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Qual será o volume de HCI, em litros, produzido nas C.N.T.P., quando 71 gramas de gás cloro reagirem completamente com hidrogênio segundo a equação abaixo?
!$ H_2 (gasoso) \ + \ C1_2 (gasoso) → 2 \ HC1 (gasoso) !$
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o ELETROíMÃ E A COMUNICAÇÃO
O eletroímã, conjunto formado por uma bobina e um pedaço de ferro, tem muitas aplicações nas rotinas diárias de nossas vidas. Dentre essas aplicações está o receptor telefônico, cujo funcionamento pode ser descrito, de forma bem simplificada, da seguinte maneira: uma corrente elétrica alternada variável (proveniente do telefone emissor), passa pelas espiras do eletroímã do receptor e faz com que uma lâmina de ferro seja atraída por ele, sucessivas vezes. Como essa lâmina apresenta uma certa elasticidade, ela tende a voltar à sua posição normal, sempre que se interrompe a atração do eletroímã. Assim, a lâmina vibra, rapidamente, e dá origem às ondas sonoras no ar sendo, então, transmitidas ao ouvido.
De acordo com o texto, em relação eletroímã, pode-se afirmar que a atração de ferro ocorre devido a ação do campo
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A figura acima representa um fenômeno da natureza, muito comum em dias quentes: a formação das brisas. A ocorrência dessas brisas deve-se ao fato de que
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Assinale abaixo a opção que indica características exclusivas dos seres vivos.
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"Eleito com o evidente constrangimento da bancada paulista, Deodoro viu-se bloqueado por insistente oposição. Alegava que não podia governar com aquele Congresso, que o afrontava, constantemente."
ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Porto - Rio de Janeiro - 1985
Em novembro de 1891, antes mesmo de completar mandato, Deodoro renunciou à presidência. renúncia foi metade do seu A causa da
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INFÂNCIA
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar!$ ^{(e} !$ nos longes da senzala - e nunca mais se
[esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha!$ ^{(d} !$
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu ... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro ... que fundo!!$ ^{(c} !$
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história!$ ^{(a} !$
era mais bonita que a de Robinson Crusoé!$ ^{(b} !$
(Carlos Drummond de Andrade. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1973. p.53-4.)
Observe o período abaixo.
"comprida história que não acaba mais."
Assinale a opção em que se encontra a mesma classe gramatical da palavra destacada acima.
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O PORTUGUÊS DE PORTUGAL
(BAHIA,1964 - LÍNGUA PORTUGUESA )
Em Lisboa disseram a Luiz Forjaz Trigueiros que na Bahia o calor, além de tórrido, é constante, jamais faz frio. Luiz viaja ao Brasil em missão cultural, pede a Maria Helena que coloque na mala apenas roupas leves, as 5 mais leves. Assim desembarcou desvestido com elegância para o verão feroz.
Ora, em lugar de calor senegalês, uma onda abateu-se sobre a cidade, frio ainda mais difícil de suportar devido à umidade, o escritor sentiu-se enregelar. Dado 10 que o inverno se manteve, não lhe coube opção senão ir à compra de agasalho. Luiz se informou, rumou para a rua Chile, a de comércio fino e caro de prendas de vestir cavalheiros e senhoras. Deteve-se ante uma loja: ali se 15 exibia a peça exata que buscava para com ela resguardar o peito, evitar o resfriado, a gripe, a pneumonia: Luiz Forjaz pretende-se chegado a enfermidades nos brônquios e pulmões, o perigo de gripe o horroriza. De lã, chique, discreta, na cor preferida, estava à sua espera. Luiz 20 adentrou o estabelecimento, o vendedor acorreu solícito, colocou-se a seu serviço.
- Desejo comprar uma camisola - informou o literato luso, sorrindo com a delicadeza que o caracteriza.
Não menos delicado o balconista:
- O cavalheiro se enganou, aqui só vendemos artigos masculinos, mas na loja em frente, de artigos para senhoras, o senhor encontrará variado estoque de camisolas ...
Não tenho entendido, algum engano havia, Luiz insistiu:
Eu disse camisola ...
- Já lhe disse que não temos. - O caixeiro elevou a voz desconfiado que o simpático freguês fosse surdo de nascença.
- Como não tem, se acabo de ver na montra uma camisola castanha na medida própria.
- Onde disse ter visto camisola?
O balconista sentiu-se perdido, além de surdo o freguês falava língua desconhecida, nem espanhol, nem francês, 40 menos ainda inglês, dialetos que o rapaz identificava, familiar de sotaques e pronúncias. Não sabendo o que dizer, riu e coçou a cabeça. Um parvo, persuadiu-se Luiz Trigueiros, e, sem mais delongas, tomando-o gentilmente.
pelo braço - aos parvos deve-se tratar com firmeza sem no entanto abandonar a cortesia -, levou-o até a porta de onde, triunfante, mostrou-lhe na montra a camisola castanha:
- Ali está ela,a camisola, quanto vale?
A risada do rapaz não era mal-educada, mas continha uma ponta de deboche:
- Ilustre cavalheiro, fique sabendo que em bom português o senhor quer comprar um pulôver marrom igual ao que está na vitrine, não é isso? Por que não disse logo? Um suéter porreta e o preço é de arrasar ...
Encontrei Luiz no hotel envergando a camisola castanha, ou seja, o pulôver marrom, não sendo ainda o brasileiro competente que viria a ser anos depois devido aos azares da política, o escritor estava indignado:
- O gajo diz-me duas palavras em francês, uma em inglês e afirma estar falando em português, em bom português.
Em nosso bom português, Luiz, o do Brasil.
Hoje Luiz Forjaz Trigueiros traça na maciota nosso misturado português de mestiços, mas para escrever sua prosa escorreita, forte, tenra e colorida, conserva-se fiel ao português de Portugal, à língua de Camões.
(Navegação de cabotagem)
Assinale a opção correta em relação ao número de letras e fonemas apresentados respectivamente para as palavras abaixo.
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O PORTUGUÊS DE PORTUGAL
(BAHIA,1964 - LÍNGUA PORTUGUESA )
Em Lisboa disseram a Luiz Forjaz Trigueiros que na Bahia o calor, além de tórrido, é constante, jamais faz frio. Luiz viaja ao Brasil em missão cultural, pede a Maria Helena que coloque na mala apenas roupas leves, as 5 mais leves. Assim desembarcou desvestido com elegância para o verão feroz.
Ora, em lugar de calor senegalês, uma onda abateu-se sobre a cidade, frio ainda mais difícil de suportar devido à umidade, o escritor sentiu-se enregelar. Dado 10 que o inverno se manteve, não lhe coube opção senão ir à compra de agasalho. Luiz se informou, rumou para a rua Chile, a de comércio fino e caro de prendas de vestir cavalheiros e senhoras. Deteve-se ante uma loja: ali se 15 exibia a peça exata que buscava para com ela resguardar o peito, evitar o resfriado, a gripe, a pneumonia: Luiz Forjaz pretende-se chegado a enfermidades nos brônquios e pulmões, o perigo de gripe o horroriza. De lã, chique, discreta, na cor preferida, estava à sua espera. Luiz 20 adentrou o estabelecimento, o vendedor acorreu solícito, colocou-se a seu serviço.
- Desejo comprar uma camisola - informou o literato luso, sorrindo com a delicadeza que o caracteriza.
Não menos delicado o balconista:
- O cavalheiro se enganou, aqui só vendemos artigos masculinos, mas na loja em frente, de artigos para senhoras, o senhor encontrará variado estoque de camisolas ...
Não tenho entendido, algum engano havia, Luiz insistiu:
Eu disse camisola ...
- Já lhe disse que não temos. - O caixeiro elevou a voz desconfiado que o simpático freguês fosse surdo de nascença.
- Como não tem, se acabo de ver na montra uma camisola castanha na medida própria.
- Onde disse ter visto camisola?
O balconista sentiu-se perdido, além de surdo o freguês falava língua desconhecida, nem espanhol, nem francês, 40 menos ainda inglês, dialetos que o rapaz identificava, familiar de sotaques e pronúncias. Não sabendo o que dizer, riu e coçou a cabeça. Um parvo, persuadiu-se Luiz Trigueiros, e, sem mais delongas, tomando-o gentilmente.
pelo braço - aos parvos deve-se tratar com firmeza sem no entanto abandonar a cortesia -, levou-o até a porta de onde, triunfante, mostrou-lhe na montra a camisola castanha:
- Ali está ela,a camisola, quanto vale?
A risada do rapaz não era mal-educada, mas continha uma ponta de deboche:
- Ilustre cavalheiro, fique sabendo que em bom português o senhor quer comprar um pulôver marrom igual ao que está na vitrine, não é isso? Por que não disse logo? Um suéter porreta e o preço é de arrasar ...
Encontrei Luiz no hotel envergando a camisola castanha, ou seja, o pulôver marrom, não sendo ainda o brasileiro competente que viria a ser anos depois devido aos azares da política, o escritor estava indignado:
- O gajo diz-me duas palavras em francês, uma em inglês e afirma estar falando em português, em bom português.
Em nosso bom português, Luiz, o do Brasil.
Hoje Luiz Forjaz Trigueiros traça na maciota nosso misturado português de mestiços, mas para escrever sua prosa escorreita, forte, tenra e colorida, conserva-se fiel ao português de Portugal, à língua de Camões.
(Navegação de cabotagem )
Em "Luiz viaja ao Brasil em missão cultural ... ", a preposição sublinhada é usada por dar idéia de movimento, respeitando-se a Regência Verbal. Assinale a opção que apresenta o uso correto da Regência Verbal.
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O Brasil possui uma imensa rede hidrográfica; no entanto, o acesso à água de boa qualidade é privilégio de poucos. Analise as afirmativas abaixo em relação ....
I - Apesar do território nacional possuir uma grande quantidade de redes hidrográficas, suas águas são muito ricas em material orgânico, o que impede o consumo humano.
II - A água, ao longo dos tempos, acabou deixando de ser um bem social e está se transformando num bem econômico.
III- O difícil acesso à água deve-se, essencialmente, ao fato da maioria da população brasileira residir em centros urbanos distantes dos mananciais fluviais.
IV - O privilégio de acesso à água de boa qualidade é relativo, pois somente nas áreas rurais, onde se concentra a minoria da população é encontrada água sem condições para o consumo humano.
Assinale a opção correta.
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A crise de sucessão portuguesa originada com a morte do rei D. Sebastião, na Batalha de Alcácer-Quibir e continuada com a morte de seu substituto, o Cardeal D. Henrique, sem deixar conquista de Portugal ficou conhecido como sucessor direto, resultou na por Felipe 11, em 1580. Esse fato
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