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Foram encontradas 40 questões.

2635697 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: CODEVASF
O asfalto ganha o nome de emulsão quando emulsionado em:
 

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2635696 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: CODEVASF
Em uma planta de escala 1:300, o ponto A dista 45cm do ponto B . A distância real entre eles, em m, mede:
 

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2635695 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: CODEVASF
No serviço de terraplenagem para a implantação de um canteiro de obras, define-se ciclo como:
 

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2635694 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: CODEVASF
Analise o perfil projetado para uma estrada e a linha do terreno natural. Com base nas linhas dispostas a cada metro, seria possível o cálculo expedito dos volumes de corte e aterro no trecho:
Enunciado 2918072-1
Considerando o caso anterior, que o trecho em estudo dista da jazida de solos à distância média de centro a centro, cerca de 1.200m e visando a expectativa do tempo de trabalho para execução do transporte do solo já que a frota transportadora é de apenas 4 veículos. Considere ainda, o tempo médio para carga de cada veículo na jazida de 12 minutos, a média para descarga com as manobras necessárias de 10 minutos e os veículos com velocidade média de 6 Km/hora carregados e 36Km/hora quando vazios. Acerca disso, assinale a alternativa correta:
 

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2635693 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: CODEVASF
Analise o perfil projetado para uma estrada e a linha do terreno natural. Com base nas linhas dispostas a cada metro, seria possível o cálculo expedito dos volumes de corte e aterro no trecho:
Enunciado 2918071-1
Considere o trecho de uma estrada a construir com extensão aproximada de 125 metros de mesma seção com volume de solos a importar de 30m3 aproximadamente. Assinale a expectativa do número de viagens no transporte de solos para a execução da estrada neste trecho, considerando empolamento do material da jazida em 1,2 e a capacidade média dos veículos de transporte de 9m3/viagem:
 

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2635692 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: CODEVASF
Analise o perfil projetado para uma estrada e a linha do terreno natural. Com base nas linhas dispostas a cada metro, seria possível o cálculo expedito dos volumes de corte e aterro no trecho:
Enunciado 2918069-1
Sobre a questão anterior e de forma expedita, assinale a afirmativa correta:
 

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2635691 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: CODEVASF
Analise o perfil projetado para uma estrada e a linha do terreno natural. Com base nas linhas dispostas a cada metro, seria possível o cálculo expedito dos volumes de corte e aterro no trecho:
Enunciado 2918068-1
No cálculo expedito, assinale a afirmativa correta:
 

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2635690 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: CODEVASF

Na elaboração de cronograma físico para a construção de uma rodovia, definiu-se aleatoriamente as seguintes etapas construtivas abaixo:

(1) Remoção de material superficial natural. (9) Sarjetas em concreto.

(2) Usina de asfalto. (10) Travessias para drenagem.

(3) Laboratório de solos. (11) Mobilização de máquinas e equipamentos.

(4) Aterros e cortes em geral. (12) Levantamentos topográficos preliminares.

(5) Acessos às jazidas de solo. (13) Sondagens e ensaios preliminares.

(6) Pinturas. (14) Pavimentação asfáltica.

(7) Alojamentos e escritórios de campo. (15) Bases e sub bases.

(8) Demarcação do greide da rodovia.

Com base na ordem lógica e verificando que algumas das etapas são concomitantes, marque a seqüência das etapas que se mostra INCOERENTE:

 

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Alguém paga
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
Todas as palavras homófonas e parônimas foram empregadas corretamente. Assinale a alternativa em que houve troca:
 

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Alguém paga
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
Analise as alternativas abaixo e assinale a correta:
 

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