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Foram encontradas 40 questões.

1615698 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
Voo solo
O inferno são os outros! A conhecida frase de Jean-Paul Sartre agora dá sentido a um fenômeno de massa. Se o inferno são os outros, então nossos contemporâneos parecem estar se movimentando para fugir das catacumbas sulfurosas. Segundo Eric Klinenberg, professor de Sociologia da Universidade de Nova York e autor do livro Going Solo: The extraordinary rise and surprising appeal of living alone (editora Penguin), cada vez mais pessoas optam por viver sozinhas.
O autor carrega nas tintas, embalado por um mercado editorial viciado em títulos de impacto, argumentos surpreendentes e fatos irrefutáveis, mas o livro tem méritos. Segundo Klinenberg, estamos presenciando uma inflexão histórica. Cultivamos, durante milênios, uma repulsa existencial e filosófica à solidão. “O homem que vive isolado, que é incapaz de partilhar os benefícios da associação política ou não precisa partilhar porque já é autossuficiente, não faz parte da pólis, e deve, portanto, ser ou uma besta ou um deus”, escreveu Aristóteles (apud Klinenberg).
As sociedades humanas se estruturaram em torno do desejo fundamental de os indivíduos viverem na companhia uns dos outros. O isolamento é frequentemente associado à punição. Uma criança mal comportada é separada de seus pares e colocada sozinha. Um prisioneiro malcomportado é trancafiado na solitária.
Entretanto, segundo Klinenberg, tudo isso está mudando. Nas últimas décadas, houve um aumento expressivo do número de homens e mulheres que passaram a viver voluntariamente sozinhos. O fenômeno é consequência do desenvolvimento econômico, que permite maior autonomia; da superação da lógica econômica do casamento, que dá maior liberdade às pessoas para buscar arranjos alternativos; da urbanização, que adensa as comunidades humanas; e da evolução das tecnologias de informação e de comunicação, que facilitam a interação entre as pessoas. Resultado: estamos casando mais tarde, prolongando o período entre o divórcio e o novo casamento, ou evitando um novo casamento, e escapando o quanto possível da possibilidade de viver com outra pessoa. É o novo solteirismo!
Nas grandes cidades norte-americanas, 40% das moradias têm um único ocupante. Em Washington e Manhattan, casos extremos, são 50%. E o fenômeno não se restringe aos Estados Unidos. Paris apresenta números superiores a 50% e, em Estocolmo, a taxa chega a 60%. China, Índia e Brasil, países em desenvolvimento, caminham no mesmo sentido.
Viver sozinho deixou de ser fonte de medo e causa de isolamento social. As vantagens são notáveis: controle sobre a própria vida, liberdade de ação e melhores condições para perseguir atividades voltadas para a autorrealização. No imaginário social, vai surgindo um novo modelo ideal: o neossolteiro, um ou uma profissional de sucesso, socialmente atuante e mestre de sua existência.
O fenômeno do novo solteirismo relaciona-se a outro fenômeno, maior, de enfraquecimento dos vínculos e das relações, que se manifesta na vida social e na vida profissional. Richard Sennet registrou a tendência no livro A Corrosão do Caráter (editora Record), no fim da década de 1990. De fato, o comprometimento dos indivíduos com instituições e organizações vem se fragilizando há algumas décadas. Hoje, transitamos por inúmeros grupos, empresas e comunidades, porém estabelecemos relacionamentos apenas tênues e temporários.
Nas empresas, depois de seguidas ondas de reestruturações, enxugamentos e terceirizações, os empregos “para toda a vida” estão quase extintos. Paradoxalmente, empresários e executivos continuam esperando alto grau de envolvimento e comprometimento de seus funcionários, e frustram-se quando não os conseguem. Com a ajuda de asseclas de recursos humanos, tentam tapar o sol com a peneira, programando palestras motivacionais, abraçando árvores e promovendo interlúdios culturais. Pouco adianta.
As novas gerações representam para as empresas um considerável desafio: os mais jovens são individualistas, inquietos e despudoradamente ambiciosos. Saltam de galho em galho corporativo sem olhar para trás. Habitam redes fluidas, sejam elas comunidades reais ou virtuais. São impacientes com o presente e ansiosos pelo futuro.
Neste admirável mundo novo, perde espaço o que é estável e profundo, ganha espaço o que é efêmero e superficial. Afirmam os profetas do mundo plano que terão vantagens os mais dinâmicos, os mais extrovertidos, aqueles com mais iniciativa e sem medo de errar, aqueles capazes de usar diligentemente seu capital social em prol da própria marca. E os incomodados que se mudem… de planeta?
Fonte: cartacapital, 11 de abril de 2012.
O texto discute o fenômeno do novo solteirismo
 

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1614068 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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Considere os elementos dos quatro conjuntos a seguir.
I aves-marias; luso-brasileiros; pães-duro.
II porta-vozes; vice-presidentes; abaixo-assinados.
III decretos-lei; lugares-comuns; ares-condicionados.
IV salários-família; vice-reis; mesas-redonda.
No que diz respeito à norma padrão da língua portuguesa, estão grafados corretamente os conjuntos:
 

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1611455 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O fragmento de texto abaixo servirá de base para responder a questão.
[...] o revisor precisa estar sempre atento às transformações e adequações por que passa seu material de trabalho: o texto, que pode se apresentar em diversos gêneros, elaborados pelas mais diferentes pessoas e instituições, nas variadas áreas de conhecimento e de atuação, daí a necessidade de o revisor estar sintonizado com o mundo da escrita, de considerar sua função social e discursiva. A familiaridade com a escrita se faz necessária até mesmo nos discursos orais, como, por exemplo, anúncios publicitários, notícias e reportagens veiculados em rádios e telejornais, os quais, antes de serem expostos ao público, passam pelo processo de escritura. Isso mostra a necessidade de o revisor estar atento às peculiaridades e singularidades dos diversos gêneros discursivos que circulam nas diferentes atividades humanas.
Fonte: OLIVEIRA, Risoleide Rosa Freire de. Revisão de textos: da prática à teoria. Natal: EDUFRN, 2010, p. 138.
A partir do fragmento acima, é correto afirmar que
 

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1596509 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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Para responder a questão, considere o texto abaixo.
Câmara Municipal de Rio Seco
Av. Central, 1000, Centro, Rio Seco, Brasil
Ofício n° 21/2012-CMRS
Rio Seco, 16 de abril de 2012.
Exmo. Sr.
José Pedro Pereira
Líder do Partido dos Aliados
Assunto: Solicitação.
Magnânimo compatriota,
Dirijo-me ao nobre colega, nosso representante que muito tem favorecido o município de Rio Seco, através de proposições que enobrecem e elevam a auto-estima dos nossos concidadãos, além de amenizar as deficiências de infra-3 estrutura no nosso município, para solicitar que inclua no orçamento da União, de acordo com entendimento preestabelecido, proposição de emenda no valor de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais). Recurso a ser destinado à construção da ponte que visa interligar as zonas sul e norte da nossa querida cidade.
No aguardo das providências do senhor, que muito tem amparado nosso município e concretizado nossos pedidos, despeço-me augurando que este recurso possa ser efetivado, pois o heróico povo do nosso município necessita urgentemente de mais esse benefício. Concluo esta correspondência, enviando lembranças a sua digníssima esposa, Dona Adelaide, e a sua adorável filha, Dulce.
Até a vista,
Paulo Fortunato Dias de Góes
Presidente da Comissão de Solicitações da Câmara Municipal de Rio Seco
De acordo com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, de 1990, está corretamente grafada a palavra
 

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1554135 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O fragmento de texto abaixo servirá de base para responder a questão.
[...] o revisor precisa estar sempre atento às transformações e adequações por que passa seu material de trabalho: o texto, que pode se apresentar em diversos gêneros, elaborados pelas mais diferentes pessoas e instituições, nas variadas áreas de conhecimento e de atuação, daí a necessidade de o revisor estar sintonizado com o mundo da escrita, de considerar sua função social e discursiva. A familiaridade com a escrita se faz necessária até mesmo nos discursos orais, como, por exemplo, anúncios publicitários, notícias e reportagens veiculados em rádios e telejornais, os quais, antes de serem expostos ao público, passam pelo processo de escritura. Isso mostra a necessidade de o revisor estar atento às peculiaridades e singularidades dos diversos gêneros discursivos que circulam nas diferentes atividades humanas.
Fonte: OLIVEIRA, Risoleide Rosa Freire de. Revisão de textos: da prática à teoria. Natal: EDUFRN, 2010, p. 138.
A palavra “sintonizado” refere-se à ideia de
 

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1547364 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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A questão terão como base cinco fragmentos a seguir, da Lei Orgânica de Mossoró, datada de 3 de abril de 1990.
Fragmento I
Art. 29 – A Câmara Municipal de Mossoró compõe-se de vereadores eleitos pelo sistema proporcional, como representantes do povo, com mandato de quatro anos.
Fragmento II
Art. 39 – Os Vereadores são invioláveis, no exercício do mandato e na circunscrição do Município, por suas opiniões, palavras e votos.
Fragmento III
Art. 44 - A Câmara reunir-se-á em sessão solene, no dia 1° de Janeiro, no primeiro ano da legislatura, para a posse de seus membros da Mesa.
Fragmento IV
Art. 55 – A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer Vereador, Comissão Permanente da Câmara, ao Prefeito e aos cidadãos, que a exercerão sob a forma de moção articulada, subscrita, no mínimo, por cinco por cento do total do número de eleitores do Município.
Fragmento V
Art. 62 – O Prefeito Municipal, em caso de calamidade pública, poderá adotar a medida provisória, com força de lei, para a abertura de crédito extraordinário, devendo submetê-la de imediato à Câmara Municipal, que estando em recesso, será convocada extraordinariamente para se reunir no prazo de cinco dias.
No contexto do Fragmento IV, as palavras sublinhadas significam, respectivamente:
 

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1539200 Ano: 2012
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, a redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações. É característica da redação oficial:
 

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1526945 Ano: 2012
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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Para responder a questão, considere o texto abaixo.
Câmara Municipal de Rio Seco
Av. Central, 1000, Centro, Rio Seco, Brasil
Ofício n° 21/2012-CMRS
Rio Seco, 16 de abril de 2012.
Exmo. Sr.
José Pedro Pereira
Líder do Partido dos Aliados
Assunto: Solicitação.
Magnânimo compatriota,
Dirijo-me ao nobre colega, nosso representante que muito tem favorecido o município de Rio Seco, através de proposições que enobrecem e elevam a auto-estima dos nossos concidadãos, além de amenizar as deficiências de infra-3 estrutura no nosso município, para solicitar que inclua no orçamento da União, de acordo com entendimento preestabelecido, proposição de emenda no valor de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais). Recurso a ser destinado à construção da ponte que visa interligar as zonas sul e norte da nossa querida cidade.
No aguardo das providências do senhor, que muito tem amparado nosso município e concretizado nossos pedidos, despeço-me augurando que este recurso possa ser efetivado, pois o heróico povo do nosso município necessita urgentemente de mais esse benefício. Concluo esta correspondência, enviando lembranças a sua digníssima esposa, Dona Adelaide, e a sua adorável filha, Dulce.
Até a vista,
Paulo Fortunato Dias de Góes
Presidente da Comissão de Solicitações da Câmara Municipal de Rio Seco
Sobre o texto, é correto afirmar que,
 

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1516673 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
Voo solo
O inferno são os outros! A conhecida frase de Jean-Paul Sartre agora dá sentido a um fenômeno de massa. Se o inferno são os outros, então nossos contemporâneos parecem estar se movimentando para fugir das catacumbas sulfurosas. Segundo Eric Klinenberg, professor de Sociologia da Universidade de Nova York e autor do livro Going Solo: The extraordinary rise and surprising appeal of living alone (editora Penguin), cada vez mais pessoas optam por viver sozinhas.
O autor carrega nas tintas, embalado por um mercado editorial viciado em títulos de impacto, argumentos surpreendentes e fatos irrefutáveis, mas o livro tem méritos. Segundo Klinenberg, estamos presenciando uma inflexão histórica. Cultivamos, durante milênios, uma repulsa existencial e filosófica à solidão. “O homem que vive isolado, que é incapaz de partilhar os benefícios da associação política ou não precisa partilhar porque já é autossuficiente, não faz parte da pólis, e deve, portanto, ser ou uma besta ou um deus”, escreveu Aristóteles (apud Klinenberg).
As sociedades humanas se estruturaram em torno do desejo fundamental de os indivíduos viverem na companhia uns dos outros. O isolamento é frequentemente associado à punição. Uma criança mal comportada é separada de seus pares e colocada sozinha. Um prisioneiro malcomportado é trancafiado na solitária.
Entretanto, segundo Klinenberg, tudo isso está mudando. Nas últimas décadas, houve um aumento expressivo do número de homens e mulheres que passaram a viver voluntariamente sozinhos. O fenômeno é consequência do desenvolvimento econômico, que permite maior autonomia; da superação da lógica econômica do casamento, que dá maior liberdade às pessoas para buscar arranjos alternativos; da urbanização, que adensa as comunidades humanas; e da evolução das tecnologias de informação e de comunicação, que facilitam a interação entre as pessoas. Resultado: estamos casando mais tarde, prolongando o período entre o divórcio e o novo casamento, ou evitando um novo casamento, e escapando o quanto possível da possibilidade de viver com outra pessoa. É o novo solteirismo!
Nas grandes cidades norte-americanas, 40% das moradias têm um único ocupante. Em Washington e Manhattan, casos extremos, são 50%. E o fenômeno não se restringe aos Estados Unidos. Paris apresenta números superiores a 50% e, em Estocolmo, a taxa chega a 60%. China, Índia e Brasil, países em desenvolvimento, caminham no mesmo sentido.
Viver sozinho deixou de ser fonte de medo e causa de isolamento social. As vantagens são notáveis: controle sobre a própria vida, liberdade de ação e melhores condições para perseguir atividades voltadas para a autorrealização. No imaginário social, vai surgindo um novo modelo ideal: o neossolteiro, um ou uma profissional de sucesso, socialmente atuante e mestre de sua existência.
O fenômeno do novo solteirismo relaciona-se a outro fenômeno, maior, de enfraquecimento dos vínculos e das relações, que se manifesta na vida social e na vida profissional. Richard Sennet registrou a tendência no livro A Corrosão do Caráter (editora Record), no fim da década de 1990. De fato, o comprometimento dos indivíduos com instituições e organizações vem se fragilizando há algumas décadas. Hoje, transitamos por inúmeros grupos, empresas e comunidades, porém estabelecemos relacionamentos apenas tênues e temporários.
Nas empresas, depois de seguidas ondas de reestruturações, enxugamentos e terceirizações, os empregos “para toda a vida” estão quase extintos. Paradoxalmente, empresários e executivos continuam esperando alto grau de envolvimento e comprometimento de seus funcionários, e frustram-se quando não os conseguem. Com a ajuda de asseclas de recursos humanos, tentam tapar o sol com a peneira, programando palestras motivacionais, abraçando árvores e promovendo interlúdios culturais. Pouco adianta.
As novas gerações representam para as empresas um considerável desafio: os mais jovens são individualistas, inquietos e despudoradamente ambiciosos. Saltam de galho em galho corporativo sem olhar para trás. Habitam redes fluidas, sejam elas comunidades reais ou virtuais. São impacientes com o presente e ansiosos pelo futuro.
Neste admirável mundo novo, perde espaço o que é estável e profundo, ganha espaço o que é efêmero e superficial. Afirmam os profetas do mundo plano que terão vantagens os mais dinâmicos, os mais extrovertidos, aqueles com mais iniciativa e sem medo de errar, aqueles capazes de usar diligentemente seu capital social em prol da própria marca. E os incomodados que se mudem… de planeta?
Fonte: cartacapital, 11 de abril de 2012.
No primeiro parágrafo, o texto faz referência a um livro, com o objetivo de, nos parágrafos seguintes,
 

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1515262 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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Para responder a questão, considere o texto abaixo.
Câmara Municipal de Rio Seco
Av. Central, 1000, Centro, Rio Seco, Brasil
Ofício n° 21/2012-CMRS
Rio Seco, 16 de abril de 2012.
Exmo. Sr.
José Pedro Pereira
Líder do Partido dos Aliados
Assunto: Solicitação.
Magnânimo compatriota,
Dirijo-me ao nobre colega, nosso representante que muito tem favorecido o município de Rio Seco, através de proposições que enobrecem e elevam a auto-estima dos nossos concidadãos, além de amenizar as deficiências de infra-3 estrutura no nosso município, para solicitar que inclua no orçamento da União, de acordo com entendimento preestabelecido, proposição de emenda no valor de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais). Recurso a ser destinado à construção da ponte que visa interligar as zonas sul e norte da nossa querida cidade.
No aguardo das providências do senhor, que muito tem amparado nosso município e concretizado nossos pedidos, despeço-me augurando que este recurso possa ser efetivado, pois o heróico povo do nosso município necessita urgentemente de mais esse benefício. Concluo esta correspondência, enviando lembranças a sua digníssima esposa, Dona Adelaide, e a sua adorável filha, Dulce.
Até a vista,
Paulo Fortunato Dias de Góes
Presidente da Comissão de Solicitações da Câmara Municipal de Rio Seco
Considerando a sentença entre as linhas 5 e 7, é correto reescrevê-la, no que se refere à pontuação do português escrito padrão, da seguinte forma:
 

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