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Foram encontradas 20 questões.

Compõe a lista de elementos culturais de Farias Brito:

 

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Os tropeiros foram figuras decisivas na formação de vilarejos e cidades do Brasil colonial. A palavra tropeiro vem de "tropa" que, no passado, se referia ao conjunto de homens que transportava gado e mercadoria. Juazeiro do Norte é um exemplo de cidade formada por tropeiros e que, depois, teve seu crescimento baseado na emblemática figura do Padre Cícero. O lugar que tem ligação direta com essa história é:

 

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O artesanato traz as marcas de cada cultura e, desse modo, atesta a ligação do homem com o meio social em que vive. Os artefatos são produzidos manualmente e costumam revelar uma integração entre homem e meio ambiente, identificável no tipo de matéria-prima utilizada. O artesanato mais comum em Farias Brito é:

 

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O cinema brasileiro vem aos poucos conquistando espaço e reconhecimento internacional. Cidade de Deus e Tropa de Elite são representações desta nova era. O enfoque destes filmes é sobre quais aspectos da realidade brasileira:
 

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O termo utilizado para identificar atitudes semelhantes às que estão expressas no quadro é:
Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)?
 

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1208916 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Câm. Farias Brito-CE
O mundo virtual! - Crônica de Cearánews.
Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante.
O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou não.
Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas.
Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum ponto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual.
Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on-line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm auxílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais.
Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova formação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?
Ainda sobre o texto, podemos dizer:
 

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1208915 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Câm. Farias Brito-CE

O mundo virtual! - Crônica de Cearánews.

Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante.

O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou não.

Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas.

Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum ponto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual.

Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on-line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm auxílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais.

Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova formação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?

Observe o fragmento, em seguida marque a opção em que aparece a mesma utilização do uso da vírgula:

Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas.

 

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1208914 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Câm. Farias Brito-CE
O mundo virtual! - Crônica de Cearánews.
Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante.
O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou não.
Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas.
Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum ponto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual.
Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on-line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm auxílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais.
Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova formação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?
Uma leitura integral do texto nos permite inferir que:
I – O texto fala sobre as transformações ocorridas na contemporaneidade e permite uma reflexão sobre a invasão do espaço virtual na vida das pessoas.
II – Trata-se de uma apologia ao mundo virtual e apresenta a necessidade de se ensinar a nova geração a “navegar”.
III – reflete sobre a facilidade e vantagens que a internet tem de aproximar as pessoas, da possibilidade de cada um contar sua própria história e da quantidade de relevantes e salutares informações disponíveis.
 

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1208913 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Câm. Farias Brito-CE
O mundo virtual! - Crônica de Cearánews.
Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante.
O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou não.
Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas.
Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum ponto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual.
Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on-line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm auxílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais.
Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova formação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?
Quando o autor diz que o mundo virtual tem “Histórias e histórias”, afirma:
 

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1208912 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Câm. Farias Brito-CE
O mundo virtual! - Crônica de Cearánews.
Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante.
O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou não.
Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas.
Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum ponto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual.
Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on-line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm auxílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais.
Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova formação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?
A palavra que substitui o termo em destaque sem alterar o sentido da frase abaixo, é:
Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas.
 

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