Foram encontradas 60 questões.
Maria estudou durante um ano para uma prova de concurso público. No dia da avaliação, ela sabia que a cada questão que acertasse ganharia 5 pontos e a cada questão errada, perderia 2 pontos. No dia seguinte conferiu o gabarito e percebeu que ganhou 72 pontos.
Se a prova continha 20 questões, qual a alternativa que contém o valor da expressão 2x - 3y , considerando x a quantidade de questões que Maria acertou e y a quantidade de questões que errou.
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Marque a alternativa que contém a diferença entre o tempo gasto por Pedro e o tempo gasto por Luiz para preencher com água este balde.
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Observe a figura a seguir.

Sabendo que as retas r e s são paralelas, marque a alternativa que contém o valor da expressão 2x - 30°.
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- GeometriaGeometria PlanaÂngulosÂngulos - Lei Angular de Thales
- TrigonometriaLeis dos Senos e Cossenos.
Considere a, b e c como sendo os ângulos internos de um triângulo retângulo.
Sabendo que a é o ângulo reto, a soma b + c deve valer:
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Uma circunferência tem raio de 7cm . A região determinada por ela foi dividida em três setores circulares, cujos ângulos, em graus, medem 2x, x - 30° e x + 70° .
Marque a alternativa que corresponde ao valor numérico de 3x - 5° .
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Paulo emprestou à sua irmã 50 mil reais com a condição de que ela pagasse a dívida considerando juros simples de 0,5 % ao mês.
Sabe-se que a irmã de Paulo pagou a dívida após 1 ano e 8 meses do dia do empréstimo.
Marque a alternativa que contém o montante que Paulo recebeu.
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Maria tem idade igual a n , com n >0 . Considere válidas as seguintes afirmações:
• 1 + 2 + ... + n = n(n+1)/2
• A soma de todos os números inteiros de 1 até n é igual a 3 vezes a idade de Maria.
Marque a alternativa que contém a idade de Maria:
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Seja a equação do primeiro grau y = ax + b. Considere verdadeiras as afirmações:
• x = 0 implica y = 0.
• x = 2 implica y = 4.
Marque a alternativa que contém o resultado da soma a+b.
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TJ SP suspende liminares que obrigavam USP a ceder 'pílula do câncer'
Desembargador classificou como „irresponsável" o fornecimento da substância sem comprovação de eficácia
SÃO PAULO - O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo cassou na última quarta-feira as milhares de liminares que obrigavam a Universidade de São Paulo (USP) a fornecer cápsulas de fosfoetanolamina a pacientes com câncer. A substância, que supostamente trata a doença, não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Além da cassação, a resolução impede os juízes do Estado de tomarem decisões futuras sobre o assunto.
A decisão foi tomada após o Estado de São Paulo apresentar um recurso argumentando que a substância não tem ação benéfica comprovada em humanos e seus efeitos adversos não são conhecidos.
A corrida pela fosfoetanolamina se intensificou após o dia 9 de outubro, quando o Ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar favorável a Alcilena Cincinatus, de 68 anos, com câncer no pâncreas e fígado, e em fase terminal. Esta decisão suspendeu a anterior, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que havia negado o pedido à família. O filho dela, o advogado Dennis, afirmou que essa era a “última tentativa” e por isso recorreu ao Supremo.
Após o episódio, cerca de duas mil liminares foram pedidas no Estado. A USP recorreu, afirmando que não tinha condições de produzir o remédio em larga escala e que, além disso, não há pesquisas que atestem a eficácia da droga.
O desembargador Sérgio Rui classificou como “irresponsável” o fornecimento de substância e afirmou que ela “não é um medicamento e vem sendo utilizada sem um mínimo de rigor científico e sem critério por pacientes de câncer que relatam melhora genérica em seus quadros clínicos, porque não foram realizadas pesquisas que permitam estabelecer uma correlação segura e indubitável entre seu uso e a hipotética evolução relatada”.
Disponível em:<http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/tj-sp-suspende-liminares-que-obrigavam-usp-ceder-pilulado-cancer-18028271> Acesso em: 12/11/2015
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A busca desesperada da imortalidade levou o envelhecimento a ser classificado assim
A revista Frontiers in Genetics, edição de novembro, publicou um artigo de médicos americanos sugerindo que seja incluído o envelhecimento na próxima edição do Código Internacional das Doenças (CID), a lista de classificação de todas as doenças, utilizada para padronizar no mundo todos os diagnósticos dados pelos médicos.
Em 2018, a nova edição do CID deve ser publicada e, segundo a sugestão de Alex Zhavoronkov e Bhupinder Bhullar, deverá trazer um novo capítulo, conforme os autores, o da velhice. Se o CID considerar a velhice como uma condição tratável, permitirá que novos procedimentos e negócios sejam regulamentados, e programas preventivos possam ser criados por organizações governamentais, trazendo benefícios para os idosos e economia para as fontes pagadoras de saúde.
O primeiro CID foi publicado em 1900 pelo Instituto Internacional de Estatística e, desde 1948, passou a ser responsabilidade da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ao longo da história, condições entraram e saíram dessa lista, por mudanças culturais da humanidade. Doenças psiquiátricas, por exemplo, só entraram nessa lista em 1948, mas a mudança recente mais emblemática é a do homossexualismo, que, depois de uma extenuante luta de psiquiatras, deixou de ser compreendido como doença e saiu do CID, em 1974.
Segundo os autores, reconhecer uma condição ou processo crônico como doença é um importante passo, tanto para os indivíduos que a apresentam como para todos os agentes no campo da saúde. Tratar a velhice de forma vaga impedirá que políticas de saúde sejam criadas e que muitos procedimentos médicos para esse grupo de indivíduos sejam negados pelos convênios.
O envelhecimento é um processo multifatorial que engloba perda de funções e doenças típicas, culminando com a morte. Processos como desgaste de tecidos, fibroses, perdas de reservas regenerativas do sistema nervoso e imunológico, envelhecimento celular e epigenética, entre muitos, estão relacionados ao envelhecimento e outras doenças como o câncer. Portanto, devem ser abordados terapeuticamente. O difícil é criar uma linha que separe o desgaste natural e a doença. (...)
A expectativa de vivermos mais e melhor interferiu no nosso entendimento do que é doença. Estamos cada vez mais intolerantes com a depressão e a perda de memória, por exemplo, e os critérios de diagnósticos estão ficando cada vez mais abrangentes. Histeria coletiva? Pressão da indústria farmacêutica? Pode ser, mas o que não se pode negar é que existe um fenômeno universal, uma gigantesca demanda da sociedade para viver mais e melhor, um tsunami emocional que será difícil de ser evitado.
Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/revista/876/envelhecimento-e-doenca-3434.html> Acesso em 08/12/2015
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