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Foram encontradas 30 questões.

1070560 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Assinale a alternativa INCORRETA no que se refere aos deveres dos servidores públicos:
 

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1062237 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Segundo o professor Francisco Filipak, a palavra “Paraná” tem um significado Tupi e quer dizer:

 

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1061209 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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A tecla padrão que aciona a Ajuda e o Suporte do Sistema Operacional Windows é a:
 

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1054638 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Não li e concordo
No começo de 2005, Doug Heckman resolveu ler um contrato. No meio das cláusulas, encontrou algo estranho – um prêmio de mil dólares. Entrou em contato com a empresa de softwares PC Pitstop, responsável pelos termos, e recebeu o prêmio. O problema: foram precisos 5 meses e 3 mil cadastros para que alguém percebesse a brincadeira. Anos depois, em abril de 2010, a loja de jogos Game Station foi ainda mais longe: escondeu uma cláusula que fazia o usuário ceder os direitos da própria alma à empresa. Enquanto mil pessoas identificaram a brincadeira, 7 mil concordaram.
Assim como a maioria das pessoas nesses dois casos, você, provavelmente, não lê termos de uso e políticas de privacidade na internet. São 97%, segundo pesquisa da Universidade Stanford, os usuários que pulam direto para o “concordo”. Ou seja, de cada 100 cadastrados, apenas 3 sabem o que podem e o que não podem fazer dentro de redes sociais, sistemas de busca e ferramentas de postagem.
Deveriam tomar cuidado: Rebecca Jeschke, ativista da Electronic Frontier Foundation (EFF), conta que os abusos são comuns. A EFF defende o direito do consumidor na era da internet: fica de olho nos contratos, registra mudanças e denuncia abusos. E não são poucos: desde empresas que vendem informações pessoais para anunciantes até companhias que proíbem que o usuário abra uma ação judicial, passando por aquelas que não respeitam nem os próprios termos.
“Por influência de americanos e britânicos, os contratos estão ficando cada vez mais detalhados”, conta Paulo Sá Elias, especialista em direito da informática. E contratos longos, apesar de protegerem empresa e usuário de forma mais completa, são desafiadores para quem só quer finalizar um cadastro. Além disso, segundo Elias, “são tão complexos que, no final, ninguém sabe o que está assinando”.
Os cadastros poderiam ser menores e mais simples, como prova o Google, que tem apenas uma política para mais de 60 serviços. O texto é fácil e rápido de ler. Outro jeito, mais complexo e mais efetivo, seria incorporar pedaços da política de uso na interface dos serviços. Por exemplo, ao compartilhar algo publicamente no Facebook, uma janela explicaria que aquela informação pode ser enviada a anunciantes. “Dessa forma, em vez de obrigar o usuário a decifrar os jargões, você explica as regras caso a caso”, conta Rebecca Jeschke, da EFF. Por último, outra solução, muito mais simples: você. Crie o hábito de ler os termos de uso, assim mesmo, como eles estão. Apesar de difíceis, é possível tirar algum sentido deles. E, depois, você poderá decidir se quer correr o risco de se cadastrar ou não.
Texto adaptado. ROMERO, Luiz. Revista
Superinteressante. Ed.307. Ago, 2012.
Releia a frase: “Além disso, segundo Elias, ‘são tão complexos que, no final, ninguém sabe o que está assinando’” (4º parágrafo). O elemento de coesão, em destaque, cumpre o papel de ________________ a argumentação anterior.
 

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1015382 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Assinale a alternativa que apresenta uma imagem que representa um botão (funcionalidade) INEXISTENTE no MS-WORD 2007 em sua instalação padrão:
 

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979625 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Não li e concordo
No começo de 2005, Doug Heckman resolveu ler um contrato. No meio das cláusulas, encontrou algo estranho – um prêmio de mil dólares. Entrou em contato com a empresa de softwares PC Pitstop, responsável pelos termos, e recebeu o prêmio. O problema: foram precisos 5 meses e 3 mil cadastros para que alguém percebesse a brincadeira. Anos depois, em abril de 2010, a loja de jogos Game Station foi ainda mais longe: escondeu uma cláusula que fazia o usuário ceder os direitos da própria alma à empresa. Enquanto mil pessoas identificaram a brincadeira, 7 mil concordaram.
Assim como a maioria das pessoas nesses dois casos, você, provavelmente, não lê termos de uso e políticas de privacidade na internet. São 97%, segundo pesquisa da Universidade Stanford, os usuários que pulam direto para o “concordo”. Ou seja, de cada 100 cadastrados, apenas 3 sabem o que podem e o que não podem fazer dentro de redes sociais, sistemas de busca e ferramentas de postagem.
Deveriam tomar cuidado: Rebecca Jeschke, ativista da Electronic Frontier Foundation (EFF), conta que os abusos são comuns. A EFF defende o direito do consumidor na era da internet: fica de olho nos contratos, registra mudanças e denuncia abusos. E não são poucos: desde empresas que vendem informações pessoais para anunciantes até companhias que proíbem que o usuário abra uma ação judicial, passando por aquelas que não respeitam nem os próprios termos.
“Por influência de americanos e britânicos, os contratos estão ficando cada vez mais detalhados”, conta Paulo Sá Elias, especialista em direito da informática. E contratos longos, apesar de protegerem empresa e usuário de forma mais completa, são desafiadores para quem só quer finalizar um cadastro. Além disso, segundo Elias, “são tão complexos que, no final, ninguém sabe o que está assinando”.
Os cadastros poderiam ser menores e mais simples, como prova o Google, que tem apenas uma política para mais de 60 serviços. O texto é fácil e rápido de ler. Outro jeito, mais complexo e mais efetivo, seria incorporar pedaços da política de uso na interface dos serviços. Por exemplo, ao compartilhar algo publicamente no Facebook, uma janela explicaria que aquela informação pode ser enviada a anunciantes. “Dessa forma, em vez de obrigar o usuário a decifrar os jargões, você explica as regras caso a caso”, conta Rebecca Jeschke, da EFF. Por último, outra solução, muito mais simples: você. Crie o hábito de ler os termos de uso, assim mesmo, como eles estão. Apesar de difíceis, é possível tirar algum sentido deles. E, depois, você poderá decidir se quer correr o risco de se cadastrar ou não.
Texto adaptado. ROMERO, Luiz. Revista
Superinteressante. Ed.307. Ago, 2012.
No último parágrafo, o pronome pessoal “eles” recupera:
 

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945842 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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A(s) vírgula(s) NÃO foi(foram) empregada(s) corretamente na alternativa:
 

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914087 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Existem diversos softwares que se baseiam em uma conexão com a Internet para que possam disponibilizar seus principais recursos. Assinale a alternativa que apresenta um software que NÃO É NECESSÁRIO Á CONEXÃO DE INTERNET para usufruir de sua principal característica:
 

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867100 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Quando desejamos utilizar etiquetas de endereço para enviar uma correspondência em massa para uma lista de endereços, podemos usar um RECURSO disponível no MS-WORD para criar uma folha de etiquetas de endereços, em que cada etiqueta corresponde a um endereço de uma lista. Esse RECURSO é conhecido como:
 

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796211 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Assinale a alternativa CORRETA. São fases do processo administrativo:
 

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