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Na aplicação da penalidade de suspensão do direito de dirigir, segundo a Resolução CONTRAN nº182/2005, para estabelecer o início do período de 12 meses na contagem dos pontos do condutor, deverá ser considerada a data
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Com base na imagem a seguir, que apresenta o crescimento populacional de Rondônia, da Região Norte e do Brasil,marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
PERÍODO RONDÔNIA (% ) REGIÃO NORTE (% ) BRASIL (% )
1950/ 1960 6.89 3.34 22.99
1960/ 1970 4.76 3.47 2.89 1970/ 1980 16.03 5.02 2.48 1980/ 1991 7 5.12 1.93
(IBGE/1991.Disponívelem: http://antigo.rondonia.ro.gov.br/conteudo.asp?id=187.)
( ) A unidade federada de Rondônia sempre teve um crescimento superior à região onde está inserida.
( ) O estado segue distinto ao Norte e ao Brasil, que viveram um processo linear de diminuição populacional.
( ) O crescimento menos acentuado de Rondônia se deu justamente na década que se tornou estado.
( ) Nas décadas apresentadas cada um - Rondônia, Norte e Brasil - teve momentos distintos de crescimento.
A sequência está correta em
PERÍODO RONDÔNIA (% ) REGIÃO NORTE (% ) BRASIL (% )
1950/ 1960 6.89 3.34 22.99
1960/ 1970 4.76 3.47 2.89 1970/ 1980 16.03 5.02 2.48 1980/ 1991 7 5.12 1.93
(IBGE/1991.Disponívelem: http://antigo.rondonia.ro.gov.br/conteudo.asp?id=187.)
( ) A unidade federada de Rondônia sempre teve um crescimento superior à região onde está inserida.
( ) O estado segue distinto ao Norte e ao Brasil, que viveram um processo linear de diminuição populacional.
( ) O crescimento menos acentuado de Rondônia se deu justamente na década que se tornou estado.
( ) Nas décadas apresentadas cada um - Rondônia, Norte e Brasil - teve momentos distintos de crescimento.
A sequência está correta em
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*Considere por tema a fotografia apresentada, para responder à questão.
(Disponívelem: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAe4bcAB/a-historia-rondonia?part=3.)
Obra significativa na história de Rondônia, sobre o Real Forte do Príncipe da Beira, analise.
I. Demorou quase duas décadas para ser construído e seu nome foi uma homenagem ao primogênito de D. Maria I, D. José II, príncipe da Beira, cidade de Portugal.
II. Quando chegou a ser inaugurado já não possuía mais tanta importância militar, já que Portugal e Espanha tinham celebrado vários acordos e o ciclo do ouro no vale do Guaporé se encontrava em declínio acentuado.
III. Tornou-se residência oficial da Coroa Portuguesa, na região Norte do Brasil, transformando-se na sede do governo do território de Rondônia nos primeiros anos de fundação até que se transformou em unidade federada, passando a ter Porto Velho como capital.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
(Disponívelem: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAe4bcAB/a-historia-rondonia?part=3.)
Obra significativa na história de Rondônia, sobre o Real Forte do Príncipe da Beira, analise.
I. Demorou quase duas décadas para ser construído e seu nome foi uma homenagem ao primogênito de D. Maria I, D. José II, príncipe da Beira, cidade de Portugal.
II. Quando chegou a ser inaugurado já não possuía mais tanta importância militar, já que Portugal e Espanha tinham celebrado vários acordos e o ciclo do ouro no vale do Guaporé se encontrava em declínio acentuado.
III. Tornou-se residência oficial da Coroa Portuguesa, na região Norte do Brasil, transformando-se na sede do governo do território de Rondônia nos primeiros anos de fundação até que se transformou em unidade federada, passando a ter Porto Velho como capital.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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As peças centenárias que estavam no Museu da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM) foram retiradas, nesta sexta-feira (14), pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo (Semdestur) de Porto Velho, e levadas para o prédio do relógio, na Avenida Sete de Setembro, onde funciona a Superintendência Estadual de Turismo (Setur). A medida foi tomada após a água do Rio Madeira invadir o complexo turístico da EFMM e chegar ao limite do galpão. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) esteve no museu para conferir se todas as peças foram retiradas.
(Disponível em: http://g1.globo.com/ ro/rondonia/ noticia/2014/02/pecas-da-estrada-de-ferro-madeira-mamore-sao-retiradas-de-museu.html. Acesso em: 14/02/2014, às 23h22.)
Todo o complexo turístico da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM), inclusive o acervo histórico, está atualmente sob a responsabilidade do(a)
(Disponível em: http://g1.globo.com/ ro/rondonia/ noticia/2014/02/pecas-da-estrada-de-ferro-madeira-mamore-sao-retiradas-de-museu.html. Acesso em: 14/02/2014, às 23h22.)
Todo o complexo turístico da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM), inclusive o acervo histórico, está atualmente sob a responsabilidade do(a)
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"Júlio é servidor público estadual recentemente aposentado por invalidez. Ocorre que, inconformado com a aposentadoria, Júlio é submetido à inspeção médica oficial em que são constatados insubsistentes os motivos determinantes da aposentadoria. Em razão disso, houve o reingresso de Júlio no serviço público."
É correto afirmar que o caso narrado refere-se ao instituto jurídico do(a)
É correto afirmar que o caso narrado refere-se ao instituto jurídico do(a)
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Dispõe a Lei n° 68/1992 que "após cada quinquênio ininterrupto de efetivo serviço prestado ao Estado de Rondônia, o servidor fará jus a 3 meses de licença, a título de prêmio por assiduidade com remuneração integral do cargo e função que exercia". Sobre a licença prêmio por assiduidade, assinale a afirmativa correta.
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A Lei n° 68/1992 elenca os casos que ensejam a vacância do cargo público. Assinale a alternativa que NÃO se refere a tais casos.
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Acerca das regras previstas na Lei n° 68/1992 sobre concursos públicos, analise as afirmativas.
I. O concurso público tem validade de 2 anos e será prorrogado por períodos sucessivos, enquanto houver aprovados.
II. As condições de realização do concurso serão fixadas em edital, publicado no Diário Oficial do Estado e divulgado pelos veículos de comunicação.
III. Os concursos públicos serão de provas e títulos para os cargos efetivos e apenas de títulos, para as contratações precárias em razão de excepcional interesse público.
IV. Não se abrirá novo concurso enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. O concurso público tem validade de 2 anos e será prorrogado por períodos sucessivos, enquanto houver aprovados.
II. As condições de realização do concurso serão fixadas em edital, publicado no Diário Oficial do Estado e divulgado pelos veículos de comunicação.
III. Os concursos públicos serão de provas e títulos para os cargos efetivos e apenas de títulos, para as contratações precárias em razão de excepcional interesse público.
IV. Não se abrirá novo concurso enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Sabe-se que a Lei n° 1.638/2006 criou grupos ocupacionais de acordo com a correlação, afinidade e natureza das atividades e o nível de conhecimento aplicado. Deste modo, assinale a alternativa que contenha cargos do grupo ocupacional técnico-administrativo, de Serviços Operacionais e de Serviços Gerais, nessa ordem.
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Texto
No trecho "Pelos seus olhos, vez que outra, passava uma sombra como uma må lembrança." (25°§)), a palavra destacada introduz uma Retrato falado
Uma das coisas que não entendo é retrato falado. Em filme policial americano, no retrato falado sai sempre a cara do criminoso, até o último cravo. Mas na vida real, que nada tem de filme americano, o retrato falado nunca tem o menor parentesco com a cara do cara que acaba sendo preso.
- Atenção. Aqui está um retrato falado do homem que estamos procurando. Foi feito de acordo com a descrição de dezessete testemunhas do crime. Decorem bem a sua fisionomia. Está decorada?
- Sim, senhor.
- Então, procurem exatamente o contrário deste retrato. Não podem errar.
Imagino os problemas que não deve ter o artista encarregado dos retratos falados na polícia. Um homem sensível obrigado a conviver com a imprecisão de testemunhas e as rudezas da lei.
- O senhor mandou me chamar, delegado?
Uma das coisas que não entendo é retrato falado. Em filme policial americano, no retrato falado sai sempre a cara do criminoso, até o último cravo. Mas na vida real, que nada tem de filme americano, o retrato falado nunca tem o menor parentesco com a cara do cara que acaba sendo preso.
- Atenção. Aqui está um retrato falado do homem que estamos procurando. Foi feito de acordo com a descrição de dezessete testemunhas do crime. Decorem bem a sua fisionomia. Está decorada?
- Sim, senhor.
- Então, procurem exatamente o contrário deste retrato. Não podem errar.
Imagino os problemas que não deve ter o artista encarregado dos retratos falados na polícia. Um homem sensível obrigado a conviver com a imprecisão de testemunhas e as rudezas da lei.
- O senhor mandou me chamar, delegado?
- Mandei, Lúcio. É sobre o seu trabalho. Os seus últimos retratos falados...
- Eu sei, eu sei. É que estou numa fase de transição, entende? Deixei o hiper-realismo e estou experimentando com uma volta as formas orgânicas e...
- Eu compreendo, Lúcio. Mas da última vez que usamos um retrato falado seu, a turma prendeu um orelhão.
- Eu sei, eu sei. É que estou numa fase de transição, entende? Deixei o hiper-realismo e estou experimentando com uma volta as formas orgânicas e...
- Eu compreendo, Lúcio. Mas da última vez que usamos um retrato falado seu, a turma prendeu um orelhão.
O pior deve ser as testemunhas que não sabem descrever o que viram.
- O nariz era assim, um pouco, mais ou menos como seu, inspetor.
- E as sobrancelhas? As sobrancelhas são importantes.
- Sobrancelhas? Não sei... como as suas, inspetor.
- E os olhos?
- O nariz era assim, um pouco, mais ou menos como seu, inspetor.
- E as sobrancelhas? As sobrancelhas são importantes.
- Sobrancelhas? Não sei... como as suas, inspetor.
- E os olhos?
- Os olhos claros, como os...
- Já sei. Os meus. O queixo?
- Parecido com o seu.
- Inspetor, onde é que o senhor estava na noite do crime?
- Cala a boca e desenha, Lúcio.
- Já sei. Os meus. O queixo?
- Parecido com o seu.
- Inspetor, onde é que o senhor estava na noite do crime?
- Cala a boca e desenha, Lúcio.
E há os indecisos.
- Era chinês.
- Ou era chinês ou tinha dormido mal.
E deve haver a testemunha literária!
- Nariz adunco, como de uma ave de rapina. A testa escondida pelos cabelos em desalinho. Pelos seus olhos, vez que outra, passava uma sombra como uma má lembrança. A boca de uma sensualidade agressiva mas ao mesmo tempo tímida, algo reticente nos cantos, com uma certa arrogância no lábio superior que o lábio inferior refutava e o queixo desmentia. Narinas vívidas, como as de um velho cavalo. Mais não posso dizer porque só o vi por dois segundos.
Os sucintos:
- Era o Charles Bronson com o nariz da Maria Alcina.
- Tipo Austregésilo de Athayde, mas com bigodes mexicanos.
- Uma miniatura de cachorro boxer, comandante da Varig e beque do Madureira.
- Bota aí: a testa do Jaguar, o nariz do Mitterrand, a boca do porteiro do antigo Fred's e o queixo da Virgínia Woolf. Uma orelha da Jaqueline Kennedy e a outra, estranhamente, do neto do Getty.
- A Emilinha Borba de barba depois de um mal voo na ponte aérea com o Nélson Ned. E há as surpresas.
- Bom, era um cara comum. Sei lá. Nariz reto, boca do tamanho médio, sem bigode. Ah, e um olho só, bem no meio da testa.
O ciclope ataca outra vez!
- Era chinês.
- Ou era chinês ou tinha dormido mal.
E deve haver a testemunha literária!
- Nariz adunco, como de uma ave de rapina. A testa escondida pelos cabelos em desalinho. Pelos seus olhos, vez que outra, passava uma sombra como uma má lembrança. A boca de uma sensualidade agressiva mas ao mesmo tempo tímida, algo reticente nos cantos, com uma certa arrogância no lábio superior que o lábio inferior refutava e o queixo desmentia. Narinas vívidas, como as de um velho cavalo. Mais não posso dizer porque só o vi por dois segundos.
Os sucintos:
- Era o Charles Bronson com o nariz da Maria Alcina.
- Tipo Austregésilo de Athayde, mas com bigodes mexicanos.
- Uma miniatura de cachorro boxer, comandante da Varig e beque do Madureira.
- Bota aí: a testa do Jaguar, o nariz do Mitterrand, a boca do porteiro do antigo Fred's e o queixo da Virgínia Woolf. Uma orelha da Jaqueline Kennedy e a outra, estranhamente, do neto do Getty.
- A Emilinha Borba de barba depois de um mal voo na ponte aérea com o Nélson Ned. E há as surpresas.
- Bom, era um cara comum. Sei lá. Nariz reto, boca do tamanho médio, sem bigode. Ah, e um olho só, bem no meio da testa.
O ciclope ataca outra vez!
Experimente você dar as características para o retrato falado de alguém.
- Os olhos de Sandra Brea. Um pouco menos sobrancelha. O nariz de Claire Bloom de 15 anos atrás. A boca de Cláudia Cardinale. O queixo da Elizabeth Savala. Um seio de Laura Antonelli e outro da Sydne Rome. As pernas da Jane Fonda.
- Feito. Mas quem é essa?
- Não sei, mas se encontrarem, tragam-na para mim depressa. E vival
(Luis Fernando Veríssimo. Retrato falado. In: PINTO, Manuel da Costa. Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2008.)
- Os olhos de Sandra Brea. Um pouco menos sobrancelha. O nariz de Claire Bloom de 15 anos atrás. A boca de Cláudia Cardinale. O queixo da Elizabeth Savala. Um seio de Laura Antonelli e outro da Sydne Rome. As pernas da Jane Fonda.
- Feito. Mas quem é essa?
- Não sei, mas se encontrarem, tragam-na para mim depressa. E vival
(Luis Fernando Veríssimo. Retrato falado. In: PINTO, Manuel da Costa. Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2008.)
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