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Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América...
Considere as afirmativas feitas a respeito do período acima:
I. Observa-se uma quebra na estrutura sintática, considerando-se o processo de subordinação das orações.
II. A frase grifada denota condição subjetiva, como hipótese apresentada pelo autor.
III. Não haverá alteração do sentido original se for feita a seguinte alteração: Todos parecem confirmar as observações de Phillips...
Está correto o que se afirma em
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Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
... que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Os dois-pontos introduzem, no contexto,
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Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
É correto identificar no contexto, relação de oposição semântica entre os seguintes pares de expressões:
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Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
Entende-se corretamente o 3º parágrafo do texto como
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Não faltam críticos que procuram dar maior relevo aos maus efeitos do contato, nos antigos engenhos patriarcais do Brasil, de brancos com negros, achando que a escravidão deve ter estimulado, ao menos nos brancos que mais diretamente se aproveitavam dela, um individualismo despótico; e também indolência e aversão ao trabalho manual. E até certo ponto é uma crítica justa que aqui também foi esboçada.
Mas o que não se pode negar é que a cultura brasileira muito se enriqueceu com a vida o tanto em comum dos meninos brancos com negros e pretas velhas de quem ouviam histórias cheias de uma humanidade e uma doçura superior a tudo que se poderia encontrar nas histórias dos livros escolares à européia, quase sempre convencionais. A escravidão facilitou, por outro lado, às classes dirigentes um ócio que os de mais talento aproveitavam para melhor estudar os métodos de destruir o próprio feudalismo a cuja sombra haviam nascido e desenvolver a democracia no Brasil – uma democracia baseada sobre um tal conhecimento e uma tão profunda experiência das chamadas superioridades e inferioridades biológicas de raça ou de classe que estas passaram a ser tidas pelo que realmente são: artifícios, preconceitos, invenções.
Vários dos homens que se tornaram expressões de força democrática, na vida brasileira – homens como foram Joaquim Nabuco e Sílvio Romero, no século passado, ou como José Lins do Rego e Cícero Dias –, foram produtos do velho sistema agrário-patriarcal do Brasil. Todos é como se confirmassem as observações de Phillips sobre o sistema de plantação que estudou na América: sistema no qual “nota-se menos desse egoísmo e dessa indiferença que hoje em dia ordinariamente prevalece nas fábricas, onde as máquinas poderosas marcam o compasso à vida; onde os empregadores não têm relações com os empregados a não ser nas horas de trabalho”.
(Gilberto Freyre. Interpretação do
Brasil. Coleção Documentos Brasileiros. José Olympio: Rio de Janeiro, 1947, p.135-136)
Infere-se corretamente do texto que
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Sabe-se que motivação para o trabalho gera sentimento de realização e, portanto, comprometimento com os objetivos da organização. Pesquisas indicam que funcionários com baixos níveis de motivação mobilizam menos de 10% de sua capacidade produtiva. Na coluna da esquerda estão identificadas a necessidades essenciais a serem satisfeitas, segundo a Teoria da Hierarquia das Necessidades de Maslow e na da direita os fatores motivacionais, segundo a Teoria da Motivação-Higiene de Herzberg.
a) Fisiológicas I) atividades esportivas, laser e associativismo.
b) Segurança II) treinamento e reconhecimento profissional.
c) Social III) participação nas decisões e autonomia.
d) Estima IV) estabilidade no emprego e aposentadoria.
e) Auto-Realização V) salário e benefícios.
b) Segurança II) treinamento e reconhecimento profissional.
c) Social III) participação nas decisões e autonomia.
d) Estima IV) estabilidade no emprego e aposentadoria.
e) Auto-Realização V) salário e benefícios.
Assinale a opção que apresenta a correlação correta entre as colunas.
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Toda organização baseia suas atividades em uma determinada estrutura de cargos. Se uma organização iniciar um processo de reestruturação de suas atividades, ela será obrigada a desenhar novos cargos adequados a esse novo perfil de atividades.
Assinale seqüencialmente se falsa (F) ou verdadeira (V) as seguintes afirmativas sobre o desenho de cargos e marque a alternativa correta.
− No desenho de um cargo devemos distinguir as tarefas, as atribuições e as funções que o compõem.
− Desenho de cargos é um processo que consiste em enumerar as tarefas ou atribuições que o compõem e que o tornam distinto de todos os outros existentes na organização.
− Desenho de cargos deve incluir a definição do conteúdo, dos métodos e processos de trabalho, assim como as relações de subordinação e supervisão associadas ao cargo.
− Desenho de um cargo é a última etapa de um processo que inclui, em primeiro lugar, a descrição do cargo e, em segundo lugar, a análise do impacto desse novo cargo no organograma da organização.
− No desenho de um cargo devemos levar em conta, em primeiro lugar, a remuneração desejada, depois a qualificação exigida e, por último, a sua posição no organograma da organização.
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“A Administração de Recursos Humanos é uma área extremamente sensível à mentalidade que predomina nas organizações. Por isso, ela é contingencial e situacional. Depende da cultura que existe em cada organização. Depende também da estrutura organizacional adotada.”
(Trecho extraído de Idalberto Chiavenato, Recursos Humanos, 6 ed. São Paulo: Editora Atlas, 2000).
Assinale seqüencialmente como Falsa (F) ou verdadeira (V) as seguintes afirmações sobre a Administração de Recursos Humanos (ARH) e marque a alternativa correta.
− Departamento responsável pela administração de recursos humanos deve ter completa autonomia para implementar todas as políticas que julgar conveniente para o desenvolvimento adequado de suas atividades.
− Ciclo de gestão da ARH compreende, seqüencialmente, cinco processos básicos: provisão, aplicação, manutenção, desenvolvimento e monitoração.
− Na ARH, o processo de aplicação compreende seqüencialmente: recrutamento de pessoas, desenho de cargos e treinamento.
− Todos em uma organização devem ser responsáveis pela elaboração de uma política de ARH.
− A preocupação com padrões de higiene e segurança no trabalho compõe um dos atributos de uma política de manutenção de recursos humanos.
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Para se estudar o desempenho das corretoras de ações A e B, selecionou-se de cada uma delas amostras aleatórias das ações negociadas. Para cada ação selecionada computou-se a porcentagem de lucro apresentada durante o período de um ano. Os gráficos a seguir apresentam os desenhos esquemáticos relativos à porcentagem de lucro das amostras de A e B durante o período citado.
Relativamente à porcentagem de lucro obtida por essas corretoras pode-se afirmar que
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Numa pesquisa realizada com 300 famílias, levantaram-se as seguintes informações:

Com base nestas informações a média e a mediana do número de filhos são dadas, respectivamente, por
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