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Foram encontradas 90 questões.

1026663 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Complete the sentences using an article when necessary.
I- Is Mario_____________ honest man?
II- The students wear_______________ unilorm here.
III- ________________-Smiths Iive next to the supermarke!.
IV- _________________Brasilia was made the capital in 1960.
Choose the correct option.
 

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1026625 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Encontros e desencontros
Hoje, jantando num pequeno restaurante aqui perto de casa, pude presenciar, ao vivo, uma cena que já me tinham descrito. Um casal de meia idade se senta à mesa vizinha da minha. Feitos os pedidos ao garçom, o homem, bem depressinha, tira o celular do bolso, e não mais o deixa, a merecer sua atenção exclusiva. A mulher, certamente de saber feito, não se faz de rogada e apanha um livro que trazia junto à bolsa. Começa a lê-lo a partir da página assinalada por um marcador. Espichando o meu pescoço inconveniente (nem tanto, afinal as mesas eram coladinhas) deu para ver que era uma obra da Martha Medeiros.
Desse modo, os dois iam usufruindo suas gulodices, sem comentários, com algumas reações dele, rindo com ele mesmo com postagens que certamente ocorriam em seu celular. Até dois estranhos, postos nessa situação, talvez acabassem por falar alguma coisa. Pensei: devem estar juntos há algum tempo, sem ter mais o que conversar. Cada um sabia tudo do outro, nada a acrescentar, nada de novo ou surpreendente. E assim caminhava, decerto, a vida daquele casal.
O que me choca, mesmo observando esta situação, como outras que o dia a dia me oferece, é a ausência de conversa. Sem conversa eu não vivo, sem sua força agregadora para trocar ideias, para convencer ou ser convencido pelo outro, para manifestar humor, para desabafar sobre o que angustia a alma, em suma, para falar e para ouvir. A conversa não é a base da terapia? Sei não, mas, atualmente, contar com um amigo para jogar conversa fora ou para confessar aquele temor que lhe está roubando o sossego talvez não seja fácil. O tempo também, nesta vida corre-corre, tem lá outras prioridades. Mia Couto é contundente: "Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão." Até se fala muito, mas ouvir o outro? Falo de conversas entre pessoas no mundo real. Vive-se hoje, parece, mais no mundo digital. Nele, até que se conversa muito; porém, é tão diferente, mesmo quando um está vendo o outro. O compartilhamento do mesmo espaço, diria, é que nos proporciona a abrangência do outro, a captação do seu respirar, as batidas de seu coração, o seu cheiro, o seu humor ...
Desse diálogo é que tanta gente está sentindo falta. Até por telefone as pessoas conversam, atualmente, bem menos. Pelo whatsApp fica mais fácil, alega-se. Rapidinho, rapidinho. Mas e a conversa? Conversa-se, sim, replicam. Será? Ou se trocam algumas palavras? Quando falo em conversa, refiro-me àquelas que se esticam, sem tempo marcado, sem caminho reto, a pularem de assunto em assunto. O whatsApp é de graça, proclamam. Talvez um argumento que pode ser robusto, como se diz hoje, a favor da utilização desse instrumento moderno.
Mas será apenas por isso? Um amigo me lembra: nos whatsApps se trocam mensagens por escrito. Eu sei. Entretanto, língua escrita é outra modalidade, outro modo de ativar a linguagem, a começar pela não copresença física dos interlocutores. No telefone, não há essa copresença física, mas esse meio de comunicação não é impeditivo de falante e ouvinte, a cada passo, trocarem de papéis e até mesmo de falarem ao mesmo tempo, configurando, pois, características próprias da modalidade oral. Contudo, não se respira o mesmo ar, ainda que já se possa ver o outro. As pessoas passaram a valer-se menos do telefone, e as conversas também vão, por isso, tornado-se menos frequentes.
Gosto, mesmo, é de conversas, de preferência com poucos companheiros, sem pauta, sem temas censurados, sem se ter de esmerar na linguagem. Conversa sem compromisso, a não ser o de evitar a chatice. Com suas contundências, conflitos de opiniões e momentos de solidariedade. Conversa que é vida, que retrata a vida no seu dia a dia. No grupo maior, há de tudo: o louco, o filósofo, o depressivo, o conquistador de garganta, o saudosista ... Nem sempre, é verdade, estou motivado para participar desses grupos. Porém, passado um tempo, a saudade me bate.
Aqueles bate-papos intimistas com um amigo de tantas afinidades, merecedores que nos tornamos da confiança um do outro, esses não têm nada igual. A apreensão abrangente do amigo, de seu psiquismo, dos seus sentimentos, das dificuldades mais íntimas por que passa, faz-nos sentir, fortemente, a nossa natureza humana, a maior valia da vida.
Esses momentos vão se tornando, assim me parece, uma cena menos habitual nestes tempos digitais. A pressa, os problemas a se multiplicarem, as tarefas a se diversificarem, como encontrar uma brecha para aquela conversa, que é entrega, confiança, despojamento? Conversa que exige respeito: um local calminho, sem gritos, vozes esganiçadas, garçons serenos. Sim, umas tulipas estourando de geladas e uns tira-gostos de nosso paladar a exigirem nova pedida. Não queria perder esses encontros. Afinal, a vida está passando tão depressa ...
Adaptado de: UCHOA, Carlos Eduardo. Disponível em: ht!p:/Icarlos.eduardouchoa.com.br/blog/
Em "O compartilhamento do mesmo espaço, diria, é que nos proporciona a abrangência do outro, a captação do seu respirar, as batidas de seu coração, o seu cheiro, o seu humor ... " (3°§), infere-se que para o autor
 

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1021131 Ano: 2017
Disciplina: Biologia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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A divisão celular é o processo que ocorre nos seres vivos por meio do qual uma célula, chamada célula-mãe, divide se em células-filhas, com informações genéticas relativas à espécie. Dependendo do tipo de célula, esta se dividirá por mitose ou por meiose, eventos complexos que fazem parte do ciclo celular. A mitose é importante por diversos motivos, EXCETO porque
 

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1020694 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Helping at a hospital
Every year many young people finish school and then take a year off before they star! work or go to college. Some of them go to other countries and work as volunteers. Volunteers give their time to help people. For example, they work in schools or hospitais, or they help with conservation.
Mike Coleman is 19 and _____________ n Omaha, Nebraska, in the United States. He wants to become a teacher but now he ___________ in Namibia. He's working in a hospital near Katima Mulilo. He says, ''!"m working with the doctors and nurses here to help sick people. I'm not a doctor but I can do a lot of things to help. For example, I help carry people who can't walk. Sometimes I go to villages in the mobile hospital, too. There aren't many doctors here so they need help from people like me. I don't get any money, but that's OK, I'm not here for the money."
"I'm staying here for two months, and I'm living in a small house with five other volunteers. The work is hard and the days are long, but I'm enjoying my life here. I'm learning a lot about life in Southern Africa and about myself! When I finish the two months' work, I want to travei in and around Namibia for three weeks. For example, I want to see the animais in the Okavango Delta in Botswana."
http://vyre-iegacy-access.cambridge.org/
Read the fragment from the text.
"When I finish the two months' work, I want to travel in and around Namibia for three weeks."
Because it is a plan, it is possible to rewrite the sentence substituting the underlined par! for:
 

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1014765 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Sobre o sistema !$ \begin{cases} \sqrt [5] {y} + x^{-3} = {\large 3 \over 5} \ \ \\ y^{2/5} - (x^{-2})^3 = {\large 4 \over 25}\end{cases} !$
pode-se afirmar que o valor de
 

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1014636 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Encontros e desencontros
Hoje, jantando num pequeno restaurante aqui perto de casa, pude presenciar, ao vivo, uma cena que já me tinham descrito. Um casal de meia idade se senta à mesa vizinha da minha. Feitos os pedidos ao garçom, o homem, bem depressinha, tira o celular do bolso, e não mais o deixa, a merecer sua atenção exclusiva. A mulher, certamente de saber feito, não se faz de rogada e apanha um livro que trazia junto à bolsa. Começa a lê-lo a partir da página assinalada por um marcador. Espichando o meu pescoço inconveniente (nem tanto, afinal as mesas eram coladinhas) deu para ver que era uma obra da Martha Medeiros.
Desse modo, os dois iam usufruindo suas gulodices, sem comentários, com algumas reações dele, rindo com ele mesmo com postagens que certamente ocorriam em seu celular. Até dois estranhos, postos nessa situação, talvez acabassem por falar alguma coisa. Pensei: devem estar juntos há algum tempo, sem ter mais o que conversar. Cada um sabia tudo do outro, nada a acrescentar, nada de novo ou surpreendente. E assim caminhava, decerto, a vida daquele casal.
O que me choca, mesmo observando esta situação, como outras que o dia a dia me oferece, é a ausência de conversa. Sem conversa eu não vivo, sem sua força agregadora para trocar ideias, para convencer ou ser convencido pelo outro, para manifestar humor, para desabafar sobre o que angustia a alma, em suma, para falar e para ouvir. A conversa não é a base da terapia? Sei não, mas, atualmente, contar com um amigo para jogar conversa fora ou para confessar aquele temor que lhe está roubando o sossego talvez não seja fácil. O tempo também, nesta vida corre-corre, tem lá outras prioridades. Mia Couto é contundente: "Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão." Até se fala muito, mas ouvir o outro? Falo de conversas entre pessoas no mundo real. Vive-se hoje, parece, mais no mundo digital. Nele, até que se conversa muito; porém, é tão diferente, mesmo quando um está vendo o outro. O compartilhamento do mesmo espaço, diria, é que nos proporciona a abrangência do outro, a captação do seu respirar, as batidas de seu coração, o seu cheiro, o seu humor ...
Desse diálogo é que tanta gente está sentindo falta. Até por telefone as pessoas conversam, atualmente, bem menos. Pelo whatsApp fica mais fácil, alega-se. Rapidinho, rapidinho. Mas e a conversa? Conversa-se, sim, replicam. Será? Ou se trocam algumas palavras? Quando falo em conversa, refiro-me àquelas que se esticam, sem tempo marcado, sem caminho reto, a pularem de assunto em assunto. O whatsApp é de graça, proclamam. Talvez um argumento que pode ser robusto, como se diz hoje, a favor da utilização desse instrumento moderno.
Mas será apenas por isso? Um amigo me lembra: nos whatsApps se trocam mensagens por escrito. Eu sei. Entretanto, língua escrita é outra modalidade, outro modo de ativar a linguagem, a começar pela não copresença física dos interlocutores. No telefone, não há essa copresença física, mas esse meio de comunicação não é impeditivo de falante e ouvinte, a cada passo, trocarem de papéis e até mesmo de falarem ao mesmo tempo, configurando, pois, características próprias da modalidade oral. Contudo, não se respira o mesmo ar, ainda que já se possa ver o outro. As pessoas passaram a valer-se menos do telefone, e as conversas também vão, por isso, tornado-se menos frequentes.
Gosto, mesmo, é de conversas, de preferência com poucos companheiros, sem pauta, sem temas censurados, sem se ter de esmerar na linguagem. Conversa sem compromisso, a não ser o de evitar a chatice. Com suas contundências, conflitos de opiniões e momentos de solidariedade. Conversa que é vida, que retrata a vida no seu dia a dia. No grupo maior, há de tudo: o louco, o filósofo, o depressivo, o conquistador de garganta, o saudosista ... Nem sempre, é verdade, estou motivado para participar desses grupos. Porém, passado um tempo, a saudade me bate.
Aqueles bate-papos intimistas com um amigo de tantas afinidades, merecedores que nos tornamos da confiança um do outro, esses não têm nada igual. A apreensão abrangente do amigo, de seu psiquismo, dos seus sentimentos, das dificuldades mais íntimas por que passa, faz-nos sentir, fortemente, a nossa natureza humana, a maior valia da vida.
Esses momentos vão se tornando, assim me parece, uma cena menos habitual nestes tempos digitais. A pressa, os problemas a se multiplicarem, as tarefas a se diversificarem, como encontrar uma brecha para aquela conversa, que é entrega, confiança, despojamento? Conversa que exige respeito: um local calminho, sem gritos, vozes esganiçadas, garçons serenos. Sim, umas tulipas estourando de geladas e uns tira-gostos de nosso paladar a exigirem nova pedida. Não queria perder esses encontros. Afinal, a vida está passando tão depressa ...
Adaptado de: UCHOA, Carlos Eduardo. Disponível em: ht!p:/Icarlos.eduardouchoa.com.br/blog/
A concordância do termo destacado em "Um casal de meia idade se senta à mesa vizinha da minha." (1°§) está de acordo com a norma-padrão da língua. Em que opção tal fato também ocorre?
 

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1014562 Ano: 2017
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Com relação aos conceitos da física, assinale a opção correta.

 

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1014487 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Complete the sentences with the correct use Of the Simple Past and the Past Continuous.
- I was waiting lor the bus when I___________(see) her.
- The children_____________ (argue) when the teacher arrived.
- Everyone_____________ (listen) to music when the Iights ____ (go) out.
To fill in the gaps respectively, mark the right option.
 

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1014476 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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The Vikings
Raiders, travelers or brave explorers?
The Vikings sailed the seas, attacked towns, and stole treasures ali over Europe between 800 and 1100. They started from Scandinavia and attacked many countries in Europe. They settled in 8ritain, Ireland and France. They also crossed the Atlantic Ocean and arrived in Iceland and Greenland. They discovered North America but they also traveled east to Russia and south to Arabia.
They were good farmers and excellent shipbuilders. They used their ships for war. They ais o used them to carry people and goods to new lands. In winter, when there was not much farm work to do, they stayed home and did other interesting jobs. Men made swords to use them in battle. The Vikings Iiked swords so much they often decorated them with gold and gave them names. Women cooked and made clothes, shoes, and jewelry for themselves, _______ children and husbands.
In 866 the Vikings captured an Anglo-Saxon town. They called it Jorvik and it was the capital of the Viking kingdom for 200 years. They made Jorvik rich and one of the most famous cities in 8ritain. Some years ago, archeologists discovered part of that Viking town in York, the modem city of Jorvik. They found many things such as jewelry, coins and clothes. If you ever go to York and you want to travei back in time and see how the Vikings Iived, visit the Jorvik Centre!
Adapted trom Wilson, D. M. (1987) The Vikings, Activity Book, British Museum Press http://www.pi-schools.gr/books/gymnasio/aggLa_proxlergas/O43-060.pdt
The Vikings used their ships to
 

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1014440 Ano: 2017
Disciplina: Geografia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Observe o fragmento de texto em destaque e a tabela abaixo.
enunciado 2052411-1
O texto e a tabela acima tratam do reordenamento espacial da indústria brasileira a partir da segunda metade do século XX. Sobre o espaço industrial brasileiro e suas recentes transformações, assinale a opção correta.
 

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