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Foram encontradas 30 questões.

3439201 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Um vigia de uma escola da cidade de São Tomé costuma, durante sua ronda, dar 3 voltas completas em torno da escola, a cada hora de trabalho. Sabendo que o terreno da escola tem formato de retângulo com 200 m de comprimento e 150 m de largura e que esse vigia trabalha 8 horas por dia, a distância total que ele percorre em suas rondas, em metros, após um dia de trabalho, é:

 

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3439200 Ano: 2023
Disciplina: Estatística
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Cinco alunos de uma turma de um cursinho preparatório para o concurso da cidade de Bom Jesus observaram que suas notas, na prova do concurso, eram números naturais consecutivos, sendo a menor nota 42. A média aritmética das notas desses 5 alunos foi:

 

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3439199 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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A densidade demográfica da cidade de Bom Jesus é, aproximadamente, 6,5 vezes a de São Tomé. Sabendo que as duas cidades tem cerca de 10 200 habitantes, e a densidade demográfica de Bom Jesus é 77,5 hab/km2, a área total da cidade de São Tomé é, aproximadamente:

 

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3439198 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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A Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, localizada na cidade de São Tomé, completou 100 anos de existência em 2022. A fachada da igreja foi esboçada como uma mistura de figuras planas, tais como triângulos e retângulos, conforme a figura abaixo:

Enunciado 3439198-1

Supondo o formato e as medidas da igreja, dadas em metros, representadas pelo esboço, a área total da fachada da igreja, em m2, é:

 

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3439197 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Após seu filho ser aprovado em um concurso para auxiliar de serviços diversos da prefeitura de São Tomé, uma família que morava na cidade de Bom Jesus decidiu mudar-se para São Tomé, cerca de 70 km distante. Em um posto de combustíveis, na cidade de Bom Jesus, foi possível encher, completamente, o tanque de 52 litros do carro de mudanças por um valor de R$ 278,20. Tendo em vista a distância entre as cidades e uma autonomia do veículo de 7 km por 1 litro de gasolina, o custo mínimo para realizar o percurso entre as duas cidades é de:

 

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3439196 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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A questão refere-se ao texto abaixo.

OS JOVENS E O FUTURO

Cláudia Costin

Duas pesquisas recentes realizadas pelo Datafolha ouviram jovens de diferentes faixas etárias, revelando suas expectativas em relação ao futuro e suas preferências em relação à educação. A primeira ouviu, de fevereiro a abril de 2022, estudantes do ensino médio de escolas públicas, etapa em que predominam jovens de 15 a 17 anos, enquanto a segunda, realizada em julho, focou nos de 15 a 29.

Na primeira, apareceu com destaque a conexão com a escola, bem avaliada pela maioria, em particular os que estudam em tempo integral. Mesmo assim, dados do Inep de 2021 mostram que o abandono escolar mais do que dobrou, indo de 2,6% para 5,6%. 92% dos jovens apoiam a ideia de se ter, nessa etapa, áreas alternativas de aprofundamento a serem selecionadas por eles, como ocorre em países com bons sistemas educacionais. De fato, imaginar que todos tenham de cursar 13 disciplinas, espremidas em quatro horas e meia de aulas, oferecendo apenas um verniz de cada uma, faz pouquíssimo sentido. Também nesse sentido, mais de 80% aprovaram características típicas de escolas integrais, como aulas práticas, eletivas ou clubes com atividades culturais e esportivas.

Na segunda pesquisa, apesar da constatação da maioria de que houve perdas irreparáveis com a pandemia, o desejo de estabilidade financeira e moradia própria aparece como uma preocupação maior do que a de prosseguir com os estudos. Decisão, esta última, fundamental, inclusive para se poder ter condições de alcançar as duas primeiras. Sabe-se que cada ano adicional de estudo, de acordo com o Banco Mundial, aumenta em até 15% a renda futura do trabalho.

Mas o que me chamou mais atenção, nessa pesquisa mais recente, foi certa desesperança dos jovens quanto ao futuro. O altíssimo percentual deles que afirmam desejar deixar o Brasil evidencia uma crise que afetou emprego e renda de jovens, mas há algo mais no ar. Há uma percepção correta de que algo não caminha bem por aqui, e uma visão talvez ingênua de que, em outros países, teriam uma vida bem melhor, mesmo sem se dispor das qualificações necessárias para navegar no que se convencionou chamar de "o futuro do trabalho". Afinal, a automação acelerada de postos de trabalho que demandam apenas competências básicas vem trazendo, por um lado, certa sofisticação nas demandas de talentos pelo setor produtivo e, por outro, oferta de trabalhos precarizados e extremamente instáveis para os demais.

É urgente se construírem boas políticas públicas voltadas aos jovens, incentivando-os a se manter estudando e criando oportunidades para que possam realizar seus sonhos de futuro.

Disponível em:< https://www1.folha.uol.com.br/colunas/>. Acesso em 20 nov. 2022.

Analise o período abaixo.

Há uma percepção correta de que algo não caminha bem por aqui, e uma visão talvez ingênua de que, em outros países, teriam uma vida bem melhor, mesmo sem se dispor das qualificações necessárias para navegar no que se convencionou chamar de "o futuro do trabalho".

Se o verbo “Haver” for substituído por existir, este

 

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3439195 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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A questão refere-se ao texto abaixo.

OS JOVENS E O FUTURO

Cláudia Costin

Duas pesquisas recentes realizadas pelo Datafolha ouviram jovens de diferentes faixas etárias, revelando suas expectativas em relação ao futuro e suas preferências em relação à educação. A primeira ouviu, de fevereiro a abril de 2022, estudantes do ensino médio de escolas públicas, etapa em que predominam jovens de 15 a 17 anos, enquanto a segunda, realizada em julho, focou nos de 15 a 29.

Na primeira, apareceu com destaque a conexão com a escola, bem avaliada pela maioria, em particular os que estudam em tempo integral. Mesmo assim, dados do Inep de 2021 mostram que o abandono escolar mais do que dobrou, indo de 2,6% para 5,6%. 92% dos jovens apoiam a ideia de se ter, nessa etapa, áreas alternativas de aprofundamento a serem selecionadas por eles, como ocorre em países com bons sistemas educacionais. De fato, imaginar que todos tenham de cursar 13 disciplinas, espremidas em quatro horas e meia de aulas, oferecendo apenas um verniz de cada uma, faz pouquíssimo sentido. Também nesse sentido, mais de 80% aprovaram características típicas de escolas integrais, como aulas práticas, eletivas ou clubes com atividades culturais e esportivas.

Na segunda pesquisa, apesar da constatação da maioria de que houve perdas irreparáveis com a pandemia, o desejo de estabilidade financeira e moradia própria aparece como uma preocupação maior do que a de prosseguir com os estudos. Decisão, esta última, fundamental, inclusive para se poder ter condições de alcançar as duas primeiras. Sabe-se que cada ano adicional de estudo, de acordo com o Banco Mundial, aumenta em até 15% a renda futura do trabalho.

Mas o que me chamou mais atenção, nessa pesquisa mais recente, foi certa desesperança dos jovens quanto ao futuro. O altíssimo percentual deles que afirmam desejar deixar o Brasil evidencia uma crise que afetou emprego e renda de jovens, mas há algo mais no ar. Há uma percepção correta de que algo não caminha bem por aqui, e uma visão talvez ingênua de que, em outros países, teriam uma vida bem melhor, mesmo sem se dispor das qualificações necessárias para navegar no que se convencionou chamar de "o futuro do trabalho". Afinal, a automação acelerada de postos de trabalho que demandam apenas competências básicas vem trazendo, por um lado, certa sofisticação nas demandas de talentos pelo setor produtivo e, por outro, oferta de trabalhos precarizados e extremamente instáveis para os demais.

É urgente se construírem boas políticas públicas voltadas aos jovens, incentivando-os a se manter estudando e criando oportunidades para que possam realizar seus sonhos de futuro.

Disponível em:< https://www1.folha.uol.com.br/colunas/>. Acesso em 20 nov. 2022.

São palavras acentuadas de acordo com as regras das oxítonas:

 

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3439194 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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A questão refere-se ao texto abaixo.

OS JOVENS E O FUTURO

Cláudia Costin

Duas pesquisas recentes realizadas pelo Datafolha ouviram jovens de diferentes faixas etárias, revelando suas expectativas em relação ao futuro e suas preferências em relação à educação. A primeira ouviu, de fevereiro a abril de 2022, estudantes do ensino médio de escolas públicas, etapa em que predominam jovens de 15 a 17 anos, enquanto a segunda, realizada em julho, focou nos de 15 a 29.

Na primeira, apareceu com destaque a conexão com a escola, bem avaliada pela maioria, em particular os que estudam em tempo integral. Mesmo assim, dados do Inep de 2021 mostram que o abandono escolar mais do que dobrou, indo de 2,6% para 5,6%. 92% dos jovens apoiam a ideia de se ter, nessa etapa, áreas alternativas de aprofundamento a serem selecionadas por eles, como ocorre em países com bons sistemas educacionais. De fato, imaginar que todos tenham de cursar 13 disciplinas, espremidas em quatro horas e meia de aulas, oferecendo apenas um verniz de cada uma, faz pouquíssimo sentido. Também nesse sentido, mais de 80% aprovaram características típicas de escolas integrais, como aulas práticas, eletivas ou clubes com atividades culturais e esportivas.

Na segunda pesquisa, apesar da constatação da maioria de que houve perdas irreparáveis com a pandemia, o desejo de estabilidade financeira e moradia própria aparece como uma preocupação maior do que a de prosseguir com os estudos. Decisão, esta última, fundamental, inclusive para se poder ter condições de alcançar as duas primeiras. Sabe-se que cada ano adicional de estudo, de acordo com o Banco Mundial, aumenta em até 15% a renda futura do trabalho.

Mas o que me chamou mais atenção, nessa pesquisa mais recente, foi certa desesperança dos jovens quanto ao futuro. O altíssimo percentual deles que afirmam desejar deixar o Brasil evidencia uma crise que afetou emprego e renda de jovens, mas há algo mais no ar. Há uma percepção correta de que algo não caminha bem por aqui, e uma visão talvez ingênua de que, em outros países, teriam uma vida bem melhor, mesmo sem se dispor das qualificações necessárias para navegar no que se convencionou chamar de "o futuro do trabalho". Afinal, a automação acelerada de postos de trabalho que demandam apenas competências básicas vem trazendo, por um lado, certa sofisticação nas demandas de talentos pelo setor produtivo e, por outro, oferta de trabalhos precarizados e extremamente instáveis para os demais.

É urgente se construírem boas políticas públicas voltadas aos jovens, incentivando-os a se manter estudando e criando oportunidades para que possam realizar seus sonhos de futuro.

Disponível em:< https://www1.folha.uol.com.br/colunas/>. Acesso em 20 nov. 2022.

Considere o trecho abaixo.

"Afinal, a automação acelerada de postos de trabalho que demandam apenas competências básicas vem trazendo, por um lado, certa sofisticação nas demandas de talentos pelo setor produtivo[...]”

No trecho, se o sujeito for flexionado no plural, o verbo VER deverá ser grafado

 

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3439193 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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A questão refere-se ao texto abaixo.

OS JOVENS E O FUTURO

Cláudia Costin

Duas pesquisas recentes realizadas pelo Datafolha ouviram jovens de diferentes faixas etárias, revelando suas expectativas em relação ao futuro e suas preferências em relação à educação. A primeira ouviu, de fevereiro a abril de 2022, estudantes do ensino médio de escolas públicas, etapa em que predominam jovens de 15 a 17 anos, enquanto a segunda, realizada em julho, focou nos de 15 a 29.

Na primeira, apareceu com destaque a conexão com a escola, bem avaliada pela maioria, em particular os que estudam em tempo integral. Mesmo assim, dados do Inep de 2021 mostram que o abandono escolar mais do que dobrou, indo de 2,6% para 5,6%. 92% dos jovens apoiam a ideia de se ter, nessa etapa, áreas alternativas de aprofundamento a serem selecionadas por eles, como ocorre em países com bons sistemas educacionais. De fato, imaginar que todos tenham de cursar 13 disciplinas, espremidas em quatro horas e meia de aulas, oferecendo apenas um verniz de cada uma, faz pouquíssimo sentido. Também nesse sentido, mais de 80% aprovaram características típicas de escolas integrais, como aulas práticas, eletivas ou clubes com atividades culturais e esportivas.

Na segunda pesquisa, apesar da constatação da maioria de que houve perdas irreparáveis com a pandemia, o desejo de estabilidade financeira e moradia própria aparece como uma preocupação maior do que a de prosseguir com os estudos. Decisão, esta última, fundamental, inclusive para se poder ter condições de alcançar as duas primeiras. Sabe-se que cada ano adicional de estudo, de acordo com o Banco Mundial, aumenta em até 15% a renda futura do trabalho.

Mas o que me chamou mais atenção, nessa pesquisa mais recente, foi certa desesperança dos jovens quanto ao futuro. O altíssimo percentual deles que afirmam desejar deixar o Brasil evidencia uma crise que afetou emprego e renda de jovens, mas há algo mais no ar. Há uma percepção correta de que algo não caminha bem por aqui, e uma visão talvez ingênua de que, em outros países, teriam uma vida bem melhor, mesmo sem se dispor das qualificações necessárias para navegar no que se convencionou chamar de "o futuro do trabalho". Afinal, a automação acelerada de postos de trabalho que demandam apenas competências básicas vem trazendo, por um lado, certa sofisticação nas demandas de talentos pelo setor produtivo e, por outro, oferta de trabalhos precarizados e extremamente instáveis para os demais.

É urgente se construírem boas políticas públicas voltadas aos jovens, incentivando-os a se manter estudando e criando oportunidades para que possam realizar seus sonhos de futuro.

Disponível em:< https://www1.folha.uol.com.br/colunas/>. Acesso em 20 nov. 2022.

Para responder a questão, considere o período abaixo.

A primeira ouviu, de fevereiro a abril de 2022, estudantes do Ensino Médio de escolas públicas, etapa em que predominam jovens de 15 a 17 anos, enquanto a segunda, realizada em julho, focou nos de 15 a 29

No período, a oração subordinada reduzida “realizada em julho” equivale a um

 

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3439192 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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A questão refere-se ao texto abaixo.

OS JOVENS E O FUTURO

Cláudia Costin

Duas pesquisas recentes realizadas pelo Datafolha ouviram jovens de diferentes faixas etárias, revelando suas expectativas em relação ao futuro e suas preferências em relação à educação. A primeira ouviu, de fevereiro a abril de 2022, estudantes do ensino médio de escolas públicas, etapa em que predominam jovens de 15 a 17 anos, enquanto a segunda, realizada em julho, focou nos de 15 a 29.

Na primeira, apareceu com destaque a conexão com a escola, bem avaliada pela maioria, em particular os que estudam em tempo integral. Mesmo assim, dados do Inep de 2021 mostram que o abandono escolar mais do que dobrou, indo de 2,6% para 5,6%. 92% dos jovens apoiam a ideia de se ter, nessa etapa, áreas alternativas de aprofundamento a serem selecionadas por eles, como ocorre em países com bons sistemas educacionais. De fato, imaginar que todos tenham de cursar 13 disciplinas, espremidas em quatro horas e meia de aulas, oferecendo apenas um verniz de cada uma, faz pouquíssimo sentido. Também nesse sentido, mais de 80% aprovaram características típicas de escolas integrais, como aulas práticas, eletivas ou clubes com atividades culturais e esportivas.

Na segunda pesquisa, apesar da constatação da maioria de que houve perdas irreparáveis com a pandemia, o desejo de estabilidade financeira e moradia própria aparece como uma preocupação maior do que a de prosseguir com os estudos. Decisão, esta última, fundamental, inclusive para se poder ter condições de alcançar as duas primeiras. Sabe-se que cada ano adicional de estudo, de acordo com o Banco Mundial, aumenta em até 15% a renda futura do trabalho.

Mas o que me chamou mais atenção, nessa pesquisa mais recente, foi certa desesperança dos jovens quanto ao futuro. O altíssimo percentual deles que afirmam desejar deixar o Brasil evidencia uma crise que afetou emprego e renda de jovens, mas há algo mais no ar. Há uma percepção correta de que algo não caminha bem por aqui, e uma visão talvez ingênua de que, em outros países, teriam uma vida bem melhor, mesmo sem se dispor das qualificações necessárias para navegar no que se convencionou chamar de "o futuro do trabalho". Afinal, a automação acelerada de postos de trabalho que demandam apenas competências básicas vem trazendo, por um lado, certa sofisticação nas demandas de talentos pelo setor produtivo e, por outro, oferta de trabalhos precarizados e extremamente instáveis para os demais.

É urgente se construírem boas políticas públicas voltadas aos jovens, incentivando-os a se manter estudando e criando oportunidades para que possam realizar seus sonhos de futuro.

Disponível em:< https://www1.folha.uol.com.br/colunas/>. Acesso em 20 nov. 2022.

Para responder a questão, considere o período abaixo.

A primeira ouviu, de fevereiro a abril de 2022, estudantes do Ensino Médio de escolas públicas, etapa em que predominam jovens de 15 a 17 anos, enquanto a segunda, realizada em julho, focou nos de 15 a 29

O trecho “jovens de 15 a 17 anos” tem a função de

 

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