Foram encontradas 50 questões.
A concordância está correta no segmento:
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O emprego do conector é considerado correto no segmento:
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Respeitou-se o Acordo Ortográfico quanto à grafia das palavras e expressões destacadas no trecho:
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No segmento “O palácio do Planalto impediu, o quanto possível, a votação na Câmara, porque temia a retomada do texto original do Senado” (O Globo, 03/09/2011), a concordância está correta, mas está incorreta na frase:
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
ELOQUÊNCIA SINGULAR
Mal iniciara seu discurso, o deputado embatucou:
– Senhor Presidente: eu não sou daqueles que...
O verbo ia para o singular ou para o plural? Tudo indicava o plural. No entanto, podia perfeitamente ser o singular.
– Não sou daqueles que...
Não sou daqueles que recusam...No plural soava melhor. Mas era preciso precaver-se contra essas armadilhas da linguagem – que recusa? – ele que tão facilmente caía nelas, e era logo massacrado por um aparte. Não sou daqueles que... Resolveu ganhar tempo:
– ...embora perfeitamente cônscio das minhas altas responsabilidades, como representante do povo nesta Casa, não sou...
Daqueles que recusa, evidentemente. Como é que podia ter pensado no plural? Era um desses casos que os gramáticos registram nas suas questiúnculas de português; ia para o singular, não tinha dúvida. Idiotismo de linguagem, devia ser – daqueles que, em momentos de extrema gravidade, como este que o Brasil atravessa...
(...)
– Muito embora...sabendo perfeitamente...os imperativos de minha consciência cívica...senhor Presidente...e o declaro peremptoriamente... não sou daqueles que...
– Muito embora...sabendo perfeitamente...os imperativos de minha consciência cívica...senhor Presidente...e o declaro peremptoriamente... não sou daqueles que...
O Presidente voltou a adverti-lo de que seu tempo se esgotara. Não havia mais por que fugir:
– Senhor Presidente, meus nobres colegas!
Resolveu arrematar de qualquer maneira. Encheu o peito e desfechou:
– Em suma: não sou daqueles. Tenho dito.
Houve um suspiro de alívio em todo o plenário, as palmas romperam. Muito bem!Muito bem! O orador foi vivamente cumprimentado.
(Fernando Sabino – A companheira de viagem, crônicas, Editora do Autor, 1965, adaptado)
Considerando a correção gramatical, o verbo que não apresenta duas formas de igual valor e função é:
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Apresenta regência correta o(s) verbo(s) do segmento:
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A concordância apresenta-se correta no seguinte segmento:
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Leia o texto a seguir e responda à questão
ESTRANHAMENTO E ADAPTAÇÃO
A nossa vida, do nascimento até pelo menos o fim da adolescência, é constituída por uma sequência de mudanças(a) que vai deixando um rastro(b) de lembranças quase sempre sentidas como desconforto.
Sabemos que poucas crianças aceitam(c) o sabor salgado com facilidade. A passagem do líquido para o sólido é amenizada pelos mingaus; a introdução do alimento pastoso intermedeia e facilita essa transição.
O incômodo de algumas passagens pode deixar marcas menos acentuadas, principalmente quando geram ampliação de horizontes.
Por exemplo, ninguém aprende a andar sem perder o equilíbrio e cair várias vezes. Em compensação, enxergamos mais longe(d) na posição vertical para a qual estamos nos preparando.
Aprender a ler também pode ser desagradável, mas tem a promessa de fazer(e) a criança entender os garranchos que estão nos livros.
(Ana Verônica Mautner, Folha de S. Paulo, 12 de julho de 2011)
Transgrediu-se a norma culta por emprego de termo inadequado à situação de comunicação no segmento:
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
ELOQUÊNCIA SINGULAR
Mal iniciara seu discurso, o deputado embatucou:
– Senhor Presidente: eu não sou daqueles que...
O verbo ia para o singular ou para o plural? Tudo indicava o plural. No entanto, podia perfeitamente ser o singular.
– Não sou daqueles que...
Não sou daqueles que recusam...No plural soava melhor. Mas era preciso precaver-se contra essas armadilhas da linguagem – que recusa? – ele que tão facilmente caía nelas, e era logo massacrado por um aparte. Não sou daqueles que... Resolveu ganhar tempo:
– ...embora perfeitamente cônscio das minhas altas responsabilidades, como representante do povo nesta Casa, não sou...
Daqueles que recusa, evidentemente. Como é que podia ter pensado no plural? Era um desses casos que os gramáticos registram nas suas questiúnculas de português; ia para o singular, não tinha dúvida. Idiotismo de linguagem, devia ser – daqueles que, em momentos de extrema gravidade, como este que o Brasil atravessa...
(...)
– Muito embora...sabendo perfeitamente...os imperativos de minha consciência cívica...senhor Presidente...e o declaro peremptoriamente... não sou daqueles que...
– Muito embora...sabendo perfeitamente...os imperativos de minha consciência cívica...senhor Presidente...e o declaro peremptoriamente... não sou daqueles que...
O Presidente voltou a adverti-lo de que seu tempo se esgotara. Não havia mais por que fugir:
– Senhor Presidente, meus nobres colegas!
Resolveu arrematar de qualquer maneira. Encheu o peito e desfechou:
– Em suma: não sou daqueles. Tenho dito.
Houve um suspiro de alívio em todo o plenário, as palmas romperam. Muito bem!Muito bem! O orador foi vivamente cumprimentado.
(Fernando Sabino – A companheira de viagem, crônicas, Editora do Autor, 1965, adaptado)
É acentuada pelo mesmo motivo que “eloquência” a palavra:
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Ao dirigir-se e ao referir-se a um ministro e a um cardeal, as formas de tratamento apresentam, respectivamente, as seguintes abreviaturas:
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