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Foram encontradas 60 questões.

599631 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-PA
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Sabe-se que
!$ A = \{2, \, 3, \, 4, \, 5, \, 8, \, 9, \, 11\} !$
!$ B = \{1, \ 5, \ 7, \ 11\} !$
!$ C = \{1, \ 2, \ 3, \ 5, \ 6, \ 10\}. !$
Assim, o conjunto !$ (C - (A \cup B)) \cup (A - C) !$ é igual a:
 

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595821 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-PA
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Texto para responder à questão.
O direito à literatura
O assunto que me foi confiado nesta série é aparentemente meio desligado dos problemas reais: “Direitos humanos e literatura”. As maneiras de abordá-lo são muitas, mas não posso começar a falar sobre o tema específico sem fazer algumas reflexões prévias a respeito dos próprios direitos humanos. [...]
[...] pensar em direitos humanos tem um pressuposto: reconhecer que aquilo que consideramos indispensável para nós é também indispensável para o próximo. Esta me parece a essência do problema, inclusive no plano estritamente individual, pois é necessário um grande esforço de educação e autoeducação a fim de reconhecermos sinceramente este postulado. Na verdade, a tendência mais funda é achar que os nossos direitos são mais urgentes que os do próximo.
[...] a literatura aparece claramente como manifestação universal de todos os homens em todos os tempos. Não há povo e não há homem que possa viver sem ela, isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação. Assim como todos sonham todas as noites, ninguém é capaz de passar as vinte e quatro horas do dia sem alguns momentos de entrega ao universo fabulado. [...]
Ora, se ninguém pode passar vinte e quatro horas sem mergulhar no universo da ficção e da poesia, a literatura concebida no sentido amplo a que me referi parece corresponder a uma necessidade universal, que precisa ser satisfeita e cuja satisfação constitui um direito. [...]
Portanto, a luta pelos direitos humanos abrange a luta por um estado de coisas em que todos possam ter acesso aos diferentes níveis de cultura. A distinção entre cultura popular e cultura erudita não deve servir para justificar e manter uma separação iníqua, como se do ponto de vista cultural a sociedade fosse dividida em esferas incomunicáveis, dando lugar a dois tipos incomunicáveis de fruidores. Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável.
(CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul; São Paulo: Duas Cidades, 2004.)
O assunto (1) que me (2) foi confiado nesta série (3) é aparentemente meio desligado dos problemas reais: ‘Direitos humanos e literatura.’ As maneiras de abordá-lo (4) são muitas, mas não posso começar a falar sobre o tema (5) específico sem fazer algumas reflexões prévias a respeito dos próprios direitos humanos. [...]” (1º§) Algumas palavras funcionam como elementos fundamentais de conexão, auxiliam na construção e no entendimento do texto. Além disso, muitas vezes palavras diferentes são utilizadas para um mesmo referente, conforme exemplo dos termos destacados:
 

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595810 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-PA
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Texto I para responder à questão.
Tempos loucos – Parte 2
Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em: http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006-10-01_2006-10-15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
Acerca do texto apresentado, é correto afirmar que, principalmente
 

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576093 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-PA
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Texto I para responder à questão.
Tempos loucos – Parte 2
Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em: http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006-10-01_2006-10-15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
Examinando o trecho “A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma.” (3º§) em que se manifesta uma opinião pode-se afirmar que esse ponto de vista
 

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576046 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-PA
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A citocinese é a divisão do citoplasma que tem início na anáfase e término na telófase, com a separação completa da célula. Nas células que possuem revestimento resistente, como nas plantas, forma-se uma pequena lamela, que cresce na parte central da célula até a mesma se separar. Essa lamela conhecida por fragmoplasto é derivada de qual estrutura celular?
 

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575970 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-PA
Provas:
Todos os dias, em todo tempo, ocorrem reações químicas, não só ao nosso redor, mas também no nosso organismo, de tal maneira que se pode dizer que a manutenção da vida depende de uma série de reações. Sobre reações químicas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Após o balanceamento da equação Na2CO3(s) + FeCr2O4(s) + O2(g)→ Fe2O3(s) + Na2CrO4(s) + CO2(g), a soma dos coeficientes mínimos e inteiros das espécies químicas envolvida é 17.
( ) Na reação entre nitrato de prata e brometo de potássio dissolvidos em água, o produto que forma cristais insolúveis em água é KNO2.
( ) A queima do gás amônia produz dióxido de nitrogênio e água.
( ) Após o balanceamento da equação NH3(g) + O2(g)→ NO(g) + H2O(g), a soma de todos os coeficientes mínimos e inteiros das espécies químicas envolvidas é 19.
A sequência está correta em
 

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543607 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-PA
Provas:

Em 1869, trabalhando independentemente, dois cientistas – Julius L. Meyer, na Alemanha (baseando-se principalmente em propriedades físicas) e Dimitri I. Mendeleyev, na Rússia (baseando-se principalmente em propriedades químicas) – propuseram tabelas semelhantes para a classificação dos elementos químicos. Sobre as propriedades periódicas e aperiódicas dos elementos químicos analise as afirmativas a seguir.

I. Com relação à afinidade eletrônica, a ordem correta é P > Se > Na > Cu.

II. Um metal alcalino terroso do terceiro período apresenta menor raio atômico do que um metal do quinto período e do mesmo grupo.

III.A primeira energia de ionização dos elementos decresce de cima para baixo num grupo ou família.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

 

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470176 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-PA
Provas:
Um objeto de massa 600 g é arremessado verticalmente para baixo com velocidade inicial de 20 m/s do alto de uma torre atingindo o solo com uma energia cinética de 900J. Desprezando a resistência com o ar e considerando a aceleração da gravidade no local igual a 10 m/s 2, então a altura dessa torre é de:
 

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470168 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-PA
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Relacione adequadamente as colunas a seguir.
(Considere que alguns números poderão ser utilizados mais de uma vez.)
1. Dissacarídeo.
2. Hexoses.
3. Pentoses.
4. Polissacarídeos.
( ) Amido.
( ) Lactose.
( ) Frutose.
( ) Ribose.
( ) Glicogênio.
( ) Maltose.
A sequência está correta em
 

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470157 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-PA
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Óxidos são compostos binários nos quais o oxigênio é o elemento mais eletronegativo. Os óxidos constituem um grupo muito numeroso. O monóxido de dinitrogênio, ou óxido nitroso (N2O) é um anestésico usado principalmente em odontologia. Um uso recente do óxido nitroso é no aumento da potência de motores de automóveis. De acordo com os óxidos, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. Caráter básico.
2. Caráter anfótero.
3. Caráter neutro.
4. Caráter ácido.
( ) CO, NO, N2O.
( ) Como regra, óxidos de elementos localizados à esquerda na tabela periódica.
( ) ZnO e Al2O3.
( ) Como regra, óxidos de elementos com alta eletronegatividade.

A sequência está correta em

 

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