Foram encontradas 50 questões.
O salário dos trabalhadores da Educação era de x reais. Após
uma greve, eles conseguiram um aumento de 4% no salário, que
passou a ser de y reais. O valor de y pode ser obtido, multiplicando-se
o valor de x por:
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Em determinado concurso, a pontuação da redação era calculada como mostra o quadro a seguir.

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Marcos tem um terreno em formato retangular, em torno do qual
adquiriu um outro espaço. O terreno continuou com formato retangular
e teve sua largura aumentada em 50% e o seu comprimento
dobrou. Assim, a área do seu terreno teve um aumento percentual de:
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Um auditório possui 20 filas, com 16 poltronas em cada fila.
Cada poltrona ocupa um espaço quadrado de 50 cm x 50 cm e todas
as poltronas estão juntas, não havendo espaço entre elas. De uma
fila para outra há um espaço de 50 cm. A área, em m², do retângulo
que delimita o espaço ocupado por todas as poltronas é igual a:
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A figura a seguir mostra o gráfico da função f(x) = x² – 4x + 5
e os pontos que formam o retângulo ABCD, onde A é a origem do
sistema cartesiano, B é um ponto pertencente ao eixo x, C é um ponto
da parábola e D é o ponto de interseção da parábola com o eixo y:

A área do retângulo ABCD é:

A área do retângulo ABCD é:
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Na soma a seguir, as letras iguais representam algarismos
iguais, e letras distintas representam algarismos distintos:

Sabendo-se que as letras utilizadas, como mostrado acima, são A, B e C, então, substituindo-se corretamente as letras pelos algarismos correspondentes, o valor da soma A + B + C é igual a:

Sabendo-se que as letras utilizadas, como mostrado acima, são A, B e C, então, substituindo-se corretamente as letras pelos algarismos correspondentes, o valor da soma A + B + C é igual a:
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Na sequência (2, 6, 18,...), cada número, com exceção do
primeiro, é obtido pela multiplicação do anterior pelo número 3.
Esta sequência de números é denominada progressão geométrica.
A quantidade de números de três algarismos que esta progressão
geométrica possui é igual a:
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MEIO SÉCULO DEPOIS...
Cristovam Buarque, O Globo, 07/09/2013
A quase totalidade dos discursos de políticos é irrelevante.
São logo esquecidos. Mas, nesta semana, comemora-se em todo
o mundo os 50 anos do discurso do dr. Martin Luther King em que
ele disse que tinha sonhos: de que seus quatro filhos não sofreriam
preconceitos por causa da cor da pele; e de que os filhos dos ex-escravos
e os filhos dos ex-donos de escravos seriam capazes de
sentar juntos na mesma mesa, como irmãos.
Meio século depois, nós também temos sonhos.
Sonhamos que um dia nenhum dos filhos do Brasil será privado
de uma educação de qualidade que lhes permita entender a lógica
do mundo, deslumbrar-se com suas belezas, indignar-se com suas
injustiças, falar e escrever seus idiomas, ter uma profissão que lhes
permita usufruir e melhorar o mundo onde vivem.
Para isso, sonhamos fazer com que a mais pobre criança tenha,
desde sua primeira infância, uma escola com a qualidade das melhores
do mundo, que um dia os filhos dos trabalhadores estudarão nas
escolas dos filhos de seus patrões, os filhos das favelas nas escolas
dos filhos dos condomínios e, em consequência, o Brasil terá pontes
em lugar de muros entre suas classes e seus espaços urbanos.
Sonhamos que não está distante o dia em que todos os brasileiros
acreditarão que isso é preciso e é possível. Deixarão de
considerar o sonho como um delírio de utopista ou demagogia
de político. Olharão ao redor e verão que muitos outros países já
fizeram esta revolução, que chegará tardia ao Brasil, como nos
chegou tardiamente a libertação dos escravos. Lembrarão que até
1863, na terra do dr. King, e, por décadas mais no Brasil, a ideia
de que os negros um dia seriam livres do cativeiro era vista como
estupidez. E hoje o presidente da República deles é negro.
Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil
se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando
ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam
deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se
levantam é que ele começa a ser realidade.
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MEIO SÉCULO DEPOIS...
Cristovam Buarque, O Globo, 07/09/2013
A quase totalidade dos discursos de políticos é irrelevante.
São logo esquecidos. Mas, nesta semana, comemora-se em todo
o mundo os 50 anos do discurso do dr. Martin Luther King em que
ele disse que tinha sonhos: de que seus quatro filhos não sofreriam
preconceitos por causa da cor da pele; e de que os filhos dos ex-escravos
e os filhos dos ex-donos de escravos seriam capazes de
sentar juntos na mesma mesa, como irmãos.
Meio século depois, nós também temos sonhos.
Sonhamos que um dia nenhum dos filhos do Brasil será privado
de uma educação de qualidade que lhes permita entender a lógica
do mundo, deslumbrar-se com suas belezas, indignar-se com suas
injustiças, falar e escrever seus idiomas, ter uma profissão que lhes
permita usufruir e melhorar o mundo onde vivem.
Para isso, sonhamos fazer com que a mais pobre criança tenha,
desde sua primeira infância, uma escola com a qualidade das melhores
do mundo, que um dia os filhos dos trabalhadores estudarão nas
escolas dos filhos de seus patrões, os filhos das favelas nas escolas
dos filhos dos condomínios e, em consequência, o Brasil terá pontes
em lugar de muros entre suas classes e seus espaços urbanos.
Sonhamos que não está distante o dia em que todos os brasileiros
acreditarão que isso é preciso e é possível. Deixarão de
considerar o sonho como um delírio de utopista ou demagogia
de político. Olharão ao redor e verão que muitos outros países já
fizeram esta revolução, que chegará tardia ao Brasil, como nos
chegou tardiamente a libertação dos escravos. Lembrarão que até
1863, na terra do dr. King, e, por décadas mais no Brasil, a ideia
de que os negros um dia seriam livres do cativeiro era vista como
estupidez. E hoje o presidente da República deles é negro.
Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil
se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando
ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam
deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se
levantam é que ele começa a ser realidade.
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MEIO SÉCULO DEPOIS...
Cristovam Buarque, O Globo, 07/09/2013
A quase totalidade dos discursos de políticos é irrelevante.
São logo esquecidos. Mas, nesta semana, comemora-se em todo
o mundo os 50 anos do discurso do dr. Martin Luther King em que
ele disse que tinha sonhos: de que seus quatro filhos não sofreriam
preconceitos por causa da cor da pele; e de que os filhos dos ex-escravos
e os filhos dos ex-donos de escravos seriam capazes de
sentar juntos na mesma mesa, como irmãos.
Meio século depois, nós também temos sonhos.
Sonhamos que um dia nenhum dos filhos do Brasil será privado
de uma educação de qualidade que lhes permita entender a lógica
do mundo, deslumbrar-se com suas belezas, indignar-se com suas
injustiças, falar e escrever seus idiomas, ter uma profissão que lhes
permita usufruir e melhorar o mundo onde vivem.
Para isso, sonhamos fazer com que a mais pobre criança tenha,
desde sua primeira infância, uma escola com a qualidade das melhores
do mundo, que um dia os filhos dos trabalhadores estudarão nas
escolas dos filhos de seus patrões, os filhos das favelas nas escolas
dos filhos dos condomínios e, em consequência, o Brasil terá pontes
em lugar de muros entre suas classes e seus espaços urbanos.
Sonhamos que não está distante o dia em que todos os brasileiros
acreditarão que isso é preciso e é possível. Deixarão de
considerar o sonho como um delírio de utopista ou demagogia
de político. Olharão ao redor e verão que muitos outros países já
fizeram esta revolução, que chegará tardia ao Brasil, como nos
chegou tardiamente a libertação dos escravos. Lembrarão que até
1863, na terra do dr. King, e, por décadas mais no Brasil, a ideia
de que os negros um dia seriam livres do cativeiro era vista como
estupidez. E hoje o presidente da República deles é negro.
Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil
se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando
ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam
deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se
levantam é que ele começa a ser realidade.
“Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se levantam é que ele começa a ser realidade".
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