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Foram encontradas 40 questões.

920608 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: CDP
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Outra economia:
a mensagem sombria, mas de esperança, da Rio+20
Não devemos só rever nosso padrão de consumo,
mas também o modo de produção e a relação entre os países
O desenvolvimento sustentável das nações é uma temática que se tornou central no debate a partir dos primeiros alertas de ambientalistas que associaram o uso indiscriminado dos recursos naturais com o aquecimento global. No entanto, o termo sustentável se tornou rapidamente uma panaceia, incluindo tudo – e portanto nada –, especialmente após a sua inteligente apropriação pelo marketing das grandes corporações privadas globais.
Iludidos pela propaganda, muitos consumidores se sentem aliviados em sua consciência ambiental quando encontram selos verdes ou algo do gênero em seus produtos preferidos (desde cadernos até carros com tração nas quatro rodas). A hipocrisia é tamanha que o Brasil, entre outros países emergentes, tem-se colocado como exemplo de uma estratégia de desenvolvimento pretensamente movida a energia renovável e sustentável. Alusão refutada por quaisquer dos indicadores sólidos de sustentabilidade adotados no debate científico dos climatólogos, não por acaso afastados dos palcos políticos mais importantes da Rio+20.
Na verdade, o que o governo de muitos dos países do G20 chamam de economia verde pouco tem de sustentável. O critério de avaliação de impacto ambiental mais sério da academia, mas ignorado ainda pelos políticos, é a superfície vegetal do país, pois são essas áreas que garantem a purificação da pegada humana de gás carbônico que ameaça o planeta.
Segundo esse critério, a geração de energia elétrica no Brasil e na China, por exemplo, dependente da inundação de imensas áreas ocupadas por florestas, é altamente poluente; bem como a política de substituição de combustível fóssil por etanol ou biodiesel em países como os EUA e novamente o Brasil, pois são produtos que demandam uma superfície agrícola muito grande para ser minimamente acessível para os consumidores. Nem mesmo a energia eólica, a atual campeã da sustentabilidade, escapa a uma análise de impacto ambiental mais rigorosa, por também depender de uma escala de produção com uso intensivo de recursos naturais.
A chave da nossa sobrevivência em um mundo realmente sustentável depende, portanto, do desenvolvimento de uma tecnologia de geração de energia extensiva no uso de recursos naturais, ou seja que polua pouco, sendo capaz de manter ou mesmo elevar a superfície de nossos territórios com cobertura florestal. Parece sonho, mas isso já acontece em alguns países centrais avançados, como na França, no Japão ou ainda no Canadá. Lá, pelo visto, a consciência ambiental atingiu um outro patamar, e a resposta vem imediatamente com a maior qualidade de vida da população.
Porém, em escala planetária, a realidade é bem diferente, por conta do ritmo acelerado de devastação ambiental imposto por um modelo de capitalismo extensivo em recursos naturais, aplicado principalmente nos países em desenvolvimento. O acesso às tecnologias poupadoras de recursos naturais, e intensivas em pessoal qualificado e capital, é ainda muito restrito aos países centrais, inclusive por conta da existência de mecanismos institucionais e instrumentos de poder que os mantêm no controle dessas técnicas de produção.
Neste ponto temos de reconhecer o avanço do documento final da Rio+20: a sustentabilidade do planeta depende não apenas de uma revisão no nosso padrão de consumo, mas também no nosso modo de produção e na relação entre os países. Traduzindo para uma terminologia um pouco menos utópica, isto significa reconhecer que ou agimos já, ou capitalismo estará rumando para o seu fim não tanto pelo lento desenvolvimento de suas contradições internas, mas sim pelo simples, porém voraz, desenvolvimento natural de suas forças produtivas.
Pedro Chadarevian é doutor em Economia pela Universidade de Paris, professor de Economia na Universidade
Federal de São Carlos e editor do blog Outra Economia. Escreve quinzenalmente ao Opera Mundi.
Disponível em:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/22719/outra+economia+a+mensagem
+sombria+mas+de+esperanca+da+rio%2B20.shtml>. Acesso em: 25 set. 2012. Texto adaptado.
“Outra economia”, no título, alude a uma economia centrada
 

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920215 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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A partir do final da década de 1980 e do início da década de 1990, tornou-se comum no Brasil, especialmente entre os teóricos da Reforma do Estado, a expressão Terceiro Setor. Tal segmento é constituído
 

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896249 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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A atual obra de Vieira (2009) critica a separação entre direitos sociais subordinados ao Estado e os direitos sociais subordinados à sociedade. Comumente enfatizados nos escritos sobre política social, os direitos sociais derivam, respectivamente,
 

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890676 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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Enquanto processo racional, o planejamento se organiza por operações complexas e interligadas, como processos de reflexão, decisão, ação e retomada de reflexão.
Por ação, compreende-se o(a, as)
 

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858813 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: CDP
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Outra economia:
a mensagem sombria, mas de esperança, da Rio+20
Não devemos só rever nosso padrão de consumo,
mas também o modo de produção e a relação entre os países
O desenvolvimento sustentável das nações é uma temática que se tornou central no debate a partir dos primeiros alertas de ambientalistas que associaram o uso indiscriminado dos recursos naturais com o aquecimento global. No entanto, o termo sustentável se tornou rapidamente uma panaceia, incluindo tudo – e portanto nada –, especialmente após a sua inteligente apropriação pelo marketing das grandes corporações privadas globais.
Iludidos pela propaganda, muitos consumidores se sentem aliviados em sua consciência ambiental quando encontram selos verdes ou algo do gênero em seus produtos preferidos (desde cadernos até carros com tração nas quatro rodas). A hipocrisia é tamanha que o Brasil, entre outros países emergentes, tem-se colocado como exemplo de uma estratégia de desenvolvimento pretensamente movida a energia renovável e sustentável. Alusão refutada por quaisquer dos indicadores sólidos de sustentabilidade adotados no debate científico dos climatólogos, não por acaso afastados dos palcos políticos mais importantes da Rio+20.
Na verdade, o que o governo de muitos dos países do G20 chamam de economia verde pouco tem de sustentável. O critério de avaliação de impacto ambiental mais sério da academia, mas ignorado ainda pelos políticos, é a superfície vegetal do país, pois são essas áreas que garantem a purificação da pegada humana de gás carbônico que ameaça o planeta.
Segundo esse critério, a geração de energia elétrica no Brasil e na China, por exemplo, dependente da inundação de imensas áreas ocupadas por florestas, é altamente poluente; bem como a política de substituição de combustível fóssil por etanol ou biodiesel em países como os EUA e novamente o Brasil, pois são produtos que demandam uma superfície agrícola muito grande para ser minimamente acessível para os consumidores. Nem mesmo a energia eólica, a atual campeã da sustentabilidade, escapa a uma análise de impacto ambiental mais rigorosa, por também depender de uma escala de produção com uso intensivo de recursos naturais.
A chave da nossa sobrevivência em um mundo realmente sustentável depende, portanto, do desenvolvimento de uma tecnologia de geração de energia extensiva no uso de recursos naturais, ou seja que polua pouco, sendo capaz de manter ou mesmo elevar a superfície de nossos territórios com cobertura florestal. Parece sonho, mas isso já acontece em alguns países centrais avançados, como na França, no Japão ou ainda no Canadá. Lá, pelo visto, a consciência ambiental atingiu um outro patamar, e a resposta vem imediatamente com a maior qualidade de vida da população.
Porém, em escala planetária, a realidade é bem diferente, por conta do ritmo acelerado de devastação ambiental imposto por um modelo de capitalismo extensivo em recursos naturais, aplicado principalmente nos países em desenvolvimento. O acesso às tecnologias poupadoras de recursos naturais, e intensivas em pessoal qualificado e capital, é ainda muito restrito aos países centrais, inclusive por conta da existência de mecanismos institucionais e instrumentos de poder que os mantêm no controle dessas técnicas de produção.
Neste ponto temos de reconhecer o avanço do documento final da Rio+20: a sustentabilidade do planeta depende não apenas de uma revisão no nosso padrão de consumo, mas também no nosso modo de produção e na relação entre os países. Traduzindo para uma terminologia um pouco menos utópica, isto significa reconhecer que ou agimos já, ou capitalismo estará rumando para o seu fim não tanto pelo lento desenvolvimento de suas contradições internas, mas sim pelo simples, porém voraz, desenvolvimento natural de suas forças produtivas.
Pedro Chadarevian é doutor em Economia pela Universidade de Paris, professor de Economia na Universidade
Federal de São Carlos e editor do blog Outra Economia. Escreve quinzenalmente ao Opera Mundi.
Disponível em:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/22719/outra+economia+a+mensagem
+sombria+mas+de+esperanca+da+rio%2B20.shtml>. Acesso em: 25 set. 2012. Texto adaptado.
Para Pedro Chadarevian, uma das causas da devastação do meio ambiente é o(a)
 

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854280 Ano: 2012
Disciplina: Direito Marítimo e Portuário
Banca: FADESP
Orgão: CDP
A área situada fora da área do porto, utilizada, exclusivamente, para operação de transbordo de cargas destinadas ou provenientes da navegação interior, denomina-se
 

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848052 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: CDP
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Outra economia:
a mensagem sombria, mas de esperança, da Rio+20
Não devemos só rever nosso padrão de consumo,
mas também o modo de produção e a relação entre os países
O desenvolvimento sustentável das nações é uma temática que se tornou central no debate a partir dos primeiros alertas de ambientalistas que associaram o uso indiscriminado dos recursos naturais com o aquecimento global. No entanto, o termo sustentável se tornou rapidamente uma panaceia, incluindo tudo – e portanto nada –, especialmente após a sua inteligente apropriação pelo marketing das grandes corporações privadas globais.
Iludidos pela propaganda, muitos consumidores se sentem aliviados em sua consciência ambiental quando encontram selos verdes ou algo do gênero em seus produtos preferidos (desde cadernos até carros com tração nas quatro rodas). A hipocrisia é tamanha que o Brasil, entre outros países emergentes, tem-se colocado como exemplo de uma estratégia de desenvolvimento pretensamente movida a energia renovável e sustentável. Alusão refutada por quaisquer dos indicadores sólidos de sustentabilidade adotados no debate científico dos climatólogos, não por acaso afastados dos palcos políticos mais importantes da Rio+20.
Na verdade, o que o governo de muitos dos países do G20 chamam de economia verde pouco tem de sustentável. O critério de avaliação de impacto ambiental mais sério da academia, mas ignorado ainda pelos políticos, é a superfície vegetal do país, pois são essas áreas que garantem a purificação da pegada humana de gás carbônico que ameaça o planeta.
Segundo esse critério, a geração de energia elétrica no Brasil e na China, por exemplo, dependente da inundação de imensas áreas ocupadas por florestas, é altamente poluente; bem como a política de substituição de combustível fóssil por etanol ou biodiesel em países como os EUA e novamente o Brasil, pois são produtos que demandam uma superfície agrícola muito grande para ser minimamente acessível para os consumidores. Nem mesmo a energia eólica, a atual campeã da sustentabilidade, escapa a uma análise de impacto ambiental mais rigorosa, por também depender de uma escala de produção com uso intensivo de recursos naturais.
A chave da nossa sobrevivência em um mundo realmente sustentável depende, portanto, do desenvolvimento de uma tecnologia de geração de energia extensiva no uso de recursos naturais, ou seja A) que polua pouco, sendo capaz de manter ou mesmo elevar a superfície de nossos territórios com cobertura florestal. Parece sonho, mas isso já acontece em alguns países centrais avançados, como na França, no Japão ou ainda no Canadá. Lá, pelo visto, a consciência ambiental atingiu um outro patamar C), e a resposta vem imediatamente com a maior qualidade de vida da população.
Porém, em escala planetária, a realidade é bem diferente, por conta do ritmo acelerado de devastação ambiental imposto por um modelo de capitalismo extensivo em recursos naturais, aplicado principalmente nos países em desenvolvimento. O acesso às tecnologias poupadoras de recursos naturais, e intensivas em pessoal qualificado e capital, é ainda muito restrito aos países centrais, inclusive por conta da existência de mecanismos institucionais e instrumentos de poder que os mantêm D) no controle dessas técnicas de produção.
Neste ponto temos de reconhecer o avanço do documento final da Rio+20: a sustentabilidade do planeta depende não apenas de uma revisão no nosso padrão de consumo, mas também no nosso modo de produção e na relação entre os países. Traduzindo para uma terminologia um pouco menos utópica, isto significa reconhecer que ou agimos já, ou capitalismo B) estará rumando para o seu fim não tanto pelo lento desenvolvimento de suas contradições internas, mas sim pelo simples, porém voraz, desenvolvimento natural de suas forças produtivas.
Pedro Chadarevian é doutor em Economia pela Universidade de Paris, professor de Economia na Universidade
Federal de São Carlos e editor do blog Outra Economia. Escreve quinzenalmente ao Opera Mundi.
Disponível em:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/22719/outra+economia+a+mensagem
+sombria +mas+de+esperanca+da+rio%2B20.shtml>. Acesso em: 25 set. 2012. Texto adaptado.
Em relação aos fatos de língua, é incorreto afirmar que
 

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815906 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FADESP
Orgão: CDP
O programa Paint do Windows 7 é voltado à criação e edição de imagens, fotografias e desenhos. A faixa de opções Home é formada por diversos grupos, exceto:
 

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793522 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FADESP
Orgão: CDP
Provas:
O sigilo profissional deve permear a intervenção do assistente social, conforme critérios éticos constantes no Código de Ética de 1993.
Quanto a esse sigilo, é correto afirmar que
 

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777251 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: FADESP
Orgão: CDP
Provas:
Os instrumentos de coleta de dados auxiliam o pesquisador na obtenção de dados, a fim de alcançar os objetivos previamente escolhidos da pesquisa. Um desses instrumentos contém a vantagem de não permitir a influência do pesquisador sobre o informante, garantindo-lhe o anonimato, e evitando o constrangimento com a presença do pesquisador. Na condição de anônimo, o informante, então, sente-se mais à vontade e demonstra maior espontaneidade nas respostas. Outra vantagem ainda é que esse instrumento possibilita atingir um grande número de pessoas, uma vez que pode ser enviado pelo correio, respondido via fone ou mesmo pela internet, desde que acompanhado de dados informativos e autoexplicativos acerca do objetivo da pesquisa e que esclareça a forma correta de preenchimento.
Trata-se do instrumento conhecido como
 

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