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Foram encontradas 50 questões.

815736 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Dois Córregos-SP
Uma gráfica imprimiu 2400 calendários com o logotipo de uma empresa. Após o final da impressão, constatou que a máquina utilizada para o serviço imprimiu os 28 primeiros calendários sem defeitos, na sequência imprimiu 2 com falhas e continuou a imprimir nesse mesmo padrão, ou seja, a cada 28 calendários sem defeitos, imprimia 2 calendários com falhas. O número total de calendários impressos com falhas foi
 

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815733 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Dois Córregos-SP
Um peso de papel tem a forma de um prisma reto de base retangular, cujas medidas estão indicadas, em centímetros, na figura.
enunciado 815733-1

Sabendo-se que o volume dessa peça é 48 cm3 , o valor de sua altura, representada na figura por 4x, é
 

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815732 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Dois Córregos-SP
De uma sala retangular ABCD, com 7 m de largura, um pedreiro reformou 35% da área de seu piso, conforme mostra a figura.
enunciado 815732-1
Sabendo-se que a área ocupada pelo piso reformado é de 19,6 m2 , então a medida do lado enunciado 815732-2 dessa sala é
 

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815731 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Dois Córregos-SP
A tabela mostra o número de processos que cada um dos funcionários de uma firma de advocacia arquivou no decorrer de alguns meses.
enunciado 815731-1

Considerando-se o número total de processos arquivados, cada funcionário arquivou, em média, 1,5 processo. O número de funcionários que arquivaram, cada um deles, 2 processos foi
 

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815730 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Dois Córregos-SP
Em uma caixa, há menos de 1000 livretos que serão empilhados, de modo que cada pilha contenha o mesmo número de livretos. Durante a realização do serviço, percebeu-se que era possível colocar, em cada pilha, ou 30, ou 50, ou 60 livretos, e não restaria livreto na caixa. O número máximo de livretos que podem estar na caixa é
 

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815728 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Dois Córregos-SP

Leia o texto para responder a questão abaixo.

“Quando eu tinha mais ou menos uma semana de idade, eu me lembro de estar enrolada em um cobertor rosa de algodão”, conta Rebecca Sharrock. Considerando que a memória da maioria das pessoas não é capaz de gravar acontecimentos anteriores aos quatro anos de idade, pode ser fácil pensar que a descrição de Sharrock seja um sonho nostálgico em vez de uma memória real. Mas a mulher australiana de 27 anos não tem uma memória comum – ela foi diagnosticada com uma síndrome rara chamada “Memória Autobiográfica Altamente Superior”, ou HSAM na sigla em inglês, também conhecida como Síndrome da Supermemória. Essa condição neurológica única significa que Sharrock consegue se lembrar de absolutamente tudo que ela fez em qualquer data.

Pessoas com essa síndrome podem se lembrar instantaneamente e sem esforço algum de qualquer coisa que fizeram, o que vestiram ou onde estavam em qualquer momento da vida. Elas podem se lembrar de notícias e acontecimentos pessoais com tantos detalhes e com uma exatidão tão perfeita que são comparáveis a uma gravação.

Por que algumas pessoas nascem com a supermemória? As pesquisas ainda estão em andamento, já que existem poucos indivíduos com a síndrome no mundo, e a área ainda é relativamente nova. Mas alguns estudos indicam que o lobo temporal (que ajuda no processamento de memória) é maior nos cérebros das pessoas com HSAM.

Ter uma supermemória significa que as memórias são gravadas em detalhes vívidos, o que é fascinante em termos científicos, mas pode ser uma praga para quem tem a síndrome. Algumas pessoas com HSAM dizem que suas memórias são muito organizadas, mas Sharrock descreve seu cérebro como “entupido” e diz que reviver memórias lhe dá dor de cabeça e insônia. Apesar disso, ela aprendeu a tentar usar memórias positivas para superar as negativas: “No começo de todo mês, eu escolho todas as melhores memórias que tive naquele mês em outros anos”. Reviver acontecimentos positivos facilita na hora de lidar com as “memórias invasivas” que a fazem se sentir mal.

(Sarah Keating, BBC. 17.11.2017. www.bbc.com. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta, entre colchetes, um sinônimo para o vocábulo em destaque:
 

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815727 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Dois Córregos-SP
Leia o texto para responder a questão abaixo.
Ei, você aí. Se fosse possível apagar da sua memória o que lhe causa dor, você apagaria? Seria perfeito, pois manteríamos tudo de bom e esqueceríamos completamente o ruim.
Mas não, não seria perfeito. E sabe por quê? Porque precisamos das perdas para valorizar os ganhos, o bom precisa do ruim para ser compreendido e vice-versa. Simples assim. Só que geralmente nos agarramos às derrotas e não enxergamos as conquistas. Escondemos as recordações bonitas lá no fundo da gaveta, enquanto carregamos as mágoas agarradas pela mão, para cima e para baixo.
É possível, sim, seguir adiante sem tanta culpa pelo erro e sem o medo de falhar novamente, a partir do momento em que entendemos que as quedas são necessárias para que nos tornemos pessoas mais completas, aptas a resolver problemas e encontrar saídas. Então, passamos a enxergar a dor como um mal necessário. Inclusive, é ela que, muitas vezes, nos tira da inércia e nos impulsiona a reagir.
Usemos as decepções a nosso favor para que nos tornemos grandiosos diante da vida, aptos a receber o que nos mandam e transformar tudo o que vier em aprendizado. É impossível esquecer as tristezas, mas que elas não sejam lembradas a todo instante.
(Karen Curi. Revista Bula. www.revistabula.com. Adaptado)
No contexto do segundo parágrafo, a expressão fundo da gaveta remete
 

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815726 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Dois Córregos-SP

Leia a tira.

enunciado 815726-1

Armandinho atribui ao vocábulo responsável o sentido de
 

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815725 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Dois Córregos-SP

Leia o texto para responder a questão abaixo.

“Quando eu tinha mais ou menos uma semana de idade, eu me lembro de estar enrolada em um cobertor rosa de algodão”, conta Rebecca Sharrock. Considerando que a memória da maioria das pessoas não é capaz de gravar acontecimentos anteriores aos quatro anos de idade, pode ser fácil pensar que a descrição de Sharrock seja um sonho nostálgico em vez de uma memória real. Mas a mulher australiana de 27 anos não tem uma memória comum – ela foi diagnosticada com uma síndrome rara chamada “Memória Autobiográfica Altamente Superior”, ou HSAM na sigla em inglês, também conhecida como Síndrome da Supermemória. Essa condição neurológica única significa que Sharrock consegue se lembrar de absolutamente tudo que ela fez em qualquer data.

Pessoas com essa síndrome podem se lembrar instantaneamente e sem esforço algum de qualquer coisa que fizeram, o que vestiram ou onde estavam em qualquer momento da vida. Elas podem se lembrar de notícias e acontecimentos pessoais com tantos detalhes e com uma exatidão tão perfeita que são comparáveis a uma gravação.

Por que algumas pessoas nascem com a supermemória? As pesquisas ainda estão em andamento, já que existem poucos indivíduos com a síndrome no mundo, e a área ainda é relativamente nova. Mas alguns estudos indicam que o lobo temporal (que ajuda no processamento de memória) é maior nos cérebros das pessoas com HSAM.

Ter uma supermemória significa que as memórias são gravadas em detalhes vívidos, o que é fascinante em termos científicos, mas pode ser uma praga para quem tem a síndrome. Algumas pessoas com HSAM dizem que suas memórias são muito organizadas, mas Sharrock descreve seu cérebro como “entupido” e diz que reviver memórias lhe dá dor de cabeça e insônia. Apesar disso, ela aprendeu a tentar usar memórias positivas para superar as negativas: “No começo de todo mês, eu escolho todas as melhores memórias que tive naquele mês em outros anos”. Reviver acontecimentos positivos facilita na hora de lidar com as “memórias invasivas” que a fazem se sentir mal.

(Sarah Keating, BBC. 17.11.2017. www.bbc.com. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a segunda parte da frase expressa, com relação à primeira, uma consequência.
 

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815724 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Dois Córregos-SP

Leia o texto para responder a questão abaixo.

“Quando eu tinha mais ou menos uma semana de idade, eu me lembro de estar enrolada em um cobertor rosa de algodão”, conta Rebecca Sharrock. Considerando que a memória da maioria das pessoas não é capaz de gravar acontecimentos anteriores aos quatro anos de idade, pode ser fácil pensar que a descrição de Sharrock seja um sonho nostálgico em vez de uma memória real. Mas a mulher australiana de 27 anos não tem uma memória comum – ela foi diagnosticada com uma síndrome rara chamada “Memória Autobiográfica Altamente Superior”, ou HSAM na sigla em inglês, também conhecida como Síndrome da Supermemória. Essa condição neurológica única significa que Sharrock consegue se lembrar de absolutamente tudo que ela fez em qualquer data.

Pessoas com essa síndrome podem se lembrar instantaneamente e sem esforço algum de qualquer coisa que fizeram, o que vestiram ou onde estavam em qualquer momento da vida. Elas podem se lembrar de notícias e acontecimentos pessoais com tantos detalhes e com uma exatidão tão perfeita que são comparáveis a uma gravação.

Por que algumas pessoas nascem com a supermemória? As pesquisas ainda estão em andamento, já que existem poucos indivíduos com a síndrome no mundo, e a área ainda é relativamente nova. Mas alguns estudos indicam que o lobo temporal (que ajuda no processamento de memória) é maior nos cérebros das pessoas com HSAM.

Ter uma supermemória significa que as memórias são gravadas em detalhes vívidos, o que é fascinante em termos científicos, mas pode ser uma praga para quem tem a síndrome. Algumas pessoas com HSAM dizem que suas memórias são muito organizadas, mas Sharrock descreve seu cérebro como “entupido” e diz que reviver memórias lhe dá dor de cabeça e insônia. Apesar disso, ela aprendeu a tentar usar memórias positivas para superar as negativas: “No começo de todo mês, eu escolho todas as melhores memórias que tive naquele mês em outros anos”. Reviver acontecimentos positivos facilita na hora de lidar com as “memórias invasivas” que a fazem se sentir mal.

(Sarah Keating, BBC. 17.11.2017. www.bbc.com. Adaptado)

A partir do último parágrafo, conclui-se que Sharrock
 

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