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A seção II da Lei Orgânica do Município de Cianorte-Pr., trata competência comum apenas entre:
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Quanto a forma e estrutura dos decretos o Manual de Redação da Presidência da República afirma que tal como as leis compõem-se dos seguintes elementos:
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Os constituintes do campo ético
Para que haja conduta ética é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre o bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício. A consciência moral não só conhece tais diferenças mas também se reconhece como capaz de julgar o valor dos atos e das condutas e de agir em conformidade com os valores morais, sendo por isso responsável por suas ações e seus sentimentos e pelas conseqüências do que faz e sente. Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis da vida ética.
A consciência moral manifesta-se, antes de tudo, na capacidade para deliberar diante das alternativas possíveis, avaliando cada uma delas segundo os valores éticos, e para decidir e escolher uma delas antes de lançar-se na ação. É a capacidade para avaliar e pesar as motivações pessoais, as exigências feitas pela situação, as conseqüências para si e para os outros, a conformidade entre meios e fins (empregar meios imorais para alcançar fins morais é impossível), a obrigação de respeitar o estabelecido ou de transgredi-lo (se o estabelecido for imoral ou injusto).
A vontade é esse poder deliberativo e decisório do agente moral. Para que exerça esse poder, a vontade deve ser livre, isto é, não pode estar submetida à vontade de um outro nem pode estar submetida aos instintos (ou impulsos naturais cegos) e às paixões (sentimentos e emoções incontroláveis que dominam o agente), mas, ao contrário, deve ter poder sobre eles e elas, dominando-os.
O campo ético é, assim, constituído pelo agente livre, que é o sujeito moral ou a pessoa moral, e pelos valores e obrigações que formam o conteúdo das condutas morais, ou seja, as virtudes, ou as condutas e ações conformes ao bem.
Marilena Chaui. Convite à filosofia. São Paulo, Ática, 2003. p. 308.
Analise as afirmativas sobre acentuação gráfica das palavras retiradas do texto:
I - As paroxítonas: vício e contrário são acentuadas porque terminam em ditongo.
II - As palavras: constituído e conteúdo obedecem à mesma regra de acentuação.
III - As palavras: éticos e consciência são proparoxítonas.
Quais alternativas estão corretas?
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Os constituintes do campo ético
Para que haja conduta ética é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre o bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício. A consciência moral não só conhece tais diferenças mas também se reconhece como capaz de julgar o valor dos atos e das condutas e de agir em conformidade com os valores morais, sendo por isso responsável por suas ações e seus sentimentos e pelas conseqüências do que faz e sente. Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis da vida ética.
A consciência moral manifesta-se, antes de tudo, na capacidade para deliberar diante das alternativas possíveis, avaliando cada uma delas segundo os valores éticos, e para decidir e escolher uma delas antes de lançar-se na ação. É a capacidade para avaliar e pesar as motivações pessoais, as exigências feitas pela situação, as conseqüências para si e para os outros, a conformidade entre meios e fins (empregar meios imorais para alcançar fins morais é impossível), a obrigação de respeitar o estabelecido ou de transgredi-lo (se o estabelecido for imoral ou injusto).
A vontade é esse poder deliberativo e decisório do agente moral. Para que exerça esse poder, a vontade deve ser livre, isto é, não pode estar submetida à vontade de um outro nem pode estar submetida aos instintos (ou impulsos naturais cegos) e às paixões (sentimentos e emoções incontroláveis que dominam o agente), mas, ao contrário, deve ter poder sobre eles e elas, dominando-os.
O campo ético é, assim, constituído pelo agente livre, que é o sujeito moral ou a pessoa moral, e pelos valores e obrigações que formam o conteúdo das condutas morais, ou seja, as virtudes, ou as condutas e ações conformes ao bem.
Marilena Chaui. Convite à filosofia. São Paulo, Ática, 2003. p. 308.
Quanto ao significado das palavras assinale a alternativa incorreta:
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É incorreto afirmar que a Lei Orgânica do Município de Cianorte-Pr., veda ao Município:
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O art. 3 da Lei 8666/93 determina que “A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração [...]”. Sobre isto ‘e correto afirmar que:
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Em um computador, os periféricos podem ser classificados como sendo de ENTRADA ou SAÍDA.
Assinale a alternativa que corresponde a um periférico de SAÍDA:
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O Art. 62 da Lei 101/2000 estabelece que “Os Municípios só contribuirão para o custeio de despesas de competência de outros entes da Federação se houver”:
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Os constituintes do campo ético
Para que haja conduta ética é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre o bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício. A consciência moral não só conhece tais diferenças mas também se reconhece como capaz de julgar o valor dos atos e das condutas e de agir em conformidade com os valores morais, sendo por isso responsável por suas ações e seus sentimentos e pelas conseqüências do que faz e sente. Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis da vida ética.
A consciência moral manifesta-se, antes de tudo, na capacidade para deliberar diante das alternativas possíveis, avaliando cada uma delas segundo os valores éticos, e para decidir e escolher uma delas antes de lançar-se na ação. É a capacidade para avaliar e pesar as motivações pessoais, as exigências feitas pela situação, as conseqüências para si e para os outros, a conformidade entre meios e fins (empregar meios imorais para alcançar fins morais é impossível), a obrigação de respeitar o estabelecido ou de transgredi-lo (se o estabelecido for imoral ou injusto).
A vontade é esse poder deliberativo e decisório do agente moral. Para que exerça esse poder, a vontade deve ser livre, isto é, não pode estar submetida à vontade de um outro nem pode estar submetida aos instintos (ou impulsos naturais cegos) e às paixões (sentimentos e emoções incontroláveis que dominam o agente), mas, ao contrário, deve ter poder sobre eles e elas, dominando-os.
O campo ético é, assim, constituído pelo agente livre, que é o sujeito moral ou a pessoa moral, e pelos valores e obrigações que formam o conteúdo das condutas morais, ou seja, as virtudes, ou as condutas e ações conformes ao bem.
Marilena Chaui. Convite à filosofia. São Paulo, Ática, 2003. p. 308.
Segundo o texto são elementos que compõem a vida ética:
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Dez trabalhadores rurais constroem juntos, em 7 dias, 1.750 m de cerca.
Se fossem 15 trabalhadores, em 5 dias teriam construído:
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