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Foram encontradas 120 questões.

2473448 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Texto para o item

Quando o homem moderno, particularmente o habitante da cidade, deixa a luz natural do dia ou a luz artificial da noite e entra no cinema, opera-se em sua consciência uma mudança psicológica crucial. Do ponto de vista subjetivo, na maioria dos casos, ele vai ao cinema em busca de distração, entretenimento, talvez até instrução, por um bom par de horas. Pouco lhe importam as condições técnicas e socioeconômicas das indústrias que, em primeira instância, lhe possibilitam assistir aos filmes; na verdade, esse tipo de preocupação nem lhe passa pela cabeça.

Um dos principais aspectos desse ato corriqueiro, que se chama situação cinema, é o isolamento mais completo possível do mundo exterior e de suas fontes de perturbação visual e auditiva. O cinema ideal seria aquele onde não houvesse absolutamente nenhum ponto de luz (tais como letreiros luminosos de emergência e saída etc.) fora da própria tela e onde, fora a trilha sonora do filme, não pudessem penetrar nem mesmo os mínimos ruídos. A eliminação radical de todo e qualquer distúrbio visual e auditivo não relacionado com o filme justifica-se pelo fato de que apenas na completa escuridão podem-se obter os melhores resultados na exibição do filme. A perfeita fruição do ato de ir ao cinema é prejudicada por qualquer distúrbio visual ou auditivo, que lembra ao espectador, contra a sua vontade, que ele estava a ponto de suscitar uma experiência especial mediante a exclusão da realidade trivial da vida corrente. Esses distúrbios o remetem à existência de um mundo exterior, totalmente incompatível com a realidade psicológica de sua experiência cinematográfica. Daí é inevitável a conclusão de que a fuga voluntária da realidade cotidiana é uma característica essencial da situação cinema.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica.

In: Ismail Xavier. A experiência do cinema. RJ: Graal, 1983, p. 375-6 (com adaptações).

Com relação às ideias do texto, julgue se o item subsequente.

O homem moderno que não vive em ambiente urbano e o que vive nesse ambiente são afetados psicologicamente pelo cinema de maneiras distintas.

 

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2473447 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Texto para o item

Quando o homem moderno, particularmente o habitante da cidade, deixa a luz natural do dia ou a luz artificial da noite e entra no cinema, opera-se em sua consciência uma mudança psicológica crucial. Do ponto de vista subjetivo, na maioria dos casos, ele vai ao cinema em busca de distração, entretenimento, talvez até instrução, por um bom par de horas. Pouco lhe importam as condições técnicas e socioeconômicas das indústrias que, em primeira instância, lhe possibilitam assistir aos filmes; na verdade, esse tipo de preocupação nem lhe passa pela cabeça.

Um dos principais aspectos desse ato corriqueiro, que se chama situação cinema, é o isolamento mais completo possível do mundo exterior e de suas fontes de perturbação visual e auditiva. O cinema ideal seria aquele onde não houvesse absolutamente nenhum ponto de luz (tais como letreiros luminosos de emergência e saída etc.) fora da própria tela e onde, fora a trilha sonora do filme, não pudessem penetrar nem mesmo os mínimos ruídos. A eliminação radical de todo e qualquer distúrbio visual e auditivo não relacionado com o filme justifica-se pelo fato de que apenas na completa escuridão podem-se obter os melhores resultados na exibição do filme. A perfeita fruição do ato de ir ao cinema é prejudicada por qualquer distúrbio visual ou auditivo, que lembra ao espectador, contra a sua vontade, que ele estava a ponto de suscitar uma experiência especial mediante a exclusão da realidade trivial da vida corrente. Esses distúrbios o remetem à existência de um mundo exterior, totalmente incompatível com a realidade psicológica de sua experiência cinematográfica. Daí é inevitável a conclusão de que a fuga voluntária da realidade cotidiana é uma característica essencial da situação cinema.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica.

In: Ismail Xavier. A experiência do cinema. RJ: Graal, 1983, p. 375-6 (com adaptações).

Com relação às ideias do texto, julgue se o item subsequente.

A exclusão da realidade trivial da vida corrente faz parte da experiência vivida pelo espectador de cinema.

 

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2473445 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Texto para o item

Quando o homem moderno, particularmente o habitante da cidade, deixa a luz natural do dia ou a luz artificial da noite e entra no cinema, opera-se em sua consciência uma mudança psicológica crucial. Do ponto de vista subjetivo, na maioria dos casos, ele vai ao cinema em busca de distração, entretenimento, talvez até instrução, por um bom par de horas. Pouco lhe importam as condições técnicas e socioeconômicas das indústrias que, em primeira instância, lhe possibilitam assistir aos filmes; na verdade, esse tipo de preocupação nem lhe passa pela cabeça.

Um dos principais aspectos desse ato corriqueiro, que se chama situação cinema, é o isolamento mais completo possível do mundo exterior e de suas fontes de perturbação visual e auditiva. O cinema ideal seria aquele onde não houvesse absolutamente nenhum ponto de luz (tais como letreiros luminosos de emergência e saída etc.) fora da própria tela e onde, fora a trilha sonora do filme, não pudessem penetrar nem mesmo os mínimos ruídos. A eliminação radical de todo e qualquer distúrbio visual e auditivo não relacionado com o filme justifica-se pelo fato de que apenas na completa escuridão podem-se obter os melhores resultados na exibição do filme. A perfeita fruição do ato de ir ao cinema é prejudicada por qualquer distúrbio visual ou auditivo, que lembra ao espectador, contra a sua vontade, que ele estava a ponto de suscitar uma experiência especial mediante a exclusão da realidade trivial da vida corrente. Esses distúrbios o remetem à existência de um mundo exterior, totalmente incompatível com a realidade psicológica de sua experiência cinematográfica. Daí é inevitável a conclusão de que a fuga voluntária da realidade cotidiana é uma característica essencial da situação cinema.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica.

In: Ismail Xavier. A experiência do cinema. RJ: Graal, 1983, p. 375-6 (com adaptações).

Com relação às ideias do texto, julgue se o item subsequente.

Conforme o texto, o cinema ideal não pode existir no mundo real, já que a colocação de letreiros luminosos de emergência e saída é obrigatória, nesses ambientes, por questões de segurança.

 

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2473444 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Texto para o item

Quando o homem moderno, particularmente o habitante da cidade, deixa a luz natural do dia ou a luz artificial da noite e entra no cinema, opera-se em sua consciência uma mudança psicológica crucial. Do ponto de vista subjetivo, na maioria dos casos, ele vai ao cinema em busca de distração, entretenimento, talvez até instrução, por um bom par de horas. Pouco lhe importam as condições técnicas e socioeconômicas das indústrias que, em primeira instância, lhe possibilitam assistir aos filmes; na verdade, esse tipo de preocupação nem lhe passa pela cabeça.

Um dos principais aspectos desse ato corriqueiro, que se chama situação cinema, é o isolamento mais completo possível do mundo exterior e de suas fontes de perturbação visual e auditiva. O cinema ideal seria aquele onde não houvesse absolutamente nenhum ponto de luz (tais como letreiros luminosos de emergência e saída etc.) fora da própria tela e onde, fora a trilha sonora do filme, não pudessem penetrar nem mesmo os mínimos ruídos. A eliminação radical de todo e qualquer distúrbio visual e auditivo não relacionado com o filme justifica-se pelo fato de que apenas na completa escuridão podem-se obter os melhores resultados na exibição do filme. A perfeita fruição do ato de ir ao cinema é prejudicada por qualquer distúrbio visual ou auditivo, que lembra ao espectador, contra a sua vontade, que ele estava a ponto de suscitar uma experiência especial mediante a exclusão da realidade trivial da vida corrente. Esses distúrbios o remetem à existência de um mundo exterior, totalmente incompatível com a realidade psicológica de sua experiência cinematográfica. Daí é inevitável a conclusão de que a fuga voluntária da realidade cotidiana é uma característica essencial da situação cinema.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica.

In: Ismail Xavier. A experiência do cinema. RJ: Graal, 1983, p. 375-6 (com adaptações).

Com relação às ideias do texto, julgue se o item subsequente.

O indivíduo que vai ao cinema o faz em busca de isolamento, distração, entretenimento e(ou) instrução.

 

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906631 Ano: 2013
Disciplina: Arquivologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE
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Julgue o item seguinte, com relação à gestão de documentos.
Indica-se a destinação final dos documentos de arquivo determinando-se os prazos de guarda nos arquivos corrente e intermediário.
 

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906630 Ano: 2013
Disciplina: Arquivologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE
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Acerca da legislação arquivística e dos princípios e conceitos relacionados à arquivologia, julgue o item que se segue.
Conforme a legislação arquivística, os documentos de arquivo podem ser identificados em correntes, intermediários e permanentes.
 

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906629 Ano: 2013
Disciplina: Arquivologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE
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Julgue o item seguinte, com relação à gestão de documentos.
A tramitação de documentos consiste na identificação dos documentos de arquivo por meio de pontos de acesso.
 

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906628 Ano: 2013
Disciplina: Arquivologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE
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Acerca da legislação arquivística e dos princípios e conceitos relacionados à arquivologia, julgue o item que se segue.
Para se preservar a autenticidade dos documentos de arquivo, é necessário organizá-los por espécie documental.
 

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906627 Ano: 2013
Disciplina: Arquivologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE
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Julgue o item seguinte, com relação à gestão de documentos.
Os documentos ordenados são aqueles dispostos, por exemplo, em ordem cronológica dentro de uma unidade de classificação.
 

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906626 Ano: 2013
Disciplina: Arquivologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE
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Acerca da legislação arquivística e dos princípios e conceitos relacionados à arquivologia, julgue o item que se segue.
O princípio de respeito aos fundos é fundamental para a função classificação de documentos de arquivo.
 

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