Foram encontradas 40 questões.
Os irmãos André e Pedro decidiram juntar dinheiro para
comprar um presente de aniversário para a mãe. André
economizou x reais, enquanto Pedro economizou o
dobro do que André economizou, menos R$10,00. Se
juntos eles conseguiram R$ 200,00, quanto André
economizou?
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Em uma campanha de conscientização ambiental, uma
escola organizou a coleta de resíduos recicláveis
realizada na escola "Aprender" os alunos coletaram 500
kg desse material no primeiro mês, no segundo mês
houve um aumento de 20% na quantidade coletada e no
terceiro mês, a quantidade coletada diminuiu em 10% em
relação ao segundo. Qual foi o total de resíduos
coletados pelos alunos nos três meses?
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de Linguagem
A ambiguidade surge quando um enunciado é formulado
de maneira que possa ser interpretado de diferentes
formas, o que pode prejudicar a comunicação. Dessa
forma, a ambiguidade pode ser vista como um desvio
linguístico ou um recurso estilístico, conforme a intenção
do enunciador.
Tendo isso como referência, analise os enunciados a seguir:
I.Sônia, vi a Ister no shopping com sua irmã.
II.Falei com o supervisor que estava com náuseas.
III.Vi ela ontem pela manhã.
IV.A manga da blusa está encardida.
As frases que apresentam ambiguidade são:
Tendo isso como referência, analise os enunciados a seguir:
I.Sônia, vi a Ister no shopping com sua irmã.
II.Falei com o supervisor que estava com náuseas.
III.Vi ela ontem pela manhã.
IV.A manga da blusa está encardida.
As frases que apresentam ambiguidade são:
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As lições das escolas do Reino Unido que baniram
celulares: 'Crianças deixaram de ser zumbis'
As crianças ficam grudadas em seus telefones celulares
e nem sequer percebem nada ao seu redor. Elas mais
parecem zumbis.
Quem diz isso é o diretor de uma escola em Sheffield,
cidade no norte da Inglaterra, que recentemente proibiu
o uso de smartphones, smartwatches (relógios com
acesso à internet) ou fones de ouvido em suas
dependências.
Qualquer aluno pego usando algum desses itens precisa
entregá-los à direção da escola. Os aparelhos ficam na
escola e só são devolvidos no dia seguinte.
Os alunos da escola, a Forge Valley School, disseram
que demoraram um pouco para se acostumar com a
ideia — mas que passaram a interagir muito mais com os
demais colegas na ausência dos telefones.
Um novo ano escolar começou no mês passado no
Reino Unido e diversos alunos e pais estão sendo
surpreendidos com escolas que passaram a banir
telefones celulares. A proibição não é uma política
nacional — ela tem partido das próprias escolas, que
reclamam do impacto negativo que diversos aparelhos
têm no desenvolvimento acadêmico e no convívio social
dos alunos.
No início deste ano, o Departamento de Educação emitiu
orientações sobre como limitar o uso de celulares
durante o turno escolar e para "minimizar a interrupção e
melhorar o comportamento nas salas de aula".
No Brasil, alguns municípios e estados criaram leis
proibindo o uso de celulares e outros aparelhos.
Recentemente, na terça-feira (12/11), a Assembleia
Legislativa de São Paulo aprovou um projeto que proíbe
celulares em escolas públicas e privadas. A proposta
aguarda sanção do governador.
Tramita na Câmara um projeto semelhante, apoiado pelo
governo federal.
Enquanto isso, no Reino Unido, cada vez mais escolas
estão criando políticas próprias desse tipo.
No norte de Londres, 60 escolas estão revisando suas
políticas sobre uso de telefones na escola após uma
campanha da Smartphone Free Childhood (SFC), uma
entidade que faz campanha para reduzir o uso de
celulares entre crianças.
A entidade está pedindo aos pais que adiem a compra
de smartphones até que seus filhos tenham pelo menos
14 anos. E também pede que acesso a mídias sociais só
seja dado após os 16 anos.
A SFC também estimula que os pais comprem outros
tipos de telefones que não são smartphones, e que só
permitem chamadas e mensagens de texto. Alguns
modelos têm jogos básicos (como Tetris) e têm acesso a
podcasts e músicas, mas não à internet e redes sociais.
Segundo a SFC, em todo o Reino Unido, centenas de
milhares de pais estão aderindo ao movimento. Só no norte de Londres, mais de 2,5 mil pais de quase 200
escolas apoiam a causa.
Ainda não' em vez de 'nunca'
A líder regional da SFC para o norte de Londres, Nova
Eden, disse que o objetivo da campanha é fazer as
crianças aprenderem a priorizar melhor sua curta
infância, por exemplo passando tempo com a família ou
aprendendo novas habilidades.
"O que estamos defendendo não é 'nunca', mas
simplesmente 'ainda não'", ela disse.
"Enquanto os cérebros das crianças ainda estão se
desenvolvendo, é muito mais saudável para elas
aproveitarem a infância brincando, em vez de ficarem
grudadas em smartphones e mídias sociais", diz a
ativista.
"Nossa campanha não está sugerindo que as crianças
não tenham telefone algum. Em vez disso, estamos
sugerindo um telefone antigo que permite chamadas e
mensagens, mas sem os perigos de ter a internet no
bolso de uma criança por 12 horas por dia, onde
estranhos podem entrar em contato com elas."
"As crianças não precisam de smartphones, as crianças
precisam de uma infância."
Na escola Boston Grammar School, que proibiu
smartphones, o vice-diretor disse que "onde antes você
via alunos olhando para seus celulares, agora você vê
interações".
"Nós queríamos remover essa toxicidade do nosso turno
escolar. O que descobrimos foi uma redução significativa
na quantidade de incidentes normais que teriam sido
piorados por celulares."
A diretora de uma escola em Devon (sudoeste da
Inglaterra) que proibiu o uso de celulares há cinco anos
diz que os professores notaram melhorias no
desempenho escolar e na vida social.
A UTC Plymouth permite que os alunos levem seus
celulares para a escola, mas eles têm que entregá-los à
direção no início do dia. A diretora Jo Ware disse que a
política ajudou a elevar os padrões da escola.
Phoebe, uma aluna da Sacred Heart Catholic Academy
em Liverpool, disse que a política de sua escola para
smartphones ajuda os alunos a se concentrarem no
trabalho.
"Se a regra não existisse, acho que as crianças usariam
muito mais seus celulares", disse ela. "Isso ensina
disciplina para as crianças não usarem seus celulares e
realmente se concentrarem nas aulas."
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly245xq03xo)
Em relação à classificação dos termos destacados no período, tem-se respectivamente:
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As lições das escolas do Reino Unido que baniram
celulares: 'Crianças deixaram de ser zumbis'
As crianças ficam grudadas em seus telefones celulares
e nem sequer percebem nada ao seu redor. Elas mais
parecem zumbis.
Quem diz isso é o diretor de uma escola em Sheffield,
cidade no norte da Inglaterra, que recentemente proibiu
o uso de smartphones, smartwatches (relógios com
acesso à internet) ou fones de ouvido em suas
dependências.
Qualquer aluno pego usando algum desses itens precisa
entregá-los à direção da escola. Os aparelhos ficam na
escola e só são devolvidos no dia seguinte.
Os alunos da escola, a Forge Valley School, disseram
que demoraram um pouco para se acostumar com a
ideia — mas que passaram a interagir muito mais com os
demais colegas na ausência dos telefones.
Um novo ano escolar começou no mês passado no
Reino Unido e diversos alunos e pais estão sendo
surpreendidos com escolas que passaram a banir
telefones celulares. A proibição não é uma política
nacional — ela tem partido das próprias escolas, que
reclamam do impacto negativo que diversos aparelhos
têm no desenvolvimento acadêmico e no convívio social
dos alunos.
No início deste ano, o Departamento de Educação emitiu
orientações sobre como limitar o uso de celulares
durante o turno escolar e para "minimizar a interrupção e
melhorar o comportamento nas salas de aula".
No Brasil, alguns municípios e estados criaram leis
proibindo o uso de celulares e outros aparelhos.
Recentemente, na terça-feira (12/11), a Assembleia
Legislativa de São Paulo aprovou um projeto que proíbe
celulares em escolas públicas e privadas. A proposta
aguarda sanção do governador.
Tramita na Câmara um projeto semelhante, apoiado pelo
governo federal.
Enquanto isso, no Reino Unido, cada vez mais escolas
estão criando políticas próprias desse tipo.
No norte de Londres, 60 escolas estão revisando suas
políticas sobre uso de telefones na escola após uma
campanha da Smartphone Free Childhood (SFC), uma
entidade que faz campanha para reduzir o uso de
celulares entre crianças.
A entidade está pedindo aos pais que adiem a compra
de smartphones até que seus filhos tenham pelo menos
14 anos. E também pede que acesso a mídias sociais só
seja dado após os 16 anos.
A SFC também estimula que os pais comprem outros
tipos de telefones que não são smartphones, e que só
permitem chamadas e mensagens de texto. Alguns
modelos têm jogos básicos (como Tetris) e têm acesso a
podcasts e músicas, mas não à internet e redes sociais.
Segundo a SFC, em todo o Reino Unido, centenas de
milhares de pais estão aderindo ao movimento. Só no norte de Londres, mais de 2,5 mil pais de quase 200
escolas apoiam a causa.
Ainda não' em vez de 'nunca'
A líder regional da SFC para o norte de Londres, Nova
Eden, disse que o objetivo da campanha é fazer as
crianças aprenderem a priorizar melhor sua curta
infância, por exemplo passando tempo com a família ou
aprendendo novas habilidades.
"O que estamos defendendo não é 'nunca', mas
simplesmente 'ainda não'", ela disse.
"Enquanto os cérebros das crianças ainda estão se
desenvolvendo, é muito mais saudável para elas
aproveitarem a infância brincando, em vez de ficarem
grudadas em smartphones e mídias sociais", diz a
ativista.
"Nossa campanha não está sugerindo que as crianças
não tenham telefone algum. Em vez disso, estamos
sugerindo um telefone antigo que permite chamadas e
mensagens, mas sem os perigos de ter a internet no
bolso de uma criança por 12 horas por dia, onde
estranhos podem entrar em contato com elas."
"As crianças não precisam de smartphones, as crianças
precisam de uma infância."
Na escola Boston Grammar School, que proibiu
smartphones, o vice-diretor disse que "onde antes você
via alunos olhando para seus celulares, agora você vê
interações".
"Nós queríamos remover essa toxicidade do nosso turno
escolar. O que descobrimos foi uma redução significativa
na quantidade de incidentes normais que teriam sido
piorados por celulares."
A diretora de uma escola em Devon (sudoeste da
Inglaterra) que proibiu o uso de celulares há cinco anos
diz que os professores notaram melhorias no
desempenho escolar e na vida social.
A UTC Plymouth permite que os alunos levem seus
celulares para a escola, mas eles têm que entregá-los à
direção no início do dia. A diretora Jo Ware disse que a
política ajudou a elevar os padrões da escola.
Phoebe, uma aluna da Sacred Heart Catholic Academy
em Liverpool, disse que a política de sua escola para
smartphones ajuda os alunos a se concentrarem no
trabalho.
"Se a regra não existisse, acho que as crianças usariam
muito mais seus celulares", disse ela. "Isso ensina
disciplina para as crianças não usarem seus celulares e
realmente se concentrarem nas aulas."
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly245xq03xo)
No trecho, a vírgula foi empregada corretamente para separar um aposto. Identifique a alternativa em que a vírgula foi empregada de forma INCORRETA:
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A integração entre comunicação organizacional,
corporativa e institucional é essencial para que as
organizações transmitam mensagens coerentes e
alinhadas com seus objetivos estratégicos, fortalecendo
sua reputação e melhorando o engajamento dos públicos
interno e externo. Com base nesse contexto, assinale a
alternativa correta.
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- MarketingEstratégias de Marketing
- Comunicação OrganizacionalPlanejamento Estratégico de Comunicação
- Mensuração de Resultados
- Publicidade e PropagandaProdução PublicitáriaCriação e Direção de Arte
- Publicidade e PropagandaProdução PublicitáriaPlanejamento e Campanha PublicitáriaAvaliação de Campanha
- Relações PúblicasReputação Corporativa
O planejamento estratégico é essencial para a avaliação
e mensuração de resultados em comunicação, alinhando
metas e objetivos às necessidades de cada área. Acerca
desse tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e
F para as falsas:
(__)No Jornalismo, o planejamento estratégico prioriza exclusivamente o impacto visual das publicações, sem considerar métricas como alcance e engajamento.
(__)Em Relações Públicas, a avaliação contínua dos resultados permite aprimorar ações e fortalecer a reputação institucional, considerando indicadores como percepção da marca e qualidade dos relacionamentos.
(__)Em Publicidade e Propaganda, a mensuração de resultados utiliza métricas como ROI, taxas de conversão e impacto nas vendas para avaliar a eficácia das campanhas.
(__)O planejamento estratégico direciona a criação de campanhas publicitárias alinhadas aos objetivos de marketing, otimizando recursos e resultados.
A sequência está correta em:
(__)No Jornalismo, o planejamento estratégico prioriza exclusivamente o impacto visual das publicações, sem considerar métricas como alcance e engajamento.
(__)Em Relações Públicas, a avaliação contínua dos resultados permite aprimorar ações e fortalecer a reputação institucional, considerando indicadores como percepção da marca e qualidade dos relacionamentos.
(__)Em Publicidade e Propaganda, a mensuração de resultados utiliza métricas como ROI, taxas de conversão e impacto nas vendas para avaliar a eficácia das campanhas.
(__)O planejamento estratégico direciona a criação de campanhas publicitárias alinhadas aos objetivos de marketing, otimizando recursos e resultados.
A sequência está correta em:
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- JornalismoNovas Mídias
- Linguagens e Suportes MidiáticosConvergência dos Meios
- Tecnologias e Novas TendênciasInteligência Artificial
A elaboração de mídias digitais utiliza técnicas e
ferramentas específicas para potencializar a
comunicação em diferentes áreas. Acerca desse tema,
marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as
falsas:
(__)O uso de "Search Engine Optimization" - SEO no Jornalismo melhora a visibilidade dos artigos nos mecanismos de busca, contribuindo para alcançar um público mais amplo.
(__)Em Relações Públicas, as mídias digitais priorizam exclusivamente blogs corporativos, deixando em segundo plano a interação direta em redes sociais.
(__)Na Publicidade e Propaganda, a segmentação de audiência em plataformas digitais permite direcionar anúncios para públicos específicos com maior eficiência.
(__)A integração de elementos multimídia no Jornalismo, como vídeos e infográficos, enriquece a narrativa e aumenta o engajamento do público.
A sequência está correta em:
(__)O uso de "Search Engine Optimization" - SEO no Jornalismo melhora a visibilidade dos artigos nos mecanismos de busca, contribuindo para alcançar um público mais amplo.
(__)Em Relações Públicas, as mídias digitais priorizam exclusivamente blogs corporativos, deixando em segundo plano a interação direta em redes sociais.
(__)Na Publicidade e Propaganda, a segmentação de audiência em plataformas digitais permite direcionar anúncios para públicos específicos com maior eficiência.
(__)A integração de elementos multimídia no Jornalismo, como vídeos e infográficos, enriquece a narrativa e aumenta o engajamento do público.
A sequência está correta em:
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As lições das escolas do Reino Unido que baniram
celulares: 'Crianças deixaram de ser zumbis'
As crianças ficam grudadas em seus telefones celulares
e nem sequer percebem nada ao seu redor. Elas mais
parecem zumbis.
Quem diz isso é o diretor de uma escola em Sheffield,
cidade no norte da Inglaterra, que recentemente proibiu
o uso de smartphones, smartwatches (relógios com
acesso à internet) ou fones de ouvido em suas
dependências.
Qualquer aluno pego usando algum desses itens precisa
entregá-los à direção da escola. Os aparelhos ficam na
escola e só são devolvidos no dia seguinte.
Os alunos da escola, a Forge Valley School, disseram
que demoraram um pouco para se acostumar com a
ideia — mas que passaram a interagir muito mais com os
demais colegas na ausência dos telefones.
Um novo ano escolar começou no mês passado no
Reino Unido e diversos alunos e pais estão sendo
surpreendidos com escolas que passaram a banir
telefones celulares. A proibição não é uma política
nacional — ela tem partido das próprias escolas, que
reclamam do impacto negativo que diversos aparelhos
têm no desenvolvimento acadêmico e no convívio social
dos alunos.
No início deste ano, o Departamento de Educação emitiu
orientações sobre como limitar o uso de celulares
durante o turno escolar e para "minimizar a interrupção e
melhorar o comportamento nas salas de aula".
No Brasil, alguns municípios e estados criaram leis
proibindo o uso de celulares e outros aparelhos.
Recentemente, na terça-feira (12/11), a Assembleia
Legislativa de São Paulo aprovou um projeto que proíbe
celulares em escolas públicas e privadas. A proposta
aguarda sanção do governador.
Tramita na Câmara um projeto semelhante, apoiado pelo
governo federal.
Enquanto isso, no Reino Unido, cada vez mais escolas
estão criando políticas próprias desse tipo.
No norte de Londres, 60 escolas estão revisando suas
políticas sobre uso de telefones na escola após uma
campanha da Smartphone Free Childhood (SFC), uma
entidade que faz campanha para reduzir o uso de
celulares entre crianças.
A entidade está pedindo aos pais que adiem a compra
de smartphones até que seus filhos tenham pelo menos
14 anos. E também pede que acesso a mídias sociais só
seja dado após os 16 anos.
A SFC também estimula que os pais comprem outros
tipos de telefones que não são smartphones, e que só
permitem chamadas e mensagens de texto. Alguns
modelos têm jogos básicos (como Tetris) e têm acesso a
podcasts e músicas, mas não à internet e redes sociais.
Segundo a SFC, em todo o Reino Unido, centenas de
milhares de pais estão aderindo ao movimento. Só no norte de Londres, mais de 2,5 mil pais de quase 200
escolas apoiam a causa.
Ainda não' em vez de 'nunca'
A líder regional da SFC para o norte de Londres, Nova
Eden, disse que o objetivo da campanha é fazer as
crianças aprenderem a priorizar melhor sua curta
infância, por exemplo passando tempo com a família ou
aprendendo novas habilidades.
"O que estamos defendendo não é 'nunca', mas
simplesmente 'ainda não'", ela disse.
"Enquanto os cérebros das crianças ainda estão se
desenvolvendo, é muito mais saudável para elas
aproveitarem a infância brincando, em vez de ficarem
grudadas em smartphones e mídias sociais", diz a
ativista.
"Nossa campanha não está sugerindo que as crianças
não tenham telefone algum. Em vez disso, estamos
sugerindo um telefone antigo que permite chamadas e
mensagens, mas sem os perigos de ter a internet no
bolso de uma criança por 12 horas por dia, onde
estranhos podem entrar em contato com elas."
"As crianças não precisam de smartphones, as crianças
precisam de uma infância."
Na escola Boston Grammar School, que proibiu
smartphones, o vice-diretor disse que "onde antes você
via alunos olhando para seus celulares, agora você vê
interações".
"Nós queríamos remover essa toxicidade do nosso turno
escolar. O que descobrimos foi uma redução significativa
na quantidade de incidentes normais que teriam sido
piorados por celulares."
A diretora de uma escola em Devon (sudoeste da
Inglaterra) que proibiu o uso de celulares há cinco anos
diz que os professores notaram melhorias no
desempenho escolar e na vida social.
A UTC Plymouth permite que os alunos levem seus
celulares para a escola, mas eles têm que entregá-los à
direção no início do dia. A diretora Jo Ware disse que a
política ajudou a elevar os padrões da escola.
Phoebe, uma aluna da Sacred Heart Catholic Academy
em Liverpool, disse que a política de sua escola para
smartphones ajuda os alunos a se concentrarem no
trabalho.
"Se a regra não existisse, acho que as crianças usariam
muito mais seus celulares", disse ela. "Isso ensina
disciplina para as crianças não usarem seus celulares e
realmente se concentrarem nas aulas."
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly245xq03xo)
A campanha de proibição de celulares nas escolas tem ganhado destaque em notícias internacionais.
Ao analisar as ideias do texto, só NÃO se pode afirmar que:
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As lições das escolas do Reino Unido que baniram
celulares: 'Crianças deixaram de ser zumbis'
As crianças ficam grudadas em seus telefones celulares
e nem sequer percebem nada ao seu redor. Elas mais
parecem zumbis.
Quem diz isso é o diretor de uma escola em Sheffield,
cidade no norte da Inglaterra, que recentemente proibiu
o uso de smartphones, smartwatches (relógios com
acesso à internet) ou fones de ouvido em suas
dependências.
Qualquer aluno pego usando algum desses itens precisa
entregá-los à direção da escola. Os aparelhos ficam na
escola e só são devolvidos no dia seguinte.
Os alunos da escola, a Forge Valley School, disseram
que demoraram um pouco para se acostumar com a
ideia — mas que passaram a interagir muito mais com os
demais colegas na ausência dos telefones.
Um novo ano escolar começou no mês passado no
Reino Unido e diversos alunos e pais estão sendo
surpreendidos com escolas que passaram a banir
telefones celulares. A proibição não é uma política
nacional — ela tem partido das próprias escolas, que
reclamam do impacto negativo que diversos aparelhos
têm no desenvolvimento acadêmico e no convívio social
dos alunos.
No início deste ano, o Departamento de Educação emitiu
orientações sobre como limitar o uso de celulares
durante o turno escolar e para "minimizar a interrupção e
melhorar o comportamento nas salas de aula".
No Brasil, alguns municípios e estados criaram leis
proibindo o uso de celulares e outros aparelhos.
Recentemente, na terça-feira (12/11), a Assembleia
Legislativa de São Paulo aprovou um projeto que proíbe
celulares em escolas públicas e privadas. A proposta
aguarda sanção do governador.
Tramita na Câmara um projeto semelhante, apoiado pelo
governo federal.
Enquanto isso, no Reino Unido, cada vez mais escolas
estão criando políticas próprias desse tipo.
No norte de Londres, 60 escolas estão revisando suas
políticas sobre uso de telefones na escola após uma
campanha da Smartphone Free Childhood (SFC), uma
entidade que faz campanha para reduzir o uso de
celulares entre crianças.
A entidade está pedindo aos pais que adiem a compra
de smartphones até que seus filhos tenham pelo menos
14 anos. E também pede que acesso a mídias sociais só
seja dado após os 16 anos.
A SFC também estimula que os pais comprem outros
tipos de telefones que não são smartphones, e que só
permitem chamadas e mensagens de texto. Alguns
modelos têm jogos básicos (como Tetris) e têm acesso a
podcasts e músicas, mas não à internet e redes sociais.
Segundo a SFC, em todo o Reino Unido, centenas de
milhares de pais estão aderindo ao movimento. Só no norte de Londres, mais de 2,5 mil pais de quase 200
escolas apoiam a causa.
Ainda não' em vez de 'nunca'
A líder regional da SFC para o norte de Londres, Nova
Eden, disse que o objetivo da campanha é fazer as
crianças aprenderem a priorizar melhor sua curta
infância, por exemplo passando tempo com a família ou
aprendendo novas habilidades.
"O que estamos defendendo não é 'nunca', mas
simplesmente 'ainda não'", ela disse.
"Enquanto os cérebros das crianças ainda estão se
desenvolvendo, é muito mais saudável para elas
aproveitarem a infância brincando, em vez de ficarem
grudadas em smartphones e mídias sociais", diz a
ativista.
"Nossa campanha não está sugerindo que as crianças
não tenham telefone algum. Em vez disso, estamos
sugerindo um telefone antigo que permite chamadas e
mensagens, mas sem os perigos de ter a internet no
bolso de uma criança por 12 horas por dia, onde
estranhos podem entrar em contato com elas."
"As crianças não precisam de smartphones, as crianças
precisam de uma infância."
Na escola Boston Grammar School, que proibiu
smartphones, o vice-diretor disse que "onde antes você
via alunos olhando para seus celulares, agora você vê
interações".
"Nós queríamos remover essa toxicidade do nosso turno
escolar. O que descobrimos foi uma redução significativa
na quantidade de incidentes normais que teriam sido
piorados por celulares."
A diretora de uma escola em Devon (sudoeste da
Inglaterra) que proibiu o uso de celulares há cinco anos
diz que os professores notaram melhorias no
desempenho escolar e na vida social.
A UTC Plymouth permite que os alunos levem seus
celulares para a escola, mas eles têm que entregá-los à
direção no início do dia. A diretora Jo Ware disse que a
política ajudou a elevar os padrões da escola.
Phoebe, uma aluna da Sacred Heart Catholic Academy
em Liverpool, disse que a política de sua escola para
smartphones ajuda os alunos a se concentrarem no
trabalho.
"Se a regra não existisse, acho que as crianças usariam
muito mais seus celulares", disse ela. "Isso ensina
disciplina para as crianças não usarem seus celulares e
realmente se concentrarem nas aulas."
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly245xq03xo)
A oração destacada é:
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