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1506095 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria

Leia o Texto II para responder aos itens de 07 a 12.


TEXTO II


O texto abaixo é uma composição de Jorge Vercillo, cantor de MPB, com mais de 4,5 milhões de CDs e DVDs vendidos. Lançado em 2005, Elo é um álbum em que consta “Homem-Aranha”.

Homem-Aranha

Eu adoro andar no abismo

Numa noite viril de perseguição

Saltando entre os edifícios

Vi você!...


Em poder de um fugitivo

Que cercado pela polícia

Te fez refém

Lá nos precipícios

Foi paixão à primeira vista...


Me joguei de onde o céu arranha

Te salvando com a minha teia

Prazer!

Me chamam de Homem-Aranha

Seu herói!...


Hoje o herói aguenta o peso

Das compras do mês

No telhado, ajeitando

A antena da tevê

Acordado a noite inteira

Pra ninar bebê...


Chega de bandido pra prender

De bala perdida pra deter

Eu tenho uma ideia:

Você na minha teia...


Chega de assalto pra impedir

Seja em Brasília ou aqui

Eu tive a grande ideia:

Você na minha teia...


Hoje eu estou nas suas mãos

Nessa sua ingênua sedução

Que me pegou na veia

Eu tô na tua teia...


(...)


Tenho um grande golpe pra impedir

Seja em Brasília ou aqui

Eu tive a grande ideia:

Você na minha teia...

Hoje eu estou nas suas mãos

Nessa sua ingênua sedução

Que me pegou na veia

Eu tô na tua teia...

Conforme a letra da música, considere as seguintes assertivas abaixo:

I - O texto trata somente da paixão entre o herói e sua amada.

II - A letra da música constrói a ideia do herói do cotidiano.

III - A expressão “eu tô na tua teia” revela a humanização do herói.

IV - O verso “Prazer!” indica que o Homem-Aranha é cumprimentado por alguém.

E possível afirmar que:

 

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1506094 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria

Leia o Texto II para responder aos itens de 07 a 12.


TEXTO II


O texto abaixo é uma composição de Jorge Vercillo, cantor de MPB, com mais de 4,5 milhões de CDs e DVDs vendidos. Lançado em 2005, Elo é um álbum em que consta “Homem-Aranha”.

Homem-Aranha

Eu adoro andar no abismo

Numa noite viril de perseguição

Saltando entre os edifícios

Vi você!...


Em poder de um fugitivo

Que cercado pela polícia

Te fez refém

Lá nos precipícios

Foi paixão à primeira vista...


Me joguei de onde o céu arranha

Te salvando com a minha teia

Prazer!

Me chamam de Homem-Aranha

Seu herói!...


Hoje o herói aguenta o peso

Das compras do mês

No telhado, ajeitando

A antena da tevê

Acordado a noite inteira

Pra ninar bebê...


Chega de bandido pra prender

De bala perdida pra deter

Eu tenho uma ideia:

Você na minha teia...


Chega de assalto pra impedir

Seja em Brasília ou aqui

Eu tive a grande ideia:

Você na minha teia...


Hoje eu estou nas suas mãos

Nessa sua ingênua sedução

Que me pegou na veia

Eu tô na tua teia...


(...)


Tenho um grande golpe pra impedir

Seja em Brasília ou aqui

Eu tive a grande ideia:

Você na minha teia...

Hoje eu estou nas suas mãos

Nessa sua ingênua sedução

Que me pegou na veia

Eu tô na tua teia...

Aponte os versos abaixo que caracterizam o herói como chefe de família:

 

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1506093 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria

Leia o Texto II para responder aos itens de 07 a 12.


TEXTO II


O texto abaixo é uma composição de Jorge Vercillo, cantor de MPB, com mais de 4,5 milhões de CDs e DVDs vendidos. Lançado em 2005, Elo é um álbum em que consta “Homem-Aranha”.

Homem-Aranha

Eu adoro andar no abismo

Numa noite viril de perseguição

Saltando entre os edifícios

Vi você!...


Em poder de um fugitivo

Que cercado pela polícia

Te fez refém

Lá nos precipícios

Foi paixão à primeira vista...


Me joguei de onde o céu arranha

Te salvando com a minha teia

Prazer!

Me chamam de Homem-Aranha

Seu herói!...


Hoje o herói aguenta o peso

Das compras do mês

No telhado, ajeitando

A antena da tevê

Acordado a noite inteira

Pra ninar bebê...


Chega de bandido pra prender

De bala perdida pra deter

Eu tenho uma ideia:

Você na minha teia...


Chega de assalto pra impedir

Seja em Brasília ou aqui

Eu tive a grande ideia:

Você na minha teia...


Hoje eu estou nas suas mãos

Nessa sua ingênua sedução

Que me pegou na veia

Eu tô na tua teia...


(...)


Tenho um grande golpe pra impedir

Seja em Brasília ou aqui

Eu tive a grande ideia:

Você na minha teia...

Hoje eu estou nas suas mãos

Nessa sua ingênua sedução

Que me pegou na veia

Eu tô na tua teia...

Em relação a essa letra de música, é correto afirmar que:

 

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1506092 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria

Leia o Texto I para responder aos itens de 01 a 06.


TEXTO I


enunciado 1506092-1

Fonte: http://disnevandmore.blogSDOt.com. Acesso em: 20/09/2018.

Herói na contemporancidade

Quando eu era criança, passava todo o tempo desenhando super-heróis.

Recorro ao historiador de mitologia Joseph Campbell, que diferenciava as duas figuras públicas: o herói (figura pública antiga) e a celebridade (a figura pública moderna). Enquanto a celebridade se populariza por viver para si mesma, o herói assim se tornava por viver servindo sua comunidade. Todo super-herói deve atravessar alguma via-crúcis. Gandlii, líder pacifista indiano, disse que, quanto maior nosso sacrifício, maior será nossa conquista. Como Hércules, como Batman,

Toda história em quadrinhos traz em si alguma coisa de industrial e marginal, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto. Os filmes de super-herói, ainda que transpondo essa cultura para a grande e famigerada indústria, realizam uma outra façanha, que provavelmente sem eles não ocorrería: a formação de novas mitologias reafirmando os mesmos ideais heroicos da Antiguidade para o homem moderno. O cineasta italiano Fellini afirmou uma vez que Stan Lee, o criador da editora, Marvel e de diversos heróis populares, era o Homero dos quadrinhos.

Toda boa história de super-herói é uma história de exclusão social. Homem-Aranha é um nerd, Hulk é um monstro amaldiçoado, Demolidor é um deficiente, os X-Men. são indivíduos excepcionais, Batman é um órfão, Super-Homem é um alienígena expatriado.. São - todos símbolos da solidão, da sobrevivência e da abnegação humana. Não se ama um herói pelos seus poderes, mas pela sua dor. Nossos olhos podem até se voltar a eles por suas habilidades fantásticas, mas é na humanidade que eles crescem dentro do gosto popular. Os super-heróis que não sofrem ou simplesmente trabalham para o sistema vigente tendem a se tornar meio bobos, como o Tocha-Humana ou o Capitão América.

Hulk e Homem-Aranha são seres que criticam a inconsequência da ciência, com sua energia atômica e suas experiências genéticas. Os X-Men nos advertem para a educação inclusiva. Super-Homem é aquele que mais se aproxima de Jesus Cristo, e por isso talvez seja o mais popular de todos, em seu sacrifício solitário em defesa dos seres humanos, mas também tem algo de Aquiles, com seu calcanhar que é a kriptonita. Humano e super-herói, como Gandhi.

Não houve nenhuma literatura que tenha me marcado mais do que essas histórias em quadrinhos. Eu raramente as leio hoje em dia, mas quando assisto a bons filmes de super-heróis, eu lembro que todos temos um lado ingênuo e bom, que pode ser capaz de suportar a dor da solidão por um princípio.


CHUÍ, Fernando. Disponível em: http://feniandochui.blogspot.com. Acesso em: 20/09/2018. (Adaptado)


Glossário:

Via-críicis: Série de 14 quadros que representam a caminhada de Jesus carregando a cruz e retratam seu sofrimento nas horas que antecederam seu julgamento e sua execução. [Por Extensão] Conjunto de experiências dolorosas, teníveis, dramáticas; martírio, tormento. Etimologia (origem da palavra via-crúcis): Do latim via Crucis, "caminho da cruz".

A alteração na posição de termos se toma inadequada, por modificar o sentido original, na alternativa:

 

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1506091 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria

Leia o Texto I para responder aos itens de 01 a 06.


TEXTO I


enunciado 1506091-1

Fonte: http://disnevandmore.blogSDOt.com. Acesso em: 20/09/2018.

Herói na contemporancidade

Quando eu era criança, passava todo o tempo desenhando super-heróis.

Recorro ao historiador de mitologia Joseph Campbell, que diferenciava as duas figuras públicas: o herói (figura pública antiga) e a celebridade (a figura pública moderna). Enquanto a celebridade se populariza por viver para si mesma, o herói assim se tornava por viver servindo sua comunidade. Todo super-herói deve atravessar alguma via-crúcis. Gandlii, líder pacifista indiano, disse que, quanto maior nosso sacrifício, maior será nossa conquista. Como Hércules, como Batman,

Toda história em quadrinhos traz em si alguma coisa de industrial e marginal, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto. Os filmes de super-herói, ainda que transpondo essa cultura para a grande e famigerada indústria, realizam uma outra façanha, que provavelmente sem eles não ocorrería: a formação de novas mitologias reafirmando os mesmos ideais heroicos da Antiguidade para o homem moderno. O cineasta italiano Fellini afirmou uma vez que Stan Lee, o criador da editora, Marvel e de diversos heróis populares, era o Homero dos quadrinhos.

Toda boa história de super-herói é uma história de exclusão social. Homem-Aranha é um nerd, Hulk é um monstro amaldiçoado, Demolidor é um deficiente, os X-Men. são indivíduos excepcionais, Batman é um órfão, Super-Homem é um alienígena expatriado.. São - todos símbolos da solidão, da sobrevivência e da abnegação humana. Não se ama um herói pelos seus poderes, mas pela sua dor. Nossos olhos podem até se voltar a eles por suas habilidades fantásticas, mas é na humanidade que eles crescem dentro do gosto popular. Os super-heróis que não sofrem ou simplesmente trabalham para o sistema vigente tendem a se tornar meio bobos, como o Tocha-Humana ou o Capitão América.

Hulk e Homem-Aranha são seres que criticam a inconsequência da ciência, com sua energia atômica e suas experiências genéticas. Os X-Men nos advertem para a educação inclusiva. Super-Homem é aquele que mais se aproxima de Jesus Cristo, e por isso talvez seja o mais popular de todos, em seu sacrifício solitário em defesa dos seres humanos, mas também tem algo de Aquiles, com seu calcanhar que é a kriptonita. Humano e super-herói, como Gandhi.

Não houve nenhuma literatura que tenha me marcado mais do que essas histórias em quadrinhos. Eu raramente as leio hoje em dia, mas quando assisto a bons filmes de super-heróis, eu lembro que todos temos um lado ingênuo e bom, que pode ser capaz de suportar a dor da solidão por um princípio.


CHUÍ, Fernando. Disponível em: http://feniandochui.blogspot.com. Acesso em: 20/09/2018. (Adaptado)


Glossário:

Via-críicis: Série de 14 quadros que representam a caminhada de Jesus carregando a cruz e retratam seu sofrimento nas horas que antecederam seu julgamento e sua execução. [Por Extensão] Conjunto de experiências dolorosas, teníveis, dramáticas; martírio, tormento. Etimologia (origem da palavra via-crúcis): Do latim via Crucis, "caminho da cruz".

O período “Os filmes de super-herói, ainda que transpondo essa cultura para a grande e famigerada indústria, realizam uma outra façanha...” (3º parágrafo) pode ser reescrito, mantendo-se o sentido original e respeitando-se os aspectos de coesão e coerência, da seguinte forma:

 

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1506090 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria

Leia o Texto I para responder aos itens de 01 a 06.


TEXTO I


enunciado 1506090-1

Fonte: http://disnevandmore.blogSDOt.com. Acesso em: 20/09/2018.

Herói na contemporancidade

Quando eu era criança, passava todo o tempo desenhando super-heróis.

Recorro ao historiador de mitologia Joseph Campbell, que diferenciava as duas figuras públicas: o herói (figura pública antiga) e a celebridade (a figura pública moderna). Enquanto a celebridade se populariza por viver para si mesma, o herói assim se tornava por viver servindo sua comunidade. Todo super-herói deve atravessar alguma via-crúcis. Gandlii, líder pacifista indiano, disse que, quanto maior nosso sacrifício, maior será nossa conquista. Como Hércules, como Batman,

Toda história em quadrinhos traz em si alguma coisa de industrial e marginal, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto. Os filmes de super-herói, ainda que transpondo essa cultura para a grande e famigerada indústria, realizam uma outra façanha, que provavelmente sem eles não ocorrería: a formação de novas mitologias reafirmando os mesmos ideais heroicos da Antiguidade para o homem moderno. O cineasta italiano Fellini afirmou uma vez que Stan Lee, o criador da editora, Marvel e de diversos heróis populares, era o Homero dos quadrinhos.

Toda boa história de super-herói é uma história de exclusão social. Homem-Aranha é um nerd, Hulk é um monstro amaldiçoado, Demolidor é um deficiente, os X-Men. são indivíduos excepcionais, Batman é um órfão, Super-Homem é um alienígena expatriado.. São - todos símbolos da solidão, da sobrevivência e da abnegação humana. Não se ama um herói pelos seus poderes, mas pela sua dor. Nossos olhos podem até se voltar a eles por suas habilidades fantásticas, mas é na humanidade que eles crescem dentro do gosto popular. Os super-heróis que não sofrem ou simplesmente trabalham para o sistema vigente tendem a se tornar meio bobos, como o Tocha-Humana ou o Capitão América.

Hulk e Homem-Aranha são seres que criticam a inconsequência da ciência, com sua energia atômica e suas experiências genéticas. Os X-Men nos advertem para a educação inclusiva. Super-Homem é aquele que mais se aproxima de Jesus Cristo, e por isso talvez seja o mais popular de todos, em seu sacrifício solitário em defesa dos seres humanos, mas também tem algo de Aquiles, com seu calcanhar que é a kriptonita. Humano e super-herói, como Gandhi.

Não houve nenhuma literatura que tenha me marcado mais do que essas histórias em quadrinhos. Eu raramente as leio hoje em dia, mas quando assisto a bons filmes de super-heróis, eu lembro que todos temos um lado ingênuo e bom, que pode ser capaz de suportar a dor da solidão por um princípio.


CHUÍ, Fernando. Disponível em: http://feniandochui.blogspot.com. Acesso em: 20/09/2018. (Adaptado)


Glossário:

Via-críicis: Série de 14 quadros que representam a caminhada de Jesus carregando a cruz e retratam seu sofrimento nas horas que antecederam seu julgamento e sua execução. [Por Extensão] Conjunto de experiências dolorosas, teníveis, dramáticas; martírio, tormento. Etimologia (origem da palavra via-crúcis): Do latim via Crucis, "caminho da cruz".

As conjunções e as locuções conjuntivas são mediadoras de sentidos produzidos em textos. Nos períodos transcritos abaixo, os termos sublinhados ajudam a conduzir o conteúdo enunciado para o campo indicado em negrito. Essa indicação só NÃO está correta em:

 

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1506089 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria

Leia o Texto I para responder aos itens de 01 a 06.


TEXTO I


enunciado 1506089-1

Fonte: http://disnevandmore.blogSDOt.com. Acesso em: 20/09/2018.

Herói na contemporancidade

Quando eu era criança, passava todo o tempo desenhando super-heróis.

Recorro ao historiador de mitologia Joseph Campbell, que diferenciava as duas figuras públicas: o herói (figura pública antiga) e a celebridade (a figura pública moderna). Enquanto a celebridade se populariza por viver para si mesma, o herói assim se tornava por viver servindo sua comunidade. Todo super-herói deve atravessar alguma via-crúcis. Gandlii, líder pacifista indiano, disse que, quanto maior nosso sacrifício, maior será nossa conquista. Como Hércules, como Batman,

Toda história em quadrinhos traz em si alguma coisa de industrial e marginal, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto. Os filmes de super-herói, ainda que transpondo essa cultura para a grande e famigerada indústria, realizam uma outra façanha, que provavelmente sem eles não ocorrería: a formação de novas mitologias reafirmando os mesmos ideais heroicos da Antiguidade para o homem moderno. O cineasta italiano Fellini afirmou uma vez que Stan Lee, o criador da editora, Marvel e de diversos heróis populares, era o Homero dos quadrinhos.

Toda boa história de super-herói é uma história de exclusão social. Homem-Aranha é um nerd, Hulk é um monstro amaldiçoado, Demolidor é um deficiente, os X-Men. são indivíduos excepcionais, Batman é um órfão, Super-Homem é um alienígena expatriado.. São - todos símbolos da solidão, da sobrevivência e da abnegação humana. Não se ama um herói pelos seus poderes, mas pela sua dor. Nossos olhos podem até se voltar a eles por suas habilidades fantásticas, mas é na humanidade que eles crescem dentro do gosto popular. Os super-heróis que não sofrem ou simplesmente trabalham para o sistema vigente tendem a se tornar meio bobos, como o Tocha-Humana ou o Capitão América.

Hulk e Homem-Aranha são seres que criticam a inconsequência da ciência, com sua energia atômica e suas experiências genéticas. Os X-Men nos advertem para a educação inclusiva. Super-Homem é aquele que mais se aproxima de Jesus Cristo, e por isso talvez seja o mais popular de todos, em seu sacrifício solitário em defesa dos seres humanos, mas também tem algo de Aquiles, com seu calcanhar que é a kriptonita. Humano e super-herói, como Gandhi.

Não houve nenhuma literatura que tenha me marcado mais do que essas histórias em quadrinhos. Eu raramente as leio hoje em dia, mas quando assisto a bons filmes de super-heróis, eu lembro que todos temos um lado ingênuo e bom, que pode ser capaz de suportar a dor da solidão por um princípio.


CHUÍ, Fernando. Disponível em: http://feniandochui.blogspot.com. Acesso em: 20/09/2018. (Adaptado)


Glossário:

Via-críicis: Série de 14 quadros que representam a caminhada de Jesus carregando a cruz e retratam seu sofrimento nas horas que antecederam seu julgamento e sua execução. [Por Extensão] Conjunto de experiências dolorosas, teníveis, dramáticas; martírio, tormento. Etimologia (origem da palavra via-crúcis): Do latim via Crucis, "caminho da cruz".

Assinale a alternativa cujo fragmento apresenta a EXEMPLIFICAÇÃO como estratégia argumentativa.

 

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1506088 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria

Leia o Texto I para responder aos itens de 01 a 06.


TEXTO I


enunciado 1506088-1

Fonte: http://disnevandmore.blogSDOt.com. Acesso em: 20/09/2018.

Herói na contemporancidade

Quando eu era criança, passava todo o tempo desenhando super-heróis.

Recorro ao historiador de mitologia Joseph Campbell, que diferenciava as duas figuras públicas: o herói (figura pública antiga) e a celebridade (a figura pública moderna). Enquanto a celebridade se populariza por viver para si mesma, o herói assim se tornava por viver servindo sua comunidade. Todo super-herói deve atravessar alguma via-crúcis. Gandlii, líder pacifista indiano, disse que, quanto maior nosso sacrifício, maior será nossa conquista. Como Hércules, como Batman,

Toda história em quadrinhos traz em si alguma coisa de industrial e marginal, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto. Os filmes de super-herói, ainda que transpondo essa cultura para a grande e famigerada indústria, realizam uma outra façanha, que provavelmente sem eles não ocorrería: a formação de novas mitologias reafirmando os mesmos ideais heroicos da Antiguidade para o homem moderno. O cineasta italiano Fellini afirmou uma vez que Stan Lee, o criador da editora, Marvel e de diversos heróis populares, era o Homero dos quadrinhos.

Toda boa história de super-herói é uma história de exclusão social. Homem-Aranha é um nerd, Hulk é um monstro amaldiçoado, Demolidor é um deficiente, os X-Men. são indivíduos excepcionais, Batman é um órfão, Super-Homem é um alienígena expatriado.. São - todos símbolos da solidão, da sobrevivência e da abnegação humana. Não se ama um herói pelos seus poderes, mas pela sua dor. Nossos olhos podem até se voltar a eles por suas habilidades fantásticas, mas é na humanidade que eles crescem dentro do gosto popular. Os super-heróis que não sofrem ou simplesmente trabalham para o sistema vigente tendem a se tornar meio bobos, como o Tocha-Humana ou o Capitão América.

Hulk e Homem-Aranha são seres que criticam a inconsequência da ciência, com sua energia atômica e suas experiências genéticas. Os X-Men nos advertem para a educação inclusiva. Super-Homem é aquele que mais se aproxima de Jesus Cristo, e por isso talvez seja o mais popular de todos, em seu sacrifício solitário em defesa dos seres humanos, mas também tem algo de Aquiles, com seu calcanhar que é a kriptonita. Humano e super-herói, como Gandhi.

Não houve nenhuma literatura que tenha me marcado mais do que essas histórias em quadrinhos. Eu raramente as leio hoje em dia, mas quando assisto a bons filmes de super-heróis, eu lembro que todos temos um lado ingênuo e bom, que pode ser capaz de suportar a dor da solidão por um princípio.


CHUÍ, Fernando. Disponível em: http://feniandochui.blogspot.com. Acesso em: 20/09/2018. (Adaptado)


Glossário:

Via-críicis: Série de 14 quadros que representam a caminhada de Jesus carregando a cruz e retratam seu sofrimento nas horas que antecederam seu julgamento e sua execução. [Por Extensão] Conjunto de experiências dolorosas, teníveis, dramáticas; martírio, tormento. Etimologia (origem da palavra via-crúcis): Do latim via Crucis, "caminho da cruz".

A partir da leitura do texto, depreende-se que:

I - Através da humanização dos mitos, o conceito de herói cedeu espaço para o conceito de celebridade, facilitando a aproximação, entre seres reais e imaginários.

II - Nos filmes de super-herói, as novas mitologias que vêm sendo criadas ratificam os ideais heroicos da Antiguidade.

III - O autor chama atenção para a importância na sua vida das histórias em quadrinhos com temática de super-heróis, uma vez que elas são capazes de promover uma reflexão acerca da natureza do ser humano.

IV - O autor afirma que, após se tornar adulto, raramente lê histórias em quadrinhos, já que é natural que esses textos sejam substituídos por bons filmes de super-heróis.

Está(ão) correta(s):

 

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1506087 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
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Leia o Texto I para responder aos itens de 01 a 06.


TEXTO I


enunciado 1506087-1

Fonte: http://disnevandmore.blogSDOt.com. Acesso em: 20/09/2018.

Herói na contemporancidade

Quando eu era criança, passava todo o tempo desenhando super-heróis.

Recorro ao historiador de mitologia Joseph Campbell, que diferenciava as duas figuras públicas: o herói (figura pública antiga) e a celebridade (a figura pública moderna). Enquanto a celebridade se populariza por viver para si mesma, o herói assim se tornava por viver servindo sua comunidade. Todo super-herói deve atravessar alguma via-crúcis. Gandlii, líder pacifista indiano, disse que, quanto maior nosso sacrifício, maior será nossa conquista. Como Hércules, como Batman,

Toda história em quadrinhos traz em si alguma coisa de industrial e marginal, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto. Os filmes de super-herói, ainda que transpondo essa cultura para a grande e famigerada indústria, realizam uma outra façanha, que provavelmente sem eles não ocorrería: a formação de novas mitologias reafirmando os mesmos ideais heroicos da Antiguidade para o homem moderno. O cineasta italiano Fellini afirmou uma vez que Stan Lee, o criador da editora, Marvel e de diversos heróis populares, era o Homero dos quadrinhos.

Toda boa história de super-herói é uma história de exclusão social. Homem-Aranha é um nerd, Hulk é um monstro amaldiçoado, Demolidor é um deficiente, os X-Men. são indivíduos excepcionais, Batman é um órfão, Super-Homem é um alienígena expatriado.. São - todos símbolos da solidão, da sobrevivência e da abnegação humana. Não se ama um herói pelos seus poderes, mas pela sua dor. Nossos olhos podem até se voltar a eles por suas habilidades fantásticas, mas é na humanidade que eles crescem dentro do gosto popular. Os super-heróis que não sofrem ou simplesmente trabalham para o sistema vigente tendem a se tornar meio bobos, como o Tocha-Humana ou o Capitão América.

Hulk e Homem-Aranha são seres que criticam a inconsequência da ciência, com sua energia atômica e suas experiências genéticas. Os X-Men nos advertem para a educação inclusiva. Super-Homem é aquele que mais se aproxima de Jesus Cristo, e por isso talvez seja o mais popular de todos, em seu sacrifício solitário em defesa dos seres humanos, mas também tem algo de Aquiles, com seu calcanhar que é a kriptonita. Humano e super-herói, como Gandhi.

Não houve nenhuma literatura que tenha me marcado mais do que essas histórias em quadrinhos. Eu raramente as leio hoje em dia, mas quando assisto a bons filmes de super-heróis, eu lembro que todos temos um lado ingênuo e bom, que pode ser capaz de suportar a dor da solidão por um princípio.


CHUÍ, Fernando. Disponível em: http://feniandochui.blogspot.com. Acesso em: 20/09/2018. (Adaptado)


Glossário:

Via-críicis: Série de 14 quadros que representam a caminhada de Jesus carregando a cruz e retratam seu sofrimento nas horas que antecederam seu julgamento e sua execução. [Por Extensão] Conjunto de experiências dolorosas, teníveis, dramáticas; martírio, tormento. Etimologia (origem da palavra via-crúcis): Do latim via Crucis, "caminho da cruz".

Com base no texto I, é possível afirmar que:

 

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