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Um programa de TV começa às 16 h e 41 min. Apenas a apresentação, sem considerar os 5 intervalos de tempo iguais para propaganda, tem a duração de 38 minutos. Sabendo que ele termina às 17 h e 34 min, cada intervalo dura
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Maria vai cobrir com papel todas as faces da caixa de papelão que tem a forma de um paralelepípedo. A quantidade mínima necessária de papel é

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Considerando a concordância das palavras, assinale a alternativa correta.
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Nessas ocasiões, sempre esforçamos para que os convidados, na festa, acompanhados de amigos ou conhecidos.
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O sapato apertado a noiva reclamou poderá ser trocado partir das nove horas.
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Assinale a alternativa que tem o uso correto de vírgulas.
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O estranho incidente do buquê de flores causou a primeira, e talvez definitiva, briga entre os recém-casados, Márcio e Diana. A ideia tinha sido de Diana, uma moça inteligente, porém, muito agitada. Claro, atirar o buquê de flores depois da cerimônia do casamento é um costume tradicional e Márcio o apoiaria de bom grado, mas Diana queria algo que fizesse história. E então veio com aquela proposta do avião. Depois da cerimônia, que se realizaria no campo, ela embarcaria num pequeno avião e, lá de cima, jogaria, para as amigas, o buquê de flores.
Foi aí que houve uma azeda discussão. De repente, ela começou ... aquela lamentável discussão inesperada. Era óbvio que Márcio não tinha gostado da proposta. Achava que depois do casamento a tradição deveria ser cumprida, os dois embarcando num carro e seguindo para a clássica lua-de-mel.
O impasse estava criado, portanto. E quem resolveu o problema foi Cássio, um aviador amigo deles, que ofereceu sua ajuda: embarcaria no avião e lá de cima jogaria o buquê de flores de Diana para as moças lá embaixo.
Márcio e Diana procuraram o responsável pelo avião, chamaram o responsável e depois aceitaram a proposta. E, conforme fora combinado, Cássio jogou o buquê, que, entretanto, causou um acidente: foi sugado pelo motor do avião, que caiu. E Cássio acabou internado com ferimentos graves. Márcio ficou mudo de tanta irritação e, desde então, as relações entre os recém-casados estão estremecidas.
Diana, porém, está mais preocupada com a recuperação de Cássio. Na primeira vez que foi visitá-lo encontrou-o com a cabeça enfaixada, mas sorridente. E aí um gesto inesperado: ofereceu-lhe uma flor que tinha tirado do buquê na hora de arremessá-lo do avião, o que a comoveu profundamente.
Diana tem voltado ao hospital todos os dias. E se sente feliz como uma garota que, no casamento de uma amiga, consegue agarrar o buquê arremessado pela noiva.
(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 27.07.09. Adaptado)
Em – A ideia tinha sido de Diana, uma moça inteligente, porém muito agitada. (1.º parágrafo) – a conjunção porém pode ser substituída, sem alteração do significado, por
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O estranho incidente do buquê de flores causou a primeira, e talvez definitiva, briga entre os recém-casados, Márcio e Diana. A ideia tinha sido de Diana, uma moça inteligente, porém, muito agitada. Claro, atirar o buquê de flores depois da cerimônia do casamento é um costume tradicional e Márcio o apoiaria de bom grado, mas Diana queria algo que fizesse história. E então veio com aquela proposta do avião. Depois da cerimônia, que se realizaria no campo, ela embarcaria num pequeno avião e, lá de cima, jogaria, para as amigas, o buquê de flores.
Foi aí que houve uma azeda discussão. De repente, ela começou ... aquela lamentável discussão inesperada. Era óbvio que Márcio não tinha gostado da proposta. Achava que depois do casamento a tradição deveria ser cumprida, os dois embarcando num carro e seguindo para a clássica lua-de-mel.
O impasse estava criado, portanto. E quem resolveu o problema foi Cássio, um aviador amigo deles, que ofereceu sua ajuda: embarcaria no avião e lá de cima jogaria o buquê de flores de Diana para as moças lá embaixo.
Márcio e Diana procuraram o responsável pelo avião, chamaram o responsável e depois aceitaram a proposta. E, conforme fora combinado, Cássio jogou o buquê, que, entretanto, causou um acidente: foi sugado pelo motor do avião, que caiu. E Cássio acabou internado com ferimentos graves. Márcio ficou mudo de tanta irritação e, desde então, as relações entre os recém-casados estão estremecidas.
Diana, porém, está mais preocupada com a recuperação de Cássio. Na primeira vez que foi visitá-lo encontrou-o com a cabeça enfaixada, mas sorridente. E aí um gesto inesperado: ofereceu-lhe uma flor que tinha tirado do buquê na hora de arremessá-lo do avião, o que a comoveu profundamente.
Diana tem voltado ao hospital todos os dias. E se sente feliz como uma garota que, no casamento de uma amiga, consegue agarrar o buquê arremessado pela noiva.
(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 27.07.09. Adaptado)
A preposição de, destacada, estabelece entre as palavras uma relação de causa na alternativa:
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O estranho incidente do buquê de flores causou a primeira, e talvez definitiva, briga entre os recém-casados, Márcio e Diana. A ideia tinha sido de Diana, uma moça inteligente, porém, muito agitada. Claro, atirar o buquê de flores depois da cerimônia do casamento é um costume tradicional e Márcio o apoiaria de bom grado, mas Diana queria algo que fizesse história. E então veio com aquela proposta do avião. Depois da cerimônia, que se realizaria no campo, ela embarcaria num pequeno avião e, lá de cima, jogaria, para as amigas, o buquê de flores.
Foi aí que houve uma azeda discussão. De repente, ela começou ... aquela lamentável discussão inesperada. Era óbvio que Márcio não tinha gostado da proposta. Achava que depois do casamento a tradição deveria ser cumprida, os dois embarcando num carro e seguindo para a clássica lua-de-mel.
O impasse estava criado, portanto. E quem resolveu o problema foi Cássio, um aviador amigo deles, que ofereceu sua ajuda: embarcaria no avião e lá de cima jogaria o buquê de flores de Diana para as moças lá embaixo.
Márcio e Diana procuraram o responsável pelo avião, chamaram o responsável e depois aceitaram a proposta. E, conforme fora combinado, Cássio jogou o buquê, que, entretanto, causou um acidente: foi sugado pelo motor do avião, que caiu. E Cássio acabou internado com ferimentos graves. Márcio ficou mudo de tanta irritação e, desde então, as relações entre os recém-casados estão estremecidas.
Diana, porém, está mais preocupada com a recuperação de Cássio. Na primeira vez que foi visitá-lo encontrou-o com a cabeça enfaixada, mas sorridente. E aí um gesto inesperado: ofereceu-lhe uma flor que tinha tirado do buquê na hora de arremessá-lo do avião, o que a comoveu profundamente.
Diana tem voltado ao hospital todos os dias. E se sente feliz como uma garota que, no casamento de uma amiga, consegue agarrar o buquê arremessado pela noiva.
(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 27.07.09. Adaptado)
No trecho – ... chamaram o responsável... – (4.º parágrafo) – substituindo-se a expressão o responsável por um pronome pessoal, de acordo com a norma culta da língua, obtém-se:
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O estranho incidente do buquê de flores causou a primeira, e talvez definitiva, briga entre os recém-casados, Márcio e Diana. A ideia tinha sido de Diana, uma moça inteligente, porém, muito agitada. Claro, atirar o buquê de flores depois da cerimônia do casamento é um costume tradicional e Márcio o apoiaria de bom grado, mas Diana queria algo que fizesse história. E então veio com aquela proposta do avião. Depois da cerimônia, que se realizaria no campo, ela embarcaria num pequeno avião e, lá de cima, jogaria, para as amigas, o buquê de flores.
Foi aí que houve uma azeda discussão. De repente, ela começou ... aquela lamentável discussão inesperada. Era óbvio que Márcio não tinha gostado da proposta. Achava que depois do casamento a tradição deveria ser cumprida, os dois embarcando num carro e seguindo para a clássica lua-de-mel.
O impasse estava criado, portanto. E quem resolveu o problema foi Cássio, um aviador amigo deles, que ofereceu sua ajuda: embarcaria no avião e lá de cima jogaria o buquê de flores de Diana para as moças lá embaixo.
Márcio e Diana procuraram o responsável pelo avião, chamaram o responsável e depois aceitaram a proposta. E, conforme fora combinado, Cássio jogou o buquê, que, entretanto, causou um acidente: foi sugado pelo motor do avião, que caiu. E Cássio acabou internado com ferimentos graves. Márcio ficou mudo de tanta irritação e, desde então, as relações entre os recém-casados estão estremecidas.
Diana, porém, está mais preocupada com a recuperação de Cássio. Na primeira vez que foi visitá-lo encontrou-o com a cabeça enfaixada, mas sorridente. E aí um gesto inesperado: ofereceu-lhe uma flor que tinha tirado do buquê na hora de arremessá-lo do avião, o que a comoveu profundamente.
Diana tem voltado ao hospital todos os dias. E se sente feliz como uma garota que, no casamento de uma amiga, consegue agarrar o buquê arremessado pela noiva.
(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 27.07.09. Adaptado)
A frase – ... aquela lamentável discussão inesperada. (2.º parágrafo) – está escrita corretamente no plural, em
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