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A Lei Complementar nº 230/2002 estabelece que o Conselho Superior do Corpo de Bombeiros Militar é
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Conforme expressamente previsto na Lei Complementar nº 230/2002, são funções institucionais do Corpo de Bombeiros Militar do Estado, EXCETO:
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- a primeira parte durou 24 minutos;
- a segunda parte durou 12 minutos a mais que a primeira parte; e,
- a terceira parte durou 6 minutos a menos que a segunda parte.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RN
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“Os vasos sanguíneos de menor ou maior calibre, a todo o momento, sofrem lesões dentro do organismo humano. Para que não haja perda de sangue por essas lesões, as plaquetas e as próprias células lesadas liberam fatores que ativam uma proteína presente no plasma e que, a partir dela, ocorre uma sequência de reações que resultam na origem dos coágulos, responsáveis por impedirem a passagem do sangue, até que os vasos lesionados estejam restaurados.” Como é chamada a proteína produzida no fígado e responsável por essa sequência de reações?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RN
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RN
Leia os trechos a seguir.
“O Rio Grande do Norte terá, em breve, a sua primeira fábrica de equipamentos para energia solar. Por questões de sigilo, o governo não pôde revelar mais detalhes sobre a fábrica como nome da empresa responsável, local onde ela será instalada, nem o volume de investimentos.”
(Disponível em: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2017/02/rio-grande-norte-ganhara-primeira-fabrica-de-equipamentos-paraenergia-
solar/31146.)
“Rio Grande do Norte se aproxima dos 3GW em energia eólica. Atualmente, das 106 usinas em funcionamento em todo o RN, 63 estão localizadas no Mato Grande. A região concentra 60% de todos os parques eólicos do Rio Grande do Norte. A área engloba os municípios de João Câmara, Parazinho, São Miguel do Gostoso, Jandaíra, Pedra Grande e Rio do Fogo.”
(Disponível em: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2016/08/rio-grande-norte-se-aproxima-dos-3gw-em-energia-eolica/29981.)
Os dois trechos anteriores se relacionam à(s)
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Texto para responder a questão abaixo.
Admirável mundo novo
[...] O D.I.C. (Diretor de Incubação e Condicionamento) e seus alunos entraram no elevador mais próximo e foram levados ao quinto andar.
Berçários. Salas de Condicionamento Neopavloviano, indicava o painel de avisos.
O Diretor abriu uma porta. Entraram num vasto cômodo nu, muito claro e ensolarado, pois toda a parede do lado sul era constituída por uma única janela. Meia dúzia de enfermeiras, com as calças e jaquetas do uniforme regulamentar de linho branco de viscose, os cabelos assepticamente cobertos por toucas brancas, estavam ocupadas em dispor vasos com rosas sobre o assoalho, numa longa fila, de uma extremidade à outra do cômodo. Grandes vasos, apinhados de flores. Milhares de pétalas, amplamente desabrochadas e de uma sedosa maciez, semelhantes às faces de inumeráveis pequenos querubins [...].
As enfermeiras perfilaram-se ao entrar o D.I.C.
– Coloquem os livros – disse ele, secamente.
Em silêncio, elas obedeceram à ordem. Entre os vasos de rosas, os livros foram devidamente dispostos – uma fileira de livros infantis, cada um aberto, de modo convidativo, em alguma gravura agradavelmente colorida, de animal, peixe ou pássaro.
– Agora, tragam as crianças.
Elas saíram apressadamente da sala e voltaram ao cabo de um ou dois minutos, cada qual empurrando uma espécie de carrinho, onde, nas suas quatro prateleiras de tela metálica, vinham bebês de oito meses, todos exatamente iguais (um Grupo Bokanovsky, evidentemente) e todos (já que pertenciam à casta Delta) vestidos de cáqui.
– Ponham as crianças no chão.
Os bebês foram descarregados.
– Agora, virem-nas de modo que possam ver as flores e os livros.
Virados, os bebês calaram-se imediatamente, depois começaram a engatinhar na direção daquelas massas de cores brilhantes, daquelas formas tão alegres e tão vivas nas páginas brancas. Enquanto se aproximavam, o sol ressurgiu de um eclipse momentâneo atrás de uma nuvem. As rosas fulgiram como sob o efeito de uma súbita paixão interna; uma energia nova e profunda pareceu espalhar-se sobre as páginas reluzentes dos livros. Das filas de bebês que se arrastavam engatinhando, elevaram-se gritinhos de excitação, murmúrios e gorgolejos de prazer.
O Diretor esfregou as mãos.
– Excelente! – comentou. – Até parece que foi feito de encomenda.
[...] O Diretor esperou que todos estivessem alegremente entretidos. Depois disse:
– Observem bem. – E, levantando a mão, deu o sinal.
A Enfermeira-Chefe, que se encontrava junto a um quadro de ligações na outra extremidade da sala, baixou uma pequena alavanca.
Houve uma explosão violenta. Aguda, cada vez mais aguda, uma sirene apitou. Campainhas de alarme tilintaram, enlouquecedoras.
As crianças sobressaltaram-se, berraram; suas fisionomias estavam contorcidas pelo terror.
– E agora – gritou o D.I.C. (pois o barulho era ensurdecedor) – agora vamos gravar mais profundamente a lição por meio de um ligeiro choque elétrico.
Agitou de novo a mão, e a Enfermeira-Chefe baixou uma segunda alavanca. Os gritos das crianças mudaram subitamente de tom. Havia algo de desesperado, de quase demente, nos urros agudos e espasmódicos que elas então soltaram. Seus pequenos corpos contraíam-se e retesavam-se; seus membros agitavam-se em movimentos convulsivos, como puxados por fios invisíveis.
– Nós podemos eletrificar todo aquele lado do assoalho – berrou o Diretor para explicar-se. – Mas isso basta — continuou, fazendo um sinal à enfermeira.
As explosões cessaram, as campainhas pararam de soar, o ganido da sirene foi baixando de tom até silenciar. Os corpos rigidamente contraídos distenderam-se; o que antes fora o soluço e o ganido de pequenos candidatos à loucura expandiu-se novamente no berreiro normal do terror comum.
– Ofereçam-lhes de novo as flores e os livros.
As enfermeiras obedeceram; mas, à aproximação das rosas, à simples visão das imagens alegremente coloridas do gatinho, do galo que faz cocorocó e do carneiro que faz bé, bé, as crianças recuaram horrorizadas; seus berros recrudesceram subitamente.
[...]
– Elas crescerão com o que os psicólogos chamavam um ódio “instintivo” aos livros e às flores. Reflexos inalteravelmente condicionados. Ficarão protegidas contra os livros e a botânica por toda a vida. – O Diretor voltou-se para as enfermeiras. – Podem levá-las.
Sempre gritando, os bebês de cáqui foram colocados nos seus carrinhos e levados para fora da sala, deixando atrás de si um cheiro de leite azedo e um agradabilíssimo silêncio.
Um dos estudantes levantou a mão. Embora compreendesse perfeitamente que não se podia permitir que pessoas de casta inferior desperdiçassem o tempo da Comunidade com livros e que havia sempre o perigo de lerem coisas que provocassem o indesejável descondicionamento de algum de seus reflexos... enfim, ele não conseguia entender o referente às flores. Por que se dar ao trabalho de tornar psicologicamente impossível aos Deltas o amor às flores?
[...]
– [...] As flores do campo e as paisagens, advertiu, têm um grave defeito: são gratuitas. O amor à natureza não estimula a atividade de nenhuma fábrica. Decidiu-se que era preciso aboli-lo, pelo menos nas classes baixas [...].
(Aldous Huxley. Admirável mundo novo. São Paulo: Globo, 2001. Fragmento.)
Na fala do diretor transcrita em “– Agora, tragam as crianças.” (7º§), o emprego da vírgula
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