Foram encontradas 205 questões.
Observe as afirmativas:
I – | - 1 | = 1.
II – !$ \sqrt{x}^2 !$ = x.
III – !$ \sqrt{x}^2 !$ = | x |.
IV – | a | < 9 !$ \leftrightarrow !$ 9 < a < 9.
Analisando as afirmações com relação às propriedades dos conjuntos numéricos, podemos concluir que:
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A seguir, temos a representação gráfica de uma função afim:

Ao analisar o gráfico, podemos concluir que a função f(x) que ele representa é:
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Para localizarmos um ponto em um plano, podemos fixar nesse plano um sistema cartesiano ortogonal de coordenadas, que é formado por dois eixos, Ox e Oy, perpendiculares entre si no ponto O. Nesse sistema de coordenadas, para que valores reais de m o ponto A(5m + 15,4m2-36) pertence ao eixo das ordenadas?
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do Documento
O Padrão Ofício contém várias partes e é exigido para se escrever Aviso, Ofício e Memorando. Assim, no caso do Ofício, a parte denominada destinatário deve conter:
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A frase que não atende adequadamente às regras de concordância verbal é a que consta da alternativa
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Duas visões do interior – Artigo de Zuenir Ventura
As metrópoles estão exportando suas mazelas para o interior. As pequenas e médias cidades têm hoje os mesmos problemas das grandes, e nem sempre em escala menor. Em viagens, pude observar a espantosa rapidez com que o fenômeno ocorre nesses paraísos perdidos. A crise mais visível é a da (i)mobilidade urbana. O engarrafamento é hoje comum — e não só nas horas de rush — até naquelas capitais onde as pessoas almoçam (ou almoçavam) em casa confortavelmente, com tempo inclusive para uma rápida sesta. As reclamações são as mesmas e têm a ver com a perda de qualidade de vida. “Eu levava 20 minutos, agora levo mais de uma hora”, ouvi em vários lugares. As causas são conhecidas. Com a elevação do poder aquisitivo da nova classe média e o incentivo à indústria automobilística com redução de impostos, as ruas foram invadidas e ocupadas pelos carros, sem que tivesse havido um mínimo de preparação para isso: elas continuam com a mesma largura e, em geral, novas vias de escoamento não foram construídas.
Pior do que o problema do trânsito é o da violência. Para se ter uma ideia: o Piauí, que se orgulha de ser um dos estados menos violentos do país, está preocupado com o alarmante aumento de crimes, como latrocínio (roubo seguido de morte) e estupro, que dobraram ou triplicaram, assim como os casos de morte não solucionados. Eu estava em Teresina quando esses dados foram publicados, para desconforto das autoridades e da população. Outra praga que está infestando o país todo é o consumo de crack, presente nos mais distantes rincões. Conversando com o prefeito de uma cidade do Nordeste, quis saber como a droga chegava ao seu município, e ele explicou que era uma perversa operação. Jovens desempregados são recrutados para trabalhos sazonais em SP, principalmente corte de cana. Vão e os próprios proprietários fornecem a droga como parte do pagamento pelo trabalho. Voltando para suas cidades, eles levam consigo o vício e o produto para traficar, criando assim literalmente um círculo vicioso difícil de desmantelar.
Se por um lado o que chamamos de “interior” está vivendo esses dramas, por outro, observa-se um grande empenho para ativar a vida cultural, com a promoção, por exemplo, de feiras, salões, festivais e bienais de livro. Nas últimas semanas, participei de uns quatro eventos desse tipo, destacando-se o Flin (Festival Literário Internacional de Natal), pela abrangência dos temas e a numerosa participação. Houve mais de trinta mesas sobre os mais variados assuntos, com a presença de autores daqui, de Portugal e da África de Língua Portuguesa. Só de imortais da ABL, eram quatro. De mortais, uns 60. O luxo foi ter Caetano Veloso debatendo poesia com Eucanaã Ferraz e fazendo o show de encerramento. Foram mais de três horas de Caetano sem falar uma só vez de biografias. Uma delícia.
http://contobrasileiro.com.br/?p=1922#more-192
Com a elevação do poder aquisitivo da nova classe média e o incentivo à indústria automobilística com redução de impostos, as ruas foram invadidas e ocupadas pelos carros, sem que tivesse havido um mínimo de preparação para isso: elas continuam com a mesma largura e, em geral, novas vias de escoamento não foram construídas.
Para o trecho em destaque, mantém-se o sentido original se empregarmos uma ou mais das pontuações a seguir?
I – sem que tivesse havido um mínimo de preparação para isso – elas continuam com a mesma largura e, em geral, novas vias de escoamento não foram construídas.
II – sem que tivesse havido um mínimo de preparação para isso (elas continuam com a mesma largura e, em geral, novas vias de escoamento não foram construídas).
III – sem que tivesse havido um mínimo de preparação para isso; elas continuam com a mesma largura e,* em geral, novas vias de escoamento não foram construídas.
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Duas visões do interior – Artigo de Zuenir Ventura
As metrópoles estão exportando suas mazelas para o interior. As pequenas e médias cidades têm hoje os mesmos problemas das grandes, e nem sempre em escala menor. Em viagens, pude observar a espantosa rapidez com que o fenômeno ocorre nesses paraísos perdidos. A crise mais visível é a da (i)mobilidade urbana. O engarrafamento é hoje comum — e não só nas horas de rush — até naquelas capitais onde as pessoas almoçam (ou almoçavam) em casa confortavelmente, com tempo inclusive para uma rápida sesta. As reclamações são as mesmas e têm a ver com a perda de qualidade de vida. “Eu levava 20 minutos, agora levo mais de uma hora”, ouvi em vários lugares. As causas são conhecidas. Com a elevação do poder aquisitivo da nova classe média e o incentivo à indústria automobilística com redução de impostos, as ruas foram invadidas e ocupadas pelos carros, sem que tivesse havido um mínimo de preparação para isso: elas continuam com a mesma largura e, em geral, novas vias de escoamento não foram construídas.
Pior do que o problema do trânsito é o da violência. Para se ter uma ideia: o Piauí, que se orgulha de ser um dos estados menos violentos do país, está preocupado com o alarmante aumento de crimes, como latrocínio (roubo seguido de morte) e estupro, que dobraram ou triplicaram, assim como os casos de morte não solucionados. Eu estava em Teresina quando esses dados foram publicados, para desconforto das autoridades e da população. Outra praga que está infestando o país todo é o consumo de crack, presente nos mais distantes rincões. Conversando com o prefeito de uma cidade do Nordeste, quis saber como a droga chegava ao seu município, e ele explicou que era uma perversa operação. Jovens desempregados são recrutados para trabalhos sazonais em SP, principalmente corte de cana. Vão e os próprios proprietários fornecem a droga como parte do pagamento pelo trabalho. Voltando para suas cidades, eles levam consigo o vício e o produto para traficar, criando assim literalmente um círculo vicioso difícil de desmantelar.
Se por um lado o que chamamos de “interior” está vivendo esses dramas, por outro, observa-se um grande empenho para ativar a vida cultural, com a promoção, por exemplo, de feiras, salões, festivais e bienais de livro. Nas últimas semanas, participei de uns quatro eventos desse tipo, destacando-se o Flin (Festival Literário Internacional de Natal), pela abrangência dos temas e a numerosa participação. Houve mais de trinta mesas sobre os mais variados assuntos, com a presença de autores daqui, de Portugal e da África de Língua Portuguesa. Só de imortais da ABL, eram quatro. De mortais, uns 60. O luxo foi ter Caetano Veloso debatendo poesia com Eucanaã Ferraz e fazendo o show de encerramento. Foram mais de três horas de Caetano sem falar uma só vez de biografias. Uma delícia.
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A oração “as ruas foram invadidas e ocupadas pelos carros” está na voz passiva. Na voz ativa ela apresentará uma das seguintes formas:
I – Os carros invadirão e ocuparão as ruas.
II – Os carros invadiam e ocupavam as ruas.
III – Os carros invadem e ocupam as ruas.
IV – Os carros invadiram e ocuparam as ruas.
Qual dessas quatro opções é a correta?
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Duas visões do interior – Artigo de Zuenir Ventura
As metrópoles estão exportando suas mazelas para o interior. As pequenas e médias cidades têm hoje os mesmos problemas das grandes, e nem sempre em escala menor. Em viagens, pude observar a espantosa rapidez com que o fenômeno ocorre nesses paraísos perdidos. A crise mais visível é a da (i)mobilidade urbana. O engarrafamento é hoje comum — e não só nas horas de rush — até naquelas capitais onde as pessoas almoçam (ou almoçavam) em casa confortavelmente, com tempo inclusive para uma rápida sesta. As reclamações são as mesmas e têm a ver com a perda de qualidade de vida. “Eu levava 20 minutos, agora levo mais de uma hora”, ouvi em vários lugares. As causas são conhecidas. Com a elevação do poder aquisitivo da nova classe média e o incentivo à indústria automobilística com redução de impostos, as ruas foram invadidas e ocupadas pelos carros, sem que tivesse havido um mínimo de preparação para isso: elas continuam com a mesma largura e, em geral, novas vias de escoamento não foram construídas.
Pior do que o problema do trânsito é o da violência. Para se ter uma ideia: o Piauí, que se orgulha de ser um dos estados menos violentos do país, está preocupado com o alarmante aumento de crimes, como latrocínio (roubo seguido de morte) e estupro, que dobraram ou triplicaram, assim como os casos de morte não solucionados. Eu estava em Teresina quando esses dados foram publicados, para desconforto das autoridades e da população. Outra praga que está infestando o país todo é o consumo de crack, presente nos mais distantes rincões. Conversando com o prefeito de uma cidade do Nordeste, quis saber como a droga chegava ao seu município, e ele explicou que era uma perversa operação. Jovens desempregados são recrutados para trabalhos sazonais em SP, principalmente corte de cana. Vão e os próprios proprietários fornecem a droga como parte do pagamento pelo trabalho. Voltando para suas cidades, eles levam consigo o vício e o produto para traficar, criando assim literalmente um círculo vicioso difícil de desmantelar.
Se por um lado o que chamamos de “interior” está vivendo esses dramas, por outro, observa-se um grande empenho para ativar a vida cultural, com a promoção, por exemplo, de feiras, salões, festivais e bienais de livro. Nas últimas semanas, participei de uns quatro eventos desse tipo, destacando-se o Flin (Festival Literário Internacional de Natal), pela abrangência dos temas e a numerosa participação. Houve mais de trinta mesas sobre os mais variados assuntos, com a presença de autores daqui, de Portugal e da África de Língua Portuguesa. Só de imortais da ABL, eram quatro. De mortais, uns 60. O luxo foi ter Caetano Veloso debatendo poesia com Eucanaã Ferraz e fazendo o show de encerramento. Foram mais de três horas de Caetano sem falar uma só vez de biografias. Uma delícia.
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“com tempo inclusive para uma rápida sesta”.
Assinale a alternativa que registra a afirmação inadequada a respeito do vocábulo sesta:
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As metrópoles estão exportando suas mazelas para o interior. As pequenas e médias cidades têm hoje os mesmos problemas das grandes, e nem sempre em escala menor. Em viagens, pude observar a espantosa rapidez com que o fenômeno ocorre nesses paraísos perdidos. A crise mais visível é a da (i)mobilidade urbana. O engarrafamento é hoje comum — e não só nas horas de rush — até naquelas capitais onde as pessoas almoçam (ou almoçavam) em casa confortavelmente, com tempo inclusive para uma rápida sesta. As reclamações são as mesmas e têm a ver com a perda de qualidade de vida. “Eu levava 20 minutos, agora levo mais de uma hora”, ouvi em vários lugares. As causas são conhecidas. Com a elevação do poder aquisitivo da nova classe média e o incentivo à indústria automobilística com redução de impostos, as ruas foram invadidas e ocupadas pelos carros, sem que tivesse havido um mínimo de preparação para isso: elas continuam com a mesma largura e, em geral, novas vias de escoamento não foram construídas.
Pior do que o problema do trânsito é o da violência. Para se ter uma ideia: o Piauí, que se orgulha de ser um dos estados menos violentos do país, está preocupado com o alarmante aumento de crimes, como latrocínio (roubo seguido de morte) e estupro, que dobraram ou triplicaram, assim como os casos de morte não solucionados. Eu estava em Teresina quando esses dados foram publicados, para desconforto das autoridades e da população. Outra praga que está infestando o país todo é o consumo de crack, presente nos mais distantes rincões. Conversando com o prefeito de uma cidade do Nordeste, quis saber como a droga chegava ao seu município, e ele explicou que era uma perversa operação. Jovens desempregados são recrutados para trabalhos sazonais em SP, principalmente corte de cana. Vão e os próprios proprietários fornecem a droga como parte do pagamento pelo trabalho. Voltando para suas cidades, eles levam consigo o vício e o produto para traficar, criando assim literalmente um círculo vicioso difícil de desmantelar.
Se por um lado o que chamamos de “interior” está vivendo esses dramas, por outro, observa-se um grande empenho para ativar a vida cultural, com a promoção, por exemplo, de feiras, salões, festivais e bienais de livro. Nas últimas semanas, participei de uns quatro eventos desse tipo, destacando-se o Flin (Festival Literário Internacional de Natal), pela abrangência dos temas e a numerosa participação. Houve mais de trinta mesas sobre os mais variados assuntos, com a presença de autores daqui, de Portugal e da África de Língua Portuguesa. Só de imortais da ABL, eram quatro. De mortais, uns 60. O luxo foi ter Caetano Veloso debatendo poesia com Eucanaã Ferraz e fazendo o show de encerramento. Foram mais de três horas de Caetano sem falar uma só vez de biografias. Uma delícia.
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Aponte a palavra que não possui um prefixo em seu processo de formação:
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As metrópoles estão exportando suas mazelas para o interior. As pequenas e médias cidades têm hoje os mesmos problemas das grandes, e nem sempre em escala menor. Em viagens, pude observar a espantosa rapidez com que o fenômeno ocorre nesses paraísos perdidos. A crise mais visível é a da (i)mobilidade urbana. O engarrafamento é hoje comum — e não só nas horas de rush — até naquelas capitais onde as pessoas almoçam (ou almoçavam) em casa confortavelmente, com tempo inclusive para uma rápida sesta. As reclamações são as mesmas e têm a ver com a perda de qualidade de vida. “Eu levava 20 minutos, agora levo mais de uma hora”, ouvi em vários lugares. As causas são conhecidas. Com a elevação do poder aquisitivo da nova classe média e o incentivo à indústria automobilística com redução de impostos, as ruas foram invadidas e ocupadas pelos carros, sem que tivesse havido um mínimo de preparação para isso: elas continuam com a mesma largura e, em geral, novas vias de escoamento não foram construídas.
Pior do que o problema do trânsito é o da violência. Para se ter uma ideia: o Piauí, que se orgulha de ser um dos estados menos violentos do país, está preocupado com o alarmante aumento de crimes, como latrocínio (roubo seguido de morte) e estupro, que dobraram ou triplicaram, assim como os casos de morte não solucionados. Eu estava em Teresina quando esses dados foram publicados, para desconforto das autoridades e da população. Outra praga que está infestando o país todo é o consumo de crack, presente nos mais distantes rincões. Conversando com o prefeito de uma cidade do Nordeste, quis saber como a droga chegava ao seu município, e ele explicou que era uma perversa operação. Jovens desempregados são recrutados para trabalhos sazonais em SP, principalmente corte de cana. Vão e os próprios proprietários fornecem a droga como parte do pagamento pelo trabalho. Voltando para suas cidades, eles levam consigo o vício e o produto para traficar, criando assim literalmente um círculo vicioso difícil de desmantelar.
Se por um lado o que chamamos de “interior” está vivendo esses dramas, por outro, observa-se um grande empenho para ativar a vida cultural, com a promoção, por exemplo, de feiras, salões, festivais e bienais de livro. Nas últimas semanas, participei de uns quatro eventos desse tipo, destacando-se o Flin (Festival Literário Internacional de Natal), pela abrangência dos temas e a numerosa participação. Houve mais de trinta mesas sobre os mais variados assuntos, com a presença de autores daqui, de Portugal e da África de Língua Portuguesa. Só de imortais da ABL, eram quatro. De mortais, uns 60. O luxo foi ter Caetano Veloso debatendo poesia com Eucanaã Ferraz e fazendo o show de encerramento. Foram mais de três horas de Caetano sem falar uma só vez de biografias. Uma delícia.
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Os sufixos dos adjetivos rapidez e vicioso em “pude observar a espantosa rapidez” e em “criando assim literalmente um círculo vicioso difícil de desmantelar” representam a noção de
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