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Foram encontradas 60 questões.

1674229 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Considere o Microsoft Excel 2007 na sua configuração padrão. Com relação aos recursos utilizados no gerenciador de planilhas, correlacione a segunda coluna de acordo com a primeira.
1) Célula Ativa ( ) Altera as referências de células presentes numa fórmula quando ela é copiada ou movida.
2) Alça de Preenchimento ( ) Quando você move ou copia uma fórmula, o endereçamento de célula não se altera, mantendo exatamente como ela aparece na fórmula original. É caracterizada pela presença de cifrões diante da letra da coluna ou do número da linha ($C$4).
3) Referência Relativa ( ) Função de concatenação.
4) Referência Absoluta ( ) É uma pequena "cruzinha" que aparece quando selecionamos uma célula, no canto inferior direito da célula.
5) & ( ) Recebe o foco do programa, bordas (linhas delimitadoras) mais escuras em relação às demais e tem seu conteúdo mostrado na barra de fórmulas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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1673990 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Enunciado 1673990-1
Imagem disponível em: arvoredeideiasesonhos.blogspot.com. Acesso em 15/03/2012.
O Texto pretende enfatizar, como principal mensagem, a relação existente entre:
 

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1673821 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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A respeito dos processos de desenvolvimento de software, analise as proposições abaixo.
  1. São modelos do processo de desenvolvimento de software (ciclo de vida de software): Cascata, Caos, Espiral Sequencial Linear, RAD, Prototipação, Evolucionário.
  2. No modelo em cascata, cada fase inicia somente quando sua predecessora termina.
  3. No modelo incremental, a implementação do sistema é feita antes da sua especificação.
  4. O desenvolvimento evolucionário tem como base a idéia de desenvolver uma implementação inicial, expor o resultado ao comentário do usuário e fazer seu aprimoramento por meio de muitas versões, até que um sistema adequado tenha sido desenvolvido.
Estão corretas:
 

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1666025 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Com relação à faixa de opções do Microsoft Word 2007, correlacione a função apresentada na segunda coluna ao seu respectivo ícone, na primeira coluna.
Enunciado 1666025-1
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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1665828 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Analise as proposições abaixo, sobre o paradigma Orientado a Objetos.
  1. A metodologia de programação orientação a objetos preconiza que o estado de um objeto não deve ser acessado diretamente, mas sim por intermédio de métodos de acesso.
  2. O paradigma orientado a objetos contém as seguintes propriedades: Encapsulamento, Herança e Funções de Alta-Ordem.
  3. A habilidade de troca de mensagens entre objetos com a finalidade de permitir que objetos requisitem serviços de outros objetos, cooperativamente, independente de suas diferenças internas, em ambiente de objetos distribuídos, é denominada interoperabilidade.
Está(ão) correta(s), apenas:
 

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1654764 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Acerca do modelo Entidade Relacionamento (E/R), analise as proposições abaixo.
  1. A alocação de "médicos" a "pacientes", de cardinalidade n:m, necessita relacionar-se com uma entidade "medicamentos", se desejarmos controlar os medicamentos receitados pelo médico em determinada consulta a um determinado paciente. Assim, a alocação deve ser modelada como uma entidade associativa.
  2. Em alguns casos, é necessário que associemos uma entidade com a ocorrência de um relacionamento. O modelo de entidades e relacionamentos não permite relacionamentos entre relacionamentos, somente entre entidades. A ideia da entidade associativa é tratar um relacionamento como se ele fosse uma entidade.
  3. Se desejarmos controlar os medicamentos receitados pelo médico em determinada consulta, temos que relacionar a entidade medicamento com o fato de ter havido uma consulta (relacionamento consulta). Como não podemos fazer isso diretamente, indicamos que o relacionamento consulta é uma entidade associativa, através de um retângulo em volta do relacionamento. Neste caso, para determinada consulta, pode haver ou não a emissão de medicamentos.
Está(ão) correta(s):
 

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1654622 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Considerando a plataforma Java Enterprise Edition (JEE) 6, analise as proposições abaixo.
  1. Entre os recursos adicionados ao Java 6 Update 10, podemos citar: Implantação Aprimorada, Novo instalador on-line, Atualização Automática Aprimorada, Java Quick Starter, Suporte a Aceleração de Hardware e Próxima Geração do Java Plug-in.
  2. A especificação Bean Validation do Java EE 6, que surgiu no Java EE 5, define um modelo de metadados e uma API para validação de dados em componentes JavaBeans. Ao invés de distribuir a validação de dados através de várias camadas, como nas camadas de browser e do servidor, pode-se definir restrições de validação em apenas uma camada e posteriormente compartilhar estas restrições para as outras camadas.
  3. O Java EE é uma plataforma amplamente usada que contém um conjunto de tecnologias coordenadas que reduz significativamente o custo e a complexidade do desenvolvimento, implantação e gerenciamento de aplicativos de várias camadas centrados no servidor. O Java EE é construído sobre a plataforma Java SE e oferece um conjunto de APIs (interfaces de programação de aplicativos) para desenvolvimento e execução de aplicativos portáteis, robustos, escaláveis, confiáveis e seguros no lado do servidor.
Está(ão) correta(s), apenas:
 

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1648550 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e a regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Percebemos, então, que a leitura é um processo interativo.
Quando nos referimos à necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Assim, conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus
preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Ao comparar o leitor a uma aranha, Roland Barthes afirma que “o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquirirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina. Disponível em: http://colegiosantamaria.com.br/ santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2. Acesso em 15/03/2012. Adaptado.
“enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.” (1º §). Nesse trecho, o termo sublinhado deixa explícita uma relação semântica de:
 

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1641619 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e a regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Percebemos, então, que a leitura é um processo interativo.
Quando nos referimos à necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Assim, conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus
preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Ao comparar o leitor a uma aranha, Roland Barthes afirma que “o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquirirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina. Disponível em: http://colegiosantamaria.com.br/ santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2. Acesso em 15/03/2012. Adaptado.
Levando-se em conta as normas da concordância (verbal e nominal), está correto o seguinte enunciado:
 

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1639996 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Qual das instruções SQL abaixo responde corretamente à consulta: “Liste os anos de fabricação dos vinhos para vinhos tintos e brancos.”?
 

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