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Foram encontradas 30 questões.

668670 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Considerando o Microsoft Excel 2007, a empresa Olimpo Veículos elaborou uma planilha para calcular a média de vendas de seus funcionários, com base nos seguintes critérios:
A – Caso as somas de vendas no período fossem iguais ou superiores a 40 unidades, a meta seria considerada “Atingida”.
B – Caso as somas de vendas no período fossem inferiores a 40 unidades, a meta seria considerada “baixa”.
C – Caso as somas de vendas no período fossem iguais ou superiores a 60 unidades, a meta seria considerada “Superada”.
Assim, temos a seguinte planilha:
Enunciado 668670-1
Com base nas informações apresentadas, para se obter a informação correta na célula C18, qual fórmula deveríamos utilizar?
 

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653802 Ano: 2014
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Provas:
Alternativa de segurança para preservar informações importantes, as cópias de arquivos informatizados para manutenção do sistema, ou a simples cópia de um arquivo para um pendrive, são procedimentos de:
 

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641588 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE

Após a realização de um concurso, foi feita a seguinte tabela de frequência das notas obtidas pelos alunos na prova de matemática:

Nota Número de candidatos
0 2
1 12
2 50
3 76
4 65
5 203
6 89
7 315
8 129
9 42
10 17

Todos os candidatos com nota maior ou igual a 5 serão convocados para a 2ª fase do concurso. Escolhido um candidato ao acaso, a probabilidade de ele ser convocado para a 2ª fase é:

 

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636922 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
A questão baseia no texto apresentado abaixo
Coisas & Pessoas
Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!” Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: – Pois é! Não vê que eu sou o sereno... E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, decerto para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente. QUINTANA, Mario. Coisas & pessoas. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. P. 204-205.
“sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos.” Nessa frase, a palavra “chiru” diz respeito a um(a):
 

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632146 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
A questão baseia no texto apresentado abaixo
Coisas & Pessoas
Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!” Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: – Pois é! Não vê que eu sou o sereno... E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, decerto para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente. QUINTANA, Mario. Coisas & pessoas. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. P. 204-205.
Verifique quais das afirmações a seguir estão adequadas às regras gramaticais e assinale a alternativa correta.
1- As palavras guarda-chuva, chapéu e chão fazem, respectivamente, os plurais em guarda-chuvas, chapéus e chãos.
2- Ocorre ditongo nestas três palavras: Uruguaiana, casarão e criaram.
3- A palavra um na frase “E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais,” tem valor de artigo indefinido.
 

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632100 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
A questão baseia no texto apresentado abaixo
Coisas & Pessoas
Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!” Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: – Pois é! Não vê que eu sou o sereno... E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, decerto para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente. QUINTANA, Mario. Coisas & pessoas. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. P. 204-205.
O “vulto” se apresenta a Mario Quintana dizendo: “– Pois é! Não vê que eu sou o sereno...”. Qual é a razão de a palavra “sereno” não ser grafada com letra inicial maiúscula?
 

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629033 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Onde está a frase cuja concordância foge às regras gramaticais?
I – Não se trata de meras ideias, mas de ótimas sugestões.
II – A maioria dos condenados passaram do regime fechado para o regime aberto.
III – Seus pés parecia cozinharem sobre a areia quente da praia.
IV – Passavam das dez horas quando chegou o lanche que pedimos às oito!
 

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628838 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
A questão baseia no texto apresentado abaixo
Coisas & Pessoas
Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!” Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: – Pois é! Não vê que eu sou o sereno... E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, decerto para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente. QUINTANA, Mario. Coisas & pessoas. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. P. 204-205.
Não pronunciamos o u do dígrafo gu da flexão verbal julguei empregada no texto. Também não devemos pronunciar o u em quais verbos flexionados a seguir?
1- Extinguiram
2- Aguilhoaram
3- Distinguir
4- Seguimos
 

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580460 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Qual alternativa não atende ao estabelecido no Plano de Cargos e Salários do Conselho Regional dos Representantes Comerciais do Estado de Pernambuco?
 

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567784 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Carol, Sofia e Bianca têm ao todo R$120,00. Juntando-se o dobro da quantia da Carol à soma das quantias de Sofia e Bianca, tem-se R$160,00. Agora, se somarmos a quantia de Sofia com a da Carol e o dobro da de Bianca obtém-se R$170,00. Portanto, as quantias de Carol, Sofia e Bianca, são respectivamente:
 

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