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INSTRUÇÃO: Leia as ações que fazem parte de uma Cartilha desenvolvida pelo “Educar para Crescer” e responda à questão.
10 IDEIAS SIMPLES PARA VOCÊ PARTICIPAR DA VIDA ESCOLAR DOS SEUS FILHOS


(Cartilha Educar para crescer. Disponível em www.educarparacrescer.com.br Acesso em 12 nov. 2013.)
Assinale a afirmativa que NÃO faz parte das ideias propostas pela Cartilha.
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A FORMAÇÃO DE UM POVO
A formação de um povo pode ser olhada sob vários aspectos. Aqui eu falo da formação cultural, informação, crescimento, consciência dos direitos e deveres de quem vive numa democracia verdadeira, que se interesse por um povo formado e informado. Aqui entra primariamente a educação, que venho comentando sem conseguir esgotar, assunto inexaurível na vida privada de todo cidadão e na existência geral de um povo. É preciso ter em mente que, para os líderes, sejam quais forem, esse deve ser um interesse primordial em sua atividade.
A mim me preocupa a redução do nível de formação e informação que nos oferecem. Escrevi muito sobre as cotas com que, em lugar de melhorar a educação pela base, subindo o nível do precário ensino elementar, se reduz o nível do ensino superior, para que se adapte aos que lá entram mais por cota do que por mérito e preparo, em lugar de ser, como deveria, o inverso. Com isso, nosso ensino superior, já tão carente e ruim, com algumas gloriosas exceções, piora ainda mais. Vejam-se os dados assustadores de reprovação, no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, de candidatos saídos dos nossos cursos de direito. Os exames de igual caráter para egressos de cursos de medicina ainda não apresentam resultado tão incrivelmente ruim, mas começam a nos deixar alertas, pois esses médicos vão lidar com o nosso corpo, a nossa vida. Estudantes de letras frequentemente nem sabem ortografia, e mais: não conseguem se expressar por escrito, não têm pensamento claro e seguro, não foram habituados, desde cedo, a argumentar, a pensar, a analisar, a discernir, a ler e a escrever.
Agora, pelo que leio, parece que vão conseguir piorar ainda mais a situação, pois a meninada só precisa se alfabetizar no fim do 3.º ano da escola elementar. Pergunto: o que estarão fazendo nos primeiros dois anos de escola? Brincando? Gazeteando? A escola vai fingir que está ensinando, preparando para a vida e a profissão? E os pais que se interessam, o que podem esperar de tal ensino? Aos 8 anos, meninos e meninas já deveriam estar escrevendo direito e lendo bastante — claro que em escolas públicas de qualquer ponto do país onde os governos tivessem colocado professores bem pagos, seguros e com boa autoestima em escolas nas quais cada sala de aula tenha uma prateleira com livros doados pelos respectivos governos, municipal, estadual ou federal, interessados na formação do seu povo.
Qualquer coisa diferente disso é ilusão pura. Não resolve enviar centenas de jovens ao exterior ou trazer estudantes estrangeiros para cá, se a base primeira do ensino é ruim como a nossa, pois não adianta um telhado de luxo sobre paredes rachadas em casas construídas sobre areia movediça. Como não adianta dar comida a quem precisaria logo a seguir de estudo e trabalho que proporcionasse crescimento real, projetos e horizontes em lugar da dependência de meninos que não conseguem largar o peito materno mesmo passada a idade adequada.
O que vai acontecer? Com certeza vai se abrir e aprofundar mais o fosso entre alunos saídos de escolas particulares que ainda consigam manter um nível e objetivo de excelência e a imensa maioria daqueles saídos de escolas públicas ou mesmo privadas em que o rebaixamento de nível se instalar. Grandes e pequenas empresas e indústrias carecem de mão de obra especializada e boa, milhares de vagas oferecidas não são preenchidas porque não há mão de obra preparada: imaginem se a alfabetização for concluída no fim do 3.º ano elementar, quando os alunos tiverem já 8 anos, talvez mais, quando e como serão preparados? Com que idade estarão prontos para um mercado de trabalho cada vez mais exigente? Ou a exigência também vai cair e teremos mais edifícios e outras obras mal construídos, serviços deixando a desejar, nossa excelência cada vez mais reduzida?
Não sei se somos um povo cordial: receio que sejamos desinteressados, mal orientados e conformados, achando que é só isso que merecemos. Ou nem pensando no assunto.
(LUFT, Lya. A formação de um povo. Revista Veja. São Paulo, 10 de abril de 2013.)
A autora apresenta explícita ou implicitamente críticas à/ao, EXCETO
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
Assinale a afirmativa em que NÃO há uma ideia defendida pelo autor do texto.
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INSTRUÇÃO: Leia as ações que fazem parte de uma Cartilha desenvolvida pelo “Educar para Crescer” e responda à questão.
10 IDEIAS SIMPLES PARA VOCÊ PARTICIPAR DA VIDA ESCOLAR DOS SEUS FILHOS


(Cartilha Educar para crescer. Disponível em www.educarparacrescer.com.br Acesso em 12 nov. 2013.)
Os pais devem valorizar o esforço dos filhos. Para isso, é necessário:
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Dentro dessa figura

cabem quantos triângulos iguais a esse 

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Considere a equação !$ \sqrt{x} + \sqrt{ x +7} = 7 !$ , com solução em !$ IR\ !$. É CORRETO afirmar que sua solução é um número
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A FORMAÇÃO DE UM POVO
A formação de um povo pode ser olhada sob vários aspectos. Aqui eu falo da formação cultural, informação, crescimento, consciência dos direitos e deveres de quem vive numa democracia verdadeira, que se interesse por um povo formado e informado. Aqui entra primariamente a educação, que venho comentando sem conseguir esgotar, assunto inexaurível na vida privada de todo cidadão e na existência geral de um povo. É preciso ter em mente que, para os líderes, sejam quais forem, esse deve ser um interesse primordial em sua atividade.
A mim me preocupa a redução do nível de formação e informação que nos oferecem. Escrevi muito sobre as cotas com que, em lugar de melhorar a educação pela base, subindo o nível do precário ensino elementar, se reduz o nível do ensino superior, para que se adapte aos que lá entram mais por cota do que por mérito e preparo, em lugar de ser, como deveria, o inverso. Com isso, nosso ensino superior, já tão carente e ruim, com algumas gloriosas exceções, piora ainda mais. Vejam-se os dados assustadores de reprovação, no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, de candidatos saídos dos nossos cursos de direito. Os exames de igual caráter para egressos de cursos de medicina ainda não apresentam resultado tão incrivelmente ruim, mas começam a nos deixar alertas, pois esses médicos vão lidar com o nosso corpo, a nossa vida. Estudantes de letras frequentemente nem sabem ortografia, e mais: não conseguem se expressar por escrito, não têm pensamento claro e seguro, não foram habituados, desde cedo, a argumentar, a pensar, a analisar, a discernir, a ler e a escrever.
Agora, pelo que leio, parece que vão conseguir piorar ainda mais a situação, pois a meninada só precisa se alfabetizar no fim do 3.º ano da escola elementar. Pergunto: o que estarão fazendo nos primeiros dois anos de escola? Brincando? Gazeteando? A escola vai fingir que está ensinando, preparando para a vida e a profissão? E os pais que se interessam, o que podem esperar de tal ensino? Aos 8 anos, meninos e meninas já deveriam estar escrevendo direito e lendo bastante — claro que em escolas públicas de qualquer ponto do país onde os governos tivessem colocado professores bem pagos, seguros e com boa autoestima em escolas nas quais cada sala de aula tenha uma prateleira com livros doados pelos respectivos governos, municipal, estadual ou federal, interessados na formação do seu povo.
Qualquer coisa diferente disso é ilusão pura. Não resolve enviar centenas de jovens ao exterior ou trazer estudantes estrangeiros para cá, se a base primeira do ensino é ruim como a nossa, pois não adianta um telhado de luxo sobre paredes rachadas em casas construídas sobre areia movediça. Como não adianta dar comida a quem precisaria logo a seguir de estudo e trabalho que proporcionasse crescimento real, projetos e horizontes em lugar da dependência de meninos que não conseguem largar o peito materno mesmo passada a idade adequada.
O que vai acontecer? Com certeza vai se abrir e aprofundar mais o fosso entre alunos saídos de escolas particulares que ainda consigam manter um nível e objetivo de excelência e a imensa maioria daqueles saídos de escolas públicas ou mesmo privadas em que o rebaixamento de nível se instalar. Grandes e pequenas empresas e indústrias carecem de mão de obra especializada e boa, milhares de vagas oferecidas não são preenchidas porque não há mão de obra preparada: imaginem se a alfabetização for concluída no fim do 3.º ano elementar, quando os alunos tiverem já 8 anos, talvez mais, quando e como serão preparados? Com que idade estarão prontos para um mercado de trabalho cada vez mais exigente? Ou a exigência também vai cair e teremos mais edifícios e outras obras mal construídos, serviços deixando a desejar, nossa excelência cada vez mais reduzida?
Não sei se somos um povo cordial: receio que sejamos desinteressados, mal orientados e conformados, achando que é só isso que merecemos. Ou nem pensando no assunto.
(LUFT, Lya. A formação de um povo. Revista Veja. São Paulo, 10 de abril de 2013.)
Com o objetivo de nos aproximar mais do leitor, a autora emprega uma linguagem próxima da oralidade. Assinale a alternativa em que NÃO há traços da oralidade.
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
INSTRUÇÃO: Analise a tirinha abaixo para responder à questão

Fonte: Disponível em http://www.100coragem.xpg.com.br/category/tirinhas/page/16/ Acesso em 9 dez. 2013.
A tirinha acima faz referência à seguinte barreira para ir de bicicleta, citada no texto “Estamos preparados?”:
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
Para mostrar o que defendem especialistas e ciclistas, o autor apresenta as ideias defendidas por eles. Assinale a ÚNICA afirmativa que apresenta ideia defendida apenas por ciclistas.
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A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
INSTRUÇÃO: Leia o trecho abaixo para responder à questão .
“Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.”
O verbo “criticam” está no plural porque se refere a
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