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Foram encontradas 50 questões.

2397995 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Uma evolução silenciosa

No século XX, o meio ambiente despontou como a grande questão estratégica, desafiando os cânones da economia, da vida em sociedade e da cultura. No século XXI, a questão permanece no topo de nossos desafios, porém em outra dimensão e escala. O meio ambiente não está mais na defensiva, contra a corrente. Faz parte de escolhas cujo núcleo é um amálgama indissociável de soluções ao mesmo tempo econômicas, sociais, ambientais e culturais. Não há mais tempo para insistir no equivocado antagonismo entre crescimento econômico e proteção ambiental ou mesmo na sua versão amenizada de “conciliar meio ambiente e produção” como se fossem opostos buscando a convivência possível. Agora o que temos pela frente é a tarefa histórica de pensar todos esses termos como modelo de desenvolvimento, e não mais como retalhos dos diferentes interesses existentes na sociedade.

O século XXI é o tempo de procurar o que há de comum na diversidade de interesses e a partir daí, sem deixar de conservar o que precisa ser conservado, construir o novo inescapável. Nada pode representar mais fielmente o que nos é comum do que a nossa própria sobrevivência e a de nosso planeta, diante da gravíssima crise configurada pelo aquecimento global. A capacidade de adaptação e de rever conceitos é igualmente importante para países, instituições, empresas, indivíduos. Não tê-la (ou, no mínimo, não buscá-la) é praticamente uma autocondenação à absolescência. As economias sustentáveis, com tecnologias limpas, sepultarão antigas estruturas firmadas em modelos predatórios. Isso deve significar o fim de impérios insustentáveis que, assim como os megabancos tragados logo no início da crise financeira internacional, tendem a desaparecer. Nessa “seleção natural”, o poder de decisão estará com a consciência globalizada de uma população cada vez mais atenta, que quer saber a origem do produto, questiona a forma como ele é produzido e descartado, conhece os danos que pode causar ao meio ambiente. E exige ética do mercado e do poder político.

No atual jogo geopolítico, a preservação dos biomas e de sua diversidade é um dos maiores ativos. É isso que decidirá quem vai adiante, adaptando-se aos novos tempos, e quem fica para trás, na poeira da história. O Brasil, detentor de imensa biodiversidade, tem uma responsabilidade específica e pode colaborar fortemente para apontar as saídas, desde que ouça a voz de sua própria população e aposta em educação, inovação, pesquisa científica e integração dos saberes tradicionais associados à natureza. Estamos vivendo a era dos limites e das incertezas, como já foi apontando por inúmeros e respeitados cientistas. Diante disso, é preciso saber distinguir onde estão as riquezas e oportunidades.

(Marina Silva, com adaptações, Revista Veja, 22/12/2010)

De acordo com o texto, o século XXI é a época:

 

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2397470 Ano: 2010
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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São algoritmos criptográficos válidos de chave simétrica, EXCETO:
 

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2397452 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Uma evolução silenciosa

No século XX, o meio ambiente despontou como a grande questão estratégica, desafiando os cânones da economia, da vida em sociedade e da cultura. No século XXI, a questão permanece no topo de nossos desafios, porém em outra dimensão e escala. O meio ambiente não está mais na defensiva, contra a corrente. Faz parte de escolhas cujo núcleo é um amálgama indissociável de soluções ao mesmo tempo econômicas, sociais, ambientais e culturais. Não há mais tempo para insistir no equivocado antagonismo entre crescimento econômico e proteção ambiental ou mesmo na sua versão amenizada de “conciliar meio ambiente e produção” como se fossem opostos buscando a convivência possível. Agora o que temos pela frente é a tarefa histórica de pensar todos esses termos como modelo de desenvolvimento, e não mais como retalhos dos diferentes interesses existentes na sociedade.

O século XXI é o tempo de procurar o que há de comum na diversidade de interesses e a partir daí, sem deixar de conservar o que precisa ser conservado, construir o novo inescapável. Nada pode representar mais fielmente o que nos é comum do que a nossa própria sobrevivência e a de nosso planeta, diante da gravíssima crise configurada pelo aquecimento global. A capacidade de adaptação e de rever conceitos é igualmente importante para países, instituições, empresas, indivíduos. Não tê-la (ou, no mínimo, não buscá-la) é praticamente uma autocondenação à absolescência. As economias sustentáveis, com tecnologias limpas, sepultarão antigas estruturas firmadas em modelos predatórios. Isso deve significar o fim de impérios insustentáveis que, assim como os megabancos tragados logo no início da crise financeira internacional, tendem a desaparecer. Nessa “seleção natural”, o poder de decisão estará com a consciência globalizada de uma população cada vez mais atenta, que quer saber a origem do produto, questiona a forma como ele é produzido e descartado, conhece os danos que pode causar ao meio ambiente. E exige ética do mercado e do poder político.

No atual jogo geopolítico, a preservação dos biomas e de sua diversidade é um dos maiores ativos. É isso que decidirá quem vai adiante, adaptando-se aos novos tempos, e quem fica para trás, na poeira da história. O Brasil, detentor de imensa biodiversidade, tem uma responsabilidade específica e pode colaborar fortemente para apontar as saídas, desde que ouça a voz de sua própria população e aposta em educação, inovação, pesquisa científica e integração dos saberes tradicionais associados à natureza. Estamos vivendo a era dos limites e das incertezas, como já foi apontando por inúmeros e respeitados cientistas. Diante disso, é preciso saber distinguir onde estão as riquezas e oportunidades.

(Marina Silva, com adaptações, Revista Veja, 22/12/2010)

Observe as orações: “Estamos vivendo a era dos limites e das incertezas, como já foi apontado por inúmeros e respeitados cientistas.” A relação entre elas é de:

 

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2397338 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Sobre a utilização do aplicativo de planilhas eletrônicas BrOffice.org Calc (versão 3.2.1 – configuração padrão), analise:
I. Sua extensão de arquivo padrão é .odx
II. O comando “Salvar como...” possibilita salvar um arquivo no formato do Microsoft Excel 97/2000/XP.
III. Matemáticas, Financeiras, Data e hora, Lógicas e Estatísticas são categorias válidas de funções do BrOffice.org Calc.
IV. Os operadores Enunciado 2850423-1 são considerados operadores aritméticos do BrOffice.org Calc.
Estão corretas apenas as alternativas:
 

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2397238 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Uma evolução silenciosa

No século XX, o meio ambiente despontou como a grande questão estratégica, desafiando os cânones da economia, da vida em sociedade e da cultura. No século XXI, a questão permanece no topo de nossos desafios, porém em outra dimensão e escala. O meio ambiente não está mais na defensiva, contra a corrente. Faz parte de escolhas cujo núcleo é um amálgama indissociável de soluções ao mesmo tempo econômicas, sociais, ambientais e culturais. Não há mais tempo para insistir no equivocado antagonismo entre crescimento econômico e proteção ambiental ou mesmo na sua versão amenizada de “conciliar meio ambiente e produção” como se fossem opostos buscando a convivência possível. Agora o que temos pela frente é a tarefa histórica de pensar todos esses termos como modelo de desenvolvimento, e não mais como retalhos dos diferentes interesses existentes na sociedade.

O século XXI é o tempo de procurar o que há de comum na diversidade de interesses e a partir daí, sem deixar de conservar o que precisa ser conservado, construir o novo inescapável. Nada pode representar mais fielmente o que nos é comum do que a nossa própria sobrevivência e a de nosso planeta, diante da gravíssima crise configurada pelo aquecimento global. A capacidade de adaptação e de rever conceitos é igualmente importante para países, instituições, empresas, indivíduos. Não tê-la (ou, no mínimo, não buscá-la) é praticamente uma autocondenação à absolescência. As economias sustentáveis, com tecnologias limpas, sepultarão antigas estruturas firmadas em modelos predatórios. Isso deve significar o fim de impérios insustentáveis que, assim como os megabancos tragados logo no início da crise financeira internacional, tendem a desaparecer. Nessa “seleção natural”, o poder de decisão estará com a consciência globalizada de uma população cada vez mais atenta, que quer saber a origem do produto, questiona a forma como ele é produzido e descartado, conhece os danos que pode causar ao meio ambiente. E exige ética do mercado e do poder político.

No atual jogo geopolítico, a preservação dos biomas e de sua diversidade é um dos maiores ativos. É isso que decidirá quem vai adiante, adaptando-se aos novos tempos, e quem fica para trás, na poeira da história. O Brasil, detentor de imensa biodiversidade, tem uma responsabilidade específica e pode colaborar fortemente para apontar as saídas, desde que ouça a voz de sua própria população e aposta em educação, inovação, pesquisa científica e integração dos saberes tradicionais associados à natureza. Estamos vivendo a era dos limites e das incertezas, como já foi apontando por inúmeros e respeitados cientistas. Diante disso, é preciso saber distinguir onde estão as riquezas e oportunidades.

(Marina Silva, com adaptações, Revista Veja, 22/12/2010)

Em “Não tê-la (ou, no mínimo, não buscá-la) é praticamente uma autocondenação à absolescência.” os parênteses ( ) foram utilizados para:

 

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2397059 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Sejam os conjuntos A = {5, 6, 7, 8, 9, 10, 12}, B = {2, 3, 4, 6, 9, 10, 11} e C = {3, 6, 7, 8, 10, 11, 12}. Qual dos conjuntos a seguir apresenta apenas números ímpares?
 

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2396304 Ano: 2010
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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O resultado das conversões do valor decimal 127 para Hexadecimal e do valor Hexadecimal 5A71 para binário são, respectivamente:
 

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2396215 Ano: 2010
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Na implementação de serviços em redes TCP/IP (configuração padrão), há os números conhecidos de portas de serviços específicos. O serviço descrito com número de porta correto é:
 

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2396158 Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Provas:
Sobre a utilização do editor de registros do Sistema Operacional Windows XP Professional (configuração padrão), analise:
I. O Editor do Registro é uma ferramenta avançada para exibir e alterar as configurações no registro do sistema, e que contém informações sobre como o computador deve funcionar.
II. O Editor de Registro do Microsoft Windows pode ser acessado, clicando-se no menu Iniciar – Executar... – msconfig.
III. HKEY_CURRENT_USER: contém a base das informações de configuração para o usuário que estiver conectado no momento. As configurações de pastas, de cores de tela e do painel de controle do usuário são armazenadas aqui. Essas informações são chamadas de perfil do usuário.
IV. HKEY_LOCAL_MACHINE: contém informações sobre o perfil de hardware usado pelo computador local na inicialização do sistema.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

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2395858 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
As Nações Unidas lançaram no final de 2010, o primeiro atlas sobre meio ambiente referente à América Latina e Caribe. A publicação reúne mais de 200 fotografias de satélites que registram as mudanças e os problemas ambientais que estão ocorrendo na região e foi apresentada por Sílvia Giada, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em um país da América Central, que possui um famoso canal interligando os oceanos Atlântico e Pacífico.” Trata-se:
 

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