Foram encontradas 40 questões.
A opção Controlar Alterações presente no Microsoft Word 2007 permite aos usuários:
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Esta extensão de arquivo é muito utilizada para colocar-se conteúdo de texto e imagens para serem enviados a outro usuário, normalmente para que esse usuário não possa modificar o conteúdo.
Estamos falando de:
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Sobre XML é possível dizer:
I. A sigla significa eXtensible Markup Language.
II. Foi desenhada para transportar e armazenar dados.
III. Não foi desenhada para apresentar dados.
IV. Assim como o HTML, utiliza-se de Tags, mas, ao contrário do HTML, essas Tags são definidas pelo próprio usuário.
Com relação às informações apresentadas acima, pode-se afirmar:
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385865
Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PUC-PR
Orgão: COHAPAR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PUC-PR
Orgão: COHAPAR
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Steve Jobs, falecido em outubro de 2011, nos Estados Unidos, foi um dos grandes gênios da indústria tecnológica, revolucionando não só o setor da computação, mas também outros segmentos, como o da música e o da telefonia. Como inovador no processo que visa ao desenvolvimento do produto final ao consumidor, Jobs é citado, por Leander Kahney, como o “Henry Ford da tecnologia”. Tal qual Jobs, porém focando nos transportes, Ford trouxe à indústria diversas inovações, e, sendo um empreendedor, além de inventor, revolucionou os processos de produção.
As alternativas a seguir apresentam características do processo produtivo implementado por Henry Ford, também conhecido como “fordismo”, EXCETO:
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Leia o seguinte texto, adaptado do sítio drauziovarella.com.br, que servirá de base para a questão:
Obesidade na Infância: mitos e verdades
Drauzio Varella
O tempo em que a desnutrição das crianças envergonhava o país está perto do final. Não que tenhamos virado essa página da história: 6% das crianças com menos de 05 anos ainda apresentam déficit de altura, mas em 2006-2007 havia 7,1%. Na década de 1970, o déficit de altura atingia 29,3% das crianças na faixa dos 05 aos 09 anos; hoje, essa porcentagem caiu para 7,2%. Por razões óbvias, esses números são maiores nas regiões Norte e Nordeste e nas famílias de renda mais baixa. O que se nota é que, ao contrário da escassez de alimentos que martirizava parte significante da população, o desenvolvimento e a distribuição de renda um pouco menos perversa trouxeram para os brasileiros um problema característico dos países mais ricos: a obesidade infantil.
Segundo o IBGE, uma em cada três crianças de 05 a 09 anos está com excesso de peso, e 14,3% são obesas. Nos últimos 35 anos, o excesso de peso na adolescência aumentou seis vezes. Na faixa de 10 a 19 anos. Ele já atinge 21,5% da população. Esses números são assustadores, porque a probabilidade de uma criança gordinha tornar-se adulto obeso é de 90%.
As causas do aumento da prevalência de obesidade na infância têm sido atribuídas ao consumo de alimentos de elevado teor calórico e à falta de atividade física. É lógico que a oferta sem fim de doces, biscoitos e chocolates anunciados o tempo todo pelos meios de comunicação de massa, por meio de campanhas publicitárias apelativas e condenáveis, o tempo de inatividade diante da TV e do computador e a violência nas cidades modernas conspiraram para reduzir o gasto energético da criança de hoje, mas há outros fatores envolvidos. Esses fatores incluem o ganho excessivo de peso materno durante a gravidez, o fumo durante a gestação, a amamentação por período menor do que o recomendado e a diminuição do número de horas de sono na infância.
Ao redor da 15ª semanas da vida fetal, surgem as primeiras células especializadas em armazenar gordura, os adipócitos. No decorrer do primeiro ano de vida, os adipócitos praticamente não se multiplicam, apenas crescem e se enchem de gordura para criar reservas de energia que serão mobilizadas, quando a criança começar a andar. À medida que a criança cresce e se movimenta, esses depósitos serão consumidos gradativamente até atingir os níveis mais baixos aos 05 ou 06 anos. As que chegam com excesso de peso nessa idade correm risco de assim permanecer na vida adulta. O aumento excessivo de peso da mãe grávida interfere com o programa que controla o ciclo metabólico do feto. Os estudos mostram que os filhos de mulheres que engordam excessivamente durante a gravidez correm 48% mais risco de chegar com excesso de peso aos 07 anos.
O sabor do leite materno não é o mesmo em todas as mamadas; ocorrem modificações no decorrer do dia em função da alimentação da mãe. Bebês alimentados com mamadeira não experimentam tal variedade de sabores, pois o gosto do leite em pó é sempre o mesmo. Estudos mostram que a diversidade de sensações gustativas ligadas à amamentação está associada ao desenvolvimento de paladares mais variados. As crianças têm preferência inata por sabores doces e salgados, rejeição pelos amargos e azedos e dificuldade para aceitar novas experiências gustativas. Calcula-se que devam ser expostas de cinco a dez vezes, em média, para adaptar-se ao gosto de um novo alimento.
Pois bem: está comprovado que nessa fase da vida (primeira infância), existe nítida predisposição para alimentos com alta densidade calórica, por causa do gosto agradável e por levar à saciedade mais prontamente. Consecutivamente, se não houver insistência na oferta do leite materno, o paladar poderá se fixar exclusivamente em doces e gorduras. Portanto, a prevenção da obesidade infantil começa na gestação; a do adulto dura a vida inteira.
Após a leitura do parágrafo apresentado abaixo, assinale a alternativa INCORRETA:
“O sabor do leite materno não é o mesmo em todas as mamadas; ocorrem modificações no decorrer do dia em função da alimentação da mãe. Bebês alimentados com mamadeira não experimentam tal variedade de sabores, pois o gosto do leite em pó é sempre o mesmo. Estudos mostram que a diversidade de sensações gustativas ligadas à amamentação está associada ao desenvolvimento de paladares mais variados. As crianças têm preferência inata por sabores doces e salgados, rejeição pelos amargos e azedos e dificuldade para aceitar novas experiências gustativas. Calcula-se que devam ser expostas de cinco a dez vezes, em média, para adaptar-se ao gosto de um novo alimento.”
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379915
Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PUC-PR
Orgão: COHAPAR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PUC-PR
Orgão: COHAPAR
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Podem ser consideradas características do populismo, EXCETO:
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Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE um problema de progressão comumente chamado de “circularidade”:
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São encaixes cuja função é ligar os periféricos (placa de vídeo, placa de rede etc) ao barramento, para expandir a capacidade da placa-mãe.
Está se falando de:
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Leia o seguinte texto, adaptado do sítio drauziovarella.com.br, que servirá de base para a questão:
Obesidade na Infância: mitos e verdades
Drauzio Varella
O tempo em que a desnutrição das crianças envergonhava o país está perto do final. Não que tenhamos virado essa página da história: 6% das crianças com menos de 05 anos ainda apresentam déficit de altura, mas em 2006-2007 havia 7,1%. Na década de 1970, o déficit de altura atingia 29,3% das crianças na faixa dos 05 aos 09 anos; hoje, essa porcentagem caiu para 7,2%. Por razões óbvias, esses números são maiores nas regiões Norte e Nordeste e nas famílias de renda mais baixa. O que se nota é que, ao contrário da escassez de alimentos que martirizava parte significante da população, o desenvolvimento e a distribuição de renda um pouco menos perversa trouxeram para os brasileiros um problema característico dos países mais ricos: a obesidade infantil.
Segundo o IBGE, uma em cada três crianças de 05 a 09 anos está com excesso de peso, e 14,3% são obesas. Nos últimos 35 anos, o excesso de peso na adolescência aumentou seis vezes. Na faixa de 10 a 19 anos. Ele já atinge 21,5% da população. Esses números são assustadores, porque a probabilidade de uma criança gordinha tornar-se adulto obeso é de 90%.
As causas do aumento da prevalência de obesidade na infância têm sido atribuídas ao consumo de alimentos de elevado teor calórico e à falta de atividade física. É lógico que a oferta sem fim de doces, biscoitos e chocolates anunciados o tempo todo pelos meios de comunicação de massa, por meio de campanhas publicitárias apelativas e condenáveis, o tempo de inatividade diante da TV e do computador e a violência nas cidades modernas conspiraram para reduzir o gasto energético da criança de hoje, mas há outros fatores envolvidos. Esses fatores incluem o ganho excessivo de peso materno durante a gravidez, o fumo durante a gestação, a amamentação por período menor do que o recomendado e a diminuição do número de horas de sono na infância.
Ao redor da 15ª semanas da vida fetal, surgem as primeiras células especializadas em armazenar gordura, os adipócitos. No decorrer do primeiro ano de vida, os adipócitos praticamente não se multiplicam, apenas crescem e se enchem de gordura para criar reservas de energia que serão mobilizadas, quando a criança começar a andar. À medida que a criança cresce e se movimenta, esses depósitos serão consumidos gradativamente até atingir os níveis mais baixos aos 05 ou 06 anos. As que chegam com excesso de peso nessa idade correm risco de assim permanecer na vida adulta. O aumento excessivo de peso da mãe grávida interfere com o programa que controla o ciclo metabólico do feto. Os estudos mostram que os filhos de mulheres que engordam excessivamente durante a gravidez correm 48% mais risco de chegar com excesso de peso aos 07 anos.
O sabor do leite materno não é o mesmo em todas as mamadas; ocorrem modificações no decorrer do dia em função da alimentação da mãe. Bebês alimentados com mamadeira não experimentam tal variedade de sabores, pois o gosto do leite em pó é sempre o mesmo. Estudos mostram que a diversidade de sensações gustativas ligadas à amamentação está associada ao desenvolvimento de paladares mais variados. As crianças têm preferência inata por sabores doces e salgados, rejeição pelos amargos e azedos e dificuldade para aceitar novas experiências gustativas. Calcula-se que devam ser expostas de cinco a dez vezes, em média, para adaptar-se ao gosto de um novo alimento.
Pois bem: está comprovado que nessa fase da vida (primeira infância), existe nítida predisposição para alimentos com alta densidade calórica, por causa do gosto agradável e por levar à saciedade mais prontamente. Consecutivamente, se não houver insistência na oferta do leite materno, o paladar poderá se fixar exclusivamente em doces e gorduras. Portanto, a prevenção da obesidade infantil começa na gestação; a do adulto dura a vida inteira.
Com relação ao artigo de Drauzio Varella, assinale a alternativa INCORRETA:
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Considerando as possibilidades e as formas de instalação de software em computadores:
I. Atualmente existem softwares que se utilizam de atualizadores automáticos via web.
II. Um software para rodar no computador deve obrigatoriamente ser instalado com um software de instalação.
III. Para se ter uma nova versão de um software, deve-se sempre desinstalar a anterior antes de instalar a nova.
IV. Existem softwares que podem simplesmente ser atualizados em vez de se fazer uma nova instalação.
De acordo com os itens acima, pode-se afirmar:
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