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Foram encontradas 100 questões.

2465377 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Leia o texto para responder à questão que referencia o tema tratado nesta reportagem.
A candidatura de José Graziano, que exerceu durante quatro anos o posto de diretor da FAO para a América Latina, foi impulsionada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva e formalizada em janeiro pela atual presidente Dilma Rousseff. “A candidatura ganha destaque diante do êxito do Brasil no domínio agrícola em suas várias vertentes, na produção, na pesquisa e, sobretudo, no combate à fome, na promoção da segurança alimentar e do desenvolvimento com inclusão social”, indicou a nota do Executivo ao anunciar a candidatura.
(Portal UOL – 26/06/2011 – 11h37.)
Integrante das Organizações das Nações Unidas (ONU), a organização presidida pelo brasileiro José Graziano da Silva, lidera os esforços internacionais para
 

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2465355 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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Apenas o primeiro passo
Demorou, mas o Brasil finalmente promulgou a primeira lei criada exclusivamente para regular crimes digitais. Sancionada pela presidente Dilma Rousself, a Lei 12.737 acabou conhecida como Lei Carolina Dieckmann, nome dado em referência ao caso da atriz, que teve seu computador invadido e imagens de sua intimidade espalhadas pela Internet. “Pode parecer estranho, mas até a publicação da Lei 12.737, invadir dispositivos informáticos no Brasil não era crime”, afirma o advogado Renato Opice Blum, uma das maiores autoridades em direito digital do País. Casos como o de Carolina eram decididos com adaptações de artigos que já constavam no código brasileiro. Com a nova legislação, que criminaliza a invasão de dispositivos informáticos, a esperança é que a Justiça, munida de instrumentos próprios para esse tipo de situação, seja mais ágil.
Na prática, porém, teremos algumas dificuldades para tornar esta lei efetiva. A começar pelo próprio texto, que, segundo os especialistas, está excessivamente ambíguo. Quando o legislador fala em “dispositivos informáticos”, “mecanismos de segurança” e “obtenção de dados”, por exemplo, os limites poucos claros do que cada conceito representa podem dar margem a interpretações oportunistas. Também, a natureza branda das penas impostas apresenta mais problemas. Segundo estimativas de Opice Blum, nos casos em que o acusado é réu primário, boa parte das punições poderá ser convertida em pagamento de cestas básicas. E isso pode criar uma situação inusitada – por instituir uma pena branda demais, a nova lei pode estimular o delito, em vez de coibi-lo. “Tem muito computador por aí com informação que vale muito mais do que uma cesta básica”, diz Opice Blum. Aos criminosos, cometer o delito, ser pego e ter de pagar pelo crime de invasão, pode compensar.
A Lei 12.737 irá requerer uma apuração veloz para funcionar. E isso expõe um dos maiores entraves para seu sucesso: a falta de estrutura para apurar esse tipo de crime. Embora conte com alguns centros de excelência em perícia digital, o Brasil ainda carece de um corpo representativo de profissionais treinados para lidar com esses delitos. Hoje, por exemplo, quem busca a polícia para registrar um boletim desse tipo de ocorrência, pode esperar até três meses para ter seu equipamento periciado. Os rastros do crime digital são frágeis e sem uma perícia competente e rápida, pouco se salva. E a lei, por mais bem intencionada que seja, perde a função.
Nos Estados Unidos e em países da Europa, além de leis muito mais duras – nos EUA em casos de invasão as penas começam em dez anos –, há um grande investimento em infraestrutura para apurar o crime digital. Mas, se até a primeira-dama, Michele Obama, teve dados de seus cartões de créditos hackeados (em meados de março), é evidente que ainda há muito o que ser feito para que a Internet se torne um ambiente seguro. A Lei Carolina Dieckmann é um marco importante nesse sentido no Brasil, mas, sem investimento e leis complementares, o caminho que ela abre pode se fechar rapidamente.
(Revista IstoÉ. Abril de 2013. Adaptado.)
Em “... a nova lei pode estimular o delito, em vez de coibi-lo.” (2º§), assinale a alternativa em que o complemento em destaque tem a mesma função sintática da partícula “lo”.
 

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2465245 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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Em 1 litro de água, cuja densidade é igual a 1 kg/L, foi adicionado 500 mL de um líquido solúvel em água, fazendo com que a solução tenha densidade igual a 0,8 kg/L. Assim, a densidade do líquido é de
 

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2465239 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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Apenas o primeiro passo
Demorou, mas o Brasil finalmente promulgou a primeira lei criada exclusivamente para regular crimes digitais. Sancionada pela presidente Dilma Rousself, a Lei 12.737 acabou conhecida como Lei Carolina Dieckmann, nome dado em referência ao caso da atriz, que teve seu computador invadido e imagens de sua intimidade espalhadas pela Internet. “Pode parecer estranho, mas até a publicação da Lei 12.737, invadir dispositivos informáticos no Brasil não era crime”, afirma o advogado Renato Opice Blum, uma das maiores autoridades em direito digital do País. Casos como o de Carolina eram decididos com adaptações de artigos que já constavam no código brasileiro. Com a nova legislação, que criminaliza a invasão de dispositivos informáticos, a esperança é que a Justiça, munida de instrumentos próprios para esse tipo de situação, seja mais ágil.
Na prática, porém, teremos algumas dificuldades para tornar esta lei efetiva. A começar pelo próprio texto, que, segundo os especialistas, está excessivamente ambíguo. Quando o legislador fala em “dispositivos informáticos”, “mecanismos de segurança” e “obtenção de dados”, por exemplo, os limites poucos claros do que cada conceito representa podem dar margem a interpretações oportunistas. Também, a natureza branda das penas impostas apresenta mais problemas. Segundo estimativas de Opice Blum, nos casos em que o acusado é réu primário, boa parte das punições poderá ser convertida em pagamento de cestas básicas. E isso pode criar uma situação inusitada – por instituir uma pena branda demais, a nova lei pode estimular o delito, em vez de coibi-lo. “Tem muito computador por aí com informação que vale muito mais do que uma cesta básica”, diz Opice Blum. Aos criminosos, cometer o delito, ser pego e ter de pagar pelo crime de invasão, pode compensar.
A Lei 12.737 irá requerer uma apuração veloz para funcionar. E isso expõe um dos maiores entraves para seu sucesso: a falta de estrutura para apurar esse tipo de crime. Embora conte com alguns centros de excelência em perícia digital, o Brasil ainda carece de um corpo representativo de profissionais treinados para lidar com esses delitos. Hoje, por exemplo, quem busca a polícia para registrar um boletim desse tipo de ocorrência, pode esperar até três meses para ter seu equipamento periciado. Os rastros do crime digital são frágeis e sem uma perícia competente e rápida, pouco se salva. E a lei, por mais bem intencionada que seja, perde a função.
Nos Estados Unidos e em países da Europa, além de leis muito mais duras – nos EUA em casos de invasão as penas começam em dez anos –, há um grande investimento em infraestrutura para apurar o crime digital. Mas, se até a primeira-dama, Michele Obama, teve dados de seus cartões de créditos hackeados (em meados de março), é evidente que ainda há muito o que ser feito para que a Internet se torne um ambiente seguro. A Lei Carolina Dieckmann é um marco importante nesse sentido no Brasil, mas, sem investimento e leis complementares, o caminho que ela abre pode se fechar rapidamente.
(Revista IstoÉ. Abril de 2013. Adaptado.)
Assinale a alternativa na qual o termo sublinhado NÃO está classificado corretamente quanto à sua classe gramatical.
 

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2465194 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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De acordo com as normas da Lei Orgânica disciplinadoras da Organização da Administração Municipal, analise as afirmativas e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) O Plano Diretor é o conjunto de órgãos, normas, recursos humanos e técnicos voltados à coordenação da ação planejada da administração municipal.

( ) Sistema de Planejamento, aprovado pela Câmara Municipal, é o instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana, observado o disposto na Constituição da República Federativa do Brasil.

( ) Será assegurada, pela participação em órgão componente do Sistema de Planejamento, a cooperação de associações representativas, legalmente organizadas, com o planejamento municipal.

( ) A delimitação da zona urbana constará do Plano Diretor.

A sequência está correta em

 

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2465036 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Campeonato do desperdício
No campeonato do desperdício, somos campeões em várias modalidades. Algumas de que nos orgulhamos e outras de que nem tanto. Meu amigo Adamastor, antropólogo das horas vagas, não me deu as causas primeiras de nossa primazia, mas forneceu-me uma lista em que somos imbatíveis. Claro, das modalidades que “nem tanto”.
Vocês já ouviram falar em lixo rico? Somos os campeões. Nosso lixo faria a fartura de um Haiti. Com o que jogamos fora e que poderia ser aproveitado, poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti. Há pesquisas do assunto e cálculos exatos que “nem tanto”. Somos um país pobre com mania de rico. E nosso lixo é mais rico do que o lixo dos países ricos. Meu falecido pai costumava dizer: rico raspa o queijo com as costas da faca; remediado corta uma casca bem fininha; pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo. Meu pai dizia, e tenho a impressão de que meu pai era um homem preconceituoso, mas em termos de manuseio dos alimentos nacionais, arrancamos uma lasca imensa do queijo, ah, sim, arrancamos.
Outra modalidade em que somos campeões absolutos, o desperdício do transporte. Ninguém no mundo consegue, tanto quanto nós, jogar grãos nas estradas. Não viajo pouco e me considero testemunha ocular. A Anhanguera, por exemplo, tem verdadeiras plantações de soja em suas margens. Quando pego uma traseira de caminhão e aquela chuva de grãos me assusta, penso rápido e fico calmo: faz parte da competição e temos de ser campeões.
Na construção civil o desperdício chega a ser escandaloso. Um dia o Adamastor, antropólogo das horas vagas, me veio com uma folha de jornal onde se liam estatísticas indecentes. Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado), o Brasil poderia construir todos os estádios que a FIFA exige e ainda poderia exportar cidades para o mundo.
Antigamente, este que vos atormenta, levava um litro lavado para trocar por outro cheio de leite. Você, caro leitor, talvez nem tenha notícia disso. Mas era assim. Agora, compra-se o leite e sua embalagem internamente aluminizada para jogá-la no lixo. Quanto de nosso petróleo vai para o lixo em forma de sacos plásticos? Vocês já ouviram falar que o petróleo é um recurso inesgotável? Claro que não! Mas sente algum remorso ao jogar os sacos trazidos do supermercado no lixo? Claro que não. Nossa cultura de mosaico tirou-nos a capacidade de ligar os fenômenos entre si.
E o que desperdiçamos de talentos, de esforço educacional? São advogados atendendo em balcão de Banco, engenheiros vendendo cachorro-quente nas avenidas de São Paulo, são gênios que se desperdiçam diariamente como se fossem recursos, eles também, inesgotáveis. No dia em que a gente precisar, vai lá e pega. No dia em que a gente precisar, pode não existir mais. Não importa, vivemos no melhor dos mundos, segundo a opinião do Adamastor, o gigante, plagiando um tal de Dr. Pangloss, que ironizava um tal de Leibniz.
(Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/cultura/campeonato-do-desperdicio/#todos-comentarios. Acesso em: 18/05/2013.)
Em “Nosso lixo faria a fartura de um Haiti.” (2º§), o emprego da forma verbal “faria” indica que a ação
 

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2460262 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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Apenas o primeiro passo
Demorou, mas o Brasil finalmente promulgou a primeira lei criada exclusivamente para regular crimes digitais. Sancionada pela presidente Dilma Rousself, a Lei 12.737 acabou conhecida como Lei Carolina Dieckmann, nome dado em referência ao caso da atriz, que teve seu computador invadido e imagens de sua intimidade espalhadas pela Internet. “Pode parecer estranho, mas até a publicação da Lei 12.737, invadir dispositivos informáticos no Brasil não era crime”, afirma o advogado Renato Opice Blum, uma das maiores autoridades em direito digital do País. Casos como o de Carolina eram decididos com adaptações de artigos que já constavam no código brasileiro. Com a nova legislação, que criminaliza a invasão de dispositivos informáticos, a esperança é que a Justiça, munida de instrumentos próprios para esse tipo de situação, seja mais ágil.
Na prática, porém, teremos algumas dificuldades para tornar esta lei efetiva. A começar pelo próprio texto, que, segundo os especialistas, está excessivamente ambíguo. Quando o legislador fala em “dispositivos informáticos”, “mecanismos de segurança” e “obtenção de dados”, por exemplo, os limites poucos claros do que cada conceito representa podem dar margem a interpretações oportunistas. Também, a natureza branda das penas impostas apresenta mais problemas. Segundo estimativas de Opice Blum, nos casos em que o acusado é réu primário, boa parte das punições poderá ser convertida em pagamento de cestas básicas. E isso pode criar uma situação inusitada – por instituir uma pena branda demais, a nova lei pode estimular o delito, em vez de coibi-lo. “Tem muito computador por aí com informação que vale muito mais do que uma cesta básica”, diz Opice Blum. Aos criminosos, cometer o delito, ser pego e ter de pagar pelo crime de invasão, pode compensar.
A Lei 12.737 irá requerer uma apuração veloz para funcionar. E isso expõe um dos maiores entraves para seu sucesso: a falta de estrutura para apurar esse tipo de crime. Embora conte com alguns centros de excelência em perícia digital, o Brasil ainda carece de um corpo representativo de profissionais treinados para lidar com esses delitos. Hoje, por exemplo, quem busca a polícia para registrar um boletim desse tipo de ocorrência, pode esperar até três meses para ter seu equipamento periciado. Os rastros do crime digital são frágeis e sem uma perícia competente e rápida, pouco se salva. E a lei, por mais bem intencionada que seja, perde a função.
Nos Estados Unidos e em países da Europa, além de leis muito mais duras – nos EUA em casos de invasão as penas começam em dez anos –, há um grande investimento em infraestrutura para apurar o crime digital. Mas, se até a primeira-dama, Michele Obama, teve dados de seus cartões de créditos hackeados (em meados de março), é evidente que ainda há muito o que ser feito para que a Internet se torne um ambiente seguro. A Lei Carolina Dieckmann é um marco importante nesse sentido no Brasil, mas, sem investimento e leis complementares, o caminho que ela abre pode se fechar rapidamente.
(Revista IstoÉ. Abril de 2013. Adaptado.)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
 

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2460143 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
No que tange à NR 35, o empregador deve realizar treinamentos periódicos e em determinadas situações. São situações preconizadas na norma, EXCETO:
 

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2460047 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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Mariana comprou uma TV LED 26” e um aparelho de DVD pelo valor total de R$2.600,00. Ofereceu R$500,00 de entrada e parcelou o valor restante em 12 vezes sem juros. Antes de concluir a compra, adicionou ao seu carrinho de compras, um aparelho de DVD automotivo, aumentando o valor de cada uma das 12 parcelas em R$28,00, porém, sem aumentar o valor da entrada. Ao finalizar a compra, o valor final de cada parcela e o total da compra dos três itens foram, respectivamente,
 

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2459678 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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Da terra aos telhados
Uma tendência mundial, as hortas urbanas – em rios, paredes e tetos – estão aproximando as cidades das plantações.
Vai ser difícil comer em 2050. Seremos 9 bilhões de pessoas lutando por pastos e fazendas que não conseguem alimentar direito nem 7 bilhões, nossa população hoje. A resolução para este problema é simples: aproximar a fonte da comida dos compradores e utilizar novos espaços para plantar.
Um grupo de agricultores de São Paulo aceitou este desafio. Cláudia Visoni faz parte do time, que está começando a mudar o jeito que os paulistanos lidam com a comida. A iniciativa é nova: começou no meio deste ano, com uma pequena horta no bairro da Vila Madalena. Mas já cresceu para outra plantação, localizada na Avenida Paulista. Para Cláudia, “plantar no espaço urbano significa eliminar a embalagem e o transporte, duas coisas que causam enorme impacto ambiental.”
As iniciativas, humildes em tamanho, mas carregadas de significado, reproduzem uma tendência mundial, muito bem representada pela cidade de Nova York. A metrópole mais movimentada do mundo chegou ao ponto de ter empresas que investem nas plantações urbanas e orgânicas. A Bright Farms teve a sacada de plantar perto de supermercados, ajudando a diminuir o caminho percorrido pela comida e economizando o dinheiro dos administradores. Outras duas, a Brooklyn Grange e a Gotham Green, vivem de hortas e estufas espalhadas pelo topo dos prédios do Brooklyn. E a coisa está crescendo: a Brooklyn Grange, que possuía 4 km² de hortas, inaugurou no começo deste ano outro espaço verde, com 6 km². Enquanto a Bright Farms deve inaugurar a maior horta urbana do mundo no ano que vem, com nada menos que 9 km² de produção verde.
Acha impressionante? O mexicano Fernando Ortiz acha que é pouco. “Quando converso com meus amigos que plantam nos tetos de Nova York, sempre provoco: eu tenho quatro vezes mais trabalho do que vocês.” E é verdade: o arquiteto acredita que os tetos não são suficientes e que devemos plantar também nas paredes. É isso que ele faz na Cidade do México. “Nova York consegue solucionar parte do problema, mas, para realmente transformar o cenário, precisamos usar todas as superfícies. E não apenas as exteriores, mas também as paredes de dentro, das salas, dos banheiros.”
(Superinteressante, dezembro de 2012.)
Os termos em destaque têm sua relação semântica corretamente identificada em
 

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