Magna Concursos

Foram encontradas 30 questões.

1620346 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Provas:
As palavras são acentuadas obedecendo à mesma regra, EXCETO em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1614972 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Provas:
A vida pede coragem
Rosely Sayão
O filho de uma leitora, com nove anos, retornou para a escola. Depois dos primeiros dias, passou a chorar antes de ir. O motivo? Ele diz que os colegas não gostam mais dele. Ele continua a frequentar a mesma escola e sua classe é quase igual à do ano passado, apenas com alguns colegas diferentes, transferidos de outras escolas e cidades.
Essa mãe está agoniada porque diz que ele sempre foi querido pelos colegas, e pergunta se deve procurar outra escola. Que sofrimento de mãe e filho!
Vamos tentar entender essa questão, já que inúmeras mães, e pais também, têm se angustiado com questões muito semelhantes a essa, ou seja, com o que eles consideram a rejeição, a exclusão ou o isolamento sofrido pelo filho por parte de colegas, tanto de escola quanto da vizinhança.
Temos supervalorizado o que chamamos de socialização dos filhos, em detrimento de outros aspectos da vida deles aos quais poderíamos - e devería-mos - dar mais atenção por serem bem mais importantes do que o primeiro.
Desenvolver recursos para saber se defender dos obstáculos que a vida apresenta, ter uma autoimagem firme o suficiente para suportar situações de rejeição e o desenvolvimento do processo da autonomia são alguns desses aspectos.
Caro leitor, precisamos aceitar: não há um único dia na vida de cada um de nós em que não sejamos recusados por alguém, rejeitados ou excluídos, por pessoas ou de situações.
E nem sempre sabemos disso, não é? Se assim é, qual a melhor fase da vida para aprender a aceitar, reconhecer e suportar esses tipos de situação, mantendo-se inteiro, do que a infância e a adolescência?
Quando não aceitamos essas situações da vida, nos tornamos frágeis, presas fáceis de pessoas que gostam de manipular, seja por prazer de exercer o poder ou por interesses pessoais, e desistimos com facilidade de projetos importantes da vida. [...]
Quando uma criança percebe pela primeira vez que é rejeitada ou excluída de uma situação pelos colegas, ela sofre. Normal, tanto para ela quanto para um adulto que passa por isso. Mas, quando ela sente que os pais sofrem por causa desse sofrimento dela, fica mais difícil para ela superar as emoções que a rejeição suscita.
Tudo do que ela precisa nesses momentos é do apoio e do encorajamento dos pais para enfrentar melhor esse tipo de situação.
E o que ela recebe junto com essa atitude dos pais é uma grande lição, que vai apreendendo aos poucos: a de que a vida nem sempre é amigável para nós, nem sempre é tão justa quanto somos, tampouco costuma retornar na mesma medida nossas atitudes.
Educar não é proteger a criança daquilo que ela pode e consegue fazer. Cuidar, elemento precioso da educação, é diferente de proteger: é formar para a vida, apoiar o filho nas situações difíceis e duras com as quais ele se defronta, encorajar para que siga em frente, mesmo e inclusive em situações de sofrimento. Não é isso que a vida exige?
Vale aqui lembrar uma frase de Guimarães Rosa: "O que ela (a vida) quer da gente é coragem".
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/01/
1733493-a-vida-pede coragem.shtml Acesso em 11 jun. 2016 (Adaptado)
Há linguagem oral em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1597967 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Provas:
Joana vendeu seu automóvel e decidiu aplicar !$ 3\over5 !$ do valor da venda em um fundo de renda fixa e a quarta parte do restante na bolsa de valores.
Em relação ao seu montante inicial com a venda do automóvel, o total aplicado na bolsa de valores e no fundo de renda fixa, juntos, corresponde a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1594262 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Provas:
Em certa cidade do interior de Minas Gerais, três empresas, Line, Custon e Netbom, oferecem apenas um pacote de serviço de banda larga. Um assinante da empresa Custon, ao fazer um download de certo filme, gastou 1 hora 50 minutos e 24 segundos. A empresa Line vende o mesmo produto, porém, com o dobro da velocidade da empresa Custon. Já a empresa Netbom oferece a metade da velocidade da empresa Custon.
Considerando as respectivas velocidades de download, pode-se considerar que a diferença de tempo gasto entre as empresas Netbom e Line, num mesmo download do filme, é de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1575243 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Provas:
Há dígrafo em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1571966 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Provas:
Pedro decidiu correr, regularmente, de quatro em quatro dias sem interrupções por feriados ou finais de semana. Começou a fazê-lo em um sábado; nadou pela segunda vez na quarta feira seguinte e assim sucessivamente.
Nesse caso, na centésima vez em que Pedro for correr, será
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1571760 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Provas:
Completando o quadrado mágico abaixo, de modo que todas as linhas, colunas e diagonais tenham a mesma soma, encontramos os valores de A, B, C, D e E cuja soma é igual a
A B C
6 2 -2
4 D E
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1543763 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Provas:
A vida pede coragem
Rosely Sayão
O filho de uma leitora, com nove anos, retornou para a escola. Depois dos primeiros dias, passou a chorar antes de ir. O motivo? Ele diz que os colegas não gostam mais dele. Ele continua a frequentar a mesma escola e sua classe é quase igual à do ano passado, apenas com alguns colegas diferentes, transferidos de outras escolas e cidades.
Essa mãe está agoniada porque diz que ele sempre foi querido pelos colegas, e pergunta se deve procurar outra escola. Que sofrimento de mãe e filho!
Vamos tentar entender essa questão, já que inúmeras mães, e pais também, têm se angustiado com questões muito semelhantes a essa, ou seja, com o que eles consideram a rejeição, a exclusão ou o isolamento sofrido pelo filho por parte de colegas, tanto de escola quanto da vizinhança.
Temos supervalorizado o que chamamos de socialização dos filhos, em detrimento de outros aspectos da vida deles aos quais poderíamos - e devería-mos - dar mais atenção por serem bem mais importantes do que o primeiro.
Desenvolver recursos para saber se defender dos obstáculos que a vida apresenta, ter uma autoimagem firme o suficiente para suportar situações de rejeição e o desenvolvimento do processo da autonomia são alguns desses aspectos.
Caro leitor, precisamos aceitar: não há um único dia na vida de cada um de nós em que não sejamos recusados por alguém, rejeitados ou excluídos, por pessoas ou de situações.
E nem sempre sabemos disso, não é? Se assim é, qual a melhor fase da vida para aprender a aceitar, reconhecer e suportar esses tipos de situação, mantendo-se inteiro, do que a infância e a adolescência?
Quando não aceitamos essas situações da vida, nos tornamos frágeis, presas fáceis de pessoas que gostam de manipular, seja por prazer de exercer o poder ou por interesses pessoais, e desistimos com facilidade de projetos importantes da vida. [...]
Quando uma criança percebe pela primeira vez que é rejeitada ou excluída de uma situação pelos colegas, ela sofre. Normal, tanto para ela quanto para um adulto que passa por isso. Mas, quando ela sente que os pais sofrem por causa desse sofrimento dela, fica mais difícil para ela superar as emoções que a rejeição suscita.
Tudo do que ela precisa nesses momentos é do apoio e do encorajamento dos pais para enfrentar melhor esse tipo de situação.
E o que ela recebe junto com essa atitude dos pais é uma grande lição, que vai apreendendo aos poucos: a de que a vida nem sempre é amigável para nós, nem sempre é tão justa quanto somos, tampouco costuma retornar na mesma medida nossas atitudes.
Educar não é proteger a criança daquilo que ela pode e consegue fazer. Cuidar, elemento precioso da educação, é diferente de proteger: é formar para a vida, apoiar o filho nas situações difíceis e duras com as quais ele se defronta, encorajar para que siga em frente, mesmo e inclusive em situações de sofrimento. Não é isso que a vida exige?
Vale aqui lembrar uma frase de Guimarães Rosa: "O que ela (a vida) quer da gente é coragem".
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/01/
1733493-a-vida-pede coragem.shtml Acesso em 11 jun. 2016 (Adaptado)
Todos os sentimentos abaixo estão presentes no texto, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1539217 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Provas:
A vida pede coragem
Rosely Sayão
O filho de uma leitora, com nove anos, retornou para a escola. Depois dos primeiros dias, passou a chorar antes de ir. O motivo? Ele diz que os colegas não gostam mais dele. Ele continua a frequentar a mesma escola e sua classe é quase igual à do ano passado, apenas com alguns colegas diferentes, transferidos de outras escolas e cidades.
Essa mãe está agoniada porque diz que ele sempre foi querido pelos colegas, e pergunta se deve procurar outra escola. Que sofrimento de mãe e filho!
Vamos tentar entender essa questão, já que inúmeras mães, e pais também, têm se angustiado com questões muito semelhantes a essa, ou seja, com o que eles consideram a rejeição, a exclusão ou o isolamento sofrido pelo filho por parte de colegas, tanto de escola quanto da vizinhança.
Temos supervalorizado o que chamamos de socialização dos filhos, em detrimento de outros aspectos da vida deles aos quais poderíamos - e devería-mos - dar mais atenção por serem bem mais importantes do que o primeiro.
Desenvolver recursos para saber se defender dos obstáculos que a vida apresenta, ter uma autoimagem firme o suficiente para suportar situações de rejeição e o desenvolvimento do processo da autonomia são alguns desses aspectos.
Caro leitor, precisamos aceitar: não há um único dia na vida de cada um de nós em que não sejamos recusados por alguém, rejeitados ou excluídos, por pessoas ou de situações.
E nem sempre sabemos disso, não é? Se assim é, qual a melhor fase da vida para aprender a aceitar, reconhecer e suportar esses tipos de situação, mantendo-se inteiro, do que a infância e a adolescência?
Quando não aceitamos essas situações da vida, nos tornamos frágeis, presas fáceis de pessoas que gostam de manipular, seja por prazer de exercer o poder ou por interesses pessoais, e desistimos com facilidade de projetos importantes da vida. [...]
Quando uma criança percebe pela primeira vez que é rejeitada ou excluída de uma situação pelos colegas, ela sofre. Normal, tanto para ela quanto para um adulto que passa por isso. Mas, quando ela sente que os pais sofrem por causa desse sofrimento dela, fica mais difícil para ela superar as emoções que a rejeição suscita.
Tudo do que ela precisa nesses momentos é do apoio e do encorajamento dos pais para enfrentar melhor esse tipo de situação.
E o que ela recebe junto com essa atitude dos pais é uma grande lição, que vai apreendendo aos poucos: a de que a vida nem sempre é amigável para nós, nem sempre é tão justa quanto somos, tampouco costuma retornar na mesma medida nossas atitudes.
Educar não é proteger a criança daquilo que ela pode e consegue fazer. Cuidar, elemento precioso da educação, é diferente de proteger: é formar para a vida, apoiar o filho nas situações difíceis e duras com as quais ele se defronta, encorajar para que siga em frente, mesmo e inclusive em situações de sofrimento. Não é isso que a vida exige?
Vale aqui lembrar uma frase de Guimarães Rosa: "O que ela (a vida) quer da gente é coragem".
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/01/
1733493-a-vida-pede coragem.shtml Acesso em 11 jun. 2016 (Adaptado)
Em “E nem sempre sabemos disso, não é?”, disso refere-se a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1522100 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Provas:
A metade de 220 é igual a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas