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Foram encontradas 60 questões.

678343 Ano: 2015
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pirassununga-SP
O padrão não convencional de fluxo de caixa é aquele caracterizado por
 

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678281 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pirassununga-SP
A Lei nº 8.429/92 estabelece que constitui um dos atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da Administração Pública, retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, sujeitando seu responsável, dentre outras, à seguinte cominação legal:
 

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678268 Ano: 2015
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pirassununga-SP
Um dispêndio de fundos por parte da empresa que resulta em benefícios recebidos dentro de um ano é classificado como
 

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O futuro de uma ilusão
Mais uma vez um jogo de azar mobiliza as esperanças de grande parte da população brasileira. Desta vez é a Mega-Sena, cujos prêmios acumulados montam a estimados R$ 170 milhões.
Essa febre não é recente. A primeira loteria do país surgiu em 1784; tratava-se de angariar verbas para reconstruir a Câmara e a Cadeia da antiga Vila Rica (atual Ouro Preto, em Minas Gerais). Regulamentadas por D. Pedro II, em 1844, tais apostas passaram a engordar o Orçamento da União em 1899, já no período republicano.
E como engordaram. Hoje, os recursos das loterias financiam várias rubricas – a começar pela Seguridade Social, destino de 18,1% da receita com a Mega-Sena. O dinheiro custeia ainda o crédito educativo, o Fundo Nacional de Cultura, a construção de penitenciárias e os comitês olímpico e paraolímpico.
O fluxo para os cofres públicos é tamanho que o prêmio, na verdade, equivale a apenas 32,2% do total arrecadado. Ou seja, se alguém fizesse todas as apostas possíveis, ainda assim perderia – como argumenta Adam Smith em sua Riqueza das Nações. No jogo, só existe um único ganhador: o governo.
De um ponto de vista formal, as apostas são voluntárias: ninguém é obrigado a jogar. Mas as loterias acenam com sonhos tão sedutores que os jogadores, em particular os menos abastados, talvez se sintam quase compelidos a tentar a sorte.
Os indivíduos seguem as pegadas do filósofo Blaise Pascal: arriscam o finito para ganhar o infinito. Que têm a perder? Muito pouco. O governo, nesse caso, se alimenta do azar da sociedade – e pode-se apostar, infelizmente, que essa situação persistirá por muitos anos.
(Folha de S.Paulo, 21.11.2015. Adaptado)
Analisando-se as informações textuais e associando-as ao título do texto, conclui-se corretamente que
 

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Em determinada região do país, após uma grande enchente, um produto sofreu um aumento de 60% sobre seu preço P 1 de venda, passando a ser vendido por P 2. Passada a dificuldade causada por aquela enchente, o preço de venda P 2 daquele produto voltou a ser P 1. Dessa forma, a redução do valor de P 2 para P 1 correspondeu a
 

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O gráfico apresenta informações relacionadas aos candidatos aprovados em um determinado concurso.
Enunciado 2872438-1
Com base nas informações do gráfico, avalie as afirmações I, II e III:
I. Para cada 11 mulheres aprovadas, o número de homens aprovados é 9.
II. O número de mulheres aprovadas com Ensino Superior Completo supera em exatamente 20% o número de homens aprovados com Ensino Superior Completo.
III. Em cada 20 candidatos aprovados, exatamente 13 têm somente o Ensino Médio Completo.
As afirmações I, II e III são, respectivamente.
 

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677991 Ano: 2015
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pirassununga-SP
Para avaliação do custo de dívidas a longo prazo, o custo de lançamento representa
 

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Plano Plurianual, PPA, Lei de Diretrizes Orçamentárias, LDO, Lei Orçamentária Anual, LOA, são instrumentos legais para
 

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A representação que pede a cassação do mandato do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi recebida pelo Conselho de Ética da Câmara na tarde desta quarta-feira (28 de outubro) e o processo contra ele deve ser instalado na próxima terça-feira (3 de novembro).
(UOL, 28.10.15. Disponível em: <http://goo.gl/ywUvD8>. Adaptado)
A representação é de autoria
 

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O futuro de uma ilusão
Mais uma vez um jogo de azar mobiliza as esperanças de grande parte da população brasileira. Desta vez é a Mega-Sena, cujos prêmios acumulados montam a estimados R$ 170 milhões.
Essa febre não é recente. A primeira loteria do país surgiu em 1784; tratava-se de angariar verbas para reconstruir a Câmara e a Cadeia da antiga Vila Rica (atual Ouro Preto, em Minas Gerais). Regulamentadas por D. Pedro II, em 1844, tais apostas passaram a engordar o Orçamento da União em 1899, já no período republicano.
E como engordaram. Hoje, os recursos das loterias financiam várias rubricas – a começar pela Seguridade Social, destino de 18,1% da receita com a Mega-Sena. O dinheiro custeia ainda o crédito educativo, o Fundo Nacional de Cultura, a construção de penitenciárias e os comitês olímpico e paraolímpico.
O fluxo para os cofres públicos é tamanho que o prêmio, na verdade, equivale a apenas 32,2% do total arrecadado. Ou seja, se alguém fizesse todas as apostas possíveis, ainda assim perderia – como argumenta Adam Smith em sua Riqueza das Nações. No jogo, só existe um único ganhador: o governo.
De um ponto de vista formal, as apostas são voluntárias: ninguém é obrigado a jogar. Mas as loterias acenam com sonhos tão sedutores que os jogadores, em particular os menos abastados, talvez se sintam quase compelidos a tentar a sorte.
Os indivíduos seguem as pegadas do filósofo Blaise Pascal: arriscam o finito para ganhar o infinito. Que têm a perder? Muito pouco. O governo, nesse caso, se alimenta do azar da sociedade – e pode-se apostar, infelizmente, que essa situação persistirá por muitos anos.
(Folha de S.Paulo, 21.11.2015. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, a frase – Ou seja, se alguém fizesse todas as apostas possíveis, ainda assim perderia... –, em perspectiva temporal de futuro, assume a seguinte redação:
 

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