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Uma exploração racional da Amazônia
Em cinco séculos de exploração predatória, a mata atlântica teve a área que ocupava reduzida a cerca de 5% do território original. Hoje, teme-se que a Amazônia, principal responsável pela primeira posição do Brasil no ranque de biodiversidade da ONG Conservation International, sofra uma devastação do mesmo porte. Embora 87% da floresta ainda estejam de pé, a taxa de desmatamento nos anos 90 foi de 20 mil quilômetros quadrados por ano.
Às diversas iniciativas de conservação inspiradas por esse temor, vem se juntar o livro A Floresta Amazônica, a ser lançado durante a Reunião Especial da SBPC sobre a Amazônia. O autor, o jornalista Marcelo Leite, editor de ciência da Folha de S.Paulo, explica na introdução que “o objetivo central do livro é desfazer a imagem de que a floresta tenha estado ou vá estar aí para sempre”. Ao longo da obra, Leite defende modelos de exploração racional da floresta amazônica.
O manejo florestal sustentável, em oposição à exploração predatória da madeira, é um exemplo de como se podem aproveitar economicamente de forma racional os recursos da Amazônia. Leite cita estudos que apontam a vocação florestal da região (83% da Amazônia Legal são imprestáveis para o gado ou o cultivo) e que mostram que a extração sustentável de madeira é 35% mais rentável que a predatória. “Danificando menos a mata, sobretudo árvores mais jovens, e também preservando árvores adultas de menor qualidade para que continuem a reproduzir-se, o manejo florestal garante uma reposição mais rápida da madeira com valor comercial”, explica Leite.
Revista Ciência Hoje, Abr./2001 (com adaptações).
Tendo em vista as informações veiculadas no texto acima, além de seus aspectos gramaticais e textuais, julgue o próximo item.
A expressão “Às diversas iniciativas de conservação” exerce a função de sujeito da forma verbal “vem se juntar”.
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Uma exploração racional da Amazônia
Em cinco séculos de exploração predatória, a mata atlântica teve a área que ocupava reduzida a cerca de 5% do território original. Hoje, teme-se que a Amazônia, principal responsável pela primeira posição do Brasil no ranque de biodiversidade da ONG Conservation International, sofra uma devastação do mesmo porte. Embora 87% da floresta ainda estejam de pé, a taxa de desmatamento nos anos 90 foi de 20 mil quilômetros quadrados por ano.
Às diversas iniciativas de conservação inspiradas por esse temor, vem se juntar o livro A Floresta Amazônica, a ser lançado durante a Reunião Especial da SBPC sobre a Amazônia. O autor, o jornalista Marcelo Leite, editor de ciência da Folha de S.Paulo, explica na introdução que “o objetivo central do livro é desfazer a imagem de que a floresta tenha estado ou vá estar aí para sempre”. Ao longo da obra, Leite defende modelos de exploração racional da floresta amazônica.
O manejo florestal sustentável, em oposição à exploração predatória da madeira, é um exemplo de como se podem aproveitar economicamente de forma racional os recursos da Amazônia. Leite cita estudos que apontam a vocação florestal da região (83% da Amazônia Legal são imprestáveis para o gado ou o cultivo) e que mostram que a extração sustentável de madeira é 35% mais rentável que a predatória. “Danificando menos a mata, sobretudo árvores mais jovens, e também preservando árvores adultas de menor qualidade para que continuem a reproduzir-se, o manejo florestal garante uma reposição mais rápida da madeira com valor comercial”, explica Leite.
Revista Ciência Hoje, Abr./2001 (com adaptações).
Tendo em vista as informações veiculadas no texto acima, além de seus aspectos gramaticais e textuais, julgue o próximo item.
É possível reescrever o trecho “Embora 87% da floresta ainda estejam de pé”, mantendo-se a correção gramatical do texto, sem prejuízo para o significado geral do parágrafo, da seguinte forma: Ainda que 87% da floresta permaneçam de pé.
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Uma exploração racional da Amazônia
Em cinco séculos de exploração predatória, a mata atlântica teve a área que ocupava reduzida a cerca de 5% do território original. Hoje, teme-se que a Amazônia, principal responsável pela primeira posição do Brasil no ranque de biodiversidade da ONG Conservation International, sofra uma devastação do mesmo porte. Embora 87% da floresta ainda estejam de pé, a taxa de desmatamento nos anos 90 foi de 20 mil quilômetros quadrados por ano.
Às diversas iniciativas de conservação inspiradas por esse temor, vem se juntar o livro A Floresta Amazônica, a ser lançado durante a Reunião Especial da SBPC sobre a Amazônia. O autor, o jornalista Marcelo Leite, editor de ciência da Folha de S.Paulo, explica na introdução que “o objetivo central do livro é desfazer a imagem de que a floresta tenha estado ou vá estar aí para sempre”. Ao longo da obra, Leite defende modelos de exploração racional da floresta amazônica.
O manejo florestal sustentável, em oposição à exploração predatória da madeira, é um exemplo de como se podem aproveitar economicamente de forma racional os recursos da Amazônia. Leite cita estudos que apontam a vocação florestal da região (83% da Amazônia Legal são imprestáveis para o gado ou o cultivo) e que mostram que a extração sustentável de madeira é 35% mais rentável que a predatória. “Danificando menos a mata, sobretudo árvores mais jovens, e também preservando árvores adultas de menor qualidade para que continuem a reproduzir-se, o manejo florestal garante uma reposição mais rápida da madeira com valor comercial”, explica Leite.
Revista Ciência Hoje, Abr./2001 (com adaptações).
Tendo em vista as informações veiculadas no texto acima, além de seus aspectos gramaticais e textuais, julgue o próximo item.
Com relação à tipologia textual, é correto afirmar que se trata de um texto predominantemente narrativo, em que o autor expõe deliberadamente o seu ponto de vista sobre a exploração da Amazônia por meio de uma pequena história.
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Amazônia: um pouco antes do fim
A Amazônia está de novo na berlinda. Mas agora é pra valer, agora a região não sairá mais do noticiário. A insanidade dos incendiários da floresta equatorial para fazer pasto data da década de 70, auge do regime militar. A outra loucura — o agro-negócio na selva — é mais recente. Muito mais remota é a prática da derrubada de árvores para exportar madeira nobre. Isso é tão antigo quanto a colonização portuguesa. Nem é necessário dizer que todas essas práticas predadoras são movidas por poderosos interesses econômicos. Mas isso não exclui uma mistura perfeita de ganância com ignorância. A palavra “desenvolvimento” pode ser vazia e até nociva se a ação desenvolvimentista for predadora. Infelizmente é isso que está acontecendo nas várias áreas do Norte do Brasil.
Euclides da Cunha, que em 1905 viajou pela Amazônia, escreveu vários ensaios reunidos no livro À Margem da História. Nunca esqueci uma de suas frases que, a meu ver, é emblemática: “A Amazônia é um infinito que deve ser dosado”. Com isso, o autor do clássico Os Sertões queria dizer que a Amazônia, além de múltipla e diversa, é dotada de tamanha grandeza e complexidade que deve ser estudada por partes. Cada rio tem uma história com particularidades geográficas, sociais, culturais, simbólicas. Cada trecho da floresta possui uma riqueza ambiental e humana que deve ser estudada, analisada.
Milton Hatoum. Amazônia: um pouco antes do fim. In: Terra Magazine.
Internet: <www.terramagazine.terra.com.br> (com adaptações).
Tendo em vista os aspectos gramaticais e de construção do texto, julgue o item que se segue.
Seria mantida a correção gramatical do trecho “Muito mais remota é a prática da derrubada de árvores para exportar madeira nobre” se o termo “remota” fosse substituído por remoto.
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Amazônia: um pouco antes do fim
A Amazônia está de novo na berlinda. Mas agora é pra valer, agora a região não sairá mais do noticiário. A insanidade dos incendiários da floresta equatorial para fazer pasto data da década de 70, auge do regime militar. A outra loucura — o agro-negócio na selva — é mais recente. Muito mais remota é a prática da derrubada de árvores para exportar madeira nobre. Isso é tão antigo quanto a colonização portuguesa. Nem é necessário dizer que todas essas práticas predadoras são movidas por poderosos interesses econômicos. Mas isso não exclui uma mistura perfeita de ganância com ignorância. A palavra “desenvolvimento” pode ser vazia e até nociva se a ação desenvolvimentista for predadora. Infelizmente é isso que está acontecendo nas várias áreas do Norte do Brasil.
Euclides da Cunha, que em 1905 viajou pela Amazônia, escreveu vários ensaios reunidos no livro À Margem da História. Nunca esqueci uma de suas frases que, a meu ver, é emblemática: “A Amazônia é um infinito que deve ser dosado”. Com isso, o autor do clássico Os Sertões queria dizer que a Amazônia, além de múltipla e diversa, é dotada de tamanha grandeza e complexidade que deve ser estudada por partes. Cada rio tem uma história com particularidades geográficas, sociais, culturais, simbólicas. Cada trecho da floresta possui uma riqueza ambiental e humana que deve ser estudada, analisada.
Milton Hatoum. Amazônia: um pouco antes do fim. In: Terra Magazine.
Internet: <www.terramagazine.terra.com.br> (com adaptações).
Tendo em vista os aspectos gramaticais e de construção do texto, julgue o item que se segue.
No texto, os termos “insanidade” e “loucura” possuem sentidos bastante diversos, pois qualificam ações diferentes em momentos diferentes da história da Amazônia.
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Amazônia: um pouco antes do fim
A Amazônia está de novo na berlinda. Mas agora é pra valer, agora a região não sairá mais do noticiário. A insanidade dos incendiários da floresta equatorial para fazer pasto data da década de 70, auge do regime militar. A outra loucura — o agro-negócio na selva — é mais recente. Muito mais remota é a prática da derrubada de árvores para exportar madeira nobre. Isso é tão antigo quanto a colonização portuguesa. Nem é necessário dizer que todas essas práticas predadoras são movidas por poderosos interesses econômicos. Mas isso não exclui uma mistura perfeita de ganância com ignorância. A palavra “desenvolvimento” pode ser vazia e até nociva se a ação desenvolvimentista for predadora. Infelizmente é isso que está acontecendo nas várias áreas do Norte do Brasil.
Euclides da Cunha, que em 1905 viajou pela Amazônia, escreveu vários ensaios reunidos no livro À Margem da História. Nunca esqueci uma de suas frases que, a meu ver, é emblemática: “A Amazônia é um infinito que deve ser dosado”. Com isso, o autor do clássico Os Sertões queria dizer que a Amazônia, além de múltipla e diversa, é dotada de tamanha grandeza e complexidade que deve ser estudada por partes. Cada rio tem uma história com particularidades geográficas, sociais, culturais, simbólicas. Cada trecho da floresta possui uma riqueza ambiental e humana que deve ser estudada, analisada.
Milton Hatoum. Amazônia: um pouco antes do fim. In: Terra Magazine.
Internet: <www.terramagazine.terra.com.br> (com adaptações).
Tendo em vista os aspectos gramaticais e de construção do texto, julgue o item que se segue.
O emprego da vírgula logo após a expressão “data da década de 70” justifica-se porque o termo que vem a seguir tem natureza explicativa.
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Amazônia: um pouco antes do fim
A Amazônia está de novo na berlinda. Mas agora é pra valer, agora a região não sairá mais do noticiário. A insanidade dos incendiários da floresta equatorial para fazer pasto data da década de 70, auge do regime militar. A outra loucura — o agro-negócio na selva — é mais recente. Muito mais remota é a prática da derrubada de árvores para exportar madeira nobre. Isso é tão antigo quanto a colonização portuguesa. Nem é necessário dizer que todas essas práticas predadoras são movidas por poderosos interesses econômicos. Mas isso não exclui uma mistura perfeita de ganância com ignorância. A palavra “desenvolvimento” pode ser vazia e até nociva se a ação desenvolvimentista for predadora. Infelizmente é isso que está acontecendo nas várias áreas do Norte do Brasil.
Euclides da Cunha, que em 1905 viajou pela Amazônia, escreveu vários ensaios reunidos no livro À Margem da História. Nunca esqueci uma de suas frases que, a meu ver, é emblemática: “A Amazônia é um infinito que deve ser dosado”. Com isso, o autor do clássico Os Sertões queria dizer que a Amazônia, além de múltipla e diversa, é dotada de tamanha grandeza e complexidade que deve ser estudada por partes. Cada rio tem uma história com particularidades geográficas, sociais, culturais, simbólicas. Cada trecho da floresta possui uma riqueza ambiental e humana que deve ser estudada, analisada.
Milton Hatoum. Amazônia: um pouco antes do fim. In: Terra Magazine.
Internet: <www.terramagazine.terra.com.br> (com adaptações).
Julgue o item a seguir, relativo à compreensão e à interpretação do texto.
O autor afirma que a forma de desenvolvimento adotada no Brasil, tal como secularmente vem acontecendo na Amazônia, considera seriamente componentes “geográficas, sociais, culturais, simbólicas” de cada trecho da floresta.
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Amazônia: um pouco antes do fim
A Amazônia está de novo na berlinda. Mas agora é pra valer, agora a região não sairá mais do noticiário. A insanidade dos incendiários da floresta equatorial para fazer pasto data da década de 70, auge do regime militar. A outra loucura — o agro-negócio na selva — é mais recente. Muito mais remota é a prática da derrubada de árvores para exportar madeira nobre. Isso é tão antigo quanto a colonização portuguesa. Nem é necessário dizer que todas essas práticas predadoras são movidas por poderosos interesses econômicos. Mas isso não exclui uma mistura perfeita de ganância com ignorância. A palavra “desenvolvimento” pode ser vazia e até nociva se a ação desenvolvimentista for predadora. Infelizmente é isso que está acontecendo nas várias áreas do Norte do Brasil.
Euclides da Cunha, que em 1905 viajou pela Amazônia, escreveu vários ensaios reunidos no livro À Margem da História. Nunca esqueci uma de suas frases que, a meu ver, é emblemática: “A Amazônia é um infinito que deve ser dosado”. Com isso, o autor do clássico Os Sertões queria dizer que a Amazônia, além de múltipla e diversa, é dotada de tamanha grandeza e complexidade que deve ser estudada por partes. Cada rio tem uma história com particularidades geográficas, sociais, culturais, simbólicas. Cada trecho da floresta possui uma riqueza ambiental e humana que deve ser estudada, analisada.
Milton Hatoum. Amazônia: um pouco antes do fim. In: Terra Magazine.
Internet: <www.terramagazine.terra.com.br> (com adaptações).
Julgue o item a seguir, relativo à compreensão e à interpretação do texto.
O autor demonstra simpatia pelo pensamento de Euclides da Cunha, que considerava a Amazônia um espaço de imensas riquezas que deve ser tratado com cuidado.
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Amazônia: um pouco antes do fim
A Amazônia está de novo na berlinda. Mas agora é pra valer, agora a região não sairá mais do noticiário. A insanidade dos incendiários da floresta equatorial para fazer pasto data da década de 70, auge do regime militar. A outra loucura — o agro-negócio na selva — é mais recente. Muito mais remota é a prática da derrubada de árvores para exportar madeira nobre. Isso é tão antigo quanto a colonização portuguesa. Nem é necessário dizer que todas essas práticas predadoras são movidas por poderosos interesses econômicos. Mas isso não exclui uma mistura perfeita de ganância com ignorância. A palavra “desenvolvimento” pode ser vazia e até nociva se a ação desenvolvimentista for predadora. Infelizmente é isso que está acontecendo nas várias áreas do Norte do Brasil.
Euclides da Cunha, que em 1905 viajou pela Amazônia, escreveu vários ensaios reunidos no livro À Margem da História. Nunca esqueci uma de suas frases que, a meu ver, é emblemática: “A Amazônia é um infinito que deve ser dosado”. Com isso, o autor do clássico Os Sertões queria dizer que a Amazônia, além de múltipla e diversa, é dotada de tamanha grandeza e complexidade que deve ser estudada por partes. Cada rio tem uma história com particularidades geográficas, sociais, culturais, simbólicas. Cada trecho da floresta possui uma riqueza ambiental e humana que deve ser estudada, analisada.
Milton Hatoum. Amazônia: um pouco antes do fim. In: Terra Magazine.
Internet: <www.terramagazine.terra.com.br> (com adaptações).
Julgue o item a seguir, relativo à compreensão e à interpretação do texto.
Segundo a lógica que o autor expõe no texto, o termo desenvolvimento, quando se observa a situação da Amazônia, pode representar não apenas aspectos positivos, mas também uma atitude danosa do homem.
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Amazônia: um pouco antes do fim
A Amazônia está de novo na berlinda. Mas agora é pra valer, agora a região não sairá mais do noticiário. A insanidade dos incendiários da floresta equatorial para fazer pasto data da década de 70, auge do regime militar. A outra loucura — o agro-negócio na selva — é mais recente. Muito mais remota é a prática da derrubada de árvores para exportar madeira nobre. Isso é tão antigo quanto a colonização portuguesa. Nem é necessário dizer que todas essas práticas predadoras são movidas por poderosos interesses econômicos. Mas isso não exclui uma mistura perfeita de ganância com ignorância. A palavra “desenvolvimento” pode ser vazia e até nociva se a ação desenvolvimentista for predadora. Infelizmente é isso que está acontecendo nas várias áreas do Norte do Brasil.
Euclides da Cunha, que em 1905 viajou pela Amazônia, escreveu vários ensaios reunidos no livro À Margem da História. Nunca esqueci uma de suas frases que, a meu ver, é emblemática: “A Amazônia é um infinito que deve ser dosado”. Com isso, o autor do clássico Os Sertões queria dizer que a Amazônia, além de múltipla e diversa, é dotada de tamanha grandeza e complexidade que deve ser estudada por partes. Cada rio tem uma história com particularidades geográficas, sociais, culturais, simbólicas. Cada trecho da floresta possui uma riqueza ambiental e humana que deve ser estudada, analisada.
Milton Hatoum. Amazônia: um pouco antes do fim. In: Terra Magazine.
Internet: <www.terramagazine.terra.com.br> (com adaptações).
Julgue o item a seguir, relativo à compreensão e à interpretação do texto.
O autor assume como causa principal da devastação da Amazônia a ignorância dos empreendedores, os quais desconhecem formas de manejo sustentável da floresta.
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