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Como informar as crianças em momentos de crise?
Maria Carolina Cristianini*
1§ Enfrentar crises não é novidade para quem vive na Terra. Entre guerras, períodos de recessão e tragédias naturais e humanas, de tempos em tempos as crises surgem. É necessário muita sobriedade nesses momentos. E, então, são os adultos que, efetivamente, assumem o papel de lidar com a situação e resolvê-la – conforme a possibilidade de atuação de cada um. Mas há outra questão. O mundo não é formado somente pelos maiores de idade.
2§ É a partir disso que convido a uma reflexão: como os adultos ao seu redor, ou você mesmo, têm explicado a crise atual – e os seus mais diversos sentidos –, causada pela pandemia de Covid 19, a crianças e adolescentes? Posso afirmar, com a segurança de uma trajetória que passa de 12 anos nesta área, que o jornalismo infantojuvenil é, sim, o melhor amigo de pais, mães, tios, tias, professores e professoras neste momento.
3§ Levar os fatos para os jovens, apurados com as mesmas técnicas usadas no jornalismo profissional “para adultos”, tem, sim, os mais diversos benefícios quando se está diante de algo que presenciamos pela primeira vez, como o novo coronavírus. Alguns desses impactos positivos: usa linguagem adequada para este público, garantindo o seu entendimento e o contexto do que está acontecendo; acalma diante da ansiedade que algo desconhecido naturalmente traz; e abre a oportunidade para que a criança ou o adolescente se sinta inserido na situação como parte integrante e ativa da sociedade, sem estar à margem do noticiário.
4§ O jornalismo infantojuvenil pode transformar uma geração, a partir da informação de qualidade e do incentivo ao desenvolvimento do senso crítico e à construção de uma cidadania ativa, em qualquer idade.
* Editora-chefe do jornal Joca, voltado para crianças e jovens.
Folha de S. Paulo, Tendências/Debates, 21 fev. 2021, p. A3. Adaptado.
“A pontuação marca na escrita as diferenças de entonação, contribuindo para tornar mais preciso o sentido que se quer dar ao texto.”
CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar.
Gramática reflexiva – texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2013, p. 314.
A esse respeito, avalie o que se informa sobre os sinais de pontuação.
I. Os travessões, no segundo parágrafo, complementam a informação expressa anteriormente.
II. As vírgulas em “E são os adultos que, efetivamente, assumem o papel...” (1§) isolam o aposto.
III. As aspas em “para adultos” (3§) são usadas com finalidade irônica para realçar a ambiguidade.
IV. A resposta para a indagação contida no título encontra guarida no segundo parágrafo do texto.
Está correto apenas o que se afirma em
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Como informar as crianças em momentos de crise?
Maria Carolina Cristianini*
1§ Enfrentar crises não é novidade para quem vive na Terra. Entre guerras, períodos de recessão e tragédias naturais e humanas, de tempos em tempos as crises surgem. É necessário muita sobriedade nesses momentos. E, então, são os adultos que, efetivamente, assumem o papel de lidar com a situação e resolvê-la – conforme a possibilidade de atuação de cada um. Mas há outra questão. O mundo não é formado somente pelos maiores de idade.
2§ É a partir disso que convido a uma reflexão: como os adultos ao seu redor, ou você mesmo, têm explicado a crise atual – e os seus mais diversos sentidos –, causada pela pandemia de Covid 19, a crianças e adolescentes? Posso afirmar, com a segurança de uma trajetória que passa de 12 anos nesta área, que o jornalismo infantojuvenil é, sim, o melhor amigo de pais, mães, tios, tias, professores e professoras neste momento.
3§ Levar os fatos para os jovens, apurados com as mesmas técnicas usadas no jornalismo profissional “para adultos”, tem, sim, os mais diversos benefícios quando se está diante de algo que presenciamos pela primeira vez, como o novo coronavírus. Alguns desses impactos positivos: usa linguagem adequada para este público, garantindo o seu entendimento e o contexto do que está acontecendo; acalma diante da ansiedade que algo desconhecido naturalmente traz; e abre a oportunidade para que a criança ou o adolescente se sinta inserido na situação como parte integrante e ativa da sociedade, sem estar à margem do noticiário.
4§ O jornalismo infantojuvenil pode transformar uma geração, a partir da informação de qualidade e do incentivo ao desenvolvimento do senso crítico e à construção de uma cidadania ativa, em qualquer idade.
* Editora-chefe do jornal Joca, voltado para crianças e jovens.
Folha de S. Paulo, Tendências/Debates, 21 fev. 2021, p. A3. Adaptado.
Leia os textos a seguir.
TEXTO I
“Palavra que indica as circunstâncias em que se dá a ação verbal.”
CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar.
Gramática reflexiva – texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2013, p. 181.
TEXTO II
“E, então, são os adultos que, efetivamente, assumem o papel de lidar com a situação e resolvê-la...” (1§).
Preencha corretamente as lacunas.
Com base no conceito apresentado no Texto I, é correto afirmar que, no Texto II, o termo se classifica morfologicamente como e está empregado, na frase, com o valor semântico de .
A sequência que preenche corretamente as lacunas é
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Sobre as otites médias agudas, é correto afirmar que a complicação intracraniana mais frequente é a/o
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A adenotonsilectomia é um dos procedimentos cirúrgicos mais tradicionais e antigos na literatura. A primeira referência de adenotonsilectomia data do final do século XIX. Atualmente, é considerada uma das cirurgias mais frequente em crianças.
Analise as afirmativas abaixo.
I. Distúrbios da deglutição e da fonação
II. Fenda palatina submucosa com úvula bífida.
III. Alterações do desenvolvimento facial e do aparelho ortodôntico.
IV. Retardo do crescimento associado com síndrome da apneia obstrutiva do sono.
A respeito da indicação de adenotonsilectomia, a alternativa correta é
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Ao exercer pressão positiva ou negativa sobre a membrana timpânica por meio da compressão do tragus, o aparecimento de nistagmo ou vertigem pode sugerir fístula ou deiscência de canal semicircular.
O sinal descrito é o
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Homem com diagnóstico de carcinoma invasivo de laringe na glote com fixação da prega vocal ao nível da articulação cricoaritenoide com invasão do espaço paraglótico. Apresenta linfonodo cervical à direita de 4cm e ausência de metástase a distância.
O tratamento cirúrgico do paciente seria laringectomia
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Paciente 22 anos, sexo feminino, submetida à rinoplastia estética para definir a ponta do nariz. Uma das formas para tratamento dessa condição é o uso de enxerto de cartilagem colocado na região da ponta nasal para alterar a rotação, a projeção e melhorar o contorno.
Assinale a alternativa que demonstra apenas os enxertos usados com a finalidade de definição da ponta nasal na rinoplastia.
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Menino de 2 anos é atendido com engasgos, dispneia aguda, apresentando cianose, tosse intensa, sibilos e esforço respiratório com tiragem intercostal.
Qual é o diagnóstico mais provável?
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Mulher 30 anos apresenta sangramento unilateral, à direita, com volume moderado e autolimitado após 10 minutos.
A localização mais frequente das epistaxes é no/na
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Criança de 2 anos foi atendida no pronto socorro durante a madrugada com história de obstrução nasal, coriza há 4 dias, evoluindo com febre 38,0ºC, estridor inspiratório, tosse do tipo “latido de cachorro” com importante desconforto respiratório. Realizou radiografia da região cervical que demonstrou sinal “torre de igreja”.
É correto afirmar que a principal hipótese diagnóstica é a
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