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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Educação Ambiental e Sustentabilidade
Em um artigo publicado na revista Sustentabilidade, Walter Gonçalves de Souza diz algo claro, mas que ainda parece estar distante da nossa realidade nos dias de hoje: “Para pensar em sustentabilidade, devemos primeiro pensar em uma educação ambiental voltada para a sustentabilidade”.
Uma frase simples e que encerra todo um conhecimento e uma constatação muito simples: Muitas pessoas ouvem constantemente falar sobre sustentabilidade; mas na verdade muito poucas sabem como levar uma vida mais sustentável ou o que isso significa. Desta forma, a criação de uma mentalidade sustentável nas pessoas e nas empresas passa, a princípio, pela criação de uma rede que seja capaz de fornecer a educação ambiental necessária para o correto entendimento e a criação de uma cultura de sustentabilidade que se espalhe por todas as camadas da sociedade.
Iniciar a formação de uma mentalidade sustentável e fornecer os conhecimentos necessários para isso deve se iniciar desde a mais tenra infância e assim que as crianças consigam compreender os conceitos existentes por trás deste tema importantíssimo. Isso permitirá que, num futuro próximo, essas crianças se transformem em multiplicadores e, em um tempo mais distante, em adultos conscientes e competentes para buscar métodos e modelos de vida que garantam a sustentabilidade de suas casas e a sustentabilidade de suas cidades, exercendo o seu poder de pressão e de decisão sobre as empresas e sobre toda a sociedade em que vivem.
Essa educação ambiental e os conceitos de sustentabilidade devidamente arraigados e cultivados nos corações e nas mentes das futuras gerações proporcionarão o poder necessário às massas para que exerçam a capacidade de regular o mercado e garantir que os aproveitadores e espertalhões de plantão sejam severamente banidos, garantindo uma sobrevida apenas para as empresas que sigam os preceitos da sustentabilidade na fabricação de seus produtos ou no fornecimento de seus serviços, ou seja, uma empresa sustentável. Assim, o poder do indivíduo transbordará para toda a sociedade e ganhará força, cada vez maior, pressionando as corporações a cuidar melhor e proteger o meio ambiente em que se inserem.
Essa é, sem sombra de dúvidas, a característica mais essencial e mais positiva e que, evidentemente, mais garantirá a continuidade de uma boa condição de vida para as gerações futuras que virão. Uma correta educação ambiental eliminará a ideia errônea e egoísta de que “estamos sós”. E provará, até para os mais céticos, que tudo está interligado e que cada ação, negativa ou positiva, tem seus reflexos no meio ambiente que nos cerca. Quando o ser humano entender isso e todas as sociedades voltarem-se para a importância que representa levar uma vida mais sustentável; o mundo deixará de correr o grave risco que hoje corre de uma aniquilação pelo esgotamento de sua capacidade de manter nossas vidas no ritmo atual de exigências e de consumo que imprimimos, e quem sabe conseguiremos ter um planeta sustentável.
Desde que o homem está sobre a terra, nós estamos consumindo e destruindo o ambiente que nos cerca e nos provê a vida. No entanto, nos dias atuais, já somos capazes de criar um entendimento e perceber que esse comportamento acabará por exterminar nossa sociedade e nossa raça. Temos, portanto, o dever de prover às gerações que se apresentam e às futuras os meios necessários para compreender os desafios e os problemas e contribuir de forma decisiva para a solução e para a busca de novos horizontes quando o assunto é sustentabilidade ambiental.
E esta, pode acreditar, é uma decisão de vida ou de morte.
(Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.br/conscientizacao/educacao-ambiental-sustentabilidade,
acesso em 28/12/2016 – adaptação)
Caso a palavra característica fosse passada para o plural, visando à correção gramatical do período, quantas outras alterações deveriam ser feitas?
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Educação Ambiental e Sustentabilidade
Em um artigo publicado na revista Sustentabilidade, Walter Gonçalves de Souza diz algo claro, mas que ainda parece estar distante da nossa realidade nos dias de hoje: “Para pensar em sustentabilidade, devemos primeiro pensar em uma educação ambiental voltada para a sustentabilidade”.
Uma frase simples e que encerra todo um conhecimento e uma constatação muito simples: Muitas pessoas ouvem constantemente falar sobre sustentabilidade; mas na verdade muito poucas sabem como levar uma vida mais sustentável ou o que isso significa. Desta forma, a criação de uma mentalidade sustentável nas pessoas e nas empresas passa, a princípio, pela criação de uma rede que seja capaz de fornecer a educação ambiental necessária para o correto entendimento e a criação de uma cultura de sustentabilidade que se espalhe por todas as camadas da sociedade.
Iniciar a formação de uma mentalidade sustentável e fornecer os conhecimentos necessários para isso deve se iniciar desde a mais tenra infância e assim que as crianças consigam compreender os conceitos existentes por trás deste tema importantíssimo. Isso permitirá que, num futuro próximo, essas crianças se transformem em multiplicadores e, em um tempo mais distante, em adultos conscientes e competentes para buscar métodos e modelos de vida que garantam a sustentabilidade de suas casas e a sustentabilidade de suas cidades, exercendo o seu poder de pressão e de decisão sobre as empresas e sobre toda a sociedade em que vivem.
Essa educação ambiental e os conceitos de sustentabilidade devidamente arraigados e cultivados nos corações e nas mentes das futuras gerações proporcionarão o poder necessário às massas para que exerçam a capacidade de regular o mercado e garantir que os aproveitadores e espertalhões de plantão sejam severamente banidos, garantindo uma sobrevida apenas para as empresas que sigam os preceitos da sustentabilidade na fabricação de seus produtos ou no fornecimento de seus serviços, ou seja, uma empresa sustentável. Assim, o poder do indivíduo transbordará para toda a sociedade e ganhará força, cada vez maior, pressionando as corporações a cuidar melhor e proteger o meio ambiente em que se inserem.
Essa é, sem sombra de dúvidas, a característica mais essencial e mais positiva e que, evidentemente, mais garantirá a continuidade de uma boa condição de vida para as gerações futuras que virão. Uma correta educação ambiental eliminará a ideia errônea e egoísta de que “estamos sós”. E provará, até para os mais céticos, que tudo está interligado e que cada ação, negativa ou positiva, tem seus reflexos no meio ambiente que nos cerca. Quando o ser humano entender isso e todas as sociedades voltarem-se para a importância que representa levar uma vida mais sustentável; o mundo deixará de correr o grave risco que hoje corre de uma aniquilação pelo esgotamento de sua capacidade de manter nossas vidas no ritmo atual de exigências e de consumo que imprimimos, e quem sabe conseguiremos ter um planeta sustentável.
Desde que o homem está sobre a terra, nós estamos consumindo e destruindo o ambiente que nos cerca e nos provê a vida. No entanto, nos dias atuais, já somos capazes de criar um entendimento e perceber que esse comportamento acabará por exterminar nossa sociedade e nossa raça. Temos, portanto, o dever de prover às gerações que se apresentam e às futuras os meios necessários para compreender os desafios e os problemas e contribuir de forma decisiva para a solução e para a busca de novos horizontes quando o assunto é sustentabilidade ambiental.
E esta, pode acreditar, é uma decisão de vida ou de morte.
(Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.br/conscientizacao/educacao-ambiental-sustentabilidade,
acesso em 28/12/2016 – adaptação)
Qual das seguintes formas verbais admite transposição para a voz passiva?
 

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Educação Ambiental e Sustentabilidade
Em um artigo publicado na revista Sustentabilidade, Walter Gonçalves de Souza diz algo claro, mas que ainda parece estar distante da nossa realidade nos dias de hoje: “Para pensar em sustentabilidade, devemos primeiro pensar em uma educação ambiental voltada para a sustentabilidade”.
Uma frase simples e que encerra todo um conhecimento e uma constatação muito simples: Muitas pessoas ouvem constantemente falar sobre sustentabilidade; mas na verdade muito poucas sabem como levar uma vida mais sustentável ou o que isso significa. Desta forma, a criação de uma mentalidade sustentável nas pessoas e nas empresas passa, a princípio, pela criação de uma rede que seja capaz de fornecer a educação ambiental necessária para o correto entendimento e a criação de uma cultura de sustentabilidade que se espalhe por todas as camadas da sociedade.
Iniciar a formação de uma mentalidade sustentável e fornecer os conhecimentos necessários para isso deve se iniciar desde a mais tenra infância e assim que as crianças consigam compreender os conceitos existentes por trás deste tema importantíssimo. Isso permitirá que, num futuro próximo, essas crianças se transformem em multiplicadores e, em um tempo mais distante, em adultos conscientes e competentes para buscar métodos e modelos de vida que garantam a sustentabilidade de suas casas e a sustentabilidade de suas cidades, exercendo o seu poder de pressão e de decisão sobre as empresas e sobre toda a sociedade em que vivem.
Essa educação ambiental e os conceitos de sustentabilidade devidamente arraigados e cultivados nos corações e nas mentes das futuras gerações proporcionarão o poder necessário às massas para que exerçam a capacidade de regular o mercado e garantir que os aproveitadores e espertalhões de plantão sejam severamente banidos, garantindo uma sobrevida apenas para as empresas que sigam os preceitos da sustentabilidade na fabricação de seus produtos ou no fornecimento de seus serviços, ou seja, uma empresa sustentável. Assim, o poder do indivíduo transbordará para toda a sociedade e ganhará força, cada vez maior, pressionando as corporações a cuidar melhor e proteger o meio ambiente em que se inserem.
Essa é, sem sombra de dúvidas, a característica mais essencial e mais positiva e que, evidentemente, mais garantirá a continuidade de uma boa condição de vida para as gerações futuras que virão. Uma correta educação ambiental eliminará a ideia errônea e egoísta de que “estamos sós”. E provará, até para os mais céticos, que tudo está interligado e que cada ação, negativa ou positiva, tem seus reflexos no meio ambiente que nos cerca. Quando o ser humano entender isso e todas as sociedades voltarem-se para a importância que representa levar uma vida mais sustentável; o mundo deixará de correr o grave risco que hoje corre de uma aniquilação pelo esgotamento de sua capacidade de manter nossas vidas no ritmo atual de exigências e de consumo que imprimimos, e quem sabe conseguiremos ter um planeta sustentável.
Desde que o homem está sobre a terra, nós estamos consumindo e destruindo o ambiente que nos cerca e nos provê a vida. No entanto, nos dias atuais, já somos capazes de criar um entendimento e perceber que esse comportamento acabará por exterminar nossa sociedade e nossa raça. Temos, portanto, o dever de prover às gerações que se apresentam e às futuras os meios necessários para compreender os desafios e os problemas e contribuir de forma decisiva para a solução e para a busca de novos horizontes quando o assunto é sustentabilidade ambiental.
E esta, pode acreditar, é uma decisão de vida ou de morte.
(Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.br/conscientizacao/educacao-ambiental-sustentabilidade,
acesso em 28/12/2016 – adaptação)
Considerando o contexto de ocorrência, avalie as seguintes propostas de substituição vocabular:
I. espertalhões de plantão por observadores.
II. arraigados por enraizados.
III. céticos por descrentes.
Quais poderiam ser feitas sem implicar alteração de sentido ou necessidade de ajuste?
 

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Educação Ambiental e Sustentabilidade
Em um artigo publicado na revista Sustentabilidade, Walter Gonçalves de Souza diz algo claro, mas que ainda parece estar distante da nossa realidade nos dias de hoje: “Para pensar em sustentabilidade, devemos primeiro pensar em uma educação ambiental voltada para a sustentabilidade”.
Uma frase simples e que encerra todo um conhecimento e uma constatação muito simples: Muitas pessoas constantemente falar sobre sustentabilidade; mas na verdade muito poucas sabem como levar uma vida mais sustentável ou o que isso significa. Desta forma, a criação de uma mentalidade sustentável nas pessoas e nas empresas passa, a princípio, pela criação de uma rede que seja capaz de fornecer a educação ambiental necessária para o correto entendimento e a criação de uma cultura de sustentabilidade que se espalhe por todas as camadas da sociedade.
Iniciar a formação de uma mentalidade sustentável e fornecer os conhecimentos necessários para isso deve se iniciar desde a mais tenra infância e assim que as crianças consigam compreender os conceitos existentes por deste tema importantíssimo. Isso permitirá que, num futuro próximo, essas crianças se transformem em multiplicadores e, em um tempo mais distante, em adultos conscientes e competentes para buscar métodos e modelos de vida que garantam a sustentabilidade de suas casas e a sustentabilidade de suas cidades, exercendo o seu poder de pressão e de decisão sobre as empresas e sobre toda a sociedade em que vivem.
Essa educação ambiental e os conceitos de sustentabilidade devidamente arraigados e cultivados nos corações e nas mentes das futuras gerações proporcionarão o poder necessário às massas para que exerçam a capacidade de regular o mercado e garantir que os aproveitadores e espertalhões de plantão sejam severamente banidos, garantindo uma sobrevida apenas para as empresas que sigam os preceitos da sustentabilidade na fabricação de seus produtos ou no fornecimento de seus serviços, ou seja, uma empresa sustentável. Assim, o poder do indivíduo transbordará para toda a sociedade e ganhará força, cada vez maior, pressionando as corporações a cuidar melhor e proteger o meio ambiente em que se inserem.
Essa é, sem sombra de dúvidas, a característica mais essencial e mais positiva e que, evidentemente, mais garantirá a continuidade de uma boa condição de vida para as gerações futuras que virão. Uma correta educação ambiental eliminará a ideia errônea e egoísta de que “estamos sós”. E provará, até para os mais céticos, que tudo está interligado e que cada ação, negativa ou positiva, tem seus reflexos no meio ambiente que nos cerca. Quando o ser humano entender isso e todas as sociedades voltarem-se para a importância que representa levar uma vida mais sustentável; o mundo deixará de correr o grave risco que hoje corre de uma aniquilação pelo esgotamento de sua capacidade de manter nossas vidas no atual de exigências e de consumo que imprimimos, e quem sabe conseguiremos ter um planeta sustentável.
Desde que o homem está sobre a terra, nós estamos consumindo e destruindo o ambiente que nos cerca e nos a vida. No entanto, nos dias atuais, já somos capazes de criar um entendimento e perceber que esse comportamento acabará por exterminar nossa sociedade e nossa raça. Temos, portanto, o dever de prover às gerações que se apresentam e às futuras os meios necessários para compreender os desafios e os problemas e contribuir de forma decisiva para a solução e para a busca de novos horizontes quando o assunto é sustentabilidade ambiental.
E esta, pode acreditar, é uma decisão de vida ou de morte.
(Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.br/conscientizacao/educacao-ambiental-sustentabilidade,
acesso em 28/12/2016 – adaptação)
Assinale a alternativa que preenche, correta – segundo a norma culta – e respectivamente, as lacunas.
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Comida boa na mesa e liderança silenciosa
Em meio à crise brasileira, o agronegócio tem ido bem. Em 2017, pode colher safra de grãos superior a 210 milhões de toneladas – voltando ao patamar recorde do país. O setor vem de uma história de crescimento médio de 4,8% e 2,7% ao ano na produção de grãos e na produtividade, respectivamente, nos últimos 15 anos.
Garantiu a segurança alimentar da nossa população e viabilizou excedentes exportáveis que hoje salvam a balança comercial do Brasil e dão mais tranquilidade ao mundo, na provisão de comida para o planeta. Também avançou em qualidade e segurança dos alimentos, como mostrou relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre resíduos de agrotóxicos, indicando que 99% dos alimentos analisados estavam mais seguros para consumo imediato, sem risco agudo para a saúde dos consumidores.
Liderança é quem mostra rumos, quem puxa as vontades individuais para uma direção que se revele evolutiva para a sociedade. Uma causa justa e socialmente assertiva. E o agro vem representando esse perfil de liderança para o país, de um modo silencioso e coletivo. Mas estrategicamente o que fez o agro na última década? – questiona Coriolano Xavier, vice-presidente de Comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).
Primeiro, fez uma profissão de fé: tocou uma agenda de modernização e atualização tecnológica contínua. Hoje, drones e automação fazem parte da paisagem do campo. Assim, o agro brasileiro tornou-se competitivo aos melhores padrões internacionais. Conseguiu esse feito desenvolvendo tecnologia de feições tropicais, que confere ao país vantagem comparativa única nessa faixa do planeta. Enfim, fez uma opção estratégica para mudar a história do setor.
Depois, gerou ambientes institucionais para que os produtores encontrassem soluções para desafios estruturais – como logística, crédito, capitalização e recursos humanos. Há muito o que fazer nessas áreas, mas no que dependia dos produtores há avanços. O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.
A principal lição que se pode tirar do bem sucedido agro é: sem mexer nos paradigmas e sem lidar com a realidade, não dá para sair de onde estamos. De um modo geral, o futuro será tão grande quanto sonhar. Mas é bom lembrar que não basta olhar com entusiasmo para frente. É preciso fazer escolhas, fazer mudanças, defrontando o legado do passado.
(Fonte: Alexandra Aranovich, Jornal Zero Hora, publicado em 31/12/2016 – adaptação)
Avalie as seguintes afirmações sobre a estrutura do texto:
I. Identificam-se no texto seis parágrafos. No primeiro, apresenta-se o assunto e algumas informações sobre seu comportamento num determinado fragmento de tempo.
II. No segundo e terceiro parágrafos, ampliam-se as informações, incluindo-se dados sobre a atuação do setor e sobre a sua importância para a sociedade.
III. Os elementos Primeiro e Depois são sequenciadores textuais, cuja função é, ordenadamente, esclarecer uma informação contida no parágrafo que os precedem.
IV. Na conclusão, último parágrafo, o texto afirma que o setor discutido no texto prescinde de mudanças para continuar a crescer.
Quais estão corretas?
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Comida boa na mesa e liderança silenciosa
Em meio à crise brasileira, o agronegócio tem ido bem. Em 2017, pode colher safra de grãos superior a 210 milhões de toneladas – voltando ao patamar recorde do país. O setor vem de uma história de crescimento médio de 4,8% e 2,7% ao ano na produção de grãos e na produtividade, respectivamente, nos últimos 15 anos.
Garantiu a segurança alimentar da nossa população e viabilizou excedentes exportáveis que hoje salvam a balança comercial do Brasil e dão mais tranquilidade ao mundo, na provisão de comida para o planeta. Também avançou em qualidade e segurança dos alimentos, como mostrou relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre resíduos de agrotóxicos, indicando que 99% dos alimentos analisados estavam mais seguros para consumo imediato, sem risco agudo para a saúde dos consumidores.
Liderança é quem mostra rumos, quem puxa as vontades individuais para uma direção que se revele evolutiva para a sociedade. Uma causa justa e socialmente assertiva. E o agro vem representando esse perfil de liderança para o país, de um modo silencioso e coletivo. Mas estrategicamente o que fez o agro na última década? – questiona Coriolano Xavier, vice-presidente de Comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).
Primeiro, fez uma profissão de fé: tocou uma agenda de modernização e atualização tecnológica contínua. Hoje, drones e automação fazem parte da paisagem do campo. Assim, o agro brasileiro tornou-se competitivo aos melhores padrões internacionais. Conseguiu esse feito desenvolvendo tecnologia de feições tropicais, que confere ao país vantagem comparativa única nessa faixa do planeta. Enfim, fez uma opção estratégica para mudar a história do setor.
Depois, gerou ambientes institucionais para que os produtores encontrassem soluções para desafios estruturais – como logística, crédito, capitalização e recursos humanos. Há muito o que fazer nessas áreas, mas no que dependia dos produtores há avanços. O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.
A principal lição que se pode tirar do bem sucedido agro é: sem mexer nos paradigmas e sem lidar com a realidade, não dá para sair de onde estamos. De um modo geral, o futuro será tão grande quanto sonhar. Mas é bom lembrar que não basta olhar com entusiasmo para frente. É preciso fazer escolhas, fazer mudanças, defrontando o legado do passado.
(Fonte: Alexandra Aranovich, Jornal Zero Hora, publicado em 31/12/2016 – adaptação)
Sobre as ideias contidas no texto, analise as seguintes assertivas:
I. A liderança silenciosa a que se refere o título do texto está relacionada ao poder que o agronegócio dá à Anvisa, ao CCAS e, por conseguinte, à sociedade campestre.
II. Mostrar rumos e trabalhar as vontades de cada um com vistas à evolução da sociedade são fatores que estão relacionados à maneira como o negócio abordado no texto vem exercendo.
III. Conforme o tipo de negócio descrito no texto, para que se tenha sucesso, é necessário que se alimentem os modelos autóctones.
Quais estão corretas?
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Comida boa na mesa e liderança silenciosa
Em meio à crise brasileira, o agronegócio tem ido bem. Em 2017, pode colher safra de grãos superior a 210 milhões de toneladas – voltando ao patamar recorde do país. O setor vem de uma história de crescimento médio de 4,8% e 2,7% ao ano na produção de grãos e na produtividade, respectivamente, nos últimos 15 anos.
Garantiu a segurança alimentar da nossa população e viabilizou excedentes exportáveis que hoje salvam a balança comercial do Brasil e dão mais tranquilidade ao mundo, na provisão de comida para o planeta. Também avançou em qualidade e segurança dos alimentos, como mostrou relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre resíduos de agrotóxicos, indicando que 99% dos alimentos analisados estavam mais seguros para consumo imediato, sem risco agudo para a saúde dos consumidores.
Liderança é quem mostra rumos, quem puxa as vontades individuais para uma direção que se revele evolutiva para a sociedade. Uma causa justa e socialmente assertiva. E o agro vem representando esse perfil de liderança para o país, de um modo silencioso e coletivo. Mas estrategicamente o que fez o agro na última década? – questiona Coriolano Xavier, vice-presidente de Comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).
Primeiro, fez uma profissão de fé: tocou uma agenda de modernização e atualização tecnológica contínua. Hoje, drones e automação fazem parte da paisagem do campo. Assim, o agro brasileiro tornou-se competitivo aos melhores padrões internacionais. Conseguiu esse feito desenvolvendo tecnologia de feições tropicais, que confere ao país vantagem comparativa única nessa faixa do planeta. Enfim, fez uma opção estratégica para mudar a história do setor.
Depois, gerou ambientes institucionais para que os produtores encontrassem soluções para desafios estruturais – como logística, crédito, capitalização e recursos humanos. Há muito o que fazer nessas áreas, mas no que dependia dos produtores há avanços. O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.
A principal lição que se pode tirar do bem sucedido agro é: sem mexer nos paradigmas e sem lidar com a realidade, não dá para sair de onde estamos. De um modo geral, o futuro será tão grande quanto sonhar. Mas é bom lembrar que não basta olhar com entusiasmo para frente. É preciso fazer escolhas, fazer mudanças, defrontando o legado do passado.
(Fonte: Alexandra Aranovich, Jornal Zero Hora, publicado em 31/12/2016 – adaptação)
Analise as seguintes afirmações acerca das ocorrências da palavra que no texto, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) A palavra que tem como referente a informação que ocorre "Garantiu a segurança alimentar da nossa população e viabilizou excedentes exportáveis que", podendo ser substituído corretamente por os quais.
( ) a qual poderia substituir adequada e corretamente a palavra que em "que se revele evolutiva para a sociedade."
( ) O pronome relativo que tem como referente a expressão feições tropicais, sendo corretamente substituído por as quais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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Comida boa na mesa e liderança silenciosa
Em meio à crise brasileira, o agronegócio tem ido bem. Em 2017, pode colher safra de grãos superior a 210 milhões de toneladas – voltando ao patamar recorde do país. O setor vem de uma história de crescimento médio de 4,8% e 2,7% ao ano na produção de grãos e na produtividade, respectivamente, nos últimos 15 anos.
Garantiu a segurança alimentar da nossa população e viabilizou excedentes exportáveis que hoje salvam a balança comercial do Brasil e dão mais tranquilidade ao mundo, na provisão de comida para o planeta. Também avançou em qualidade e segurança dos alimentos, como mostrou relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre resíduos de agrotóxicos, indicando que 99% dos alimentos analisados estavam mais seguros para consumo imediato, sem risco agudo para a saúde dos consumidores.
Liderança é quem mostra rumos, quem puxa as vontades individuais para uma direção que se revele evolutiva para a sociedade. Uma causa justa e socialmente assertiva. E o agro vem representando esse perfil de liderança para o país, de um modo silencioso e coletivo. Mas estrategicamente o que fez o agro na última década? – questiona Coriolano Xavier, vice-presidente de Comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).
Primeiro, fez uma profissão de fé: tocou uma agenda de modernização e atualização tecnológica contínua. Hoje, drones e automação fazem parte da paisagem do campo. Assim, o agro brasileiro tornou-se competitivo aos melhores padrões internacionais. Conseguiu esse feito desenvolvendo tecnologia de feições tropicais, que confere ao país vantagem comparativa única nessa faixa do planeta. Enfim, fez uma opção estratégica para mudar a história do setor.
Depois, gerou ambientes institucionais para que os produtores encontrassem soluções para desafios estruturais – como logística, crédito, capitalização e recursos humanos. Há muito o que fazer nessas áreas, mas no que dependia dos produtores há avanços. O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.
A principal lição que se pode tirar do bem sucedido agro é: sem mexer nos paradigmas e sem lidar com a realidade, não dá para sair de onde estamos. De um modo geral, o futuro será tão grande quanto sonhar. Mas é bom lembrar que não basta olhar com entusiasmo para frente. É preciso fazer escolhas, fazer mudanças, defrontando o legado do passado.
(Fonte: Alexandra Aranovich, Jornal Zero Hora, publicado em 31/12/2016 – adaptação)
Assinale a alternativa correta quanto ao uso de vírgulas no texto.
 

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Comida boa na mesa e liderança silenciosa
Em meio à crise brasileira, o agronegócio tem ido bem. Em 2017, pode colher safra de grãos superior a 210 milhões de toneladas – voltando ao patamar recorde do país. O setor vem de uma história de crescimento médio de 4,8% e 2,7% ao ano na produção de grãos e na produtividade, respectivamente, nos últimos 15 anos.
Garantiu a segurança alimentar da nossa população e viabilizou excedentes exportáveis que hoje salvam a balança comercial do Brasil e dão mais tranquilidade ao mundo, na provisão de comida para o planeta. Também avançou em qualidade e segurança dos alimentos, como mostrou relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre resíduos de agrotóxicos, indicando que 99% dos alimentos analisados estavam mais seguros para consumo imediato, sem risco agudo para a saúde dos consumidores.
Liderança é quem mostra rumos, quem puxa as vontades individuais para uma direção que se revele evolutiva para a sociedade. Uma causa justa e socialmente assertiva. E o agro vem representando esse perfil de liderança para o país, de um modo silencioso e coletivo. Mas estrategicamente o que fez o agro na última década? – questiona Coriolano Xavier, vice-presidente de Comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).
Primeiro, fez uma profissão de fé: tocou uma agenda de modernização e atualização tecnológica contínua. Hoje, drones e automação fazem parte da paisagem do campo. Assim, o agro brasileiro tornou-se competitivo aos melhores padrões internacionais. Conseguiu esse feito desenvolvendo tecnologia de feições tropicais, que confere ao país vantagem comparativa única nessa faixa do planeta. Enfim, fez uma opção estratégica para mudar a história do setor.
Depois, gerou ambientes institucionais para que os produtores encontrassem soluções para desafios estruturais – como logística, crédito, capitalização e recursos humanos. Há muito o que fazer nessas áreas, mas no que dependia dos produtores há avanços. O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.
A principal lição que se pode tirar do bem sucedido agro é: sem mexer nos paradigmas e sem lidar com a realidade, não dá para sair de onde estamos. De um modo geral, o futuro será tão grande quanto sonhar. Mas é bom lembrar que não basta olhar com entusiasmo para frente. É preciso fazer escolhas, fazer mudanças, defrontando o legado do passado.
(Fonte: Alexandra Aranovich, Jornal Zero Hora, publicado em 31/12/2016 – adaptação)
Avalie as afirmativas a seguir:
I. Na frase “Há muito o que fazer nessas áreas.”, as palavras sublinhadas têm a mesma classificação quanto à classe gramatical.
II. Os vocábulos mais tem a mesma função.
III. Em segurança dos alimentos, a expressão sublinhada representa um adjunto adverbial.
Quais estão corretas?
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Comida boa na mesa e liderança silenciosa
Em meio à crise brasileira, o agronegócio tem ido bem. Em 2017, pode colher safra de grãos superior a 210 milhões de toneladas – voltando ao patamar recorde do país. O setor vem de uma história de crescimento médio de 4,8% e 2,7% ao ano na produção de grãos e na produtividade, respectivamente, nos últimos 15 anos.
Garantiu a segurança alimentar da nossa população e viabilizou excedentes exportáveis que hoje salvam a balança comercial do Brasil e dão mais tranquilidade ao mundo, na provisão de comida para o planeta. Também avançou em qualidade e segurança dos alimentos, como mostrou relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre resíduos de agrotóxicos, indicando que 99% dos alimentos analisados estavam mais seguros para consumo imediato, sem risco agudo para a saúde dos consumidores.
Liderança é quem mostra rumos, quem puxa as vontades individuais para uma direção que se revele evolutiva para a sociedade. Uma causa justa e socialmente assertiva. E o agro vem representando esse perfil de liderança para o país, de um modo silencioso e coletivo. Mas estrategicamente o que fez o agro na última década? – questiona Coriolano Xavier, vice-presidente de Comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).
Primeiro, fez uma profissão de fé: tocou uma agenda de modernização e atualização tecnológica contínua. Hoje, drones e automação fazem parte da paisagem do campo. Assim, o agro brasileiro tornou-se competitivo aos melhores padrões internacionais. Conseguiu esse feito desenvolvendo tecnologia de feições tropicais, que confere ao país vantagem comparativa única nessa faixa do planeta. Enfim, fez uma opção estratégica para mudar a história do setor.
Depois, gerou ambientes institucionais para que os produtores encontrassem soluções para desafios estruturais – como logística, crédito, capitalização e recursos humanos. muito o que fazer nessas áreas, mas no que dependia dos produtores há avanços. O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.
A principal lição que se pode tirar do bem sucedido agro é: sem mexer nos paradigmas e sem lidar com a realidade, não dá para sair de onde estamos. De um modo geral, o futuro será tão grande quanto sonhar. Mas é bom lembrar que não basta olhar com entusiasmo para frente. É preciso fazer escolhas, fazer mudanças, defrontando o legado do passado.
(Fonte: Alexandra Aranovich, Jornal Zero Hora, publicado em 31/12/2016 – adaptação)
Caso quiséssemos apenas alterar o tempo e o modo verbais da forma verbal , fazendo-se os ajustes necessários no restante do parágrafo, todas as possibilidades a seguir manteriam a correção do texto, EXCETO:
 

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