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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: DMAE Porto Alegre
De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil é permitida a acumulação remunerada de cargos públicos, quando houver compatibilidade de horários, seja obedecido o teto constitucional e seja anterior
I. a de dois cargos de professor.
II. a de um cargo de professor com outro, técnico ou científico.
III. a de dois cargos ou empregos de profissionais de saúde, mesmo sem profissão regulamentada.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s)
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: DMAE Porto Alegre
“Estabelece o inciso XXIX do art. 7º da Constituição da República Federativa do Brasil que são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais a ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de _____ anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de _____ anos após a extinção do contrato de trabalho.”
Assinale a alternativa que complementa correta e sequencialmente a afirmação anterior.
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: DMAE Porto Alegre
A data magna do Município de Porto Alegre é o dia
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: DMAE Porto Alegre
NÃO corresponde a um direito dos trabalhadores rurais, previsto no art. 7º da Constituição da República Federativa do Brasil
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Disciplina: Direito Constitucional
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Orgão: DMAE Porto Alegre
De acordo com o art. 6º da Constituição da República Federativa do Brasil são direitos sociais, EXCETO:
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Disciplina: Administração Geral
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Orgão: DMAE Porto Alegre
Em 1992, visando disseminar e facilitar a implementação de melhores resultados da gestão organizacional, foi instituído no Brasil o Prêmio Nacional de Qualidade – PNQ, que tem como referência o Modelo de Excelência de Gestão – MEG, cuja característica mais importante é a de ser um modelo sistêmico; portanto, com o benefício de buscar a estruturação e o alinhamento dos componentes da gestão das organizações sob a ótica de um sistema, conforme ilustrado.
O Modelo de Excelência da Gestão – MEG reflete os resultados da pesquisa que buscou identificar o que as empresas de sucesso, consideradas de classe mundial, tinham em comum. Dessa forma, foram identificados conceitos, denominados de Fundamentos de Excelência.

\( \bullet \) Pensamento sistêmico: entendimento das relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização, bem como entre a organização e o ambiente externo.
\( \bullet \) Aprendizado organizacional: busca e alcance de um novo patamar de conhecimento para a organização por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de experiências.
\( \bullet \) Cultura da inovação: promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias que possam gerar um diferencial competitivo para a organização.
\( \bullet \) Liderança e constância de propósitos: atuação de forma aberta, democrática, inspiradora e motivadora das pessoas, visando ao desenvolvimento da cultura da excelência, à promoção de relações de qualidade e à proteção dos interesses das partes interessadas.
\( \bullet \) Orientação por processos e informações: compreensão e segmentação do conjunto das atividades e processos da organização que agreguem valor para as partes interessadas, sendo que a tomada de decisões e execução de ações deve ter como base a medição e análise do desempenho, levando-se em consideração as informações disponíveis, além de incluir os riscos identificados.
\( \bullet \) Visão de futuro: compreensão dos fatores que afetam a organização, seu ecossistema e o ambiente externo a curto e a longo prazo, visando à sua perenização.
\( \bullet \) Geração de valor: alcance de resultados consistentes, assegurando a perenidade da organização pelo aumento de valor tangível e intangível de forma sustentada para todas as partes interessadas.
\( \bullet \) Valorização das pessoas: estabelecimento de relações com as pessoas, criando condições para que elas se realizem profissionalmente e humanamente, maximizando seu desempenho por meio do comprometimento, desenvolvimento de competências e espaço para
empreender.
\( \bullet \) Conhecimento sobre o cliente e o mercado: conhecimento e entendimento do cliente e do mercado, visando à criação de valor de forma sustentada para o cliente e, consequentemente, gerando maior competitividade nos mercados.
\( \bullet \) Desenvolvimento de parcerias: desenvolvimento de atividades em conjunto com outras organizações, a partir da plena utilização das competências essenciais de cada uma, objetivando benefícios para ambas as partes.
\( \bullet \) Responsabilidade social: atuação que se define pela relação ética e transparente da organização com todos os públicos com os quais ela se relaciona, estando voltada para o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras; respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais como parte integrante da estratégia da organização.
Em função da sua flexibilidade, da simplicidade da linguagem utilizada e, principalmente, por não prescrever ferramentas e práticas de gestão específica, o Modelo de Excelência de Gestão permite que toda e qualquer organização tenha uma visão sistêmica da gestão organizacional.
(Fundação Nacional da Qualidade. Introdução ao Modelo de Excelência da Gestão. Série Cadernos Rumo à Excelência.
São Paulo: Fundação Nacional da Qualidade, 2008 – com adaptações)
De acordo com os conceitos dos fundamentos de excelência, analise: “João possui uma lanchonete onde o cliente pode escolher o recheio de seu sanduíche. Tendo observado a satisfação das pessoas que atende ao terem a liberdade de escolha, João resolveu oferecer também a possibilidade do cliente combinar diferentes tipos de recheios, conforme sua preferência.”
Marque a opção que apresenta corretamente o fundamento de excelência que se relaciona ao fato apresentado.
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Disciplina: Administração Pública
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Orgão: DMAE Porto Alegre
Em 1992, visando disseminar e facilitar a implementação de melhores resultados da gestão organizacional, foi instituído no Brasil o Prêmio Nacional de Qualidade – PNQ, que tem como referência o Modelo de Excelência de Gestão – MEG, cuja característica mais importante é a de ser um modelo sistêmico; portanto, com o benefício de buscar a estruturação e o alinhamento dos componentes da gestão das organizações sob a ótica de um sistema, conforme ilustrado.
O Modelo de Excelência da Gestão – MEG reflete os resultados da pesquisa que buscou identificar o que as empresas de sucesso, consideradas de classe mundial, tinham em comum. Dessa forma, foram identificados conceitos, denominados de Fundamentos de Excelência.

\( \bullet \) Pensamento sistêmico: entendimento das relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização, bem como entre a organização e o ambiente externo.
\( \bullet \) Aprendizado organizacional: busca e alcance de um novo patamar de conhecimento para a organização por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de experiências.
\( \bullet \) Cultura da inovação: promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias que possam gerar um diferencial competitivo para a organização.
\( \bullet \) Liderança e constância de propósitos: atuação de forma aberta, democrática, inspiradora e motivadora das pessoas, visando ao desenvolvimento da cultura da excelência, à promoção de relações de qualidade e à proteção dos interesses das partes interessadas.
\( \bullet \) Orientação por processos e informações: compreensão e segmentação do conjunto das atividades e processos da organização que agreguem valor para as partes interessadas, sendo que a tomada de decisões e execução de ações deve ter como base a medição e análise do desempenho, levando-se em consideração as informações disponíveis, além de incluir os riscos identificados.
\( \bullet \) Visão de futuro: compreensão dos fatores que afetam a organização, seu ecossistema e o ambiente externo a curto e a longo prazo, visando à sua perenização.
\( \bullet \) Geração de valor: alcance de resultados consistentes, assegurando a perenidade da organização pelo aumento de valor tangível e intangível de forma sustentada para todas as partes interessadas.
\( \bullet \) Valorização das pessoas: estabelecimento de relações com as pessoas, criando condições para que elas se realizem profissionalmente e humanamente, maximizando seu desempenho por meio do comprometimento, desenvolvimento de competências e espaço para
empreender.
\( \bullet \) Conhecimento sobre o cliente e o mercado: conhecimento e entendimento do cliente e do mercado, visando à criação de valor de forma sustentada para o cliente e, consequentemente, gerando maior competitividade nos mercados.
\( \bullet \) Desenvolvimento de parcerias: desenvolvimento de atividades em conjunto com outras organizações, a partir da plena utilização das competências essenciais de cada uma, objetivando benefícios para ambas as partes.
\( \bullet \) Responsabilidade social: atuação que se define pela relação ética e transparente da organização com todos os públicos com os quais ela se relaciona, estando voltada para o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras; respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais como parte integrante da estratégia da organização.
Em função da sua flexibilidade, da simplicidade da linguagem utilizada e, principalmente, por não prescrever ferramentas e práticas de gestão específica, o Modelo de Excelência de Gestão permite que toda e qualquer organização tenha uma visão sistêmica da gestão organizacional.
(Fundação Nacional da Qualidade. Introdução ao Modelo de Excelência da Gestão. Série Cadernos Rumo à Excelência.
São Paulo: Fundação Nacional da Qualidade, 2008 – com adaptações)
Com base nas informações apresentadas no texto, pode-se afirmar que
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Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: DMAE Porto Alegre
“O bem-estar físico, psíquico, emocional e ambiental é essencial para a vida particular das pessoas bem como para realização de seu trabalho, cujo papel na vida do ser humano é central. Assim, se por um lado a qualidade de vida de um indivíduo está diretamente relacionada à sua qualidade de vida no trabalho, por outro, não se pode dissociar a condição humana do processo produtivo, sendo também a qualidade dos produtos e serviços dependentes da qualidade de vida das pessoas relacionadas com sua produção. A qualidade de um produto depende da qualidade de vida das pessoas que estão relacionadas com sua produção. Dessa forma, o gerenciamento da Qualidade de Vida no Trabalho – QVT é um instrumento importante para que as organizações alcancem seus objetivos.”
Diante do exposto, pode-se afirmar que a implantação de ações voltadas para a Qualidade de Vida no Trabalho – QVT
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O “Inventário Brasileiro das Emissões Antrópicas por Fontes e Remoções por Sumidouros de Gases de Efeito Estufa” produzido pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, apresenta os dados relativos à emissão de dióxido de carbono (CO2) no Brasil, no período de 1990 a 2000, conforme demonstra o gráfico a seguir.
Emissão de Dióxido De Carbono – CO2 Brasil – 1990/2000

(Adaptação – Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia. Coordenação Geral de Mudanças Globais do Clima.
Inventário brasileiro das emissões e remoções antrópicas de gases de efeito estufa.
Informações gerais e valores preliminares, Brasília, DF, 2009. Disponível em:
<http://www.mct.gov.br/upd_blob/0207/207624.pdf>. Acesso em: outubro 2011)
Com base no gráfico sobre a emissão de CO2 no Brasil no período 1990 a 2000, analise.
I. A destruição de florestas nativas foi uma das principais fontes de emissão de CO2 no Brasil, tendo o setor que a engloba sido responsável por mais de 70% das emissões durante o período analisado.
II. As atividades de transporte tiveram impacto na emissão de CO2 no Brasil, tendo sido em média, no período analisado, de aproximadamente 20% das emissões decorrentes do setor de energia.
III. A variação dos processos industriais foi irrelevante; dessa forma, a produção de bens como cimento e cal não foram causas significativas na emissão de CO2 no Brasil durante o período analisado.
IV. O setor de mudanças no uso da terra e florestas cresceu em média, o correspondente a 70% no período de 1990 a 2000, tendo sido o responsável por mais de 90% das emissões de CO2 no Brasil.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Leia atentamente os trechos a seguir.
A maioria dos governos mostra absoluta despreocupação quanto ao crescimento urbano e à disponibilidade futura de água, energia e alimentos. O mito do desenvolvimento está tão enraizado no inconsciente coletivo das classes políticas que elas não se preocupam com o desequilíbrio físico-social. Parecem acreditar que o desenvolvimento é possível sem água, sem energia e sem alimentos, bastando aplicar a política econômica e financeira que prescrevem as grandes potências, as transnacionais e as instituições econômicas e financeiras internacionais.
(Rivero, O. O mito do desenvolvimento: os países inviáveis no século XXI.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2002, p. 214)
O desenvolvimento pode permitir que cada indivíduo revele suas capacidades, seus talentos e sua imaginação na busca da autorrealização e da felicidade, mediante esforços coletivos e individuais, combinação de trabalho autônomo e heterônomo e de tempo gasto em atividades não econômicas. [...] Maneiras viáveis de produzir meios de vida não podem depender de esforços excessivos e extenuantes por parte de seus produtores, de empregos mal remunerados exercidos em condições insalubres, da prestação inadequada de serviços públicos e de padrões subumanos de moradia.
(Veiga, J. E. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI.
Rio de Janeiro: Garamond, 2005. p. 80-81)
O crescimento econômico, se repensado de forma adequada, de modo a minimizar os impactos ambientais negativos, e colocado a serviço de objetivos socialmente desejáveis, continua sendo uma condição necessária para o desenvolvimento.
[...] Precisamos de taxas mais altas de crescimento econômico para acelerar a reabilitação social, uma vez que é mais fácil operar nos acréscimos do PNB que distribuir bens e rendas numa economia estagnada.
(Sachs, I. Repensando o crescimento econômico e o progresso social: o âmbito da política. In: Abramovay,
R. et al (org.) Razões e Ficções do Desenvolvimento. São Paulo: Editora Unesp; Edusp, 2001. p. 157-158)
Com base nos trechos apresentados e considerando a diferença existente entre crescimento econômico e desenvolvimento econômico, é correto afirmar que
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