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Foram encontradas 50 questões.

2204715 Ano: 2017
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Assinale a alternativa correta em relação às medidas de segurança cabíveis quanto ao acesso de veículos em locais vigiados.

 

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2204711 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Paulo Leminski foi reconhecidamente um dos maiores poetas brasileiros e uma das mais conhecidas personagens da história literária de Curitiba e do Paraná. Considerando o exposto, são poesias de Leminski, EXCETO
 

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2204695 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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O Estado do Paraná tem cinco tipos principais de formação vegetal, sendo um deles aquele em que ocorre a predominância da árvore símbolo do Paraná e que é denominado
 

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2204678 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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A Relação dos Municípios, segundo as Regiões Geográficas do Paraná do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social de 2012, situa o Município de Maringá na região geográfica do

 

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2204675 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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As modificações urbanas propostas para a cidade de Maringá, que visavam alterar o uso e a ocupação da área da estação ferroviária e seu pátio de manobras, elaboradas por Oscar Niemeyer, em 1985, foram denominadas, originalmente, projeto

 

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2204656 Ano: 2017
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Existem critérios internacionalmente aceitos no que se refere à abordagem para prestar primeiros socorros a uma vítima. Nesse sentido, as principais etapas são:
 

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2204629 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Sobre o processo de formação territorial do Paraná, assinale a alternativa correta.

 

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2204627 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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SABER E SOFRER
Dizer que o conhecimento faz sofrer tornou-se habitual. O sofrimento foi ligado à filosofia e à literatura a ponto de que não podemos imaginar um filósofo, ou alguém com cara de sábio em meio a livros, pulando carnaval ou curtindo uma piscina. Isso é um mito. Os filósofos e os escritores são ainda hoje constantemente vistos como pessoas que sofrem por conhecerem a alma humana em sua profundidade inacessível aos demais. Não quer dizer que conheçam a alma, nem que haja nela uma profundidade inacessível. Isto é apenas possível. É, sobretudo, uma crença compartilhada e, como tal, organiza nossa visão de muitas coisas. Nunca saberemos se os filósofos antigos eram todos sofredores, nem se conheciam a alma humana. Sabemos apenas que deixaram seu testemunho, no qual confiamos e com os quais devemos discutir hoje para entender o nosso tempo.
Muitos dos pensadores contribuíram com esta imagem tratando o sofrimento como seu objeto de estudos, como Schopenhauer no século XIX. Outros fizeram de seu próprio sofrimento o objeto de suas filosofias, como Pascal no século XVII. Todos tentaram entender a relação entre conhecimento e sofrimento. Dos antigos, Aristóteles, por exemplo, usou um termo de Hipócrates, a melancolia, para explicar a relação do saber com o sofrimento. Tanto para o filósofo, quanto para o médico, a melancolia era um temperamento que explicava, inclusive, a inclinação intelectual de uma pessoa. Além de elucidar o pêndulo entre a loucura e genialidade que caracterizava alguns indivíduos.
Os mais interessantes, porém, são alguns dos padres filósofos da Idade Média que falavam de um certo “demônio do meio dia” que assolava os monges como um fantasma obsedante. Antes dos filósofos perderem a crença em entidades sobrenaturais devido ao longo processo de secularização que levou ao modo de se viver no ocidente sempre a crer em ciência e tecnologia, o dito demônio era considerado a causa da dispersão na leitura, da insatisfação no convívio dentro do mosteiro, do rancor, do torpor, da vontade de morrer, das fantasias de catástrofe, da preguiça, da indolência, e também da culpa por viver no mesmo lugar sem capacidade de agir e ajudar os outros, ao mesmo tempo que responsável por uma crítica geral a tudo, a todos que o cercavam em sua experiência monacal. Era o misto de maldade com desespero, de amor com ódio, de autocrítica com crítica dos outros que caracterizava o quadro melancólico que tanto fazia com que o monge se sentisse um inútil, quanto fazia com que ele se tornasse um escritor, um artista envolvido em ilustrar os livros, um filósofo em busca das verdades próximas ou distantes.
[...]
CONHECER PARA QUÊ?
Que pensar nos faz sofrer pode até ser verdade. Tanto quanto pode ser verdade que pensar pode ser um prazer imenso. Quem se ocupa em conhecer a si mesmo e ao mundo sabe que fará a experiência de prazer e desprazer nesta viagem. Os gregos tinham a ideia do phármakon, remédio e veneno ao mesmo tempo, para explicar a dialética da vida. Ela se aplica ao conhecimento. Podemos sofrer com ele e, do mesmo modo, alegrarmonos.
A melancolia antiga é ancestral direta da nossa depressão. O excesso de depressão nos dias de hoje não deixa de ter relação com a sociedade do conhecimento e da informação em que vivemos. Queremos resolver tudo pelo conhecimento, mas esquecemos de pensar que o conhecimento é uma saída que deve servir a algo mais do que o mero progresso da ciência. O conhecimento como potencial de saída da infelicidade, mesmo que tenha nascido dela. Se alguém busca conhecer a si é porque deve pretender com isso ser feliz. Ser feliz é mais ético e mais bonito do que apenas buscar a si mesmo como uma verdade absoluta. Sobre esta verdade de si ninguém tem garantia. A verdade não deve ser uma ilusão da resposta, mas a busca.
Adaptado de TIBURI, M. Disponível em: http://www.marciatiburi.com.br/textos/saberesofrer.htm. Acesso em 21 jun. 2017.
Em “O conhecimento como potencial de saída da infelicidade, mesmo que tenha nascido dela.”, a expressão destacada exprime o valor semântico de
 

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2204624 Ano: 2017
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Os primeiros socorros têm por finalidade:
 

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2204621 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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SABER E SOFRER
Dizer que o conhecimento faz sofrer tornou-se habitual. O sofrimento foi ligado à filosofia e à literatura a ponto de que não podemos imaginar um filósofo, ou alguém com cara de sábio em meio a livros, pulando carnaval ou curtindo uma piscina. Isso é um mito. Os filósofos e os escritores são ainda hoje constantemente vistos como pessoas que sofrem por conhecerem a alma humana em sua profundidade inacessível aos demais. Não quer dizer que conheçam a alma, nem que haja nela uma profundidade inacessível. Isto é apenas possível. É, sobretudo, uma crença compartilhada e, como tal, organiza nossa visão de muitas coisas. Nunca saberemos se os filósofos antigos eram todos sofredores, nem se conheciam a alma humana. Sabemos apenas que deixaram seu testemunho, no qual confiamos e com os quais devemos discutir hoje para entender o nosso tempo.
Muitos dos pensadores contribuíram com esta imagem tratando o sofrimento como seu objeto de estudos, como Schopenhauer no século XIX. Outros fizeram de seu próprio sofrimento o objeto de suas filosofias, como Pascal no século XVII. Todos tentaram entender a relação entre conhecimento e sofrimento. Dos antigos, Aristóteles, por exemplo, usou um termo de Hipócrates, a melancolia, para explicar a relação do saber com o sofrimento. Tanto para o filósofo, quanto para o médico, a melancolia era um temperamento que explicava, inclusive, a inclinação intelectual de uma pessoa. Além de elucidar o pêndulo entre a loucura e genialidade que caracterizava alguns indivíduos.
Os mais interessantes, porém, são alguns dos padres filósofos da Idade Média que falavam de um certo “demônio do meio dia” que assolava os monges como um fantasma obsedante. Antes dos filósofos perderem a crença em entidades sobrenaturais devido ao longo processo de secularização que levou ao modo de se viver no ocidente sempre a crer em ciência e tecnologia, o dito demônio era considerado a causa da dispersão na leitura, da insatisfação no convívio dentro do mosteiro, do rancor, do torpor, da vontade de morrer, das fantasias de catástrofe, da preguiça, da indolência, e também da culpa por viver no mesmo lugar sem capacidade de agir e ajudar os outros, ao mesmo tempo que responsável por uma crítica geral a tudo, a todos que o cercavam em sua experiência monacal. Era o misto de maldade com desespero, de amor com ódio, de autocrítica com crítica dos outros que caracterizava o quadro melancólico que tanto fazia com que o monge se sentisse um inútil, quanto fazia com que ele se tornasse um escritor, um artista envolvido em ilustrar os livros, um filósofo em busca das verdades próximas ou distantes.
[...]
CONHECER PARA QUÊ?
Que pensar nos faz sofrer pode até ser verdade. Tanto quanto pode ser verdade que pensar pode ser um prazer imenso. Quem se ocupa em conhecer a si mesmo e ao mundo sabe que fará a experiência de prazer e desprazer nesta viagem. Os gregos tinham a ideia do phármakon, remédio e veneno ao mesmo tempo, para explicar a dialética da vida. Ela se aplica ao conhecimento. Podemos sofrer com ele e, do mesmo modo, alegrarmonos.
A melancolia antiga é ancestral direta da nossa depressão. O excesso de depressão nos dias de hoje não deixa de ter relação com a sociedade do conhecimento e da informação em que vivemos. Queremos resolver tudo pelo conhecimento, mas esquecemos de pensar que o conhecimento é uma saída que deve servir a algo mais do que o mero progresso da ciência. O conhecimento como potencial de saída da infelicidade, mesmo que tenha nascido dela. Se alguém busca conhecer a si é porque deve pretender com isso ser feliz. Ser feliz é mais ético e mais bonito do que apenas buscar a si mesmo como uma verdade absoluta. Sobre esta verdade de si ninguém tem garantia. A verdade não deve ser uma ilusão da resposta, mas a busca.
Adaptado de TIBURI, M. Disponível em: http://www.marciatiburi.com.br/textos/saberesofrer.htm. Acesso em 21 jun. 2017.
Em “Os mais interessantes, porém, são alguns dos padres filósofos da Idade Média que falavam de um certo ‘demônio do meio dia’ que assolava os monges como um fantasma obsedante.”, a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
 

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