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Foram encontradas 39 questões.

312944 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Pancas-ES
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Sejam 4.359, 5.376 e 7.641 os números das placas de três carros de cores diferentes: • o carro vermelho apresenta placa com apenas um algarismo par; • o carro branco apresenta placa cuja soma dos algarismos resulta em um número par; e, • o carro azul apresenta placa cujo número é ímpar. Os carros de placa 4.359, 5.376 e 7.641 são, respectivamente, das cores
 

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312943 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Pancas-ES
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Um automóvel se desloca com velocidade constante de 108 km/h ao atravessar um túnel. No instante em que o automóvel havia percorrido dois terços do comprimento do túnel, ele ainda necessita de 45 segundos para sair do mesmo. Sendo assim, a extensão desse túnel é de
 

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312942 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Pancas-ES
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Cássio, Jonas e Gilberto são irmãos. Considere que: • Cássio é 4 anos mais novo que Jonas; • Jonas é 2 anos mais velho que Gilberto; e, • a soma das idades dos dois irmãos mais novos é 40 anos. A soma dos algarismos do número que representa a idade do irmão mais novo é
 

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312941 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Pancas-ES
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O volume de água contido em um reservatório de uma casa foi consumido em 3 dias. Após o consumo do primeiro dia, sobraram três quintos do volume inicial. No segundo dia, consumiu-se a metade do consumido no primeiro dia. No terceiro dia, consumiu-se o restante, o que corresponde a 84 litros. Assim, o volume total de água consumido no período considerado é um número cuja soma dos algarismos é igual a
 

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312940 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Pancas-ES
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Fernanda dispõe de 9 frutas diferentes, sendo 4 amarelas, 3 vermelhas e 2 verdes, e com elas deseja preparar uma salada de frutas. De quantas maneiras ela poderá preparar a salada se pretende utilizar 4 frutas, garantindo, porém, que as 3 cores estejam presentes?
 

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312939 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Pancas-ES
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Num hotel são disponibilizados adoçante líquido, adoçante em pó e açúcar para o café da manhã. Um grupo de 210 famílias, ao se hospedar nesse hotel, fez uso das opções apresentadas da seguinte forma: • 90 consumiram adoçante líquido; • 75 consumiram adoçante em pó; • 100 consumiram açúcar; • 15 consumiram adoçante líquido e adoçante em pó; • 20 consumiram açúcar e adoçante líquido; • 25 consumiram açúcar e adoçante em pó; e, • 5 consumiram as 3 opções. O número de famílias que consumiram apenas 1 das 3 opções para adoçar o café foi igual a
 

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312938 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Pancas-ES
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Três objetos – uma barra de metal, uma lâmpada e uma panela – apresentam temperaturas diferentes, de tal forma que: • a temperatura da lâmpada é maior que a da panela em 20°C; • a barra de metal apresenta o dobro da temperatura da panela; e, • a soma das temperaturas desses três objetos é igual a 380°C. A diferença de temperatura entre a lâmpada e a barra de metal é de
 

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312937 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Pancas-ES
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Seja a sequência x + 2; x2 + 6; x3 + 18; ... uma progressão geométrica. A diferença entre os dois primeiros termos dessa progressão é igual a
 

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312936 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Pancas-ES
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Texto

Insegurança e tédio nas cidades grandes

O que tem uma cidade grande, como São Paulo, a oferecer às pessoas? Muitos falariam das opções culturais, como teatros, museus, casas de espetáculos, alguns parques e... shoppings centers. Mas como as pessoas fazem uso da “cidade”? O que quero dizer com isso é que, assim como diz Zygmunt Bauman, [...] é que a cidade grande está perdendo os atrativos da vida urbana como a espontaneidade e a exibilidade, por exemplo.

Andar nas ruas, a não ser para se locomover de um lugar a outro, parece uma ação descabida. Sentar em um banco das (poucas) praças que existem nas grandes cidades não parece ser uma opção. Ou seja, as pessoas não utilizam, não aproveitam, não ocupam as áreas externas da cidade. E parece estar instaurado no inconsciente coletivo que o natural é se prender em locais fechados. É claro que a violência e, consequentemente, a insegurança são motivos aparentes e justificáveis. A insegurança que alimenta o medo, aliás. O problema, entretanto, é a falta de consciência crítica a respeito, ou seja, não se utilizar da cidade é considerado algo normal. O resultado disso, conforme continua Bauman, muitas vezes, é o tédio, “a alternativa à insegurança não é a beatitude da tranquilidade, mas a maldição do tédio. É possível derrotar o medo e ao mesmo tempo suprimir o tédio?”. Essa é minha questão também.

E, como um dos resultados dessa ferida, vemos hoje o fenômeno dos “rolezinhos” [...]. Onde estão as opções de lazer, cultura, de uma boa educação? Por que muitas pessoas se incomodam com isso e denominam “invasão”, como se não fosse resultado de uma ferida causada também pelo desequilíbrio oriundo do capitalismo? Essa é uma importante reflexão.

(Paula Felix Palma. Filosofia, ciência & vida. Abril de 2014. Adaptado.)

O complemento destacado em “Muitos falariam das opções culturais, [...]” (1º§) indica a transitividade verbal também vista em
 

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312935 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Pancas-ES
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Texto

Insegurança e tédio nas cidades grandes

O que tem uma cidade grande, como São Paulo, a oferecer às pessoas? Muitos falariam das opções culturais, como teatros, museus, casas de espetáculos, alguns parques e... shoppings centers. Mas como as pessoas fazem uso da “cidade”? O que quero dizer com isso é que, assim como diz Zygmunt Bauman, [...] é que a cidade grande está perdendo os atrativos da vida urbana como a espontaneidade e a exibilidade, por exemplo.

Andar nas ruas, a não ser para se locomover de um lugar a outro, parece uma ação descabida. Sentar em um banco das (poucas) praças que existem nas grandes cidades não parece ser uma opção. Ou seja, as pessoas não utilizam, não aproveitam, não ocupam as áreas externas da cidade. E parece estar instaurado no inconsciente coletivo que o natural é se prender em locais fechados. É claro que a violência e, consequentemente, a insegurança são motivos aparentes e justificáveis. A insegurança que alimenta o medo, aliás. O problema, entretanto, é a falta de consciência crítica a respeito, ou seja, não se utilizar da cidade é considerado algo normal. O resultado disso, conforme continua Bauman, muitas vezes, é o tédio, “a alternativa à insegurança não é a beatitude da tranquilidade, mas a maldição do tédio. É possível derrotar o medo e ao mesmo tempo suprimir o tédio?”. Essa é minha questão também.

E, como um dos resultados dessa ferida, vemos hoje o fenômeno dos “rolezinhos” [...]. Onde estão as opções de lazer, cultura, de uma boa educação? Por que muitas pessoas se incomodam com isso e denominam “invasão”, como se não fosse resultado de uma ferida causada também pelo desequilíbrio oriundo do capitalismo? Essa é uma importante reflexão.

(Paula Felix Palma. Filosofia, ciência & vida. Abril de 2014. Adaptado.)

Em “O problema, entretanto, é a falta de consciência crítica a respeito, ou seja, não se utilizar da cidade é considerado algo normal.” (2º§), a conjunção destacada pode ser corretamente substituída por
 

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