contribuições do que ficou conhecido como virada interpretativista. Nessa perspectiva, estimulou-se a produção de etnografias como uma "descrição densa" das realidades estudadas.
Assinale a opção que indica o nome do autor da virada interpretativista que disseminou a ideia da etnografia como descrição densa.
 

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2919715 Ano: 2023
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: ALEMA
“O que sempre vemos e encontramos pode ser familiar mas não é necessariamente conhecido e o que não vemos e encontramos pode ser exótico mas, até certo ponto, conhecido”. (Velho, Gilberto. Observando o familiar. In: NUNES, Edson de Oliveira (org.). “A aventura sociológica: objetividade, paixão, improviso e método na pesquisa social”. RJ: Zahar, 1978, p.126).
Neste trecho, Gilberto Velho discute a seguinte premissa do trabalho etnográfico:
 

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2919714 Ano: 2023
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: ALEMA
“Torna-se necessário conceber a etnografia não como a experiência e a interpretação de uma "outra" realidade circunscrita, mas sim como uma negociação construtiva envolvendo pelo menos dois (...) sujeitos conscientes e politicamente significativos. Paradigmas de experiência e interpretação estão dando lugar a paradigmas discursivos de diálogo e polifonia.” (Clifford, James. A experiência etnográfica. Rio de Janeiro: UFRJ, 1998, p.41).
Neste trecho, o antropólogo James Clifford está propondo uma reflexão sobre
 

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2919713 Ano: 2023
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: ALEMA
O texto “Análise de uma situação social na Zululândia”, de Max Gluckman, é considerado precursor da seguinte escola da Antropologia Social:
 

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2919712 Ano: 2023
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: ALEMA
“Em toda e qualquer sociedade nacional moderna é possível identificar a existência de modalidades de discurso de patrimônio em competição para representar com autenticidade a identidade e a memória da coletividade. Esses discursos de opõem entre si e disputam lugares de legitimidade. No contexto brasileiro, esses discursos assumiram, esquematicamente falando, duas modalidades: uma delas, a que estou chamando de ‘discurso da monumentalidade’; a outra a que poderíamos nomear como "discurso do cotidiano”. (Gonçalves, José Reginaldo. Monumentalidade e cotidiano: os patrimônios culturais como gênero de discurso". In: Lippi, Lucia. Cidade: História e Desafio. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p.117)
A partir da relação dialógica entre monumentalidade-cotidiano, o professor da UFRJ José Reginaldo Gonçalves discute as seguintes oposições centrais nas narrativas do patrimônio.
 

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2919711 Ano: 2023
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: ALEMA
O 'Ensaio sobre o dom' é consagrado essencialmente à análise do potlach, isso é, à análise das formas agonísticas do dom. Mas muitas vezes se esquece que, (...), o potlach não é mais que uma 'forma evoluída' de prestação total, forma em que 'domina o princípio da rivalidade e do antagonismo”. (GODELIER, Maurice. O enigma do dom. Editora Record, 2001, p. 60).
No livro “O enigma do dom”, Maurice Godelier dialoga com o seguinte autor clássico da antropologia:
 

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2919710 Ano: 2023
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: ALEMA
“Se, na Amazônia, a mais grave ameaça é a invasão dos territórios indígenas e a degradação de seus recursos ambientais, no caso do Nordeste, o desafio à ação indigenista é restabelecer os territórios indígenas, promovendo a retirada dos não-índios das áreas indígenas, desnaturalizando a “mistura” como única via de sobrevivência e cidadania.” (OLIVEIRA, João Pacheco de. Uma etnologia dos" índios misturados"? Situação colonial, territorialização e fluxos culturais. Mana, v. 4, p. 47-77, 1998.)
João Pacheco de Oliveira é professor do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Sua área de especialização é a
 

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