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Foram encontradas 40 questões.

1207168 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
De acordo com os fabricantes de automóveis, o rendimento do álcool é de 70% em comparação ao da gasolina. Essa relação auxilia o consumidor a decidir se é mais vantajosa a utilização de álcool ou de gasolina. Nesse sentido, considere o preço do álcool e da gasolina nos seguintes postos:

Levando em conta a relação entre o valor do álcool e da gasolina e seu rendimento, é correto afirmar que é mais vantajoso abastecer um automóvel com álcool:

Posto Preço do litro do álcool Preço do litro da gasolina

A R$ 2,00 R$ 3,00

B R$ 1,90 R$ 2,90

C R$ 2,20 R$ 3,10

 

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1207167 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Um determinado local é visitado por x visitantes que pagam p reais de entrada. No entanto, por questões ambientais e de segurança, essa quantidade deve ser reduzida a dois terços. Supondo que o número de clientes não sofra alterações pelo aumento do valor da entrada, para manter o faturamento, o valor a ser cobrado deverá ser de:
 

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1207166 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Depois da crise hídrica, as empresas de energia elétrica passaram a tarifar as contas de acordo com o custo de produção. De acordo com um determinado custo de produção, aplicam-se sobretaxas ao kWh, chamadas de bandeiradas, de acordo com a tabela abaixo:

Faixa de custo de produção Bandeira Sobretaxa por kWh

Abaixo de R$ 200,00/MWh Verde R$ 0,00

De R$ 200,00/MWh a R$ 388,48/MWh Amarela R$ 0,025

Maior de R$ 388,48/MWh Vermelha R$ 0,055

Um cliente consumiu 150 kWh em um mês em que o custo de produção foi de R$ 250,00 por MWh. Desconsiderando possíveis incidências de impostos, o valor total da sobretaxa aplicada foi de:


 

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1207155 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: COPEL

De uma folha quadrada de 40 cm de lado, foram retirados 4 quadrados de 10 cm de lado, conforme a figura ao lado.

O volume da caixa fabricada dessa forma é de:

enunciado 1207155-1

 

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1207154 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Para cercar um terreno retangular de 100 m2, utiliza-se totalmente uma tela de 50 metros. Os lados desse terreno são iguais às raízes da equação:
 

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1207153 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Os juros do cheque especial de um determinado banco são de 0,03% ao dia, no sistema de juros simples. Um cliente ficou devendo R$ 10.000,00 por um período de 10 dias. O valor do montante que o cliente ficou devendo depois desse período é de:
 

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1207148 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
O texto a seguir é parte de uma entrevista com Paulo Cesar de Araújo, autor da biografia não autorizada do cantor Roberto Carlos. Considere-o para responder à questão.

ISTOÉ: Como o sr. imagina que Roberto tenha reagido à decisão do STF?

PAULO CESAR DE ARAÚJO – Ele sempre foi muito enfático em relação à censura prévia de biografias e batalhou de forma violenta contra o meu livro. Inúmeras vezes ele disse que era dono da própria história e, por isso, só ele poderia escrevê-la. O Roberto acha que tem a posse da história, assim como tem a posse de um imóvel, um automóvel, um iate. Nós sabemos que a história é um patrimônio imaterial construído coletivamente, mas na cabeça dele, e estimulado pelos assessores que o cercam, ele acredita que a história é um patrimônio particular. O Roberto vive numa redoma de sucesso e poder. Ele não vive no nosso mundo do cotidiano. Ele recebe tudo filtrado dos assessores. E eu não sei se esses assessores passaram para o Roberto o que de fato aconteceu ali (no julgamento do STF). A tese dele perdeu de nove a zero. Se ele teve acesso ao que de fato aconteceu, não deve ter ficado feliz.

ISTOÉ: Em mais de uma ocasião, Roberto disse se opor ao fato de o biógrafo lucrar à custa de histórias pessoais. Como o sr. responde a essa alegação?

P. C. A. – Roberto acredita que eu cometi um furto ao me apropriar da história dele, mas não parece compreender que ele é apenas tema de um livro, assim como ele usa Jesus como tema para algumas de suas canções. Para RC, Jesus é patrimônio coletivo, mas a história do próprio Roberto é particular. Ele também já chegou a dizer que os biógrafos se apropriam de uma história pronta, já escrita, como se não houvesse pesquisa, análise, seleção de fatos. Escrever biografia não é fácil. São anos de pesquisa, gasta-se muita sola de sapato. Roberto não tem ideia do que é o trabalho de um biógrafo. Parafraseando Djavan, só eu sei as esquinas que passei para escrever cada parágrafo de “Roberto Carlos em Detalhes”. Não conheço ninguém que sobreviva de fazer biografias. Viver de livro no Brasil é muito difícil. Pago as contas no fim do mês com meu salário de professor.

(Disponível em:
<http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/423434_ROBERTO+CARLOS+NAO+VIVE+NO+NOSSO+MUNDO+> . Acesso em 04/07/2015.
Sobre as opiniões veiculadas pelo entrevistado, assinale a alternativa correta.
 

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1207147 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Considere as seguintes frases:

1. É possível que outros instrumentos, como o jogo eletrônico, possa substituir o exercício cerebral demandado pela escrita de mão.

2. O problema é de difícil solução, mas ignorar ele, a pretexto de cessar os conflitos e os dissabores, é o caminho para um mundo sem progresso.

3. O impeachment, mesmo com o consenso de que houve erros graves da presidente, não é imediato, nem obrigatório.

Está(ão) conforme a norma padrão a(s) frase(s):

 

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1207140 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
O texto abaixo é referência para a questão.

Muitas mulheres, quando entram em uma sala de aula pela primeira vez para ensinar seja Física ou Ciência Política, enfrentam rotineiramente a ridicularização de meninos que simplesmente não conseguem sincronizar a expectativa – uma disciplina encarnada na figura de um homem – e a realidade. Aí começa uma longa jornada de deboches, afrontas e desdéns.
Mas isso não é observado por todos. Geralmente, é só a professora que sente calada e enxerga com o canto do olho a arrogância do aluno (e da aluna também). As consequências desse ato tão pequeno, mas tão poderoso (que é engendrado por parte de meninos que, na verdade, pouco sabem sobre o que está sendo ensinado), é o desenvolvimento de um processo de autodilaceração, insegurança e até pânico entre as mulheres. O ensino se torna um fardo e uma provação constante.
Foram tantas as vezes em que eu entrei em sala de aula e, ao falar sobre teoria social, deparei-me com alunos que simplesmente não conseguiam me olhar nos olhos. Mas os problemas não acabam por aí. Salas de professores e corredores universitários são cenários perfeitos para a reprodução do poder masculino. Tente entrar na roda de discussão sobre política ou economia. Não se surpreenda se seus colegas continuarem de costas para você, mais ou menos como acontece quando uma mulher tenta dar uma opinião sobre tática futebolística. Se a mulher levantar a voz para ser ouvida, será chamada de histérica. Mas se ela conseguir entrar na roda dos meninos, não é raro que sua opinião seja desprezada por gestos microscópicos, como a mudança ligeira de assunto. Uma verdadeira máquina de exclusão e de corroer autoestima.
(CartaCapital, 11/08/2015. Adaptado)
A expressão “desse ato tão pequeno”, no segundo parágrafo, faz referência a:
 

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1207136 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL

Muitas mulheres, quando entram em uma sala de aula pela primeira vez para ensinar seja Física ou Ciência Política, enfrentam rotineiramente a ridicularização de meninos que simplesmente não conseguem sincronizar a expectativa – uma disciplina encarnada na figura de um homem – e a realidade. Aí começa uma longa jornada de deboches, afrontas e desdéns.

Mas isso não é observado por todos. Geralmente, é só a professora que sente calada e enxerga com o canto do olho a arrogância do aluno (e da aluna também). As consequências desse ato tão pequeno, mas tão poderoso (que é engendrado por parte de meninos que, na verdade, pouco sabem sobre o que está sendo ensinado), é o desenvolvimento de um processo de autodilaceração, insegurança e até pânico entre as mulheres. O ensino se torna um fardo e uma provação constante.

Foram tantas as vezes em que eu entrei em sala de aula e, ao falar sobre teoria social, deparei-me com alunos que simplesmente não conseguiam me olhar nos olhos. Mas os problemas não acabam por aí. Salas de professores e corredores universitários são cenários perfeitos para a reprodução do poder masculino. Tente entrar na roda de discussão sobre política ou economia. Não se surpreenda se seus colegas continuarem de costas para você, mais ou menos como acontece quando uma mulher tenta dar uma opinião sobre tática futebolística. Se a mulher levantar a voz para ser ouvida, será chamada de histérica. Mas se ela conseguir entrar na roda dos meninos, não é raro que sua opinião seja desprezada por gestos microscópicos, como a mudança ligeira de assunto. Uma verdadeira máquina de exclusão e de corroer autoestima.

(CartaCapital, 11/08/2015. Adaptado)

Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:

1. A palavra “aí” (linha 3) pode ser substituída por “então”.

2. A expressão “sincronizar a expectativa com a realidade” (linhas 2 e 3) significa ajustar o que acontece de fato ao que se esperava acontecer.

3. O termo “rotineiramente” (linha 2) pode ser substituído por “sistematicamente” sem prejuízo para o sentido da passagem.

Assinale a alternativa correta.

 

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