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Foram encontradas 50 questões.

278842 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Um técnico de segurança do trabalho de uma empresa recebeu um laudo de inspeção informando que os trabalhadores de um setor estavam expostos à radiação de micro-ondas no ambiente de trabalho. Para os efeitos da NR 15, as micro-ondas são um exemplo de radiação
 

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274643 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Considere a suíte Microsoft Office 2003 para responder à questão.
Se o Microsoft PowerPoint não suportar um tipo específico de mídia ou recurso e não conseguir tocar um arquivo de som, é possível tentar tocá-lo no Microsoft Windows Media Player, que faz parte do Microsoft Windows e toca arquivos de multimídia no PowerPoint quando são inseridos na apresentação como um
 

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“O Brasil é o país onde mais caem raios no mundo. Na última década, a cada três dias, em média, uma pessoa foi fulminada por um raio”
Revista Veja, 10 fev. 2010.
Seja f(x) uma função polinomial que represente o número de pessoas fulminadas por um raio no Brasil ao longo da última década, onde x representa o número de dias. Considerando as informações apresentadas na reportagem acima, conclui-se que
 

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266005 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Considere a suíte Microsoft Office 2003 para responder à questão.

Um determinado texto digitado no Microsoft Word contém várias palavras sublinhadas em vermelho indicando erros ortográficos. Entre as opções que o Word apresenta para correção dos erros destacados, NÃO se inclui a opção
 

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263985 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A Convenção 170 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) é relativa à segurança na utilização dos produtos químicos no trabalho. Em seu escopo, diz que, para fins desta Convenção, a expressão “utilização de produtos químicos no trabalho” implica toda atividade de trabalho que poderia expor um trabalhador a um produto químico e abrange, entre outras:
I – a produção de produtos químicos;
II – o manuseio de produtos químicos;
III – a fixação do custo dos produtos químicos;
IV – a classificação dos produtos químicos.
São corretas APENAS as atividades
 

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263293 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Quando for constatada divergência entre os registros constantes na Carteira Profissional ou na Carteira de Trabalho e Previdência Social e no Perfil Profissiográfico Previdenciário, exceto se a empresa for legalmente extinta, a mesma deverá ser esclarecida, segundo a Instrução Normativa INSS/DC nº 84, de 17/12/2002, por
 

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262391 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Um vaso de pressão contendo fluido combustível a temperatura de 200 ºC, instalado em um polo de trabalho de uma empresa, foi submetido a uma inspeção periódica. Considerando-se que o vaso de pressão é da categoria II, não contém enchimento interno ou catalisador, e a inspeção foi executada pelo Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos desta empresa, composto de acordo com o Anexo II da NR 13, o prazo máximo para o Exame externo, Exame interno e Teste hidrostático, de acordo com a mesma NR, será, respectivamente, em anos, de
 

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262089 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Uma empresa recebeu um caminhão de produtos em sacos, que foram transportados manualmente para o interior do depósito. Uma das determinações da NR 11, a respeito das normas de segurança do trabalho em atividades de transporte de sacas, diz que
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal, eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”. Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer; belos tempos.

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida. Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto(a)”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular(b), lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem(c) e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei(d).

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria(e).

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

A autora utiliza estruturas negativas como recurso expressivo. Observe.

“Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada,”

“...não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém...”

Que trecho, dentre os apresentados abaixo, poderia ser expresso também pela forma negativa apresentada à sua direita, mantendo o mesmo sentido?

 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal, eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”. Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer; belos tempos.

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida. Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei.

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria.

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

O trecho destacado na oração “apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia”, mantendose o sentido e a correção gramatical, é corretamente substituído por

 

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