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Foram encontradas 50 questões.

1314219 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CBM-SC
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No dia 3 de setembro de 1989, o Comandante César Garcez pilotava o Boeing 737-200 da Varig, saindo de Marabá-PA, com destino a Belém-PA, ao invés de prosseguir o destino na proa de Belém (Norte), confundiu-se e foi para proa 270°, voando 960 Km para Oeste. Depois de muito tempo sobrevoando a Floresta Amazônica, sem chegar a lugar algum, com o combustível no final, resolveu voar para o Sul, fez isso por 720 Km. O combustível acabou e o avião caiu próximo da cidade de São José do Xingu-MT. Utilizando os vetores, calcule a que distância a aeronave fez o pouso forçado, e observe no mapa o sentido de seu deslocamento.
enunciado 2133162-1
 

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1308272 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CBM-SC
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Observe o gráfico a seguir:
enunciado 2128723-1
Os dados constantes acima, disponíveis em http://noticias.uol.com.br, mostram o acrescimento populacional das regiões brasileiras, pelo censos do IBGE de 2000 e 2010. Propositalmente os nomes dessas regiões foram substituídos pelas letras "A", "B", "C", "D" e "E". Observe atentamente o gráfico. Com base nos dados demográficos de 2010 apresentados pelo Censo do IBGE e em conhecimentos sobre as regiões brasileiras, assinale a alternativa correta:
 

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1297901 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Militar
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CBM-SC
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Em conformidade com o Decreto nº 12.112, de 16 de setembro de 1980, que aprovou o Regulamento Disciplinar da Polícia Militar de Santa Catarina (RDPMSC), responda à próxima questão.

Marque a alternativa incorreta.

 

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1283256 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Militar
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CBM-SC
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A Lei nº 6.218, de 10 de fevereiro de 1983, dispõe sobre o Estatuto dos Policiais-Militares do Estado de Santa Catarina e regula as obrigações, os deveres, os direitos, as prerrogativas e situações desses policiais-militares. Conforme o estabelecido nessa lei, responda à próxima questão.
Leia as alternativas e assinale a que julgar incorreta.
 

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1281728 Ano: 2013
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CBM-SC
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O choque é o estado resultante da evolução de situações clínicas de naturezas diversas, caracterizado a nível sistêmico e regional, por desequilíbrio entre a oferta e o consumo de oxigênio. Sendo assim, uma vítima que perde sangue pode ser enquadrada conforme a seguinte tabela de classificação de choque:
enunciado 1281728-1
Marque a alternativa que completa as lacunas na tabela acima, respectivamente, da classe II até a IV.
 

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1257215 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CBM-SC
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Leia a carta a seguir para responder à questão
Entendo que há um longo processo histórico-cultural sobre o qual muitos falam na superfície, mas poucos têm coragem de pensá-lo em profundidade: somos muito mal educados no sentido dos resultados efetivos aos quais chegam os processos de Ribeirão Preto, 16 de novembro de 2013.
Oi Maria,
Fico no regalo por nossa interlocução verdadeira, pois além do sentido dado pela fisiologia, a palavra sinapse indica, do latim synapsis, e do grego súnapsis, a ação de juntar, ligação, união. É o que temos a nos unir para fugir e nos manter longe das famigeradas e desagradáveis conversas fáticas apontadas por você. Você faz, em torno desse conteúdo, uma série de perguntas iniciais que expõem o nosso comportamento médio humano de uma forma dura e verdadeira, muito distante da hipocrisia que costuma cercar as relações que costumo denominar “de superfície”.
Não somos verdadeiros o tempo todo porque convivemos na quase totalidade desse mesmo tempo em “autoengano”, conforme diz o prof. Eduardo Gianetti em seu livro homônimo (1997), ou seja, mentindo excessivamente para nós mesmos! Veja o que ele diz sobre esse ato comum e corriqueiro: “se enganar outro ser humano é uma ação que pressupõe um descompasso de informação, enganar a si mesmo não seria uma impossibilidade lógica? Se posso enganar o outro, é pelo fato de ele não saber algo que conheço. [...] A aparente contradição é afastada quando percebemos que o fulcro do auto-engano está na capacidade que temos de sentir e de acreditar sinceramente que somos aquilo que não somos. [...] Abandonados a ele, perdemos a dimensão que nos reúne às outras pessoas e possibilita a convivência social”. E Gianetti conclui, incisivo: aí está a origem “dos sofrimentos que muitas vezes causamos a nós mesmos e às pessoas que nos cercam”.
Fui longo nessa citação, eu sei, mas entendo que ela se faz necessária quando reconhecemos no pensamento do outro aquilo que explica com fundamento o que já pensamos sobre o real, afinal, o conhecimento é uma construção coletiva. Respondo às suas quatro primeiras perguntas com tal menção, pois ela resume o que penso sobre a nossa falta de verdade individual e cotidiana! Mas ainda não respondi a outra pergunta central que você fez e a reproduzo agora: “Por que a sociedade impõe que usemos máscaras em diferentes contextos sociais?”
Essas tais “máscaras sociais” são verdadeiramente complexas, pois temos nelas internalizados, e em tempo interativo simultâneo, os três principais elementos que compõem a dinâmica central da vida cotidiana, quais sejam, indivíduo, sociedade e cultura. Na sociologia, denominamos essas “máscaras” de “face” em função dos estudos de um cientista social canadense, ErvingGoffman. Em seu texto “A elaboração da face: uma análise dos elementos rituais na interação social”, Goffman nos coloca em uma condição permanente: somos atores sociais em ação teatral constante no palco social. Em sua concepção, o nosso semblante (a “face”) expõe a representação que fazemos dos nossos personagens diante de um público, de forma que ele o define assim: é “o valor social positivo que uma pessoa efetivamente reclama para si mesma através daquilo que os outros presumem ser a linha por ela tomada durante um contato específico”.
Isso significa que a nossa “face” é uma imagem desenhada e construída por nós mesmos por muito tempo e nos mais diversos tipos de interação pública em função de atributos sociais previamente aprovados e, por isso, ela é partilhada por outros indivíduos. Daí ela conotar, para além dos seus significados usuais de palavra, dignidade, autorrespeito e prestígio. Em conclusão, a nossa “face social” define-se pelo que possuímos de mais pessoal que é, simultaneamente, para Goffman, um mero empréstimo que nos foi dado pela cultura e pela sociedade, de modo que é possível perdê-la no caso de não nos comportarmos para bem merecê-la, conforme a ótica social.
Por esse motivo, sinceramente, não sei se tenho ou uso menos máscaras do que você! Percebe a profundidade do problema? Se somarmos a ideia de “auto-engano” de Gianetti ao conceito de “face” de Goffman, teremos elementos de trabalho para uma discussão profunda sobre a condição do indivíduo humano, nós, na vida social complexa dos nossos dias... Quer dar seguimento a ela? Proponha...
[...]
Você perguntou por fruto de “observação empírica e indignada”: “O homem sempre foi ruim, egoísta, sem senso de coletividade e de amor ao próximo, ou hoje apenas temos a impressão de que esses sentimentos predominam devido à rápida transmissão de informação?” “Há mais maldade hoje do que antigamente?” Ressalvo, apesar de resistir ao caminho da resposta afirmativa, também não quero ser meramente otimista! As leituras que tenho em Antonio Gramsi levam-me a insistir em pensar com os critérios do “pessimismo da razão do otimismo da vontade”!
socialização primária e secundária, isto é, família e escola não têm sido bem sucedidas nos seus atos diários de “fazer gente”. Isso significa que não nos educamos para a autonomia a partir dos paradigmas da prática da cooperação e do respeito ao indivíduo, mas sim para viver formas básicas de dependência familiar e pessoal ciumentas, possessivas e competitivas baseadas na máxima do provérbio da neurose individualista e insaciável da escassez, “A farinha tá pouca, no meu pirão primeiro!”.
Não acato a clássica ideia de Hobbes de que os homens são “maus por natureza”, lobos de si próprios por possuírem poder de violência ilimitado; mas também não entendo que o homem seja bom pela mesma natureza e que é a sociedade que o corrompe, como defendeu Rousseau. A meu ver, os filósofos do “contrato social” erraram na origem, mesmo que Rousseau tenha refletido muito sobre a educação, no ponto exato em que exaltaram o individualismo como princípio e base da condição existencial humana. Se nascemos presos a ele e focados apenas no leite do peito da mãe para sobreviver, e isso é um fato, essa condição concreta inicial não justifica que a nossa educação reproduza culturalmente essa condição humana primordial e primária. Por isso, educar vem, em sua etimologia, do latim, “educare”, que significa “educar, instruir” e “criar”. Essa palavra, composta por “ex”, “fora”, e “ducere”, “guiar, conduzir, liderar”, denota a ideia de que introduzir alguém ao mundo por meio da educação significa levar a pessoa para fora de si mesma, ou seja, construir com ela condições e pontes para que viva plenamente aquilo que mais existe para além dela mesma.
Partindo dessa matriz, posso afirmar que não damos à educação a importância que ela tem para a prática da cooperação no lugar da competição, essa é a verdade e o fenômeno não é apenas brasileiro! É isso que temos que transformar para que eu venha a discordar plenamente do que você reclama em queixa pertinente: “A honra importa? Já lhe respondo: Não! O que importa, infelizmente, é o carro que se tem, a casa que se tem, a roupa que se veste, o lugar (e não a comida) em que se come e a cultura que se ingere”. “Não importa o que fez para ter essa vida, não importa se passou por cima de pessoas para ganhar esse dinheiro; importa essa aparência...” Não sei se houve mesmo, Maria, esse tempo das “pessoas mais antigas” no qual “o nome valia a honra”, pois me parece que a única “honra” que lá valia era, e é, a dos que ocupavam, e ocupam, os andares de cima da sociedade, justamente os que menos valiam, e valem, por ter menos palavras e princípios éticos nos quais se confiar. [...]
Meu abraço é um convite!
João
FERREIRA, DELSON. “Condição humana e educação”. Ribeirão Preto, SP, nov. de 2013. (não publicado)
Analise as informações abaixo sobre o texto e assinale a alternativa correta:
I – O remetente da carta sente verdadeiro prazer em poder conversar com sua interlocutora.
II – O remetente da carta afirma que os diálogos com a destinatária são um elo de amizade e os afastam de conversas fáticas.
III – Da leitura atenta da carta, deduz-se que as “conversas fáticas” sejam vazias de significado podendo até serem falsas.
IV – O remetente da carta faz uma longa narração de episódios cotidianos da sociedade moderna.
V – Por meio dos argumentos usados pelo remetente, pode-se considerá-lo um homem culto e estudioso.
VI – O autor da carta limita-se apenas a parafrasear os teóricos por ele citados.
 

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1251187 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CBM-SC
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A Nova Ordem Mundial ou Nova Ordem Geopolítica Mundial significa o plano geopolítico internacional das correlações de poder e força entre as Nações no pós Guerra Fria. A Geopolítica atual é representada, principalmente, pelos seguintes atores:
 

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1234175 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CBM-SC
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Um prisma regular reto possui 18 arestas. Então podemos afirmar que ele possui:
 

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1231458 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CBM-SC
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As indústrias, como ocorre tradicionalmente, continuaram a liderar o ranking dos maiores consumidores de energia elétrica, com a aplicação de 192.616 GWh em 2007. Esse setor se caracteriza também por ser o principal abrigo de uma tendência que tem evoluído nos últimos anos: a autoprodução de energia. A seguir, veja o consumo relativo às regiões no Brasil:
enunciado 1231458-1
Com estes dados, é incorreto afirmar que:
 

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1231152 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CBM-SC
Provas:

“Lançado em julho de 2013, em Brasília, o novo Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com o Ipea e a Fundação João Pinheiro (FJP), trouxe novidades. Elaborado com base nos Censos de 1991, 2000 e 2010, esse Atlas apresenta o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de todos os 5.565 municípios brasileiros e mais de 180 indicadores de população, educação, habitação, saúde, trabalho, renda e vulnerabilidade”. Com base neste texto, transcrito e adaptado do site http://www.ipea.gov.br/ assinale a alternativa em que todas as informações constantes são corretas:

 

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