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Foram encontradas 50 questões.

244875 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDERJ
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O salário dos trabalhadores da Educação era de x reais. Após uma greve, eles conseguiram um aumento de 4% no salário, que passou a ser de y reais. O valor de y pode ser obtido, multiplicando-se o valor de x por:
 

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244874 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDERJ
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Em determinado concurso, a pontuação da redação era calculada como mostra o quadro a seguir.

Enunciado 244874-1

Os candidatos precisavam redigir de 25 a 30 linhas. Um candidato fez sua redação em 30 linhas e sua nota final foi 2,0. Sabendo que sua pontuação nos aspectos macroestruturais foi 5,5, então o número de erros cometidos por esse candidato, nos aspectos microestruturais, foi igual a:
 

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244856 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDERJ
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Marcos tem um terreno em formato retangular, em torno do qual adquiriu um outro espaço. O terreno continuou com formato retangular e teve sua largura aumentada em 50% e o seu comprimento dobrou. Assim, a área do seu terreno teve um aumento percentual de:
 

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244855 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDERJ
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Um auditório possui 20 filas, com 16 poltronas em cada fila. Cada poltrona ocupa um espaço quadrado de 50 cm x 50 cm e todas as poltronas estão juntas, não havendo espaço entre elas. De uma fila para outra há um espaço de 50 cm. A área, em m², do retângulo que delimita o espaço ocupado por todas as poltronas é igual a:
 

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244854 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDERJ
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A figura a seguir mostra o gráfico da função f(x) = x² – 4x + 5 e os pontos que formam o retângulo ABCD, onde A é a origem do sistema cartesiano, B é um ponto pertencente ao eixo x, C é um ponto da parábola e D é o ponto de interseção da parábola com o eixo y:

Enunciado 244854-1

A área do retângulo ABCD é:
 

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244853 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDERJ
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Na soma a seguir, as letras iguais representam algarismos iguais, e letras distintas representam algarismos distintos:

Enunciado 244853-1

Sabendo-se que as letras utilizadas, como mostrado acima, são A, B e C, então, substituindo-se corretamente as letras pelos algarismos correspondentes, o valor da soma A + B + C é igual a:
 

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244852 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDERJ
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Na sequência (2, 6, 18,...), cada número, com exceção do primeiro, é obtido pela multiplicação do anterior pelo número 3. Esta sequência de números é denominada progressão geométrica. A quantidade de números de três algarismos que esta progressão geométrica possui é igual a:
 

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244848 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDERJ
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MEIO SÉCULO DEPOIS...
Cristovam Buarque, O Globo, 07/09/2013
A quase totalidade dos discursos de políticos é irrelevante. São logo esquecidos. Mas, nesta semana, comemora-se em todo o mundo os 50 anos do discurso do dr. Martin Luther King em que ele disse que tinha sonhos: de que seus quatro filhos não sofreriam preconceitos por causa da cor da pele; e de que os filhos dos ex-escravos e os filhos dos ex-donos de escravos seriam capazes de sentar juntos na mesma mesa, como irmãos.
Meio século depois, nós também temos sonhos.
Sonhamos que um dia nenhum dos filhos do Brasil será privado de uma educação de qualidade que lhes permita entender a lógica do mundo, deslumbrar-se com suas belezas, indignar-se com suas injustiças, falar e escrever seus idiomas, ter uma profissão que lhes permita usufruir e melhorar o mundo onde vivem.
Para isso, sonhamos fazer com que a mais pobre criança tenha, desde sua primeira infância, uma escola com a qualidade das melhores do mundo, que um dia os filhos dos trabalhadores estudarão nas escolas dos filhos de seus patrões, os filhos das favelas nas escolas dos filhos dos condomínios e, em consequência, o Brasil terá pontes em lugar de muros entre suas classes e seus espaços urbanos.
Sonhamos que não está distante o dia em que todos os brasileiros acreditarão que isso é preciso e é possível. Deixarão de considerar o sonho como um delírio de utopista ou demagogia de político. Olharão ao redor e verão que muitos outros países já fizeram esta revolução, que chegará tardia ao Brasil, como nos chegou tardiamente a libertação dos escravos. Lembrarão que até 1863, na terra do dr. King, e, por décadas mais no Brasil, a ideia de que os negros um dia seriam livres do cativeiro era vista como estupidez. E hoje o presidente da República deles é negro.
Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se levantam é que ele começa a ser realidade.
“...o Brasil terá pontes em lugar de muros entre suas classes e seus espaços urbanos”. Nessa frase, a imagem da ponte em lugar de muros representa:
 

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244845 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDERJ
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MEIO SÉCULO DEPOIS...
Cristovam Buarque, O Globo, 07/09/2013
A quase totalidade dos discursos de políticos é irrelevante. São logo esquecidos. Mas, nesta semana, comemora-se em todo o mundo os 50 anos do discurso do dr. Martin Luther King em que ele disse que tinha sonhos: de que seus quatro filhos não sofreriam preconceitos por causa da cor da pele; e de que os filhos dos ex-escravos e os filhos dos ex-donos de escravos seriam capazes de sentar juntos na mesma mesa, como irmãos.
Meio século depois, nós também temos sonhos.
Sonhamos que um dia nenhum dos filhos do Brasil será privado de uma educação de qualidade que lhes permita entender a lógica do mundo, deslumbrar-se com suas belezas, indignar-se com suas injustiças, falar e escrever seus idiomas, ter uma profissão que lhes permita usufruir e melhorar o mundo onde vivem.
Para isso, sonhamos fazer com que a mais pobre criança tenha, desde sua primeira infância, uma escola com a qualidade das melhores do mundo, que um dia os filhos dos trabalhadores estudarão nas escolas dos filhos de seus patrões, os filhos das favelas nas escolas dos filhos dos condomínios e, em consequência, o Brasil terá pontes em lugar de muros entre suas classes e seus espaços urbanos.
Sonhamos que não está distante o dia em que todos os brasileiros acreditarão que isso é preciso e é possível. Deixarão de considerar o sonho como um delírio de utopista ou demagogia de político. Olharão ao redor e verão que muitos outros países já fizeram esta revolução, que chegará tardia ao Brasil, como nos chegou tardiamente a libertação dos escravos. Lembrarão que até 1863, na terra do dr. King, e, por décadas mais no Brasil, a ideia de que os negros um dia seriam livres do cativeiro era vista como estupidez. E hoje o presidente da República deles é negro.
Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se levantam é que ele começa a ser realidade.
Segundo o terceiro parágrafo do texto, a educação é causa de uma série de outras condições; a relação entre o segmento do texto e a condição apontada não é adequada em:
 

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244843 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDERJ
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MEIO SÉCULO DEPOIS...
Cristovam Buarque, O Globo, 07/09/2013
A quase totalidade dos discursos de políticos é irrelevante. São logo esquecidos. Mas, nesta semana, comemora-se em todo o mundo os 50 anos do discurso do dr. Martin Luther King em que ele disse que tinha sonhos: de que seus quatro filhos não sofreriam preconceitos por causa da cor da pele; e de que os filhos dos ex-escravos e os filhos dos ex-donos de escravos seriam capazes de sentar juntos na mesma mesa, como irmãos.
Meio século depois, nós também temos sonhos.
Sonhamos que um dia nenhum dos filhos do Brasil será privado de uma educação de qualidade que lhes permita entender a lógica do mundo, deslumbrar-se com suas belezas, indignar-se com suas injustiças, falar e escrever seus idiomas, ter uma profissão que lhes permita usufruir e melhorar o mundo onde vivem.
Para isso, sonhamos fazer com que a mais pobre criança tenha, desde sua primeira infância, uma escola com a qualidade das melhores do mundo, que um dia os filhos dos trabalhadores estudarão nas escolas dos filhos de seus patrões, os filhos das favelas nas escolas dos filhos dos condomínios e, em consequência, o Brasil terá pontes em lugar de muros entre suas classes e seus espaços urbanos.
Sonhamos que não está distante o dia em que todos os brasileiros acreditarão que isso é preciso e é possível. Deixarão de considerar o sonho como um delírio de utopista ou demagogia de político. Olharão ao redor e verão que muitos outros países já fizeram esta revolução, que chegará tardia ao Brasil, como nos chegou tardiamente a libertação dos escravos. Lembrarão que até 1863, na terra do dr. King, e, por décadas mais no Brasil, a ideia de que os negros um dia seriam livres do cativeiro era vista como estupidez. E hoje o presidente da República deles é negro.
Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se levantam é que ele começa a ser realidade.
A alternativa correta quando à função sintática dos termos citados é:

“Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se levantam é que ele começa a ser realidade".
 

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