Foram encontradas 40 questões.
O salário de um funcionário era R$ 2.360,00. Ele foi promovido e seu salário foi reajustado em 12%. No mês
seguinte ele recebeu R$ 2.511,04 porque lhe foi descontado _____ relativo às ausências do trabalho.
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Considere M o menor múltiplo comum e D o maior divisor comum dos números 30 e 70.
O quociente da divisão de M por D é:
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O valor da expressão numérica: [(5 + 7 x 3) + 3 ÷ 3] + 2 =
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Para ir ao trabalho o agente administrativo toma duas conduções e ainda faz parte do trajeto a pé. Na 1ª etapa
percorre
3/8 do percurso de ônibus, na 2ª etapa percorre mais 2/5 do trajeto de ônibus e na 3ª etapa anda os 9
quilômetros restantes a pé. O assistente administrativo mora a ________ distante do trabalho.
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A CURIOSIDADE BOA
Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos
definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula
nossa evolução.
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata
imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os
possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a
necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que
provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais
desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no
homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de
sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar
novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma
roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e
descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e
espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de
transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as
verdades.
Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
• CURIOSIDADE é aquilo que nos move a querer saber.
• Sem a CURIOSIDADE não há ciência.
• É a CURIOSIDADE que nos leva ao desejo de aprender o que nos pode ser útil.
• CURIOSIDADE é a capacidade natural evidente em muitas espécies animais que engendra a exploração, a investigação e o aprendizado.
• A CURIOSIDADE faz parte do instinto humano, pois faz com que um ser explore o universo ao seu redor compilando novas informações às que já possui. • CURIOSIDADE é o desejo de saber o que os outros ignoram.
• A CURIOSIDADE humana é o desejo do ser humano de ver ou conhecer algo até então desconhecido.
De acordo com o texto lido:
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A CURIOSIDADE BOA
Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos
definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula
nossa evolução.
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata
imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os
possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a
necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que
provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais
desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no
homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de
sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar
novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma
roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e
descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e
espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de
transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as
verdades.
Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
“Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos,..."
O verbo marcado está no:
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O uso da crase está incorreto na alternativa:
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A CURIOSIDADE BOA
Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos
definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula
nossa evolução.
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata
imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os
possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a
necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que
provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais
desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no
homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de
sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar
novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma
roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e
descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e
espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de
transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as
verdades.
Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaProblemas da Norma CultaHá/a
A CURIOSIDADE BOA
Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos
definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula
nossa evolução.
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata
imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os
possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a
necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que
provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais
desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no
homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de
sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar
novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma
roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e
descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e
espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de
transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as
verdades.
Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
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A CURIOSIDADE BOA
Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos
definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula
nossa evolução.
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata
imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os
possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a
necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que
provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais
desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no
homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de
sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar
novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma
roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e
descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e
espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de
transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as
verdades.
Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
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