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Foram encontradas 45 questões.

153186 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: ALE-RR
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TEXTO II


No Acre, amor pela taquigrafia une três gerações de uma família


Enunciado 153186-1

MELLO, Bruna, 2016.
Disponível em: < http://agazetadoacre.com/no-acreamor-pela-taquigrafia-une-tres-geracoes-de-uma-familia/>. Acesso em: 06 abr.2018.
O Texto II é uma notícia cujo fato principal é o amor pela taquigrafia, tendo, como
 

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153185 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: ALE-RR
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TEXTO II


No Acre, amor pela taquigrafia une três gerações de uma família


Enunciado 153185-1

MELLO, Bruna, 2016.
Disponível em: < http://agazetadoacre.com/no-acreamor-pela-taquigrafia-une-tres-geracoes-de-uma-familia/>. Acesso em: 06 abr.2018.
A princípio parece extremamente difícil uma pessoa adulta voltar a escrever de outra forma.
No contexto em questão, escrever de outra forma implica utilizar
 

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153184 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: ALE-RR
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TEXTO I


Anotações sobre uma pichação


Faz provavelmente uns dois anos que topei com a frase pela primeira vez, num muro qualquer da cidade. Em pouco tempo, era impossível deixar de vêla. Da noite para o dia, como uma infecção, onde houvesse um tapume, muro, parede, empena ou porta de ferro, ela aparecia: Não fui eu.

É certo que, pichada num muro de Estocolmo, os sentidos que ganharia seriam outros, e não há dificuldade em imaginar que conteúdos ela traria à tona em Berlim. História e geografia aqui são determinantes. O passado é tudo.

Minha hipótese é de que, no Brasil, a frase é imediatamente lida como um protesto de inocência. A um brasileiro não ocorrerá interpretá-la como manifestação de modéstia, como recusa de um crédito indevido – Não, essa honra não me cabe, ou Não, o mérito não é meu. Como violência, desigualdade e desordem formam a teia de nossa existência cívica, o que se insinua nas entrelinhas de Não fui eu não é a virtude, mas o delito.

Delito dos outros, no caso. A transferência de ônus é o que parece dar força ao enunciado, na medida em que fundamenta uma verdade incômoda sobre nossa condição de cidadãos brasileiros. Como tantos de nós, o autor está tirando o corpo fora.

Ignora-se a identidade do autor dessa frase com a qual o carioca convive há anos e que continua a se disseminar pelas superfícies da cidade. Numa reportagem de 2017 da Veja Rio, ele afirma que se manterá no anonimato: “Se a pichação funciona como uma assinatura que reivindica a autoria, meu trabalho é uma assinatura que nega a própria autoria. Comecei a me interessar pela potência poética que surgia disso e pelas diferentes leituras que a frase poderia ter na rua.”

Fez bem. Não sendo enunciada por ninguém em particular, a frase pertence a qualquer um. A sensação difusa de que ela exprime um éthos*, de que essas três palavras falam de nós, é uma confirmação de que, dado o alheamento geral, o melhor mesmo é jogar a toalha e ir cuidar da vida.

(*Éthos: palavra com origem grega, que significa "caráter moral")


SALLES, João Moreira. Revista PIAUÍ, 2018. (Adaptado)

Para maior clareza de um texto, seja ele oficial ou não, recomenda-se que os termos das orações estejam, preferencialmente, na ordem direta.
Dos trechos a seguir, o único que seguiu rigorosamente tal recomendação foi
 

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153183 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: ALE-RR
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TEXTO I


Anotações sobre uma pichação


Faz provavelmente uns dois anos que topei com a frase pela primeira vez, num muro qualquer da cidade. Em pouco tempo, era impossível deixar de vêla. Da noite para o dia, como uma infecção, onde houvesse um tapume, muro, parede, empena ou porta de ferro, ela aparecia: Não fui eu.

É certo que, pichada num muro de Estocolmo, os sentidos que ganharia seriam outros, e não há dificuldade em imaginar que conteúdos ela traria à tona em Berlim. História e geografia aqui são determinantes. O passado é tudo.

Minha hipótese é de que, no Brasil, a frase é imediatamente lida como um protesto de inocência. A um brasileiro não ocorrerá interpretá-la como manifestação de modéstia, como recusa de um crédito indevido – Não, essa honra não me cabe, ou Não, o mérito não é meu. Como violência, desigualdade e desordem formam a teia de nossa existência cívica, o que se insinua nas entrelinhas de Não fui eu não é a virtude, mas o delito.

Delito dos outros, no caso. A transferência de ônus é o que parece dar força ao enunciado, na medida em que fundamenta uma verdade incômoda sobre nossa condição de cidadãos brasileiros. Como tantos de nós, o autor está tirando o corpo fora.

Ignora-se a identidade do autor dessa frase com a qual o carioca convive há anos e que continua a se disseminar pelas superfícies da cidade. Numa reportagem de 2017 da Veja Rio, ele afirma que se manterá no anonimato: “Se a pichação funciona como uma assinatura que reivindica a autoria, meu trabalho é uma assinatura que nega a própria autoria. Comecei a me interessar pela potência poética que surgia disso e pelas diferentes leituras que a frase poderia ter na rua.”

Fez bem. Não sendo enunciada por ninguém em particular, a frase pertence a qualquer um. A sensação difusa de que ela exprime um éthos*, de que essas três palavras falam de nós, é uma confirmação de que, dado o alheamento geral, o melhor mesmo é jogar a toalha e ir cuidar da vida.

(*Éthos: palavra com origem grega, que significa "caráter moral")


SALLES, João Moreira. Revista PIAUÍ, 2018. (Adaptado)

Sobre a sintaxe do período Numa reportagem de 2017 da Veja Rio, ele afirma que se manterá no anonimato, deve-se afirmar que a oração sublinhada é o
 

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153181 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: ALE-RR
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TEXTO II


No Acre, amor pela taquigrafia une três gerações de uma família


Enunciado 153181-1

MELLO, Bruna, 2016.
Disponível em: < http://agazetadoacre.com/no-acreamor-pela-taquigrafia-une-tres-geracoes-de-uma-familia/>. Acesso em: 06 abr.2018.
Anos depois, aprovada em um concurso público, Carvalho passou a fazer parte da Assembleia Legislativa do Acre, onde se aposentou como taquígrafa em 2014.
Nesse período, o conectivo que estabelece coesão com o termo Assembleia Legislativa do Acre é um pronome
 

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153178 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: ALE-RR
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TEXTO III


Enunciado 153178-1

Disponível em: <http://cultura.estadao.com.br/galerias/geral,20-tiras-de-calvin-eharoldo-para-refletir-sobre-a-vida-e-sobre-o-mundo, 2007>. Acesso em: 20 abr.2018.
Na tirinha, o menino (o personagem Calvin) faz um discurso preditivo em relação à vida, na conversa com o tigre (o personagem Haroldo).
O substantivo e o adjetivo escolhidos para essa avaliação foram, respectivamente,
 

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153168 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: ALE-RR
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TEXTO II


No Acre, amor pela taquigrafia une três gerações de uma família


Enunciado 153168-1

MELLO, Bruna, 2016.
Disponível em: < http://agazetadoacre.com/no-acreamor-pela-taquigrafia-une-tres-geracoes-de-uma-familia/>. Acesso em: 06 abr.2018.
A voz passiva é um recurso linguístico muito empregado em textos jornalísticos.
Assinale a alternativa de como ficaria o título da notícia, se o verbo estivesse na voz passiva, mantendo-se a ideia pretendida.
 

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153162 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: ALE-RR
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TEXTO II


No Acre, amor pela taquigrafia une três gerações de uma família


Enunciado 153162-1

MELLO, Bruna, 2016.
Disponível em: < http://agazetadoacre.com/no-acreamor-pela-taquigrafia-une-tres-geracoes-de-uma-familia/>. Acesso em: 06 abr.2018.

Contribuem para a correção da redação oficial a utilização adequada das formas de tratamento bem como a concordância verbal e nominal em relação ao pronome.

Entre os seguintes, o único trecho que foi redigido segundo as normas da redação oficial, é:

 

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1429950 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: ALE-RR

TEXTO I

Amin Maalouf, autor libanês que mora na França e escreve em francês, tem refletido sobre a reação das “minorias étnicas”, ou seja, os imigrantes, às pressões culturais conflitantes a que são submetidos no país em que foram morar. A conclusão de Maalouf é que, quanto mais os imigrantes percebem que as tradições de sua cultura de origem são respeitadas no país de adoção, e quanto menos eles próprios se veem antipatizados, odiados, rejeitados, atemorizados, discriminados e mantidos à distância por conta de sua identidade diferente, mais atraentes se tornam para eles as opções culturais do novo país, e menos rígida a forma como se apegam àquilo que os distingue. As observações de Maalouf, como ele sugere, são de máxima importância para o futuro do diálogo intercultural.

Com muita frequência, é o sentimento de ser mal acolhido e considerado culpado sem ter cometido crime, de se imaginar ameaçado e inseguro (dos dois lados da suposta fronteira, tanto entre os imigrantes quanto na população nativa), que se torna o principal e mais potente estimulante da suspeita mútua, seguida de separação e rompimento de comunicação — levando a teoria do multiculturalismo a degenerar na realidade do “multicomunitarismo”*. Não se trata de um problema único, mas de um desafio que nós, em particular os pedagogos, teremos de enfrentar por muito tempo ainda, pois não há perspectiva de que o influxo de “estranhos” diminua, e muito menos se interrompa — independentemente do que possam prometer os políticos que têm em mira a vitória na próxima eleição.

*comunitarismo: no discurso francês, é o conceito de uma população dividida em comunidades autônomas, parcialmente autogovernadas e fechadas em si mesmas.

BAUMAN, Zygmunt. Sobre educação e juventude. Conversas com Riccardo Mazzeo. Trad. Carlos Alberto Medeiros, 2013. (Adaptado)

Leia as seguintes afirmativas:

I. As minorias étnicas não abrem mão de sua cultura e, sem exceção, são rígidas no apego a suas tradições originais, provocando conflitos com a população nativa.

II. Amin Maalouf é um imigrante libanês cuja reflexão sobre o diálogo intercultural parte de uma experiência pessoal bem-sucedida.

III. O futuro do diálogo intercultural está subordinado ao acolhimento do imigrante pela população nativa como consequência do respeito mútuo às diferenças.

As afirmativas que contêmplenamente interpretações permitidas pelo Texto I são

Questão Anulada

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1429949 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: ALE-RR

Enunciado 1429949-1

Para exaltar o seu amor à pátria, Mafalda valeu-se, particularmente, de um recurso gramatical, que foi o uso reiterado de
Questão Anulada

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