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Foram encontradas 80 questões.

2377754 Ano: 2008
Disciplina: Relações Internacionais
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
O nível de integração econômica caracterizado por livre circulação de mercadorias, pessoas, capital, serviços e concorrência denomina-se:
 

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2377722 Ano: 2008
Disciplina: Economia
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
A possibilidade de os consumidores terem sua demanda influenciada por atributos distintos dos produtos permite analisar a diferenciação de produtos aparentemente homogêneos, mas que se distinguem por algum atributo específico. Quando os consumidores privilegiam algum atributo associado à qualidade do produto, verifica-se a diferenciação:
 

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2377689 Ano: 2008
Disciplina: Economia
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
O modelo de concorrência imperfeita que admite hipóteses restritivas, tais como: (1) cada firma considera que seus rivais não reagirão às suas decisões; (2) produtos das firmas são homogêneos; (3) cada firma define seu nível de produção, é o modelo de:
 

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2377665 Ano: 2008
Disciplina: Economia
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
A existência de economias de escala está associada à existência de retornos não-constantes de escala. Quando o custo médio de cada firma depende do tamanho da indústria a que ela pertence, está caracterizada a economia de escala do tipo:
 

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2377630 Ano: 2008
Disciplina: Comércio Internacional
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
Nas negociações puramente internacionais existem elementos que são característicos. O elemento que diz respeito à multiplicidade de riscos a que estão sujeitas as negociações internacionais denomina-se:
 

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2377608 Ano: 2008
Disciplina: Economia
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
A Teoria da Proteção procura identificar os efeitos da adoção de medidas específicas em relação às importações ou exportações. A análise dos processos de decisão quanto à adoção de tais medidas diz respeito à:
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

A BOLSA-GARGALHADA

Comentário cômico ao atual momento da vida nacional, tributo ao clássico modelo de nossa política, microcosmo de brasilidade emergente contemporânea, “Toma lá, dá cá” é o sucesso do momento na TV. Criado por Miguel Falabella, dirigido por Roberto Talma e com um sensacional elenco de comediantes, semanalmente nos oferecem uma generosa sessão de gargalhadas que aliviam, acalmam e até rejuvenescem, ainda mais no Brasil, onde a vida é tão dura e sofrida. Já dizia, sem demagogia, o goleador Dadá Maravilha: “Se o Dadá não pode dar comida ao povo, dá alegria”.

Por isso, sou imensamente grato aos artistas que me fazem rir, que se oferecem ao ridículo, ao constrangedor e ao grotesco, só para nos divertir, rindo deles - e de nós mesmos. É minha bolsa-gargalhada.

Além do talento e entrega do elenco, o melhor do “Toma lá, dá cá” é que ali ninguém vale nada, cada um é pior do que o outro, dependendo das circunstâncias e dos pontos de vista, mas ninguém escapa. No início, a esposinha correta e graciosa vivida por Adriana Esteves era o único bastião de honestidade e sanidade, como contraponto hilariante à cafajestice geral. Agora, até ela se entregou ao vale-tudo do Condomínio Jambalaia, engrossando uma galeria de personagens inescrupulosos, promíscuos, neuróticos e impagáveis, capazes das piores torpezas, vilanias e humilhações em busca... das nossas gargalhadas.

Escrachando valores familiares, sexuais, políticos e sociais, a comédia de Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa dispensa sutilezas e metáforas. Nada de braçada contra a corrente politicamente correta e usa a linguagem esculhambada de chanchada e do desenho animado adulto para criticar nossas fraquezas e hipocrisias - e nos libertar pelo riso. Diante das fragilidades e precariedades da condição humana, não é pouca coisa.

Por tudo isso, esses artistas populares merecem mais respeito e reconhecimento por serviços prestados ao público do que a maior parte das produções que nos vendem como artísticas e culturais, que ambicionam nos emocionar e nos fazer pensar, mas não conseguem sequer... prefiro não comentar.

(MOTTA, Nelson. O GLOBO, 05/11/08, Seção OPINIÃO, 1º Caderno, p. 7.)

O enunciado “Se o Dadá não pode dar comida ao povo, dá alegria” (1º parágrafo) foi utilizado no texto com a finalidade de estabelecer, com o programa em pauta, uma:

 

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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

A BOLSA-GARGALHADA

Comentário cômico ao atual momento da vida nacional, tributo ao clássico modelo de nossa política, microcosmo de brasilidade emergente contemporânea, “Toma lá, dá cá” é o sucesso do momento na TV. Criado por Miguel Falabella, dirigido por Roberto Talma e com um sensacional elenco de comediantes, semanalmente nos oferecem uma generosa sessão de gargalhadas que aliviam, acalmam e até rejuvenescem, ainda mais no Brasil, onde a vida é tão dura e sofrida. Já dizia, sem demagogia, o goleador Dadá Maravilha: “Se o Dadá não pode dar comida ao povo, dá alegria”.

Por isso, sou imensamente grato aos artistas que me fazem rir, que se oferecem ao ridículo, ao constrangedor e ao grotesco, só para nos divertir, rindo deles - e de nós mesmos. É minha bolsa-gargalhada.

Além do talento e entrega do elenco, o melhor do “Toma lá, dá cá” é que ali ninguém vale nada, cada um é pior do que o outro, dependendo das circunstâncias e dos pontos de vista, mas ninguém escapa. No início, a esposinha correta e graciosa vivida por Adriana Esteves era o único bastião de honestidade e sanidade, como contraponto hilariante à cafajestice geral. Agora, até ela se entregou ao vale-tudo do Condomínio Jambalaia, engrossando uma galeria de personagens inescrupulosos, promíscuos, neuróticos e impagáveis, capazes das piores torpezas, vilanias e humilhações em busca... das nossas gargalhadas.

Escrachando valores familiares, sexuais, políticos e sociais, a comédia de Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa dispensa sutilezas e metáforas. Nada de braçada contra a corrente politicamente correta e usa a linguagem esculhambada de chanchada e do desenho animado adulto para criticar nossas fraquezas e hipocrisias - e nos libertar pelo riso. Diante das fragilidades e precariedades da condição humana, não é pouca coisa.

Por tudo isso, esses artistas populares merecem mais respeito e reconhecimento por serviços prestados ao público do que a maior parte das produções que nos vendem como artísticas e culturais, que ambicionam nos emocionar e nos fazer pensar, mas não conseguem sequer... prefiro não comentar.

(MOTTA, Nelson. O GLOBO, 05/11/08, Seção OPINIÃO, 1º Caderno, p. 7.)

Embora o texto seja uma crônica, contém teor claramente argumentativo, pois defende a TESE de que o programa “Toma lá, dá cá” possui relevância social, uma vez que:

 

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2377457 Ano: 2008
Disciplina: Relações Internacionais
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
O acordo de integração econômica regional que congrega Brunei Darussalan, Camboja, Indonésia, Malásia, Mianmar, Filipinas, Cingapura, Tailândia e Vietnã é o(a):
 

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2377455 Ano: 2008
Disciplina: Comércio Internacional
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
Existem quatro modos de fornecimento previstos no GATS. Os serviços disponíveis, no território de um País Membro, aos consumidores de outro País Membro caracterizam o modo:
 

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