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O abuso emocional é uma das formas de violência mais presentes nas relações familiares. No entanto, não é identificado de imediato pelos profissionais, e sua presença não é avaliada o quantificada na maioria dos levantamentos demográficos realizados sobre violência perpetrada contra crianças e adolescentes.
Em relação ao abuso emocional, analise as afirmativas a seguir:
I. Desprezo – é uma combinação de rejeição e hostilidade. Inclui chamar as crianças por apelidos indesejados, tratar a criança como inferior ou humilhá-la publicamente.
II. Negação Emocional – Ignorar a necessidade da criança de contato emocional, que envolve abraçar, beijar e conversar.
III. Exploração – Ensinar e encorajar a criança a ter um comportamento criminoso, manter a criança em casa obrigando a ser serviçal ou até incentivar a participar de produção pornográfica.
IV. Aterrorizar - isolar a criança do convívio com outras pessoas. Trancá-la num cômodo da casa ou privar a criança de qualquer interação.
Em relação ao abuso emocional, analise as afirmativas a seguir:
I. Desprezo – é uma combinação de rejeição e hostilidade. Inclui chamar as crianças por apelidos indesejados, tratar a criança como inferior ou humilhá-la publicamente.
II. Negação Emocional – Ignorar a necessidade da criança de contato emocional, que envolve abraçar, beijar e conversar.
III. Exploração – Ensinar e encorajar a criança a ter um comportamento criminoso, manter a criança em casa obrigando a ser serviçal ou até incentivar a participar de produção pornográfica.
IV. Aterrorizar - isolar a criança do convívio com outras pessoas. Trancá-la num cômodo da casa ou privar a criança de qualquer interação.
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- Psicologia Jurídica e ForenseAdoção, Guarda e Tutela de Crianças e Adolescentes
- Psicologia Jurídica e ForenseFamília
Algumas vezes, na disputa judicial, é a partilha de bens que ganha especial destaque no litígio; outras vezes (não raras) a luta pela guarda dos filhos, que ficam na berlinda, ante à batalha travada pelos pais, na busca de maior poder. Para compreender e manejar conflitos é preciso um exame rigoroso da correlação de poderes. Muszkat (2005), baseada nas ideias foucaultianas, apresenta as seguintes considerações:
I. O poder, que se exerce a partir das relações que são desiguais, nunca é exterior ao sujeito.
II. O poder gera uma força oposta, ao determinar a conduta do dominado, uma inevitável força contrária, uma resistência.
III. O discurso do poder se reforça pela repetição, tornando-o tanto mais forte quanto menos puder ser questionado.
IV. O poder é relacional, podendo ser co-construído, mas nem sempre é reconhecido pela outra parte.
Está(ão) correta(s) APENAS:
I. O poder, que se exerce a partir das relações que são desiguais, nunca é exterior ao sujeito.
II. O poder gera uma força oposta, ao determinar a conduta do dominado, uma inevitável força contrária, uma resistência.
III. O discurso do poder se reforça pela repetição, tornando-o tanto mais forte quanto menos puder ser questionado.
IV. O poder é relacional, podendo ser co-construído, mas nem sempre é reconhecido pela outra parte.
Está(ão) correta(s) APENAS:
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A interação social humana constitui-se em um dos principais meios de aprendizagem de comportamentos. Por meio delas o ser humano tem acesso às normas que regem a sociedade, internalizando-as no decorrer de seu desenvolvimento. É através dessas interações que os comportamentos morais ou virtudes são aprendidos ou desenvolvidos. Qual é, segundo Gomide (2010), a porta de entrada das virtudes?
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O diagnóstico clínico é constituído por um conjunto de técnicas e testes. No processo psicodiagnóstico, após as entrevistas com os pais, no primeiro encontro com a criança comumente se utiliza uma modalidade projetiva. Como se denomina essa técnica preferencial na avaliação psicológica de crianças?
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- Psicologia ClínicaTeorias da PersonalidadeWinnicott
- Teorias e Técnicas PsicoterápicasBehaviorismo
- Teorias e Técnicas PsicoterápicasGestalt
Ainda que o comportamento agressivo não se transforme, necessariamente, em violência, a convivência com a agressividade facilita a evolução do primeiro em direção ao segundo. Para isso concorrem vários fenômenos, que segundo diferentes abordagens teóricas encontrarão diferentes explicações.
Em relação à compreensão teórica do comportamento agressivo, analise as afirmativas a seguir:
I. Winnicott sugere que a agressão pode ser percebida como reação a frustração. Na impossibilidade de ver realizado seu desejo, o psiquismo reage e desloca a energia para a agressividade.
II. Já sob a perspectiva Gestáltica, a agressividade pode resultar da percepção inadequada dos comportamentos emitidos; o indivíduo não discrimina os detalhes que diferenciam um comportamento agressivo de outro socialmente adaptado.
III. As visões teóricas da psicologia se contradizem, ampliam e reforçam a possibilidade da construção de um sólido corpo teórico para compreender o fenômeno do comportamento agressivo.
IV. Na abordagem do Behaviorismo radical, o contra- condicionamento funciona e pode ser encontrado em esportes radicais, por dos quais o indivíduo encontre a mesma gratificação sem conflitar com a sociedade.
Está(ão) correta(s) APENAS:
Em relação à compreensão teórica do comportamento agressivo, analise as afirmativas a seguir:
I. Winnicott sugere que a agressão pode ser percebida como reação a frustração. Na impossibilidade de ver realizado seu desejo, o psiquismo reage e desloca a energia para a agressividade.
II. Já sob a perspectiva Gestáltica, a agressividade pode resultar da percepção inadequada dos comportamentos emitidos; o indivíduo não discrimina os detalhes que diferenciam um comportamento agressivo de outro socialmente adaptado.
III. As visões teóricas da psicologia se contradizem, ampliam e reforçam a possibilidade da construção de um sólido corpo teórico para compreender o fenômeno do comportamento agressivo.
IV. Na abordagem do Behaviorismo radical, o contra- condicionamento funciona e pode ser encontrado em esportes radicais, por dos quais o indivíduo encontre a mesma gratificação sem conflitar com a sociedade.
Está(ão) correta(s) APENAS:
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Ao abordar hipóteses a respeito dos fatores que contribuem para que um indivíduo venha a delinquir podemos considerar:
I. Predisposição genética – O pesquisador Hare sustenta que a prevalência de psicopatas na população carcerária seria de 15 a 20%, enquanto que na população em geral é em torno de 01%. Entretanto Fernandes e Fernandes (1995) assinalam que “ parece irrecusável que existe uma contribuição genética para quase toda forma de comportamento, mas não é absolutamente verdadeiro que o comportamento específico dos seres humanos seja determinado apenas geneticamente.
II. O lar: condicionamentos e modelos – a dinâmica familiar apresenta influência no modo como o indivíduo irá se relacionar com o meio, inclusive em questões envolvendo atos ilícitos. No lar instalam-se as bases de crenças, valores e fundamentos de cada indivíduo, que se refletirão, mais tarde em condicionamentos positivos ou negativos em seus relacionamentos interpessoais.
III. A adolescência – alguns fatores contribuem para tornar o adolescente mais vulnerável à prática da delinquência, em comparação com o que acontece em outros momentos da vida. Três fatores atenuam essa vulnerabilidade aumentam a resiliência: 1) Vulnerabilidade do adolescente às mensagens que induzem à violência e à transgressão; 2) Complacência parental e 3) Percepção de falta de espaço no mundo adulto.
IV. Os microfatores externos. Se de um lado existe o indivíduo propenso à prática de delitos, por inúmeras razões, de outro, evidenciam-se indiscutíveis estímulos à delinquência: falta de limites durante a infância e também a expectativa de impunidade.
Está correto o que se afirma APENAS em:
I. Predisposição genética – O pesquisador Hare sustenta que a prevalência de psicopatas na população carcerária seria de 15 a 20%, enquanto que na população em geral é em torno de 01%. Entretanto Fernandes e Fernandes (1995) assinalam que “ parece irrecusável que existe uma contribuição genética para quase toda forma de comportamento, mas não é absolutamente verdadeiro que o comportamento específico dos seres humanos seja determinado apenas geneticamente.
II. O lar: condicionamentos e modelos – a dinâmica familiar apresenta influência no modo como o indivíduo irá se relacionar com o meio, inclusive em questões envolvendo atos ilícitos. No lar instalam-se as bases de crenças, valores e fundamentos de cada indivíduo, que se refletirão, mais tarde em condicionamentos positivos ou negativos em seus relacionamentos interpessoais.
III. A adolescência – alguns fatores contribuem para tornar o adolescente mais vulnerável à prática da delinquência, em comparação com o que acontece em outros momentos da vida. Três fatores atenuam essa vulnerabilidade aumentam a resiliência: 1) Vulnerabilidade do adolescente às mensagens que induzem à violência e à transgressão; 2) Complacência parental e 3) Percepção de falta de espaço no mundo adulto.
IV. Os microfatores externos. Se de um lado existe o indivíduo propenso à prática de delitos, por inúmeras razões, de outro, evidenciam-se indiscutíveis estímulos à delinquência: falta de limites durante a infância e também a expectativa de impunidade.
Está correto o que se afirma APENAS em:
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A resolução do Conselho Federal de Psicologia n. 007/2003 instituiu o Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelos psicólogos, decorrentes da avaliação Psicológica.
Em relação a elaboração de informes, laudos e pareceres, é CORRETO afirmar:
I. Na área Jurídica os documentos elaborados pelo psicólogo são considerados como provas processuais, isto é, elementos que corroboram para a elucidação de controvérsias e para decisões judiciais.
II. A elaboração de informes ou informações circunstanciadas sobre a demanda atendida costuma ser a primeira comunicação do psicólogo em processos verificatórios, quando o profissional realiza uma primeira abordagem do caso e propõe um estudo psicológico de caso.
III. Na situação judiciária, a adequação dos instrumentos está relacionada à natureza do processo judicial (verificatório, contencioso), da natureza e gravidade das questões tratadas no processo (criança e adolescente em situação de risco), do tempo institucional e da livre escolha do profissional.
IV. Os relatórios psicológicos, embora destinados a assessorar o magistrado para decisões judiciais, não podem ser acessados pelo sujeito da avaliação. Por exemplo, um jovem adotivo que deseja conhecer suas origens e pede o desarquivamento do processo judicial.
Está(ão) correta(s) APENAS:
Em relação a elaboração de informes, laudos e pareceres, é CORRETO afirmar:
I. Na área Jurídica os documentos elaborados pelo psicólogo são considerados como provas processuais, isto é, elementos que corroboram para a elucidação de controvérsias e para decisões judiciais.
II. A elaboração de informes ou informações circunstanciadas sobre a demanda atendida costuma ser a primeira comunicação do psicólogo em processos verificatórios, quando o profissional realiza uma primeira abordagem do caso e propõe um estudo psicológico de caso.
III. Na situação judiciária, a adequação dos instrumentos está relacionada à natureza do processo judicial (verificatório, contencioso), da natureza e gravidade das questões tratadas no processo (criança e adolescente em situação de risco), do tempo institucional e da livre escolha do profissional.
IV. Os relatórios psicológicos, embora destinados a assessorar o magistrado para decisões judiciais, não podem ser acessados pelo sujeito da avaliação. Por exemplo, um jovem adotivo que deseja conhecer suas origens e pede o desarquivamento do processo judicial.
Está(ão) correta(s) APENAS:
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Pereira, Zanoni e Moser (2007) ao analisarem a formação do autoconceito e da autoestima em crianças institucionalizadas destacam:
I. A criança tratada com amor e respeito tende a internalizar esses sentimentos e sentir que é uma pessoa capaz de ser amada e respeitada. Ela cresce acreditando que é merecedora de amor e possui um espaço no mundo.
II. O autoconceito é nossa imagem de nós mesmos. É o que acreditamos em relação a quem somos – o quadro integral de nossos traços e capacidades, é um sistema de representação descritiva e avaliativa em torno do eu.
III. O autoconceito não é inato, mas é na infância que ele se estrutura/desenvolve, graças a influência de pessoas significativas do ambiente familiar, escolar e social.
IV. Autoestima é a avaliação que o indivíduo faz de si mesmo e que tende a se manter; expressa uma atitude de aprovação ou repulsa e até que ponto o sujeito se sente capaz, significativo, bem- sucedido e valioso. A autoestima é o juízo pessoal do valor que está expresso nas atitudes que um indivíduo tem para consigo mesmo.
Está correto o que se afirma APENAS em:
I. A criança tratada com amor e respeito tende a internalizar esses sentimentos e sentir que é uma pessoa capaz de ser amada e respeitada. Ela cresce acreditando que é merecedora de amor e possui um espaço no mundo.
II. O autoconceito é nossa imagem de nós mesmos. É o que acreditamos em relação a quem somos – o quadro integral de nossos traços e capacidades, é um sistema de representação descritiva e avaliativa em torno do eu.
III. O autoconceito não é inato, mas é na infância que ele se estrutura/desenvolve, graças a influência de pessoas significativas do ambiente familiar, escolar e social.
IV. Autoestima é a avaliação que o indivíduo faz de si mesmo e que tende a se manter; expressa uma atitude de aprovação ou repulsa e até que ponto o sujeito se sente capaz, significativo, bem- sucedido e valioso. A autoestima é o juízo pessoal do valor que está expresso nas atitudes que um indivíduo tem para consigo mesmo.
Está correto o que se afirma APENAS em:
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A identificação da mentira e do engano em situações de perícia psicológica é um constante desafio técnico e exige do avaliador um nível de expertise. Existem crenças que poderiam estar produzindo distorções quanto às causas e à frequência da mentira e do engano nas situações de avaliação forense. São descritos como erros mais frequentes:
I. Associar simulação com doença mental.
II. Acreditar que a simulação não corre com frequência.
III. Acreditar que determinadas condições clínicas, como amnésia e alucinação, podem ser facilmente simuladas e dificilmente provadas quanto à falta de veracidade.
IV. Outros fatores dizem respeito à falta de preparo técnico do observador.
Está(ão) correta(s) APENAS:
I. Associar simulação com doença mental.
II. Acreditar que a simulação não corre com frequência.
III. Acreditar que determinadas condições clínicas, como amnésia e alucinação, podem ser facilmente simuladas e dificilmente provadas quanto à falta de veracidade.
IV. Outros fatores dizem respeito à falta de preparo técnico do observador.
Está(ão) correta(s) APENAS:
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A Psicologia Jurídica, como a entendemos, guarda elementos gerais e outros muito particulares que a eleva ao patamar de disciplina distinta e diferenciada. O uso correto da terminologia é condição para elaboração de Laudos e Pareceres. Como se denomina a área da Psicologia Jurídica que contempla a atividade pericial aos casos apenados quando da solicitação de progressão de regime e nos casos de penas convertidas em Medida de Segurança ( exame de cessação de Periculosidade). Para esses fins o exame seria complementar nas perícias psiquiátricas e seria emitido o Parecer Psicológico.
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