Foram encontradas 60 questões.
Sobre o transplante de pulmão em pacientes portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.
( ) A sobrevida média após o transplante é de 05 anos.
( ) Prolonga a sobrevida e melhora a capacidade funcional.
( ) A maioria dos transplantes de pulmão em pacientes com DPOC é unilateral.
( ) As complicações mais comuns são doença linfoproliferativa, bronquiolite obliterante, rejeição aguda e infecção oportunista.
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Com relação à medida da captação do monóxido de carbono (DCO), podemos afirmar, exceto:
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Os objetivos da avaliação do paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) são determinar: o grau de limitação ao fluxo aéreo, seu impacto na saúde global do mesmo e o risco de eventos futuros. Para atingir esses objetivos, qual aspecto da doença deve ser considerado?
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Além da gestante, o manejo da asma possui considerações especiais em determinados grupos populacionais, como no idoso. Quais são as observações pertinentes à população especificada?
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Texto II
Paciente, 35 anos, queixa-se de tosse seca há dez anos, com início na época em que passava as férias em uma casa de praia, onde notou cheiro intenso de mofo. Desde então apresenta crises de tosse, ora seca, ora com expectoração esverdeada e espessa, além de sibilos e que, certa vez, teve episódio de hemoptise. Além do mofo, outros fatores mencionados como desencadeantes da tosse foram poeira, tempo frio e o ato de dar risada. Nega febre, dor torácica e dispneia. A paciente possui antecedentes familiares de asma, rinite alérgica e enfisema, e antecedentes pessoais de rinite alérgica na adolescência. A avaliação clínica revelou roncos e sibilos difusos bilaterais.
Dentre os exames solicitados para elucidação diagnóstica, foi solicitada tomografia computadorizada de tórax. Quais as alterações esperadas para corroborar a sua hipótese?
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Texto II
Paciente, 35 anos, queixa-se de tosse seca há dez anos, com início na época em que passava as férias em uma casa de praia, onde notou cheiro intenso de mofo. Desde então apresenta crises de tosse, ora seca, ora com expectoração esverdeada e espessa, além de sibilos e que, certa vez, teve episódio de hemoptise. Além do mofo, outros fatores mencionados como desencadeantes da tosse foram poeira, tempo frio e o ato de dar risada. Nega febre, dor torácica e dispneia. A paciente possui antecedentes familiares de asma, rinite alérgica e enfisema, e antecedentes pessoais de rinite alérgica na adolescência. A avaliação clínica revelou roncos e sibilos difusos bilaterais.
Diante do caso clínico apresentado, qual a hipótese diagnóstica?
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Preencha as lacunas abaixo.
O controle da asma se altera durante a gravidez. Em aproximadamente __________ das gestantes os sintomas pioram. As exacerbações são comuns na gravidez, particularmente no __________ trimestre.
A sequência de palavras que preenche corretamente as lacunas é:
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Os atletas frequentemente relatam sintomas respiratórios ligados à prática esportiva. A broncoconstrição induzida pelo exercício, que envolve um estreitamento temporário das vias aéreas associado ao esforço físico, é frequentemente confundida com a asma induzida pelo exercício. No entanto, é importante notar que sintomas como dispneia ou sibilos apenas durante o exercício podem estar ligados a diversas condições, exceto:
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A asma é uma doença heterogênea, com diferentes processos de doença subjacentes. Sobre a asma, é correto afirmar que
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Texto I
Paciente,40 anos, sexo feminino, tabagista 40 anos/maço iniciou, há cerca de 2 anos, dor em hemitórax esquerdo e ombro esquerdo, de caráter insidioso, contínua, sem fatores de alívio ou agravo, não relacionada a trauma. Procurou o serviço médico e, após exames de imagem, recebeu o diagnóstico de osteoartrite e bursite de ombro esquerdo, quando realizou tratamento com analgésicos e anti-inflamatórios de diversas classes, sem melhora dos sintomas. Há aproximadamente 6 meses, evoluiu com ptose palpebral à esquerda, sendo reavaliada e a conduta mantida. Há 2 meses, a paciente deu entrada na Emergência do Hospital apresentando, ao exame físico, ptose palpebral e miose à esquerda, anidrose em hemiface ipsilateral; membro superior esquerdo com hipotrofia muscular, mais evidente na mão (região tenar e hipotenar), com força grau 2; aumento de volume em região cervical esquerda, sem delimitação precisa, de consistência endurecida. Foi internada e submetida à radiografia do tórax que evidenciou massa no ápice do pulmão esquerdo.
Ainda com relação à síndrome apresentada no Texto I, é correto afirmar que
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