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Foram encontradas 135 questões.

2535306 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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Certo comerciante aumenta o preço de um fogão cujo valor é R$ 600,00 para, em seguida, anunciá-lo com desconto de 20% e obter os mesmos R$ 600,00 na venda. Para que isso aconteça, o aumento percentual do preço deverá ser de
 

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2535305 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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João dispõe de alguma quantia, em reais, para passar 15 dias no litoral. Se João resolver ficar 20 dias, em vez dos quinze previstos, o seu gasto médio diário será reduzido de
 

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2535304 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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O estádio “Chuta a bola”, em Inimutaba, tem capacidade para 20.000 torcedores em seu total. Sabe-se que somente um quinto da capacidade total do estádio é reservado para a torcida visitante. No jogo entre Inimutaba e Villa de Lourdes, somente dois quintos da área de torcida visitante foi preenchida. Quantos torcedores do Villa de Lourdes vieram ao jogo?
 

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2535303 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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Leia o texto a seguir:
O nadador norte-americano Michael Phelps aumentou sua coleção de medalhas nesta Olimpíada ao ganhar cinco ouros e uma prata. Com o feito, vai aumentar também o valor da despesa com impostos nos Estados Unidos.
Segundo artigo publicado no site Inc.com por Steve Mendelsohn, diretor da plataforma de informações tributárias Checkpoint da Thomson Reuters, atletas de elite "que valem milhões" como Phelps estão na faixa tributária superior, de 39,5%.
[...] cada atleta olímpico dos Estados Unidos recebe um prêmio de US$ 25 mil (R$ 80 mil) por medalha de ouro, US$ 15 mil (R$ 48 mil) por prata e US$ 10 mil (R$ 32 mil) por bronze [...].
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/
De acordo com as informações acima, ao conquistar 5 medalhas de ouro e 1 de prata, Phelps deverá pagar, em tributos, a quantia de
 

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2531613 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
A GENTE É VELHO...
Rubem Alves
A gente é velho quando, para descer uma escada, segura firme no corrimão. E os olhos olham para baixo para medir o tamanho dos degraus e a posição dos pés.
Quando eu era moço, não era assim. Não segurava no corrimão e não media degraus e pés. Descia os dois lances de escada do sobrado do meu avô com a mesma fúria com que um pianista toca o prelúdio 16, de Chopin. Ele, pianista, não pensa. Se pensasse, não conseguiria tocar, porque o pensamento não consegue seguir a velocidade das notas. Toca porque seus dedos sabem sem que a cabeça saiba. O pianista se abandona ao saber do corpo. Assim descia eu as escadas do sobradão do meu avô. Mas no dia em que o pé começou a tropeçar, a cabeça compreendeu que eles, os pés, já não sabiam como sabiam antes. Agora é preciso o corrimão. Depois virão as bengalas, corrimões portáteis que se leva por onde se vai.
A gente é velho quando, no restaurante, é preciso cuidado ao se levantar. Moço, as pernas sabem medir as distâncias que há debaixo da mesa. Mas, agora, é preciso olhar para medir a distância que há entre o pé da mesa e o bico do sapato. Há sempre o perigo de que o bico do sapato esbarre no pé da mesa e o pé da mesa lhe dê uma rasteira, você se estatelando no chão. Quando se é velho, até uma pequena queda pode se transformar em catástrofe. Há sempre o perigo de uma fratura.
A gente é velho quando é objeto de humilhações bondosas. Como aquela que aconteceu comigo 25 anos atrás. O metrô estava cheio. Jovem, segureime num balaústre. Notei então que uma jovem de uns 25 anos me olhava com um olhar amoroso. Olhei para ela. E houve um momento de suspensão romântica. Minha cabeça e meu coração se alegraram. Até o momento em que ela se levantou com um sorriso e me ofereceu o seu lugar. Foi um gesto de bondade.
Com o seu gesto ela me dizia: "O senhor me traz memórias ternas do meu avô..."
A gente é velho quando entra no box do chuveiro com passos medrosos e cuidadosos. Há sempre o perigo de um escorregão. Por via das dúvidas, mandei instalar no box da minha casa uma daquelas barras metálicas horizontais que funcionam como corrimão.
A gente é velho quando começa a ter medo dos tapetes. Os tapetes são perigosos de duas maneiras. Há os pequenos tapetes de fundo liso, que escorregam. E há os grandes tapetes que ficam com as pontas levantadas e que fazem ondas. O pé dos velhos movimenta-se no arrasto e tropeça na ponta levantada do tapete ou na armadilha da onda.
A gente é velho quando começa a ter medo dos fotógrafos. Fugir das fotos de perfil porque nelas as barbelas de nelore aparecem. Nelore é um boi branco. Os pastos estão cheios deles, vivos, e as mesas também, sob o disfarce de bifes. E eles têm uma papada balançante, as barbelas, que vai da ponta do queixo (boi tem queixo?) até o peito. Velhice é quando as barbelas de nelore começam a aparecer. Aí vem a humilhação conclusiva. Prontas as fotos, eles nos mostram e dizem: "Como você está bem!"
A gente é velho quando, tendo de subir ao palco para dar uma palestra, tem sempre uma jovem simpática que nos oferece a mão, temendo que a gente se desequilibre e caia. A gente aceita o oferecimento com um sorriso. Nunca se sabe...
A gente é velho quando perde a vergonha e se desnuda fazendo as confissões que acabei de fazer...
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3010200704.htm Acesso em: 27 ago. 2016
A expressão para mim foi empregada corretamente, EXCETO em:
 

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2531598 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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TEXTO 02
Leia o texto abaixo:
Um mendigo se aproxima de uma senhora cheia de sacolas de compras que ia andando na rua e fala:
— Madame, eu estou sem comer há 4 dias.
E a madame:
— Meu Deus! Eu gostaria de ter sua força de vontade!
Disponível em: http://www.elevanews.com.br/hora-da-piada-mendigo-faminto. Acesso: agosto 2016
Em: “— Meu Deus! Eu gostaria de ter sua força de vontade!”, o verbo destacado está flexionado no:
 

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2531370 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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Gastei a metade do dinheiro que tinha em um jantar. Do que restou, gastei um terço com táxi e, do que restou, deixei um quarto sobre minha mesa e deixei os R$ 36,00 restantes em minha carteira. Sendo assim, quanto gastei com o meu jantar?
 

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2531352 Ano: 2016
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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No que tocante à Despesa Pública, é CORRETO afirmar:
 

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2531097 Ano: 2016
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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Os primeiros socorros devem ser iniciados na seguinte sequência:
 

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2531003 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
A GENTE É VELHO...
Rubem Alves
A gente é velho quando, para descer uma escada, segura firme no corrimão. E os olhos olham para baixo para medir o tamanho dos degraus e a posição dos pés.
Quando eu era moço, não era assim. Não segurava no corrimão e não media degraus e pés. Descia os dois lances de escada do sobrado do meu avô com a mesma fúria com que um pianista toca o prelúdio 16, de Chopin. Ele, pianista, não pensa. Se pensasse, não conseguiria tocar, porque o pensamento não consegue seguir a velocidade das notas. Toca porque seus dedos sabem sem que a cabeça saiba. O pianista se abandona ao saber do corpo. Assim descia eu as escadas do sobradão do meu avô. Mas no dia em que o pé começou a tropeçar, a cabeça compreendeu que eles, os pés, já não sabiam como sabiam antes. Agora é preciso o corrimão. Depois virão as bengalas, corrimões portáteis que se leva por onde se vai.
A gente é velho quando, no restaurante, é preciso cuidado ao se levantar. Moço, as pernas sabem medir as distâncias que há debaixo da mesa. Mas, agora, é preciso olhar para medir a distância que há entre o pé da mesa e o bico do sapato. Há sempre o perigo de que o bico do sapato esbarre no pé da mesa e o pé da mesa lhe dê uma rasteira, você se estatelando no chão. Quando se é velho, até uma pequena queda pode se transformar em catástrofe. Há sempre o perigo de uma fratura.
A gente é velho quando é objeto de humilhações bondosas. Como aquela que aconteceu comigo 25 anos atrás. O metrô estava cheio. Jovem, segureime num balaústre. Notei então que uma jovem de uns 25 anos me olhava com um olhar amoroso. Olhei para ela. E houve um momento de suspensão romântica. Minha cabeça e meu coração se alegraram. Até o momento em que ela se levantou com um sorriso e me ofereceu o seu lugar. Foi um gesto de bondade.
Com o seu gesto ela me dizia: "O senhor me traz memórias ternas do meu avô..."
A gente é velho quando entra no box do chuveiro com passos medrosos e cuidadosos. Há sempre o perigo de um escorregão. Por via das dúvidas, mandei instalar no box da minha casa uma daquelas barras metálicas horizontais que funcionam como corrimão.
A gente é velho quando começa a ter medo dos tapetes. Os tapetes são perigosos de duas maneiras. Há os pequenos tapetes de fundo liso, que escorregam. E há os grandes tapetes que ficam com as pontas levantadas e que fazem ondas. O pé dos velhos movimenta-se no arrasto e tropeça na ponta levantada do tapete ou na armadilha da onda.
A gente é velho quando começa a ter medo dos fotógrafos. Fugir das fotos de perfil porque nelas as barbelas de nelore aparecem. Nelore é um boi branco. Os pastos estão cheios deles, vivos, e as mesas também, sob o disfarce de bifes. E eles têm uma papada balançante, as barbelas, que vai da ponta do queixo (boi tem queixo?) até o peito. Velhice é quando as barbelas de nelore começam a aparecer. Aí vem a humilhação conclusiva. Prontas as fotos, eles nos mostram e dizem: "Como você está bem!"
A gente é velho quando, tendo de subir ao palco para dar uma palestra, tem sempre uma jovem simpática que nos oferece a mão, temendo que a gente se desequilibre e caia. A gente aceita o oferecimento com um sorriso. Nunca se sabe...
A gente é velho quando perde a vergonha e se desnuda fazendo as confissões que acabei de fazer...
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3010200704.htm Acesso em: 27 ago. 2016
A vírgula está empregada corretamente, EXCETO em:
 

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