Foram encontradas 56 questões.
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
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Quanto ao emprego das siglas no corpo da redação de textos oficiais e normativos:
I – a primeira referência deve trazer o nome completo do órgão, imposto ou locução própria, seguido da sigla entre travessões ou parênteses.
II – não se coloca ponto abreviativo entre as letras das siglas, porém o ponto abreviativo deve aparecer no final das mesmas.
III – a sigla pode ser pluralizada com o acréscimo de um “s” minúsculo após a sigla, mas nunca pela duplicação das letras que a compõem.
Assinale a alternativa que contém a resposta correta:
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Observe as frases abaixo e indique a alternativa que classifica morfologicamente de modo correto as palavras destacadas.
I – Tenho que sair mais tarde hoje, querida.
II – O quê! Você ainda não depositou meu dinheiro no banco? Eu não creio nisso!
III – Que linda a sua filhinha, Joaquina!
IV – Este é o atalho que sugeri a ele.
V – Chegue depressa que já estamos indo embora sem você.
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Analise o emprego das formas verbais neste excerto da obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos.
“Chegou. Pôs a cuia no chão, escorou-a com pedras, matou a sede da família. Em seguida acocorou-se, remexeu o aió, tirou o fuzil, acendeu as raízes de macambira, soprou-as, inchando as bochechas cavadas. Uma labareda tremeu, elevou-se, tingiu-lhe o rosto queimado, a barba ruiva, os olhos azuis. Minutos depois o preá torcia-se e chiava no espeto de alecrim. Eram todos felizes. Sinha Vitória vestiria uma saia larga de ramagens. A cara murcha de sinha Vitória remoçaria (…).(…) A fazenda renasceria — e ele, Fabiano, seria o vaqueiro, para bem dizer seria dono daquele mundo.”
Assinale a alternativa correta quanto ao que se pode inferir do excerto acima.
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Analise as proposições a seguir e então assinale a alternativa que contém a resposta correta.
I – “Um parlamentar (...) diz que se o governo não ocupar espaços e obter sinais positivos de uma queda na inflação ficará muito difícil...” (Folha de São Paulo, em 3/3/1993)
II – “... maneira de reivindicar a interrupção da revisão constitucional enquanto o Congresso não se desfazer dos implicados em corrupção...”. (Folha de São Paulo, em 3/3/1993)
III – “Se manter sua proposta, Moraci poderá não ficar no São Paulo.” (Folha de São Paulo, em 8/2/1994)
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Leia este poema de Carlos Drummond de Andrade:
Poesia
1. Gastei uma hora pensando em um verso
2. que a pena não quer escrever.
3. No entanto, ele está cá dentro
4. inquieto, vivo.
5. Ele está cá dentro
6. e não quer sair.
7. Mas a poesia deste momento
8. inunda a minha vida inteira.
Carlos Drummond de Andrade, O sentimento do mundo. São Paulo, Record, 1999.
De acordo com o que se pode inferir do poema acima, assinale a alternativa incorreta.
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Atualmente já está em vigor o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa. Quanto a esse assunto, mais especificamente no tocante às regras de acentuação das palavras oxítonas, analise as proposições abaixo, para então escolher a alternativa que contém a resposta correta.
I - Em algumas (poucas) palavras oxítonas terminadas em e tônico, geralmente provenientes do francês, esta vogal, por ser articulada nas pronúncias cultas ora como aberta ora como fechada, admite tanto o acento agudo como o acento circunflexo: bebé ou bebê, bidé ou bidê, canapé ou canapê, caraté ou caratê, croché ou crochê, guiché ou guichê, matiné ou matinê, nené ou nenê, ponjé ou ponjê, puré ou purê, rapé ou rapê.
II - As palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados -éi, -éu ou –ói continuam com o acento agudo em suas grafias, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de s: anéis, batéis, fiéis, papéis; céu(s), chapéu(s), ilhéu(s), véu(s); corrói (de corroer), herói(s), remói (de remoer), sóis.
III - Prescinde-se de acento gráfico para distinguir palavras oxítonas homógrafas, mas heterofônicas, do tipo de cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; colher (ê), verbo, e colher (é), substantivo. Inclusive na forma verbal “por” não se usa acento para distinguir da preposição “por”.
IV - As palavras oxítonas terminadas nas vogais tônicas abertas grafadas a, e ou o, seguidas ou não de –s não admitem mais o acento agudo: está, estás, olá passam a ser grafados como esta, estas e ola; pontapé(s), avó(s), dominó(s), paletó(s), só(s) passam a ser grafados como pontape(s), avo(s), domino(s), paleto(s) e so(s).
Quanto às proposições acima, quais delas estão em conformidade com as novas regras ortográficas da Língua Portuguesa?
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
Assinale a alternativa incorreta quanto ao fecho das comunicações oficiais.
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Assinale a alternativa que contém o preenchimento adequado para as lacunas do excerto textual a seguir:
O arrefecimento das forças militares na região __(I)__ proporções inferiores __(II)__ necessárias __(III)__ preservação do equilíbrio __(IV)__ pátrias adjacentes não é aconselhável, especialmente __(V)__ luz dos episódios recentes, que atestam quanto é pequena a resistência desses países __(VI)__ tentações criadas __(VII)__ vácuo militar.
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Quanto às flexões dos substantivos, analise o que se afirma nas proposições a seguir, para então marcar a alternativa correta.
I – as palavras réptil e projétil fazem plural como répteis e projéteis. Porém as suas formas também podem ser oxítonas e nesse caso seus plurais ficariam respectivamente reptis e projetis.
II – todas as palavras a seguir sofrem metafonia quando flexionadas no plural: corcovo,sobrolho, foro, esboço, alvoroço, caolho.
III – as palavras a seguir são usadas apenas no plural: ademanes, alvíssaras, férias, exéquias, núpcias, víveres.
IV – somente o primeiro elemento varia nas palavras seguintes: cavalo-vapor, salário-família, guarda-civil, segunda-feira, mula-sem-cabeça, reco-reco, beija-flor e ave-maria.
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Um pouco de poesia e mistério
Euclides reconheceu, nas reportagens escritas para O Estado de S. Paulo, que havia subestimado a resistência dos sertanejos e sua capacidade de sustentação da luta. Observou, em artigo de 16 de agosto de 1897, que o combate apresentava uma “feição primitiva, incompreensível, misteriosa”. Surpreendia-se que os jagunços, já em número reduzido, aguardassem que o Exército fechasse o cerco da cidade, em vez de fugirem, enquanto ainda lhes restava uma estrada aberta para a salvação.
Euclides procurou esclarecer o mistério, ao defender, em Os sertões, a existência de crenças sebastianistas em Canudos, que permitiriam explicar alguns dos aspectos subterrâneos da guerra, como o apelo da mensagem do Conselheiro e a resistência heróica dos combatentes. O catolicismo devocional presente nos sermões do Conselheiro revela, porém, que o sebastianismo pode ter sido menos difundido do que Euclides supôs.
Machado de Assis já havia enfocado tal feição de mistério, ao escrever sobre Canudos na Gazeta de Notícias. Em crônica de 22 de julho de 1894, comparava, com bastante humor, os seguidores do Conselheiro aos piratas das canções românticas de Victor Hugo. Deixava-se encantar pelo toque de poesia e mistério que envolvia o líder religioso, [...].
(Roberto Ventura, Euclides da Cunha — Esboço biográfico, Companhia das Letras, 2003. p. 209-210
Marque a alternativa incorreta quanto ao que se pode inferir do texto acima.
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