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Foram encontradas 30 questões.

1085793 Ano: 2012
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

Seu Manoel deverá limpar corredores, salas e o pátio de seu local de trabalho. Faz parte de sua rotina, portanto, escolher os produtos mais adequados dentre os materiais disponíveis no almoxarifado. Assinale a alternativa correta em relação aos procedimentos do Seu Manuel.

 

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1084796 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

Dois irmãos, João e Paulo, resolveram economizar parte de suas mesadas para comprar um videogame. João está guardando R$ 20,00 por mês e Paulo R$ 16,00. No próximo mês João economizará R$ 30,00. Assim, para manter a mesma proporção entre as economias dos meses anteriores é correto afirmar que, no próximo mês, Paulo deverá economizar

 

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1039767 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

Dois pintores devem pintar uma casa que possui 400 de parede a serem pintadas. Até este momento um dos pintores pintou 30% do total e o outro pintou 45% do total. Assim, é correto afirmar que faltam ser pintados

 

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1016569 Ano: 2012
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

Ao utilizar equipamentos elétricos tento a segurança como prioridade, é correto afirmar que

 

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1016568 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha.
Era uma galinha como as outras.
Um dia a galinha botou um ovo de ouro.
O homem ficou contente. Chamou a mulher:
- Olha o ovo que a galinha botou.
A mulher ficou contente:
- Vamos ficar ricos!
E a mulher começou a tratar bem da galinha.
Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha.
Dava pão-de-ló, dava até sorvete.
E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo todo com a galinha?
Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!
Vai que a mulher falou:
- É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!
O marido não quis conversa:
- Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.
Aí a mulher disse:
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim! – o marido respondeu.
A mulher todos os dias dava farelo à galinha.
E a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim. – respondeu o marido.
Aí a mulher começou a dar milho pra galinha.
E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo de dar milho pra galinha?
Ela que cate o de-comer no quintal!
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim – o marido falou.
E a mulher soltou a galinha no quintal.
Ela catava sozinha a comida dela.
Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Um dia a galinha encontrou o portão aberto.
Foi embora e não voltou mais.
Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

Ruth Rocha. Enquanto o mundo pega fogo, 2. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984. p.14.

Sobre a passagem “portão aberto”, pode-se afirmar:

 

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1011502 Ano: 2012
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

Com relação aos produtos de limpeza, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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965951 Ano: 2012
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

Seu Manoel é servente, recém-contratado pela Prefeitura de Maripá, quando foi trabalhar entregaram-lhe, na recepção, dentre outros materiais um par de luvas de couro, um par de luvas de borracha, óculos e máscaras. Sobre esses equipamentos, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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920631 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha.
Era uma galinha como as outras.
Um dia a galinha botou um ovo de ouro.
O homem ficou contente. Chamou a mulher:
- Olha o ovo que a galinha botou.
A mulher ficou contente:
- Vamos ficar ricos!
E a mulher começou a tratar bem da galinha.
Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha.
Dava pão-de-ló, dava até sorvete.
E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo todo com a galinha?
Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!
Vai que a mulher falou:
- É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!
O marido não quis conversa:
- Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.
Aí a mulher disse:
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim! – o marido respondeu.
A mulher todos os dias dava farelo à galinha.
E a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim. – respondeu o marido.
Aí a mulher começou a dar milho pra galinha.
E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo de dar milho pra galinha?
Ela que cate o de-comer no quintal!
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim – o marido falou.
E a mulher soltou a galinha no quintal.
Ela catava sozinha a comida dela.
Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Um dia a galinha encontrou o portão aberto.
Foi embora e não voltou mais.
Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

Ruth Rocha. Enquanto o mundo pega fogo, 2. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984. p.14.

O texto parece ter sido escrito para o público infantil. São provas disso:

I. A presença acentuada de frases curtas;

II. O uso reiterado de palavras repetidas;

III. O fato de ser um texto narrativo (uma historinha);

IV. A utilização de uma personagem animal;

V. O emprego de termos no sentido figurado;

VI. O recurso a termos coloquiais, como pra, aí, a repetição do e ...

VII. A recorrência de termos de uso corrente e fácil;

VIII. A ambientação do texto num cenário conhecido;

IX. O uso de um texto conhecido e bastante difundido;

X. A sequência lógica cronológica dos acontecimentos.

 

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920584 Ano: 2012
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

José pretende comprar um livro e pagar à vista. Ele pesquisou em uma loja próxima a sua casa e encontrou o livro por R$ 30,00 e, se pagar à vista, ele terá um desconto de 10%. José também pesquisou na internet e encontrou o mesmo livro por R$ 20,00, com um desconto de 5% para pagamento à vista, mas ele terá que pagar R$ 9,00 de taxa de entrega. Com base nestas informações é correto afirmar que

 

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920378 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha.
Era uma galinha como as outras.
Um dia a galinha botou um ovo de ouro.
O homem ficou contente. Chamou a mulher:
- Olha o ovo que a galinha botou.
A mulher ficou contente:
- Vamos ficar ricos!
E a mulher começou a tratar bem da galinha.
Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha.
Dava pão-de-ló, dava até sorvete.
E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo todo com a galinha?
Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!
Vai que a mulher falou:
- É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!
O marido não quis conversa:
- Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.
Aí a mulher disse:
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim! – o marido respondeu.
A mulher todos os dias dava farelo à galinha.
E a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim. – respondeu o marido.
Aí a mulher começou a dar milho pra galinha.
E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo de dar milho pra galinha?
Ela que cate o de-comer no quintal!
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim – o marido falou.
E a mulher soltou a galinha no quintal.
Ela catava sozinha a comida dela.
Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Um dia a galinha encontrou o portão aberto.
Foi embora e não voltou mais.
Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

Ruth Rocha. Enquanto o mundo pega fogo, 2. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984. p.14.

Sobre o texto como um todo, é possível afirmar:

 

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