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Foram encontradas 60 questões.

1200665 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: BANESTES
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Mauro faz aniversário no dia 2 de março. Em 2012, seu irmão Márcio fez aniversário, exatamente 6 semanas antes do aniversário de Mauro. O dia em que Márcio faz aniversário é
 

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1200664 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: BANESTES
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enunciado 1200664-1
 

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1200663 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: BANESTES
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Na figura a seguir EA = AB = AC = CI = BD = DC; FB = BJ = JI e DJ = JC.

enunciado 1200663-1

Se o quadrado ABDC tem perímetro igual a 144 cm, então a área referente à parte hachurada da figura mede
 

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1200662 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: BANESTES
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Um quadrado tem como lado o valor do 6º termo de uma progressão geométrica, no qual o 1º termo é 6 e o 4º termo é 162. Considerando que esses valores estão expressos em centímetros, então o perímetro desse quadrado é igual a
 

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1200661 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: BANESTES
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Em uma estante encontram - se um total de 45 livros, dos quais 1/5 tem menos de 200 páginas e 2/3 têm de 200 a 300 páginas. Retirando - se, simultaneamente, dois livros quaisquer dessa estante, a probabilidade de que um deles tenha menos de 200 páginas e o outro mais de 300 é igual a
 

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1200660 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: BANESTES
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Observe as figuras a seguir.

enunciado 1200660-1

A soma dos valores de X e Y é igual a
 

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1200659 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: BANESTES
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Quando eu estiver louco, afaste-se

Há que se respeitar quem sofre de depressão, disritmia, bipolaridade e demais transtornos psíquicos que afetam parte da população. Muitos desses pacientes recorrem à ajuda psicanalítica e se medicam a fim de minimizar os efeitos desastrosos que respingam em suas relações profissionais e pessoais. Conseguem tornar, assim, mais tranquila a convivência.
Mas tem um grupo que está longe de ser doente: são os que simplesmente se autointitulam “difíceis” com o propósito de facilitar para o lado deles. São os temperamentais que não estão seriamente comprometidos por uma disfunção psíquica – ao menos, não que se saiba, já que não possuem diagnóstico. São morrinhas, apenas. Seja por alguma insegurança trazida da infância, ou por narcisismo crônico, ou ainda por terem herdado um gênio desgraçado, se decretam “difíceis” e quem estiver por perto que se adapte. Que vida mole, não?
Tem uma música bonita do Skank que começa dizendo: “Quando eu estiver triste, simplesmente me abrace / Quando eu estiver louco, subitamente se afaste / Quando eu estiver fogo / suavemente se encaixe...” A letra é poética, sem dúvida, mas é a melô do folgado. Você é obrigada a reagir conforme o humor da criatura.
Antigamente, quando uma amiga, um namorado ou um parente declarava-se uma pessoa difícil, eu relevava. Ora, estava previamente explicada a razão de o infeliz entornar o caldo, promover discussões, criar briga do nada, encasquetar com besteira. Era alguém difícil, coitado. E teve a gentileza de avisar antes. Como não perdoar?
Já fui muito boazinha, lembro bem.
Hoje em dia, se alguém chegar perto de mim avisando “sou uma pessoa difícil”, desejo sorte e desapareço em três segundos. Já gastei minha cota de paciência com esses difíceis que utilizam seu temperamento infantil e autocentrado como álibi para passar por cima dos sentimentos dos outros feito um trator, sem ligar a mínima se estão magoando – e claro que esses “outros” são seus afetos mais íntimos, pois com amigos e conhecidos eles são uns doces, a tal “dificuldade” que lhes caracteriza some como num passe de mágica. Onde foi parar o ogro que estava aqui?
Chega-se numa etapa da vida em que ser misericordioso cansa. Se a pessoa é difícil, é porque está se levando a sério demais. Será que já não tem idade para controlar seu egocentrismo? Se não controla, é porque não está muito interessada em investir em suas relações. Já que ficam loucos a torto e a direito, só nos resta nos afastar, mesmo. E investir em pessoas alegres, educadas, divertidas e que não desperdiçam nosso tempo com draminhas repetitivos, dos quais já se conhece o final: sempre sobra para nós, os fáceis.
(Martha Medeiros. Revista O Globo – 14/04/2013.)

A expressão sublinhada no excerto “... e se medicam a fim de minimizar os efeitos desastrosos que respingam...” ( 1º§ ) indica
 

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1200658 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: BANESTES
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“... o infeliz entornar o caldo, promover discussões, criar briga do nada, encasquetar com besteira.” A palavra que possui o sentido oposto de “encasquetar” é
 

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1200657 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: BANESTES
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“Pessoas bem - humoradas fazem _____________ para manter uma vida social saudável, por isso são _____________ num mundo em que imperam pessoas _____________ e difíceis.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
 

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1200656 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: BANESTES
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Quando eu estiver louco, afaste-se

Há que se respeitar quem sofre de depressão, disritmia, bipolaridade e demais transtornos psíquicos que afetam parte da população. Muitos desses pacientes recorrem à ajuda psicanalítica e se medicam a fim de minimizar os efeitos desastrosos que respingam em suas relações profissionais e pessoais. Conseguem tornar, assim, mais tranquila a convivência.
Mas tem um grupo que está longe de ser doente: são os que simplesmente se autointitulam “difíceis” com o propósito de facilitar para o lado deles. São os temperamentais que não estão seriamente comprometidos por uma disfunção psíquica – ao menos, não que se saiba, já que não possuem diagnóstico. São morrinhas, apenas. Seja por alguma insegurança trazida da infância, ou por narcisismo crônico, ou ainda por terem herdado um gênio desgraçado, se decretam “difíceis” e quem estiver por perto que se adapte. Que vida mole, não?
Tem uma música bonita do Skank que começa dizendo: “Quando eu estiver triste, simplesmente me abrace / Quando eu estiver louco, subitamente se afaste / Quando eu estiver fogo / suavemente se encaixe...” A letra é poética, sem dúvida, mas é a melô do folgado. Você é obrigada a reagir conforme o humor da criatura.
Antigamente, quando uma amiga, um namorado ou um parente declarava-se uma pessoa difícil, eu relevava. Ora, estava previamente explicada a razão de o infeliz entornar o caldo, promover discussões, criar briga do nada, encasquetar com besteira. Era alguém difícil, coitado. E teve a gentileza de avisar antes. Como não perdoar?
Já fui muito boazinha, lembro bem.
Hoje em dia, se alguém chegar perto de mim avisando “sou uma pessoa difícil”, desejo sorte e desapareço em três segundos. Já gastei minha cota de paciência com esses difíceis que utilizam seu temperamento infantil e autocentrado como álibi para passar por cima dos sentimentos dos outros feito um trator, sem ligar a mínima se estão magoando – e claro que esses “outros” são seus afetos mais íntimos, pois com amigos e conhecidos eles são uns doces, a tal “dificuldade” que lhes caracteriza some como num passe de mágica. Onde foi parar o ogro que estava aqui?
Chega-se numa etapa da vida em que ser misericordioso cansa. Se a pessoa é difícil, é porque está se levando a sério demais. Será que já não tem idade para controlar seu egocentrismo? Se não controla, é porque não está muito interessada em investir em suas relações. Já que ficam loucos a torto e a direito, só nos resta nos afastar, mesmo. E investir em pessoas alegres, educadas, divertidas e que não desperdiçam nosso tempo com draminhas repetitivos, dos quais já se conhece o final: sempre sobra para nós, os fáceis.
(Martha Medeiros. Revista O Globo – 14/04/2013.)

A palavra ou expressão que pode substituir “relevava” (4º§), sem prejuízo de seu valor semântico, é
 

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